VIII TerraFlor, feira de Produtos e Sabores
de 15 a 18 de Julho de 2010, em Vila Flor.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 7/14/2010 12:06:00 AM
Concelho:
| Carrazeda de Ansiães | Vila Flor | Miranda do Douro | Mogadouro | Torre de Moncorvo | Freixo de E.C. | Alfândega da Fé | |
quarta-feira, 14 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
[A Linha é Tua] O que diz a comunicação social - Jul2010
- 09.07.2010 - Mensageiro notícias - Movimento propõe referendo regional à Linha do Tua
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Publicada por Xo_oX em A Linha é Tua a 7/10/2010 12:45:00 AM
sexta-feira, 9 de julho de 2010
[A Linha é Tua] II Festival Internacional de Canoagem de Águas Bravas da Terr...
O II Festival Internacional de Canoagem de Águas Bravas da Terra Quente, vai realizar-se a 9, 10 e 11 de Julho de 2010 em Trás-os-Montes, no Vale do Tua. O evento será organizado pela COAGRET (Coordenadora de Afectados pelas Grandes Barragens e Transvases), em parceria com CCABP (Clube de Canoagem de Águas Bravas de Portugal), Grupo dos Tamecanos de Mondim - Aventura e o Clube Náutico de Fafe.
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Publicada por Xo_oX em A Linha é Tua a 7/09/2010 04:29:00 PM
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Publicada por Xo_oX em A Linha é Tua a 7/09/2010 04:29:00 PM
terça-feira, 6 de julho de 2010
[À Descoberta de Vila Flor] Canções - Capelinhas
Capelinhas, capelinhas
Lá no alto a abrir em flor
Sois um cantinho do céu (bis)
Um sinal do nosso amor.
Coro
Na luz brilhante da aurora linda
Cheias de encantos de graça infinda
As capelinhas são a alegria
Da nossa Vila luz formosa que nos guia (bis)
Ó capelinhas saudosas
Feitas de graça e de luz
Rosas brancas ao luar (bis)
Onde mora o Bom Jesus.
Bem haja o vento que chora
Lá no alto a soluçar
Orações sonhos de luz (bis)
Melodias de encantar.
Brancas, brancas, Capelinhas
Pela serra a abrir em flor
Sois a alegria da vida (bis)
Sois a luz do nosso amor.
Letra e Música do Reverendo Padre Cassiano Dimas Fais.
Cantada no teatro da JOC, em 1943.
Fotografia: conjunto das Capelinhas, em Vila Flor.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 7/06/2010 12:01:00 AM
Lá no alto a abrir em flor
Sois um cantinho do céu (bis)
Um sinal do nosso amor.
Coro
Na luz brilhante da aurora linda
Cheias de encantos de graça infinda
As capelinhas são a alegria
Da nossa Vila luz formosa que nos guia (bis)
Ó capelinhas saudosas
Feitas de graça e de luz
Rosas brancas ao luar (bis)
Onde mora o Bom Jesus.
Bem haja o vento que chora
Lá no alto a soluçar
Orações sonhos de luz (bis)
Melodias de encantar.
Brancas, brancas, Capelinhas
Pela serra a abrir em flor
Sois a alegria da vida (bis)
Sois a luz do nosso amor.
Letra e Música do Reverendo Padre Cassiano Dimas Fais.
Cantada no teatro da JOC, em 1943.
Fotografia: conjunto das Capelinhas, em Vila Flor.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 7/06/2010 12:01:00 AM
segunda-feira, 5 de julho de 2010
[À Descoberta de Miranda do Douro] Duas Igrejas - Capela de S. Bartolomeu
A capela de S. Bartolomeu, em Duas Igrejas anda com obras profundas de recuperação. Junto à capela está um interessante e antigo cruzeiro.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Miranda do Douro a 7/05/2010 06:49:00 PM
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Miranda do Douro a 7/05/2010 06:49:00 PM
[À Descoberta de Vila Flor] Freguesia Mistério 38
A Freguesia Mistério esteve em votação durante dois meses. O número de pessoas que arriscam um palpite é muito reduzido, não sei se falta de entusiasmo, se têm medo de errar. Trata-se, apenas, de uma brincadeira e não deve haver receios.
Participaram 15 pessoas e os votos ficaram distribuídos da seguinte forma:
Assares (1) 7%
Benlhevai (1) 7%
Mourão (2) 13%
Nabo (2) 13%
Roios (1) 7%
Samões (2) 13%
Santa Comba de Vilariça (1) 7%
Valtorno (1) 7%
Vale Frechoso (1) 7%
Vilas Boas (3) 20%
A resposta não era fácil, mas às vezes o meu objectivo é mais espicaçar a curiosidade das pessoas para, quando passarem, no futuro, por determinados locais, a estarem mais atentas porque há muita coisa à nossa volta que nós não vemos. A resposta certa era Mourão, que teve apenas dois votos. Esta fonte está praticamente debaixo da estrada que dá acesso à aldeia, numa zona chamada "As Fontes", junto a um caminho com pouca circulação. São muito poucos os que se apercebem da sua presença.
O novo desafio é, de novo, uma fonte. Desta vez um fontanário público muito visível, no centro da aldeia. Tem uma placa que indica o "Largo do Pelourinho" e, só insto já reduz as possibilidades a duas ou três aldeias do concelho. Atenção que não basta olhar ao presente, é muitas vezes vezes necessário olhar para a história das freguesias.
Participem votando. A votação é possível na margem direita do blogue, em Freguesia Mistério n.º38.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 7/05/2010 01:23:00 AM
Participaram 15 pessoas e os votos ficaram distribuídos da seguinte forma:Assares (1) 7%
Benlhevai (1) 7%
Mourão (2) 13%
Nabo (2) 13%
Roios (1) 7%
Samões (2) 13%
Santa Comba de Vilariça (1) 7%
Valtorno (1) 7%
Vale Frechoso (1) 7%
Vilas Boas (3) 20%
A resposta não era fácil, mas às vezes o meu objectivo é mais espicaçar a curiosidade das pessoas para, quando passarem, no futuro, por determinados locais, a estarem mais atentas porque há muita coisa à nossa volta que nós não vemos. A resposta certa era Mourão, que teve apenas dois votos. Esta fonte está praticamente debaixo da estrada que dá acesso à aldeia, numa zona chamada "As Fontes", junto a um caminho com pouca circulação. São muito poucos os que se apercebem da sua presença.
O novo desafio é, de novo, uma fonte. Desta vez um fontanário público muito visível, no centro da aldeia. Tem uma placa que indica o "Largo do Pelourinho" e, só insto já reduz as possibilidades a duas ou três aldeias do concelho. Atenção que não basta olhar ao presente, é muitas vezes vezes necessário olhar para a história das freguesias.
Participem votando. A votação é possível na margem direita do blogue, em Freguesia Mistério n.º38.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 7/05/2010 01:23:00 AM
[A Linha é Tua] LINHA DO TUA: Movimento cívico quer referendo popular
O Movimento Cívico pela Linha do Tua (MCLT) desafiou autarcas portugueses e espanhóis a promoverem um referendo sobre a reabertura, modernização e prolongamento da linha do Tua até Espanha.
O movimento defende que as populações locais devem pronunciar-se sobre o assunto e enviou as razões desta posição em documentos dirigidos aos autarcas de Alijó, Carrazeda de Ansiães, Vila Flor, Murça, Mirandela, Macedo de Cavaleiros e Bragança, e para os alcaides espanhóis de Pedralba de la Pradería e de Puebla de Sanábria.
O MCLT acredita que os nove municípios ainda podem vir a estar unidos pela ferrovia que há mais de 120 anos foi pensada com esse propósito de ligar o Douro, no sul do Distrito de Bragança, à fronteira com Espanha, a norte.
Porém a Linha do Tua nunca chegou a Espanha, ficando pela cidade de Bragança que viu partir o comboio pela última vez em 1992, data em que foi desativado o maior troço entre a capital de distrito e Mirandela.
A circulação está reduzida, há dois anos, a 15 quilómetros, entre Mirandela e o Cachão, depois de uma sucessão de acidentes com quatro mortos, à espera das conclusões dos estudos da barragem de Foz Tua, que vai submergir parte da linha.
O MCLT defende a manutenção da ferrovia e apela aos autarcas que "afixem cartazes explicativos sobre as verdadeiras consequências" da hidroelétrica.
Pede uma "reunião de todos os autarcas para discussão e assinatura de um protocolo de reabertura, modernização e prolongamento da Linha do Tua".
"Estamos a desafiar o espírito de cooperação mútua em prol do desenvolvimento não apenas regional como transfronteiriço, de onde advirão ganhos significativos para ambas as regiões deprimidas dos dois países ibéricos", refere.
O movimento lembra que "foi igual ação enérgica por parte de uma coligação de autarquias que finalmente convenceu "Lisboa" a reabrir o troço Pocinho - Barca d'Alva na Linha do Douro, e que é a união, não a desunião, que faz forte a região".
Fonte: Marão Online
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Publicada por Xo_oX em A Linha é Tua a 7/05/2010 12:14:00 PM
O movimento defende que as populações locais devem pronunciar-se sobre o assunto e enviou as razões desta posição em documentos dirigidos aos autarcas de Alijó, Carrazeda de Ansiães, Vila Flor, Murça, Mirandela, Macedo de Cavaleiros e Bragança, e para os alcaides espanhóis de Pedralba de la Pradería e de Puebla de Sanábria.
O MCLT acredita que os nove municípios ainda podem vir a estar unidos pela ferrovia que há mais de 120 anos foi pensada com esse propósito de ligar o Douro, no sul do Distrito de Bragança, à fronteira com Espanha, a norte.
Porém a Linha do Tua nunca chegou a Espanha, ficando pela cidade de Bragança que viu partir o comboio pela última vez em 1992, data em que foi desativado o maior troço entre a capital de distrito e Mirandela.
A circulação está reduzida, há dois anos, a 15 quilómetros, entre Mirandela e o Cachão, depois de uma sucessão de acidentes com quatro mortos, à espera das conclusões dos estudos da barragem de Foz Tua, que vai submergir parte da linha.
O MCLT defende a manutenção da ferrovia e apela aos autarcas que "afixem cartazes explicativos sobre as verdadeiras consequências" da hidroelétrica.
Pede uma "reunião de todos os autarcas para discussão e assinatura de um protocolo de reabertura, modernização e prolongamento da Linha do Tua".
"Estamos a desafiar o espírito de cooperação mútua em prol do desenvolvimento não apenas regional como transfronteiriço, de onde advirão ganhos significativos para ambas as regiões deprimidas dos dois países ibéricos", refere.
O movimento lembra que "foi igual ação enérgica por parte de uma coligação de autarquias que finalmente convenceu "Lisboa" a reabrir o troço Pocinho - Barca d'Alva na Linha do Douro, e que é a união, não a desunião, que faz forte a região".
Fonte: Marão Online
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Publicada por Xo_oX em A Linha é Tua a 7/05/2010 12:14:00 PM
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Festa de S. Sebastião
No dia 4 de Julho realizaram-se em Areias, as tradicionais festas em honra de S. Sebastião. Esta é a primeira fotografia do evento.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 7/05/2010 03:50:00 AM
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 7/05/2010 03:50:00 AM
sexta-feira, 2 de julho de 2010
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] O Pinocro
Estive, durante o mês de Junho, duas vezes, no Pinocro, em Fontelonga. Encontrei tudo em redor coberto de flores multicolores que me deu bastante prazer fotografar. Este é um dos pontos mais altos do concelho e também um dos mais frescos. É assim conhecido devido ao enorme marco geodésico "plantado" no ponto mais alto. Este marco é também o símbolo usado no logotipo da Associação Desportiva Cultural e Recreativa.
Foi com enorme surpresa que soube que nos últimos dias do mês alguém tentou pegar fogo ao local. É uma pena que haja pessoas sem valores, capazes das maiores atrocidades. Estas pessoas têm que ser apanhadas e punidas. O Pinocro é um dos pontos mais atractivos de Fontelonga, e aqui se realizam algumas das actividades festivas. Felizmente tudo não passou de um susto e o local deve estar bonito e cheio de sombras, tal como eu o vi e fotografei.
É no Pinocro que está instalada uma das antenas da rede Wireless que permitia à população da aldeia ter acesso à Internet de forma gratuita. Infelizmente esta iniciativa, ao que julgo, pioneira no concelho, não tem funcionado convenientemente. Os habitantes queixam-se de não terem qualquer acesso, já há bastante tempo.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 7/02/2010 01:28:00 AM
Foi com enorme surpresa que soube que nos últimos dias do mês alguém tentou pegar fogo ao local. É uma pena que haja pessoas sem valores, capazes das maiores atrocidades. Estas pessoas têm que ser apanhadas e punidas. O Pinocro é um dos pontos mais atractivos de Fontelonga, e aqui se realizam algumas das actividades festivas. Felizmente tudo não passou de um susto e o local deve estar bonito e cheio de sombras, tal como eu o vi e fotografei.
É no Pinocro que está instalada uma das antenas da rede Wireless que permitia à população da aldeia ter acesso à Internet de forma gratuita. Infelizmente esta iniciativa, ao que julgo, pioneira no concelho, não tem funcionado convenientemente. Os habitantes queixam-se de não terem qualquer acesso, já há bastante tempo.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 7/02/2010 01:28:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] Roios - Pastor
Uma das pessoas que encontrei no passeio em Roios no dia 10 de Abril, foi um pastor de um rebanho de cabras, com quem conversei demoradamente. É sempre bom conversar com estes conhecedores profundos dos caminhos de cada freguesia. Com eles descubro muitas vezes caminhos alternativos para os meus passeios seguintes.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 7/02/2010 12:01:00 AM
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 7/02/2010 12:01:00 AM
quinta-feira, 1 de julho de 2010
[A Linha é Tua] Cinema itinerante nas aldeias do Rio Tua
O GAIA - Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, em conjunto com a Associação dos Amigos do Vale do Rio Tua, a COAGRET, Coordenadora de Afectad@s pelas Grandes Barragens e Transvases – Secção Portuguesa e o Movimento Cívico pela Linha do Tua (MCLT), irá dinamizar um ciclo de cinema itinerante pelas aldeias ribeirinhas do Rio Tua, na região de Trás-os-Montes.
Quem desejar apoiar este projecto, que irá decorrer durante o mês de Julho de 2010, poderá fazê-lo através de um Donativo por PayPal ou para o nosso NIB 0035 0298 00006902130 27 (Conta do GAIA Lisboa na Caixa Geral de Depósitos). Ao fazer o donativo, informe-nos do mesmo através no nosso email, gaia@gaia.org.pt, e diga a que fim se destina, no caso o Cinema Itinerante. Para que possamos passar-lhe o recibo não se esqueça de fornecer os seus dados pessoais. Mais informação em Apoia!
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Neste ciclo iremos percorrer as várias aldeias da região, projectando um documentário sobre a linha de comboio do Tua, ao qual se seguirá uma conversa com as pessoas presentes, de forma a conhecer o sentimento das populações locais acerca desta linha de comboio centenária.
O documentário será projectado na rua, após o pôr-do-sol, retomando uma actividade que antigamente acontecia nestas aldeias. A rua como local de projecção tem também como objectivo facilitar a presença de toda a gente que deseje visionar o documentário, pois a rua é por definição o local onde a vida da aldeia decorre, o local predilecto de interacção social, aberto a qualquer pessoa.
Este posicionamento na rua, ao ar livre, possibilita que o debate que se deseja após a projecção do documentário seja aberto e transparente, acessível a qualquer pessoa. Durante o debate pretende-se incitar a população a partilhar os seus sentimentos sobre a linha de comboio do Tua, que vivências nela tem, que recordações lhe traz, que perspectivas lhe sugere.
O debate pretende também que as pessoas possam demonstrar o seu contentamento ou desagrado com a potencial barragem de Foz Tua, num ambiente de diálogo informativo e construtivo. O processo deseja-se participativo, de forma a que a cada pessoa seja possível construir o seu próprio conhecimento e torná-lo depois vivo, adquirindo a confiança necessária para o fazer chegar a quem toma as decisões políticas na região.
Com base em visitas anteriores aos Rios Tua e Sabor e respectivo contacto com habitantes locais, antevemos uma óptima experiência de partilha, apoiada na enorme hospitalidade que estas populações demonstram. Iremos dando conta dessa experiência aqui na página do GAIA, em gaia.org.pt/cineitinerante, sendo que sempre que se justifique colocaremos a informação na página principal.O documentário será projectado na rua, após o pôr-do-sol, retomando uma actividade que antigamente acontecia nestas aldeias. A rua como local de projecção tem também como objectivo facilitar a presença de toda a gente que deseje visionar o documentário, pois a rua é por definição o local onde a vida da aldeia decorre, o local predilecto de interacção social, aberto a qualquer pessoa.
Este posicionamento na rua, ao ar livre, possibilita que o debate que se deseja após a projecção do documentário seja aberto e transparente, acessível a qualquer pessoa. Durante o debate pretende-se incitar a população a partilhar os seus sentimentos sobre a linha de comboio do Tua, que vivências nela tem, que recordações lhe traz, que perspectivas lhe sugere.
O debate pretende também que as pessoas possam demonstrar o seu contentamento ou desagrado com a potencial barragem de Foz Tua, num ambiente de diálogo informativo e construtivo. O processo deseja-se participativo, de forma a que a cada pessoa seja possível construir o seu próprio conhecimento e torná-lo depois vivo, adquirindo a confiança necessária para o fazer chegar a quem toma as decisões políticas na região.
As primeiras projecções serão nas Aldeias do Castanheiro (6ªf, 02 de Julho) e da Brunheda (Sábado, 03 de Julho). Apareçam!
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Publicada por Xo_oX em A Linha é Tua a 7/01/2010 06:08:00 PM
[À Descoberta de Vila Flor] Um pequeno passeio de bicicleta
Alguns estranharão os meus longos passeios de bicicleta pelas aldeias do concelho, certo é que, desde há um ano para cá, não andei de bicicleta, ou melhor, andei apenas uma vez, dia 10 de Abril. O objectivo foi fazer um teste físico e, por isso, escolhi um percurso bastante fácil: ir a Roios e voltar, por estrada.
Quase mecanicamente meti uma pequena máquina fotográfica no bolso. Não fazia a mínima ideia de como ia correr o passeio, mas sempre daria para tirar algumas fotografias.
Em pleno início de Abril os olivais ganharam um tapete multicolor, com a base verde e decorado a amarelo e branco. Esse foi o espectáculo que encontrei mal deixei as primeiras casas da vila em direcção a Roios. Após algumas paragens deixei-me levar tranquilamente até à aldeia. Não senti dores e isso deu-me segurança para ir mais longe. Percorri as principais ruas da aldeia e conversei um pouco com algumas pessoas. Entusiasmado decidi subir o caminho que passa perto do marco geodésico do Maragato, e depois vai à estrada nacional, que segue para Vale Frechoso. A subida é acentuada, mas sentia-me bem. A meio da subida encontrei um agricultor de Roios, que voltava da lavoura. Mais alguns dedos de conversa e continuei. A vegetação estava exuberante e não resisti a deixar a bicicleta, por alguns instantes e seguir pelos lameiros onde corria um pequeno riacho.
Pouco depois acabou-se a bateria da máquina fotográfica. Foi o momento de me concentrar de novo no pedal. Segui pela estrada até ao Baracão, mas senti-me tão entusiasmado que segui até Samões e depois para a barragem Camilo Mendonça. São muitas as pessoas que procuram este lugar para queimarem algumas calorias ao fim da tarde. Eu também já fui até lá duas ou três vezes, mas caminhar em círculo, à volta da barragem, não faz muito meu género.
Satisfeito com o percurso feito, regressei a casa. Percorri 23 quilómetros quase sem querer, o que me abriu boas perspectivas de "voltar à estrada" em bicicleta. Também fiz algumas fotografias interessantes, apesar de cada vez mais estar habituado a transportar uma máquina fotográfica muito melhor do que a que levei no bolso.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 7/01/2010 12:28:00 AM
Quase mecanicamente meti uma pequena máquina fotográfica no bolso. Não fazia a mínima ideia de como ia correr o passeio, mas sempre daria para tirar algumas fotografias.
Em pleno início de Abril os olivais ganharam um tapete multicolor, com a base verde e decorado a amarelo e branco. Esse foi o espectáculo que encontrei mal deixei as primeiras casas da vila em direcção a Roios. Após algumas paragens deixei-me levar tranquilamente até à aldeia. Não senti dores e isso deu-me segurança para ir mais longe. Percorri as principais ruas da aldeia e conversei um pouco com algumas pessoas. Entusiasmado decidi subir o caminho que passa perto do marco geodésico do Maragato, e depois vai à estrada nacional, que segue para Vale Frechoso. A subida é acentuada, mas sentia-me bem. A meio da subida encontrei um agricultor de Roios, que voltava da lavoura. Mais alguns dedos de conversa e continuei. A vegetação estava exuberante e não resisti a deixar a bicicleta, por alguns instantes e seguir pelos lameiros onde corria um pequeno riacho.
Pouco depois acabou-se a bateria da máquina fotográfica. Foi o momento de me concentrar de novo no pedal. Segui pela estrada até ao Baracão, mas senti-me tão entusiasmado que segui até Samões e depois para a barragem Camilo Mendonça. São muitas as pessoas que procuram este lugar para queimarem algumas calorias ao fim da tarde. Eu também já fui até lá duas ou três vezes, mas caminhar em círculo, à volta da barragem, não faz muito meu género.
Satisfeito com o percurso feito, regressei a casa. Percorri 23 quilómetros quase sem querer, o que me abriu boas perspectivas de "voltar à estrada" em bicicleta. Também fiz algumas fotografias interessantes, apesar de cada vez mais estar habituado a transportar uma máquina fotográfica muito melhor do que a que levei no bolso.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 7/01/2010 12:28:00 AM
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