sexta-feira, 29 de junho de 2012

[A Linha é Tua] Latadas, 48º Km





Aspeto do antigo apeadeiro de Latadas ao 48º km. A primeira fotografia foi tirada em Novembro de 2008. Não existe qualquer edifício que do que foi o apeadeiro. Existe no local um antigo moinho de água e o rio apresenta uma paisagem bucólica.  É um local com uma beleza extraordinária.
A segunda fotografia mostra o aspeto do apeadeiro pelos anos 70. A fotografia é de autor desconhecido e foi retirada do sítio aventar.eu


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Publicada por Blogger em A Linha é Tua a 6/29/2012 01:34:00 PM

quarta-feira, 27 de junho de 2012

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Inauguração do Moinho de Vento

 No dia 17 de Junho Carrazeda de Ansiães pode assistir à invulgar visão do seu moinho de vento a girar. Depois de um processo de aquisição e recuperação, com um orçamento de 97 mil euros (financiado em 50% por fundos comunitários) a inauguração aconteceu finalmente.
Às 17 horas foi inaugurada a exposição de pintura Moinhos de Vento, de António Santos Silva. Este pintor, natural de Castro (Valpaços), foi emigrante em França dedicando-se atualmente à pintura e restauro de imóveis.
A exposição integra 16 telas sobre a temática dos moinhos de vento. Além de moinhos há telas que mostram moleiros e mais pormenores da engrenagem.
A exposição vai estar patente na Biblioteca Municipal de Carrazeda de Ansiães entre os dias 17 de Junho e 20 de Julho.
Depois da inauguração oficial e do Porto de hora a comitiva dirigiu-se para o moinho de vento onde já havia algumas centenas de pessoas para assistirem a inauguração.
O moinho de vento de Carrazeda é um dos 3 que existiram no concelho: um em Carrazeda, outro em Mogo de Malta e o terceiro em Vilarinho da Castanheira. A juntar a este conjunto, há ruínas de mais dois moinhos de vento em Lousa, no concelho de Torre de Moncorvo.
Este moinho foi construido em 1900 e funcionou cerca de 10 anos. Desde então para cá foi-se degradando tendo a maior parte das pessoas apenas memória das ruínas.
O edil de Carrazeda apostou na recuperação desta estrutura de forma a criar  uma rede de elementos culturais como o castelo de Ansiães, os moinhos de água de Vilarinho da Castanheira, tendo em vista a atração de mais visitantes ao concelho.
A recuperação foi levada a cabo por construtores e obreiros da região, sendo necessário um processo de investigação, quer a nível do pessoal técnico da autarquia, quer dos trabalhadores, por forma a concluir com êxito a tarefa.
Por sorte, e mercê da estudada implementação do moinho, o tempo esteve favorável e o vento soprou com força, mais do que suficiente, chegando a ser necessário refrear, pelo mecanismo adequado, a velocidade de rotação do engenho. Quanto mais velocidade a vela adquiria mais os olhos das pessoas se enchiam de admiração, pois não é uma coisa a que estejam habituados.
Existe no local uma placa explicativa sobre moinhos de vento, com a tipologia e a cronologia deste monumento. É bastante educativa porque apresenta também a constituição dos moinhos de vento. Esta informação está disponível num desdobrável que foi distribuído no local e que, certamente os serviços do Turismo disponibilizaram a quem desejar..
As visitas ao moinho de vento de Carrazeda de Ansiães podem ser efetuadas através de marcação no GAM – Gabinete de Apoio ao Munícipe ou pelos números de telefone 278 610 200 ou 913875116.
Não fazendo parte do programa oficial, mas também com bastante adesão foi a  confeção de um porco no espeto e a sua distribuição à população de forma gratuita.
Este convívio gastronómico iniciou-se bastante cedo. Antes das 3 da tarde já o bicho apresentava a assadura necessária para serem cortadas as primeiras lascas. O pão e o vinho chegaram logo a seguir e, apesar das muitas pessoas que por ali passaram e que saborearam o petisco, às 20 horas ainda sobrava uma boa quantidade de carne e alguns garrafões de vinho.
Ao que consegui apurar o porco no espeto foi oferecido pela empresa Construções Armando Matos, Unip., Lda de Paradela, freguesia de Pombal.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/27/2012 08:30:00 AM

segunda-feira, 25 de junho de 2012

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] II Passeio Pedestre - Parambos

A Comissão de Festas de S Bartolomeu, em Parambos, organizou no dia 17 de Junho um passeio pedestre.
No corrente ano têm havido uma adesão invulgar à realização destes eventos, com reflexos muito positivos na adesão das pessoas, mas Parambos  já não é pioneira na organização destas eventos, em que já tive o prazer de participar anteriormente. Talvez a novidade este ano tenha sido a maior abertura a pessoas de fora da aldeia, uma vez que as gentes de Parambos já estão "habituadas" e aderem com muita facilidade e entusiasmo.
 A concentração aconteceu na sede do Sporting Clube de Parambos às 7 e meia da manhã. Sabemos a (má) fama que temos no cumprimento de horários, mas tem vantagem chegar cedo; apreciar (mas não comer) o farto pequeno almoço que já estava a ser preparado. Tivemos também tempo para uma visita guiada ao "covil" do leão, agradeço ao amigo Helder Seixas.
Quando o grupo se compôs, atacámos o pequeno almoço, e desta vez não foi só com a objetiva. Havia de tudo o que faz esquecer o regime, mas, talvez a maior parte destes caminheiros estejam pouco interessados no regime, ou então muito preocupados com o "combustível" para os quilómetros, porque o pequeno almoço foi substancial.
Depois de "merenda comida" é difícil segurar o grupo.
Fomos à rua dos Quinteiros ver "o Parambos", um deles, porque o outro está no fontanário. A primeira paragem foi na igreja matriz, com direito a uma bem preparada resenha história por parte da Srª. Dr.ª arqueóloga do Município.
Não tinha memória do interior da igreja, mas fiquei impressionado, quer pela talha dos altares (infelizmente bastante deteriorada), quer pelas pinturas dos caixotes do teto da nave da igreja. É um monumento que merece ser admirado com mais calma e, de certeza, que voltarei a visitá-lo.
Não fazia ideia do traçado do percurso nem da sua extensão, por isso, apenas me deixei levar pelo grupo. Tinha alguma esperança de admirar as encostas do Tua, Castanheiro, Ribalonga, etc. mas quando se organizam várias caminhadas, há a preocupação de não repetir os percursos anteriores e essas paisagens fizeram parte das primeiras edições. O importante é seguir com os sentidos bem desperto e, para mim, que gosto, com o dedo no "gatilho".
As marcações estavam bem feitas, não no final do percurso, onde os mais fatigados atalharam, porque conheciam os caminhos. Mas não há mal nenhum nisso, não há prémios e todas as pessoas estão ali para se divertirem.
Pouco tempo depois voltámos a Parambos, junto à capela de S. Pedro, para depois visitarmos um dos mais conhecidos conjunto de gravuras rupestres do concelho, a Fonte de Seixas. Esta designação é a oficial, consta nos guias do concelho e nas cartas militares, mas as designações Murancho e, sobretudo Castareja são bastante interessantes. É evidente a relação que existe entre Castareja e castreja ou de castro, o que relaciona as gravuras com um povoado anterior a Parambos, muito antes da história das formigas.
Houve uma abordagem histórica às gravuras, por parte da especialista e a oportunidade de repor as reservas de água e morder uma doce maçã.
Depois da partida da Fonte de Seixas o grupo foi-se fragmentando. Estava um dia muito quente, havia pessoas com mais idade, crianças, nem todos conseguiam seguir ao mesmo ritmo. Também eu me fui distanciando, mais absorvido pelas cores da natureza, do que pelos companheiros de caminhada.
Atravessámos a ribeira do Ribeiral e seguimos por entre árvores de fruta até em direção a Arnal. Cheguei a pensar que subiríamos à Nª Sª da Paixão, mas houve mais uma mudança de direção e fomos para Misquel. Contornámos a aldeia por nascente, entrando nela junto à capela do Divino Espírito Santo. Ninguém se lembrou, mas seria interessante tê-la aberto para apreciarmos a remodelação verificada há um ano atrás. A pessoas que seguiam comigo nunca tinham estado em Misquel e, não se sabe se voltaram.
Por esta altura já se notava algum cansaço. Os campos eram fantásticos, os caminhos bem escolhidos. Gostei particularmente de um troço junto à ribeira da Praçaria, onde foi limpo um caminho tradicional, possivelmente para nós passarmos.
O grupo estava muito disperso, mas já se agradeciam mais pontos de distribuição de água. À medida que entramos em meses mais quentes é necessário pensar em multiplicar os pontos de distribuição de água ao longo da caminhada. Nem toda a gente carrega água consigo, e, também acaba por pesar.
Perto do meio dia cheguei ao Cabeço. A azáfama já era muita e os cheiros a grelhado entrelaçavam-se com os da resina do pinheiros. Não levaram a tentação avante e, mesmo sendo o último, não quis perder a oportunidade de conhecer a pequena capela de Nª Sª da Assunção e da sua história. A capelinha foi inaugurada em agosto de 2008. Nª Sª antes de aparecer ajunto a Vilas Boas e depois no Cabeço (também em Vilas Boas), apareceu aqui, e este lugar foi palco de peregrinações. Para além das crenças e lendas o Cabeço é também um lugar de muitas recordações de infância (talvez de outras), de muitas pessoas da aldeia.
 É uma cadeirinha de granito, um escorrega, a fraga que "chora", etc., muitas curiosidades num só espaço muito bonito.
Vale a pena subir ao Cabeço, a paisagem é deslumbrante.
Vencido pelo cansaço desci ao local do repasto. A mesa estava posta e a azafama era muita, quer na confeção quer na degustação, porque os quilómetros percorridos tinham aberto um buraco na barriga dos participantes e sendo necessário tapá-lo.
Havia sardinhas, carne assada, bifanas e, sobretudo, muita alegria que a música bem ao estilo pimba, transformava em arraial popular. De início o pessoal "de serviço" teve dificuldade em acompanhar o ritmo dos comensais, mas, estes foram-se acomodando, falando já mais do que comiam.  Veio o melão, as maçãs e "lavaram-se" os dentes com um copo de tinto. A tarde estava terminada.
Descemos à aldeia meia adormecida no calor da tarde e tomámos um café. Com este gesto demos por terminado o II Passeio Pedestre de S. Bartolomeu. Foi uma manhã muito bem passada. Pela minha parte gostei de conhecer melhor o termo da freguesia, apreciei, a paisagem, a flora e o património. A gastronomia e o calar humano também foram excecionais.
Parabéns à organização.  O pequeno almoço, o almoço, as marcações do percurso, o apoio dos bombeiros, etc. esteve 5 estrelas. Não faltaremos ao III.
GPSies - Parambos - II Passeio Pedestre
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/25/2012 06:25:00 PM

quarta-feira, 20 de junho de 2012

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] 6/20/2012 09:00:00 PM

 Ontem disponibilizei a tarde para dar um largo passeio por Belver. A ideia era explorar ruas, becos e travessas e, se possível, estabelecer diálogo com as pessoas para me ajudarem a conhecer melhor a aldeia.
 Fui surpreendido, positivamente, (a maior parte das vezes) com aquilo que encontrei. É uma aldeia muito romântica, onde o granito domina, cheia de becos e ruelas com de histórias para serem contadas.
Encontrei pouca gente.
Tentei observar as casas de longe e afastei-me.
Os campos ainda estão verdes, por pouco tempo, e maior parte deles abandonados ou utilizados apenas para pastagem. O barulho do motor de rega levou-me ao passado e quase senti a água fresca a escorrer-me por entre os dedos dos pés descalços, no rego, entre as batateiras.
Ouviam-se chocalhos de vacas e ovelhas e o colorido das flores atraiu o meu olhar.
Depois de algumas horas a deambular pelos campos, voltei à aldeia.
Visitei o moinho de água, a igreja e a capela do Santo Cristo.
Bebi um copo de vinho numa adega fresca.
Infelizmente o dia tinha passado e já as paredes das casas da Praça estavam pintadas do amarelo que antecede o adormecer do sol.
Parti com  mil imagens ao tiracolo e o peito cheio de emoções.
Sou muito feliz, nem todos podem saborear momentos assim.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/20/2012 09:00:00 PM

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] I Festa da Cereja - Amedo (II)

Mais um conjunto de fotografias da I Festa da Cereja realizada em Amedo no dia 10 de Junho de 2012.
Na primeira fotografia vemos uma panorâmica parcial da aldeia do Amedo. Ao centro um dos núcleos habitacionais principais uma vez que o povoamento está dividido em vários núcleos levando as pessoas a falarem "7 Amedos".
Na segunda fotografias vemos os cozinheiros a tratarem da saúde ao porco. A carne estava muito tenrinha e bem temperada. Penso que toda a gente adorou.
Houve também uma quermesse. Arrisquei algumas moedas e consegui ficar com alguns rebuçados no bolso e uma pequena recordação feota em croché. É um pequeno galo a envolver um copo plástico. Não percebi bem qual é a utilidade, mas é engraçado. Quase todos os objetos foram comprados. Não sei se foi da crise mas não vi muito entusiasmo na compra dos papelinhos enrolados.
O porco era bastante grande mas (da carne) nada sobrou. As pessoas eram muitas e ao longo da tarde foram-se comendo as pequenas lascas de carne acompanhada por salada.
Pareceu-me que faltou a fruta, pelo menos não a vi.
Foram bons momentos passados no Amedo.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/20/2012 10:30:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] IC5 (2)

Ponte do IC5 sobre a ribeira da Laça. Esta ribeira tem um caudal considerável porque integra quase todo o termo da freguesia de Vale Frechoso. Tem um traçado paralelo à ribeira de Roios e vai juntar.se à ribeira da Vilariça entre Sampaio e Lodões.
Esta ponte é altíssima e bastante longa. Veja-se o tamanho do sobreiro por debaixo dela, como parece minúsculo.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vila Flor a 6/20/2012 07:00:00 AM

terça-feira, 19 de junho de 2012

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Associação do Rancho Folclórico de Carrazeda de Ansiães

Gosto muito desta fotografia que tirei a dois elementos da Associação do Rancho Folclórico de Carrazeda de Ansiães, em Beira Grande. Não conhecia este grupo, mas, em poucos dias assisti a duas duas atuações suas.
As suas musicas e danças transpiram alegria e o folclore é uma manifestação artística e cultural como qualquer outra. É importante acarinhar e incentivar estes grupos e este em especial porque integra um bom conjunto de crianças.
As duas fotografias anteriores foram tiradas na festa S. António, na Beira Grande, mas a seguinte foi no Amedo, durante a I Festa da Cereja de que também dei notícia neste blogue.
Mais fotografias do Rancho Folclórico de Carrazeda de Ansiães:


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Publicada por Blogger em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/19/2012 09:30:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] A caminho de Lodões

Por entre oliveiras a caminho de Lodões, nos Rilheirões do Vento.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vila Flor a 6/19/2012 07:30:00 AM

segunda-feira, 18 de junho de 2012

[À Descoberta de Alfândega da Fé] Multidão na rua contra o encerramento do tribunal de Alfândega da Fé

Os alfandeguenses saíram esta manhã de segunda-feira à rua em protesto contra o anuncio do encerramento do tribunal do concelho, incluído na lista dos 54 que segundo a nova proposta do mapa judiciário deverão encerrar.
Os populares consideram que perder mais um serviço é uma machadada no concelho e mais um passo para "fechar o interior", acusaram através dos cartazes que empunhavam.
O acesso à justiça vai ser mais difícil, apesar de ainda não se saber se Alfândega da Fé vai passar a ser servido pelo Tribunal de Torre de Moncorvo ou pelo de Bragança.
"Não há transportes com horários adequados para podermos resolver os assuntos. Seremos obrigados, quem não tiver carro próprio, a recorrer ao táxi e levar as testemunhas. É um grande transtorno e um gasto de dinheiro", explicou António Silva, residente no concelho.
Berta Nunes, autarca de Alfândega da Fé, garante que está satisfeita porque alguns concelhos vão manter o tribunal ao contrario do anunciado, no entanto não se conforma com o fim do serviço da vila que lidera.
"Não faz sentido. Não percebemos quais os critérios que estão na origem da proposta. A ministra da Justiça ainda não explicou o que vai melhorar na justiça com o fim de alguns tribunais", explicou a edil.
Por outro lado, diz que a Associação Nacional de Municípios Portugueses tem em seu poder um estudo que prevê o encerramento de repartições de Finanças, no qual está incluída a de Alfândega da Fé.
"O esvaziamento de serviços importantes pode ser o princípio para começar a extinguir municípios ou para os agregar com outros", referiu.
O Tribunal de Alfândega da Fé não tem juiz nem procurador, deslocam-se de outros tribunais, mas para a autarca o serviço tem uma carga simbólica muito grande, pelo que se encerrar isso terá impacto na população. Por ano este tribunal tem orçamento de 8.900 euros.
A nova proposta de reorganização do mapa judiciário do Ministério da Justiça prevê a extinção de cinco tribunais no distrito de Bragança, nomeadamente Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Miranda do Douro, Vimioso e Vinhais.
Ficando de fora o tribunal de Vila Flor, que tinha sido dado para encerrar na primeira proposta.
Também hoje vão manifestar-se na rua as populações dos concelhos de Carrazeda de Ansiães, esta tarde, e de Miranda do Douro, à noite, com início às 21 horas.

 Glória Lopes
Jornal de Notícias


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Publicada por Blogger em À Descoberta de Alfândega da Fé a 6/18/2012 07:56:00 AM

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] S. António em Beira Grande

 A aldeia de Beira Grande não deixa passar o dia de S. António sem uma boa festa ao seu padroeiro e foi isso que aconteceu no dia 13 de Junho.
A missa aconteceu pela manhã, mas a procissão só aconteceu ao final da tarde.
Sou, quase em cima do acontecimento, desta festa e não quis desperdiçar a oportunidade de fazer uma visita à aldeia e conhecê-la um pouco melhor.
 Quando cheguei junto da igreja as pessoas esperavam a chegada do Sr. Padre Humberto para orientar a procissão.
Não conhecia a igreja e aproveitei para a conhecer. A minha presença não passou despercebida e tive que "enfrentar" a desconfiança de uma zeladora que foi baste brusca comigo. Em parte até compreendo, mas há sempre mais de uma maneira de dizer a mesma coisa.
 A igreja está muito bem preservada e, é claro, em dia de festa não faltavam flores de várias cores principalmente gerberas e gladíolos. Os altares não são de uma riqueza assinalável em talha, mas as imagens são realmente extraordinárias. Não todas, mas um bom conjunto delas. A Nossa Senhora da Luz que saiu na procissão ofuscou um pouco o brilho do andar do padroeiro. Aliás na procissão seguiram três diferentes imagens de Nossa Senhora, mais a do Santo António e a da Santa Quitéria.
A procissão percorreu as principais ruas da aldeia. O dia estava a declinar e tive dificuldade em encontrar locais  e ângulos para fazer boas fotografias, mas o possível.
Embora a aldeia seja pequena não faltaram pessoas para carregarem os andores  e os variados estandartes, enquanto se rezava o terço, pelas ruas.
Já perto das vinte horas como terminada a procissão. Os assadores já espalhavam aromas a carne assada pelo ar, e a música alegrou o largo.

Chegou a Associação do Rancho Folclórico de Carrazeda de Ansiães que deu um colorido e uma alegria especial à festa. Para a noite guardou-se o grupo Estrela da Noite.



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Publicada por Blogger em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/18/2012 09:00:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Madressilva


Madressilva ou madressilva-das-boticas são as plantas da espécie Lonicera periclymenum, gênero botânico Lonicera, da família das Caprifoliaceae.

A fotografia foi feita em Benlhevai.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vila Flor a 6/18/2012 07:30:00 AM

quinta-feira, 14 de junho de 2012

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Fonte das Sereiras

Fonte das Sereias e parte da fachada dos antigos Paços do Concelho, em Carrazeda de Ansiães.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/14/2012 10:00:00 AM