Que o calor e a luz sejam coisas que não faltem em 2012.
Um bom ano para todos os visitantes do Blogue.
Fotografia: Fogueia em Marzagão (31-12-2012)
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 12/31/2011 08:13:00 PM
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sábado, 31 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Castanheiros (02)
Já há alguns anos que tenho por hábito passar (com frequência) por Mogo de Malta. Uma das razões são os soutos de castanheiros que me proporcionam algumas imagens de que gosto. Este ano não foi exceção.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 12/29/2011 10:21:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 12/29/2011 10:21:00 AM
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
[À Descoberta de Vila Flor] Na vila
Na vila, os fumos grandes sobem das chaminés. Para além do choro silencioso de Eduardo, mais uma vez a sentir quanto perdera o filho, quanto se perdera, há essa memória crescente, de envelhecimento, ou de maturidade, primeiro. Há as casas, as velhas casas que eram conhecidas de madrugada e à noite, na amplitude do tempo que não corria, tão sólido se mostrava; nas horas de trabalho, na tarde que caía e deixava esse torpor do cansaço.
Extrato do Livro Mulher desaparecida a Sul, da autoria de Modesto Navarro. Este romance foi publicado em 2008, pela Edições Cosmos.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/26/2011 08:31:00 AM
sábado, 24 de dezembro de 2011
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] A Nossa Mãe
A nossa Mãe, - Mãe em tudo, -
De raiz e coração;
Ela é mãe, sobretudo,
Porque à dor não diz que não.
Mesmo quando o quer dizer,
Não o diz. E, humildemente,
Tudo nos faz compreender
No seu olhar, docemente!...
Poema da autoria de Morais Fernandes, do livro Fogo e Lágrimas 2.
Fotografia: dois dedos de conversa e uma fotografia, em Castanheiro do Norte.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 12/24/2011 08:57:00 AM
De raiz e coração;
Ela é mãe, sobretudo,
Porque à dor não diz que não.
Mesmo quando o quer dizer,
Não o diz. E, humildemente,
Tudo nos faz compreender
No seu olhar, docemente!...
Poema da autoria de Morais Fernandes, do livro Fogo e Lágrimas 2.
Fotografia: dois dedos de conversa e uma fotografia, em Castanheiro do Norte.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 12/24/2011 08:57:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] Feliz Natal
Um Feliz Natal para todos os vilaflorenses e demais visitantes deste blogue.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/24/2011 08:17:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/24/2011 08:17:00 AM
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
[À Descoberta de Valpaços] O outono em Tinhela
Quadro de outono na aldeia de Tinhela (freguesia com o mesmo nome).
Esta é a primeira fotografia a dar abertura a mais um Blogue da série À Descoberta, este dedicado ao concelho de Valpaços.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Valpaços a 12/22/2011 05:59:00 AM
Esta é a primeira fotografia a dar abertura a mais um Blogue da série À Descoberta, este dedicado ao concelho de Valpaços.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Valpaços a 12/22/2011 05:59:00 AM
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
[À Descoberta de Vila Flor] Cores do Outono (II)
Atrás da serra, num encontro secreto com a a natureza.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/13/2011 07:29:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/13/2011 07:29:00 AM
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
[À Descoberta de Mogadouro] Igreja do Azinhoso
Igreja do Azinhoso, uma das pérolas do concelho de Mogadouro.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Mogadouro a 12/12/2011 05:28:00 PM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Mogadouro a 12/12/2011 05:28:00 PM
[À Descoberta de Torre de Moncorvo] Antes que a beleza se apague
Antes que a beleza se apague ... rio Sabor, perto de Cilhades (Felgar).
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 12/12/2011 03:24:00 PM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 12/12/2011 03:24:00 PM
[À Descoberta de Miranda do Douro] Outono
Coisas simples... perto de Pena Branca.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Miranda do Douro a 12/12/2011 02:19:00 PM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Miranda do Douro a 12/12/2011 02:19:00 PM
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Castanheiros
Há alguns dias atrás, em Fontelonga.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 12/12/2011 10:09:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 12/12/2011 10:09:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] Parque de Campismo
Já há algum tempo que ando com vontade de ir visitar o Parque de Campismo para ver o outono das diferentes árvores que o integram. Ainda não foi possível. A imagem de hoje já é de anos anteriores.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/12/2011 06:55:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/12/2011 06:55:00 AM
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
[À Descoberta de Vila Flor] Cores do Outono (II)
Vila Flor, num ângulo pouco usual. É a visão que se têm do Centro de saúde em direção à rua 25 de Abril, nas primeiras horas da manhã.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/02/2011 07:30:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/02/2011 07:30:00 AM
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
[À Descoberta de Vila Flor] Cores do Outono
Majestoso castanheiro na freguesia do Mourão. O seu porte e o ponto elevado em que se encontra, têm feito deste castanheiro um excelente "modelo" para alguns dos meus disparos.
Nas últimas semanas tenho feito bastantes fotografias de castanheiros, que espero mostrar em breve.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/01/2011 07:25:00 AM
Nas últimas semanas tenho feito bastantes fotografias de castanheiros, que espero mostrar em breve.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/01/2011 07:25:00 AM
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Cruzeiro
Cruzeiro em Seixo de Ansiães, à saída para Beira Grande.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 11/30/2011 11:30:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 11/30/2011 11:30:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] Minha Terra é Vila Flor
I
Minha Terra é Vila Flor
Terra da minha paixão
Vá p'ra onde for
Levo-a sempre no coração.
II
És uma vila muito bela
O teu nome o indica
Chamo-te Vila Flor
O nome que bem te fica.
III
Continuas esquecida
Nesta beleza natural
És a vila mais bonita
És a vila mais bonita
Das vilas de Portugal.
Canção da autoria mestre da Banda de Vila Flor, de nome Ribeiro, residente em Mirandela (Agosto de 1985).
Fotografia: Vila Flor 26-11-2011
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/30/2011 07:50:00 AM
terça-feira, 29 de novembro de 2011
[À Descoberta de Chaves] Natureza Morta I
Natureza morta com hortências e pêras e maçãs.
Travancas.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Chaves a 11/29/2011 05:22:00 PM
Travancas.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Chaves a 11/29/2011 05:22:00 PM
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Entre duas Metas
Fui criança,
A tudo afeito;
Envolto na dança,
Saltava, brincava,
- Tudo a eito!
Livre como era,
Colorida Primavera.
- Cresci, fui gente, -
Envelheci.
E, de repente,
Olhei-me ao espelho,
- Nada do que vi, -
Antes um velho
Que não reconheci.
Meditei...
- Como quem vê o fim. -
Orei.
Braços cruzados, em mim,
Fiquei.. .
Ponto Final, - Sol posto, -
Profundos sulcos dourados,
Espinhos cravados no rosto;
Na alma, cilícios gravados.
Ponto final, - a Meta. -
No peito, o silêncio aperta!...
Agora, ó terra amada,
- Já meus anos volvidos, -
Rói meus ossos bem roídos!...
E, se um dia eu voltar,
De novo, à vida, ao nada;
Fecha-me a porta bem fechada!...
Poema da autoria de Morais Fernandes, do livro Fogo e Lágrimas 2.
Fotografia: Capela, em Felgueira, freguesia de Pinhal do Norte.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 11/29/2011 11:00:00 AM
A tudo afeito;
Envolto na dança,
Saltava, brincava,
- Tudo a eito!
Livre como era,
Colorida Primavera.
- Cresci, fui gente, -
Envelheci.
E, de repente,
Olhei-me ao espelho,
- Nada do que vi, -
Antes um velho
Que não reconheci.
Meditei...
- Como quem vê o fim. -
Orei.
Braços cruzados, em mim,
Fiquei.. .
Ponto Final, - Sol posto, -
Profundos sulcos dourados,
Espinhos cravados no rosto;
Na alma, cilícios gravados.
Ponto final, - a Meta. -
No peito, o silêncio aperta!...
Agora, ó terra amada,
- Já meus anos volvidos, -
Rói meus ossos bem roídos!...
E, se um dia eu voltar,
De novo, à vida, ao nada;
Fecha-me a porta bem fechada!...
Poema da autoria de Morais Fernandes, do livro Fogo e Lágrimas 2.
Fotografia: Capela, em Felgueira, freguesia de Pinhal do Norte.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 11/29/2011 11:00:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] No Jardim da Saudade (1/2)
Já rolam os ventos brandos do Outono pela Natureza sonolenta além. Descem aos vales, perseguindo os ribeirinhos, brincando com os salpicos irisados de
pequenas cachoeiras, penetrando as frinchas das azenhas, que recomeçaram o trabalho de moer pão e de bucolizar os quadros campestres no chiar mansinho dos rodízios; e abanam as copas desfalcadas dos choupos das margens desprendendo-lhes as folhas, agora uma, logo outra, mais outra, e mais... e mais... que vão caindo, esmaecidas, mortas, nas ondulações da corrente, como lágrimas num rosto, a deslizar suavemente; ou poisando em espasmos nos tapetes relvados, esboços dos novos prados para os cordeirinhos pastarem plas tardinhas.
Correm as encostas como um sopro fugidio, arejando a terra revolvida pelas charruas do lavrador, que a prepararam para a sementeira do centeio, seguidas por bandos de contentes alvéloas, que empinam o rabo ao vento, enquanto debicam os vermezitos que a relha traz à tona.
Embalam os sinos das igrejinhas modestas, dispersas pelos povoados das quebradas, tomando-lhes as badaladas plangentes, escoadas nos crespúculos pelas veigas fora, até aos ouvidos dos trabalhadores da terra, que se descobrem, se inclinam e se edificam na oração das Ave-Marias.
Texto: Excerto do livro Paisagens do Norte, de Cabral Adão.
Fotografia: Por detrás da Serra (Roios)
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/29/2011 07:51:00 AM
pequenas cachoeiras, penetrando as frinchas das azenhas, que recomeçaram o trabalho de moer pão e de bucolizar os quadros campestres no chiar mansinho dos rodízios; e abanam as copas desfalcadas dos choupos das margens desprendendo-lhes as folhas, agora uma, logo outra, mais outra, e mais... e mais... que vão caindo, esmaecidas, mortas, nas ondulações da corrente, como lágrimas num rosto, a deslizar suavemente; ou poisando em espasmos nos tapetes relvados, esboços dos novos prados para os cordeirinhos pastarem plas tardinhas.
Correm as encostas como um sopro fugidio, arejando a terra revolvida pelas charruas do lavrador, que a prepararam para a sementeira do centeio, seguidas por bandos de contentes alvéloas, que empinam o rabo ao vento, enquanto debicam os vermezitos que a relha traz à tona.
Embalam os sinos das igrejinhas modestas, dispersas pelos povoados das quebradas, tomando-lhes as badaladas plangentes, escoadas nos crespúculos pelas veigas fora, até aos ouvidos dos trabalhadores da terra, que se descobrem, se inclinam e se edificam na oração das Ave-Marias.
Texto: Excerto do livro Paisagens do Norte, de Cabral Adão.
Fotografia: Por detrás da Serra (Roios)
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/29/2011 07:51:00 AM
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