Embora eu tente ter um tratamento uniforme para com todas as aldeias do concelho, o feedback que recebo não é exactamente igual. Acontece que o minha primeira postagem sobre Marzagão chegou aos 60 comentários, o que evidencia a vontade de comunicar e de ver mais informação sobre a sua terra.
Já por várias vezes manifestaram o desejo de haver um Blogue dedicado à aldeia, decidi fazer-lhe a vontade. Não sei bem qual vai ser a aceitação e dinamismo que vai ser conseguido. Sei que é mais um a ocupar-me o pouco tempo que me resta disponível. Mas, como se costuma dizer: Quem corre por gosto não cansa. Farei o meu melhor (sendo certo que pouco conheço da aldeia e que a visito muito raramente).
Procurei um endereço adequado. Como Marzagão já não podia ser, acabei por escolher
http://descobrirmarzagao.blogspot.com
uma vez que será sempre um blogue filho do À Descoberta de Carrazeda de Ansiães.
Sei que a participação efectiva é muitas vezes uma utopia, mas, tentar não custa. O espaço está aberto à colaboração de todos. Podem enviar, fotografias, textos, notícias ou o que julgarem interessante para ser publicado no Blogue. O endereço de correio electrónico criado é descobrirmarzagao@gmail.com
Fico na expectativa de ver o que acontece.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 9/25/2010 05:17:00 PM
Concelho:
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sábado, 25 de setembro de 2010
[À Descoberta de Vila Flor] Peregrinações - Senhora da Assunção (Candoso)
A terceira caminha das "Peregrinações" aconteceu no dia 19 de Setembro. O destino era um santuário aqui bem próximo, mas, dada a falta de comparência dos meus acompanhantes da semana anterior decidi, no último instante, fazer uma caminhada um pouco mais ambiciosa, ao Santuário de Nossa Senhora da Assunção, em Candoso.
Saí de Vila Flor um pouco mais tarde do que o desejado, porque estive algum tempo indeciso se teria companhia ou não. Mesmo assim, fui caminhando lentamente em direcção ao Barracão, ao longo da estrada nacional 215. Quando me convenci que seguiria mesmo sozinho, junto da Quinta da Nora, segui por um caminho (que nunca tinha percorrido), que me levou a Samões. É diferente chegar às localidades aos Domingos ainda cedo. Parecem aldeias fantasma, onde não habita ninguém. Em Samões aconteceu isso mesmo.
Desci ao fundo da aldeia junto da capela Nossa Senhora do Rosário. Por baixo da fonte sai o caminho que pretendia tomar. O trajecto que pretendia seguir não é nem de longe o mais fácil, nem o mais rápido, é sim aquele que percorre os caminhos mais remotos, praticamente só utilizados por pastores e caçadores. São caminhos que bem conheço de caminhadas anteriores ou passeios de BTT.
Depois das primeiras chuvas de Setembro, é mais fácil circular pelos caminhos. Há menos pó e a vegetação rasteira, ainda que toda seca, apresenta mais hipóteses fotográficas e formam bonitas imagens em contraluz. No caminho que sai de Samões em direcção ao ribeiro do Vimieiro, no lugar das Olgas, destaca-se na vegetação os espinheiros e o sumagre, isto para além das amendoeiras, vinha, oliveiras e figueiras, que são abundantes.
A luz da manhã é inspiradora e percorrer estes caminhos sem qualquer preocupação é uma terapia que muitos deviam praticar. O sol brilhante que passa através das folhas dos sobreiros, freixos e salgueiros cria efeitos alucinantes.
O caminho que escolhi percorre a encosta em direcção a Sul e levou-me muito próximo das habitações de Carvalho de Egas. Depois, foi só subir o Barreiro e, logo depois, avistam-se ao longe as casas de Candoso, com a capela sobranceira, velando pelos humanos. Passava já das onze horas, quando cheguei junto da velha capela que já retratei em visitas anteriores.
Em Candoso, num horário mais adiantado, encontrei várias pessoas, algumas minhas conhecidas, com quem conversei. O pai de uma ex-aluna minha mostrou-me a sua criação e canários, aves que também adoro. Ficámos ainda bastante tempo a conversar sobre canários, verdelhões, pintassilgos, etc. As aves são uma das minhas paixões, que acho que nasceu comigo. Nunca consegui controlar o ímpeto de procurar ninhos, nem me consigo abstrair do canto das aves e da tentativa de interpretar os seus significados.
Era meio dia quando cheguei ao alto do cabeço, junto da capela. A pessoa que me devia ter facultado a chave, não o fez. Disse que não a tinha. Compreendo que não tenha querido dar a chave da capela a uma pessoa que ela não conhece de lado nenhum, e a ainda para piorar as coisas com mau aspecto. Imagina qual será o pensamento de algumas pessoas quando me vêem passar, de mochila às costas, todo transpirado e de olhar curioso a bisbilhotar em todos os becos, fontes e capelas. Independentemente daquilo que as pessoas pensam, a sensação é boa. É como já disse uma terapia fantástica. Não se dá pela passagem do tempo e não se sente fome. As coisas aparentemente banais como as rochas, as árvores, as casas ou os caminhos, ganham contornos, formas reflectem a luz e observo-os como versos de um poema, que escrevo enquanto caminho.
Depois de chegar ao meu objectivo, havia que regressar a casa. Uma das vantagens de caminhar sozinho é a possibilidade de tomar egoisticamente todas as decisões. Decidi voltar a casa, a pé, por outro caminho ainda mais longo do que o seguido para chegar a Candoso.
Apesar do caminho de regresso ser mais longo, foi feito muito mais rapidamente. Já não havia a luz da manhã para fotografar e as pilhas da máquina estavam quase no fim. Ao longo do caminho que fui pensando no jovem de Candoso que dias antes ali tinha perdido a vida. Foi neste caminho que há alguns anos fotografei o mais bonito pôr-do-sol das minhas viagens pelos caminhos do concelho. Quando se morre é a luz que se vai aos poucos, mas, assim, tão jovem, é uma coisa que nos custa a aceitar e damos connosco a questionar o próprio Deus. Talvez isto só aconteça porque nos convencemos que somos eternos, que temos todo o tempo do mundo para sermos felizes e não nos damos conta que não somos diferentes das árvores, das flores e dos diferentes animais. Um dia vem um clarão, uma dor intensa, uma célula maligna, e ... apagamo-nos. Valeu a pena?
Enquanto estes pensamentos me assaltavam, como por acaso, a respostas vinham-me pelos auscultadores na voz de Chris de Burgh:
Depois de cruzar de novo o ribeiro do Vimieiro, ainda seco, comecei a subida para Samões, atingindo a estrada pelo Carvalhal, entre Samões e Carvalho de Egas. Não foi fácil atravessar as obras do IC5 e fiz alguns quilómetros desnecessários. O restante do caminho não tem história. A preocupação era chegar o mais rapidamente a casa, porque a hora de almoço já ia longe.
Percurso feito:
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 9/25/2010 04:34:00 PM
Saí de Vila Flor um pouco mais tarde do que o desejado, porque estive algum tempo indeciso se teria companhia ou não. Mesmo assim, fui caminhando lentamente em direcção ao Barracão, ao longo da estrada nacional 215. Quando me convenci que seguiria mesmo sozinho, junto da Quinta da Nora, segui por um caminho (que nunca tinha percorrido), que me levou a Samões. É diferente chegar às localidades aos Domingos ainda cedo. Parecem aldeias fantasma, onde não habita ninguém. Em Samões aconteceu isso mesmo.
Desci ao fundo da aldeia junto da capela Nossa Senhora do Rosário. Por baixo da fonte sai o caminho que pretendia tomar. O trajecto que pretendia seguir não é nem de longe o mais fácil, nem o mais rápido, é sim aquele que percorre os caminhos mais remotos, praticamente só utilizados por pastores e caçadores. São caminhos que bem conheço de caminhadas anteriores ou passeios de BTT.
Depois das primeiras chuvas de Setembro, é mais fácil circular pelos caminhos. Há menos pó e a vegetação rasteira, ainda que toda seca, apresenta mais hipóteses fotográficas e formam bonitas imagens em contraluz. No caminho que sai de Samões em direcção ao ribeiro do Vimieiro, no lugar das Olgas, destaca-se na vegetação os espinheiros e o sumagre, isto para além das amendoeiras, vinha, oliveiras e figueiras, que são abundantes.
A luz da manhã é inspiradora e percorrer estes caminhos sem qualquer preocupação é uma terapia que muitos deviam praticar. O sol brilhante que passa através das folhas dos sobreiros, freixos e salgueiros cria efeitos alucinantes.
O caminho que escolhi percorre a encosta em direcção a Sul e levou-me muito próximo das habitações de Carvalho de Egas. Depois, foi só subir o Barreiro e, logo depois, avistam-se ao longe as casas de Candoso, com a capela sobranceira, velando pelos humanos. Passava já das onze horas, quando cheguei junto da velha capela que já retratei em visitas anteriores.
Em Candoso, num horário mais adiantado, encontrei várias pessoas, algumas minhas conhecidas, com quem conversei. O pai de uma ex-aluna minha mostrou-me a sua criação e canários, aves que também adoro. Ficámos ainda bastante tempo a conversar sobre canários, verdelhões, pintassilgos, etc. As aves são uma das minhas paixões, que acho que nasceu comigo. Nunca consegui controlar o ímpeto de procurar ninhos, nem me consigo abstrair do canto das aves e da tentativa de interpretar os seus significados.
Era meio dia quando cheguei ao alto do cabeço, junto da capela. A pessoa que me devia ter facultado a chave, não o fez. Disse que não a tinha. Compreendo que não tenha querido dar a chave da capela a uma pessoa que ela não conhece de lado nenhum, e a ainda para piorar as coisas com mau aspecto. Imagina qual será o pensamento de algumas pessoas quando me vêem passar, de mochila às costas, todo transpirado e de olhar curioso a bisbilhotar em todos os becos, fontes e capelas. Independentemente daquilo que as pessoas pensam, a sensação é boa. É como já disse uma terapia fantástica. Não se dá pela passagem do tempo e não se sente fome. As coisas aparentemente banais como as rochas, as árvores, as casas ou os caminhos, ganham contornos, formas reflectem a luz e observo-os como versos de um poema, que escrevo enquanto caminho.
Depois de chegar ao meu objectivo, havia que regressar a casa. Uma das vantagens de caminhar sozinho é a possibilidade de tomar egoisticamente todas as decisões. Decidi voltar a casa, a pé, por outro caminho ainda mais longo do que o seguido para chegar a Candoso.
Apesar do caminho de regresso ser mais longo, foi feito muito mais rapidamente. Já não havia a luz da manhã para fotografar e as pilhas da máquina estavam quase no fim. Ao longo do caminho que fui pensando no jovem de Candoso que dias antes ali tinha perdido a vida. Foi neste caminho que há alguns anos fotografei o mais bonito pôr-do-sol das minhas viagens pelos caminhos do concelho. Quando se morre é a luz que se vai aos poucos, mas, assim, tão jovem, é uma coisa que nos custa a aceitar e damos connosco a questionar o próprio Deus. Talvez isto só aconteça porque nos convencemos que somos eternos, que temos todo o tempo do mundo para sermos felizes e não nos damos conta que não somos diferentes das árvores, das flores e dos diferentes animais. Um dia vem um clarão, uma dor intensa, uma célula maligna, e ... apagamo-nos. Valeu a pena?
Enquanto estes pensamentos me assaltavam, como por acaso, a respostas vinham-me pelos auscultadores na voz de Chris de Burgh:
There is an answer, some day we will know,Desde uma caminhada que fiz em Fevereiro, em Vilas Boas, que levo comigo um leitor de MP3. Nem sempre o ligo, mas a música seleccionada combina sempre com os ambientes que percorro.
And you will ask her, why she had to go,
We live and die, we laugh and we cry,
And you must take away the pain,
Before you can begin to live again.
Depois de cruzar de novo o ribeiro do Vimieiro, ainda seco, comecei a subida para Samões, atingindo a estrada pelo Carvalhal, entre Samões e Carvalho de Egas. Não foi fácil atravessar as obras do IC5 e fiz alguns quilómetros desnecessários. O restante do caminho não tem história. A preocupação era chegar o mais rapidamente a casa, porque a hora de almoço já ia longe.
Percurso feito:
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 9/25/2010 04:34:00 PM
[À Descoberta de Torre de Moncorvo] Alminhas - Souto da Velha
Já alguns dias, meses até, que não tinha o prazer de fazer um passeio por terras do concelho de Moncorvo. Aconteceu hoje. Das localidades que visitei, escolhi para reanimar este blogue uma fotografia de um freguesia estreante, Souto da Velha. Trata-se de uma freguesia que mal conhecia, onde penso que estive uma única vez, há alguns anos atrás.
Junto à antiga Escola Primária há umas Alminhas. Também as fotografei de frente, mas nesta fotografia tentei integrar um pouco da aldeia como pano fundo. Penso que o edifício maior, ao fundo, é o da Junta de Freguesia.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 9/25/2010 01:06:00 AM
Junto à antiga Escola Primária há umas Alminhas. Também as fotografei de frente, mas nesta fotografia tentei integrar um pouco da aldeia como pano fundo. Penso que o edifício maior, ao fundo, é o da Junta de Freguesia.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 9/25/2010 01:06:00 AM
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
[A Linha é Tua] Defensores da Linha do Tua entregam carta aberta a secretário...
27 DE SETEMBRO
DIA MUNDIAL DO TURISMO
ANIVERSÁRIO DA LINHA DO TUA
DEFENSORES DA LINHA DO TUA ENTREGAM CARTA ABERTA A SECRETÁRIO DE ESTADO
Na próxima segunda-feira, dia 27 de Setembro, data em que se assinala o Dia Mundial do Turismo, este ano dedicado à biodiversidade, e também data em que se comemora o aniversário da Linha do Tua, um conjunto de entidades defensoras da Linha do Tua entregará ao Sr. Secretário de Estado do Turismo, uma carta aberta em defesa do enorme potencial turístico que representa esta linha ferroviária. A carta será entregue no momento da partida de comboio do Sr. Secretário de Estado para Castelo Branco, em Santa Apolónia.
Para além da entrega desta carta aberta, estão previstas outras actividades como a distribuição de documentação aos utentes e a realização de um "comboio humano" com a apresentação de uma exposição fotográfica sobre a Linha do Tua, que demonstra o potencial turístico defendido na carta aberta.
As entidades promotoras:
- Partido Ecologista "Os Verdes"
- COAGRET
- Associação dos Amigos do Vale do Rio Tua
- Movimento Cívico pela Linha do Tua
- GAIA
- Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário
- Movimento de Cidadãos em Defesa da Linha do Tua
Estação de Santa Apolónia - 7h30
Declarações à comunicação social - 7h45
Declarações à comunicação social - 7h45
Fotografia: Estação do Cachão
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Publicada por Xo_oX em A Linha é Tua a 9/24/2010 10:21:00 PM
[À Descoberta de Vila Flor] Única imagem
No dia 18 de Setembro, integrada na homenagem ao Dr. Cabal Adão, foi descerrada uma placa no escadório do Cabeço de Nossa Senhora da Assunção, em Vilas Boas. Essa placa contém um soneto de sua autoria e que se pode encontrar no livro publicado em 1966, "Vila Flor" (Versos).
Eis o poema:
Já me tinha questionado qual seria o poema escolhido e, confesso, que não contava que fosse este. Mas faz todo o sentido. É um belo poema a Nossa Senhora, bem ilustrativo da religiosidade do seu autor.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 9/24/2010 03:04:00 AM
Eis o poema:
Imagem, das formosas, mais formosa:
Senhora d'Assunção, no pico agreste,
Vestido cor de pétalas de rosa,
Manto volátil de cetim celeste!
Única imagem, esta que assim veste
E numa nuvem se ergue, vaporosa,
Braços ao alto, olhos como em teste
De em si conter centelha milagrosa!
Transfigurada estátua que eu venero
Desde menino, e a que tanto quero
Por me rasgar de luz a densa treva:
Em ser's da Virgem Mãe cópia fiel,
Volve pra mim teus olhos d'ouro e mel,
Dá-me um lugar na nuvem que te leva!
Já me tinha questionado qual seria o poema escolhido e, confesso, que não contava que fosse este. Mas faz todo o sentido. É um belo poema a Nossa Senhora, bem ilustrativo da religiosidade do seu autor.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 9/24/2010 03:04:00 AM
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
[À Descoberta de Vila Flor] Homenagem ao Dr. Cabral Adão
No fim-de-semana passado decorreu, em Vila Flor, uma homenagem ao vilaflorense Dr. Cabral Adão. Nascido em Vila Flor a 24 de Junho de 1910, partiu para Setúbal em 1938. Formado em medicina, com especialidade em estomatologia, distinguiu-se como médico publicando vários livros na área. Para além da sua actividade profissional nutria uma paixão pela natureza, pelas caminhadas, e uma sensibilidade impar que transparece na sua escrita, quer na prosa, quer na poesia. Publicou vários livros (ver lista aqui) alguns deles dedicados ao seu torrão natal, Vila Flor. Foi na qualidade de homem, vilaflorense, médico e escritor que foi homenageado.
Na sexta-feira realizou-se no centro cultural um espectáculo musical com a banda cubana Son Havanero. O espectáculo esteve previsto para ser realizado em frente ao edifício dos Paços do Concelho, mas, devido ao mau tempo, foi transferido para o auditório do Centro Cultural.
A população aderiu de forma significativa mas não chegou para encher o auditório. O espectáculo teve momentos muito bons, com os músicos a exibirem grandes capacidades de execução. Eu gosto de salsa, boleros, rumba, etc. e adorei o concerto. O som estava demasiado alto e não é música para se ouvir sentado, apetece abanar o corpo, mas penso que ninguém se arrependeu de ter estado presente.
Na Sábado, dia 18 estavam programados três acontecimentos. Pela manhã realizou-se uma pequena cerimónia no auditório do Santuário de Nossa Senhora da Assunção, em Vilas Boas. A mesa foi constituída pelo Dr. Artur Pimentel, Presidente da Câmara Municipal de Vila Flor, João Cabral Adão, filho do homenageado, pároco Delfim Jorge e o presidente da Junta de Freguesia de Vilas Boas, Dr. Abílio Evaristo. Foram relembradas as qualidades humanas de Cabral Adão quer pelo sr. Presidente da Câmara, que com ele privou, quer pelo filho do autor, que se emocionou bastante.
De seguida, em plena escadaria do cabeço, foi descerrada uma placa comemorativa com um soneto de Cabral Adão dedicado a Nossa Senhora da Assunção. Esta placa está colocada ao lado de um bonito painel em azulejo que A representa.
Às 18 horas, já em Vila Flor, foi aberta uma Exposição do Centenário da Vida e Obra do Dr. Cabral Adão. Nesta exposição, que conto visitar de novo, podem ser vistas algumas fotografias da família Cabral Adão, recortes de jornais com artigos escritos pelo autor, os livros que publicou e alguns objectos com ele relacionados.
À noite realizou-se um serão dramático-musical a partir de textos do autor, levado a cabo pela companhia de teatro Filandorra, no Centro Cultural. Foram lidos alguns poemas e dramatizados alguns textos, tudo com fundo musical (música mirandesa) e com projecção simultânea de fotografias (muitas delas de minha autoria). Não fui consultado par a cedência das fotografias, mas até fiquei contente pela sua utilização neste contexto. Foi uma forma indirecta de eu também participar na homenagem do autor que me cativou para a leitura de muitos livros sobre Vila Flor, e/ou escritos por vilaflorenses.
Após o espectáculo usaram da palavra o Dr. Pimentel, Aida Cabral Adão, filha mais nova do homenageado e o Dr. João de Sá, vilaflorense, escritor, amigo do homenageado. Em todos os discursos foram realçadas as qualidades humanas de Cabral Adão e o seu apego a Vila Flor. Apesar de ter sido uma pessoa, marcante, querida, nas terras onde trabalhou e viveu, foi em Vila Flor que quis ser sepultado, desejo que foi respeitado.
Para além de me sentir muito bem a homenagear uma pessoa, que não conheci, mas que transborda dos seus escritos como uma pessoa fantástica, com um coração do tamanho do mundo, uma sensibilidade apurada e uma surpreendente simplicidade, foi também uma oportunidade única para conhecer familiares e os filhos do autor com quem já tinha trocado algumas mensagens. Nos momentos de conversa que mantivemos deu para perceber que herdaram do pai (e penso que também da mãe) as qualidades que os fazem Homens e Mulheres singulares.
Agradeço a sua simpatia mas também a fotografia e os livros que me ofereceram. Um deles vou desfolhá-lo com especial carinho. Trata-se do livro Riquezas e Encantos de Trás-os-Montes, escrito pelo vilaflorense Cristiano de Morais e oferecido (com dedicatória) ao Dr. Cabral Adão por Armindo Morais, irmão do autor, em Junho de 1963.
Os vídeos foram realizados para a LocalVisão e cedidos pela jornalista Carla Dias.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 9/22/2010 03:29:00 AM
Na sexta-feira realizou-se no centro cultural um espectáculo musical com a banda cubana Son Havanero. O espectáculo esteve previsto para ser realizado em frente ao edifício dos Paços do Concelho, mas, devido ao mau tempo, foi transferido para o auditório do Centro Cultural.
A população aderiu de forma significativa mas não chegou para encher o auditório. O espectáculo teve momentos muito bons, com os músicos a exibirem grandes capacidades de execução. Eu gosto de salsa, boleros, rumba, etc. e adorei o concerto. O som estava demasiado alto e não é música para se ouvir sentado, apetece abanar o corpo, mas penso que ninguém se arrependeu de ter estado presente.
Na Sábado, dia 18 estavam programados três acontecimentos. Pela manhã realizou-se uma pequena cerimónia no auditório do Santuário de Nossa Senhora da Assunção, em Vilas Boas. A mesa foi constituída pelo Dr. Artur Pimentel, Presidente da Câmara Municipal de Vila Flor, João Cabral Adão, filho do homenageado, pároco Delfim Jorge e o presidente da Junta de Freguesia de Vilas Boas, Dr. Abílio Evaristo. Foram relembradas as qualidades humanas de Cabral Adão quer pelo sr. Presidente da Câmara, que com ele privou, quer pelo filho do autor, que se emocionou bastante.
De seguida, em plena escadaria do cabeço, foi descerrada uma placa comemorativa com um soneto de Cabral Adão dedicado a Nossa Senhora da Assunção. Esta placa está colocada ao lado de um bonito painel em azulejo que A representa.
Às 18 horas, já em Vila Flor, foi aberta uma Exposição do Centenário da Vida e Obra do Dr. Cabral Adão. Nesta exposição, que conto visitar de novo, podem ser vistas algumas fotografias da família Cabral Adão, recortes de jornais com artigos escritos pelo autor, os livros que publicou e alguns objectos com ele relacionados.
À noite realizou-se um serão dramático-musical a partir de textos do autor, levado a cabo pela companhia de teatro Filandorra, no Centro Cultural. Foram lidos alguns poemas e dramatizados alguns textos, tudo com fundo musical (música mirandesa) e com projecção simultânea de fotografias (muitas delas de minha autoria). Não fui consultado par a cedência das fotografias, mas até fiquei contente pela sua utilização neste contexto. Foi uma forma indirecta de eu também participar na homenagem do autor que me cativou para a leitura de muitos livros sobre Vila Flor, e/ou escritos por vilaflorenses.
Após o espectáculo usaram da palavra o Dr. Pimentel, Aida Cabral Adão, filha mais nova do homenageado e o Dr. João de Sá, vilaflorense, escritor, amigo do homenageado. Em todos os discursos foram realçadas as qualidades humanas de Cabral Adão e o seu apego a Vila Flor. Apesar de ter sido uma pessoa, marcante, querida, nas terras onde trabalhou e viveu, foi em Vila Flor que quis ser sepultado, desejo que foi respeitado.
Para além de me sentir muito bem a homenagear uma pessoa, que não conheci, mas que transborda dos seus escritos como uma pessoa fantástica, com um coração do tamanho do mundo, uma sensibilidade apurada e uma surpreendente simplicidade, foi também uma oportunidade única para conhecer familiares e os filhos do autor com quem já tinha trocado algumas mensagens. Nos momentos de conversa que mantivemos deu para perceber que herdaram do pai (e penso que também da mãe) as qualidades que os fazem Homens e Mulheres singulares.
Agradeço a sua simpatia mas também a fotografia e os livros que me ofereceram. Um deles vou desfolhá-lo com especial carinho. Trata-se do livro Riquezas e Encantos de Trás-os-Montes, escrito pelo vilaflorense Cristiano de Morais e oferecido (com dedicatória) ao Dr. Cabral Adão por Armindo Morais, irmão do autor, em Junho de 1963.
Os vídeos foram realizados para a LocalVisão e cedidos pela jornalista Carla Dias.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 9/22/2010 03:29:00 AM
terça-feira, 21 de setembro de 2010
[À Descoberta de Mogadouro] S: Martinho do Peso
Mais uma aldeia do concelho chega ao blogue À Descoberta de Mogadouro. Visitei S. Martinho do Peso no dia 29 de Agosto de 2010. Foi uma visita demorada que deu para captar algumas imagens bem características desta aldeia. Por falta de tempo, ainda não escrevi nada, nem publiquei as fotografias.
Aqui deixo a primeira e a promessa de que outras se seguirão.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Mogadouro a 9/21/2010 03:23:00 AM
Aqui deixo a primeira e a promessa de que outras se seguirão.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Mogadouro a 9/21/2010 03:23:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] Peregrinações - Santa Cecília
A segunda caminhada da série "Peregrinações" aconteceu no dia 12 de Setembro. Nesta caminhada, houve uma novidade, não fui sozinho.
À hora combinada juntámo-nos junto à Quinta da Pereira, para daí seguirmos até ao santuário da S. Cecília, em Seixo de Manhoses.
Acordar cedo, e ainda por cima ao Domingo, não é um acontecimento muito agradável, mas a manhã risonha que nos acolheu facilitou as coisas. Os caminhos percorridos são sempre mais ou menos os mesmos, havendo alternância, para a viagem não se tornar repetitiva. Monótona nunca é, porque a natureza consegue sempre surpreender-nos.
Caminhar com companhia tem os seus aspectos positivos. A conversa faz esquecer o tempo e, curiosamente, as fotografias. Também é benéfico para chamar a atenção para aspectos em que não tenho reparado. Nesta caminhada, influência dos meus companheiros de viagem, falámos muito sobre rochas. Achamos até um quartzo, cor de café, bastante curioso.
Às nove horas da manhã estávamos a contornar a barragem Camilo Mendonça, no lugar do Peneireiro, o que abria boas perspectivas para a caminhada. É preciso cuidado para se andar nestas paragens, há obras por todo o lado.
Sem pressas, chegámos ao santuário de Santa Cecília às dez horas da manhã. Os mais novos não apreciaram muito o passeio pelo recinto, fazendo o reconhecimento de todo o santuário, mas não disseram não a uma bebida fresca no restaurante ali ao lado, onde já se preparavam os almoços. Este restaurante, quer pela sua situação geográfica, quer pela qualidade dos seus pratos, é bastante procurado e esperavam casa cheia no almoço de Domingo.
Tivemos o privilégio de visitar o interior da capela. Em termos de talha ou valor das imagens, esta capela não é dos melhores exemplos a nível do concelho. O que traz muita gente a este santuário é a fé, e, é claro, a festa. Também eu estive no Santuário no dia 21 de Agosto, dia maior dos festejos.
Na imagem existente na capela Santa Cecília segura uma lira, instrumento também esculpido na base do altar. Noutras imagens a santa aparece segurando uma arpa, um violino, um órgão ou outro instrumento musical. Ela é a padroeira dos músicos. Não percebo bem a relação que existe entre a virgem mártir e a música. Diz-se que viveu em Roma no Séc. III e assistia todos os dias à missa celebrada pelo papa Urbano nas catacumbas da via Ápia. Teve uma morte horrível. Depois de suportar e sair ilesa da condenação à morte por asfixia em vapor de água, foi condenada à decapitação. Sofreu três golpes de machado no pescoço, mas a cabeça continuou ligada ao corpo, vindo a morrer 3 dias mais tarde, depois de enorme sofrimento.
Também na Fonte de Santa Cecília existe uma imagem num painel em azulejo policromático representando Santa Cecília com a sua lira. Nesta fonte accionámos a bomba manual e repusemos as nossas reservas em água.
Num dos parques de estacionamento do santuário encontrámos uma pequena macieira carregadinha de maçãs bastante saborosas. Às onze da manhã já havia um ratito a passear por algumas barrigas.
No percurso de regresso a Vila Flor apreciámos um conjunto de alminhas que existem ao longo do caminho e subimos ao alto do marco geodésico do Concieiro de onde se têm uma vista magnífica. Também passámos próximo das fragas dos Mal Casados, curiosidade natural bastante conhecida em Carvalho de Egas.
Chegámos a casa pouco depois do meio dia, a precisar de um banho e de uma boa refeição. Os acompanhantes mostraram estar dispostos para novas "Peregrinações", mas, nisso, sou como S. Tomé.
O percurso realizado tem pouco mais de 14 km e é bastante adequado para fazer a pé ou em BTT.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 9/21/2010 12:48:00 AM
À hora combinada juntámo-nos junto à Quinta da Pereira, para daí seguirmos até ao santuário da S. Cecília, em Seixo de Manhoses.
Acordar cedo, e ainda por cima ao Domingo, não é um acontecimento muito agradável, mas a manhã risonha que nos acolheu facilitou as coisas. Os caminhos percorridos são sempre mais ou menos os mesmos, havendo alternância, para a viagem não se tornar repetitiva. Monótona nunca é, porque a natureza consegue sempre surpreender-nos.
Caminhar com companhia tem os seus aspectos positivos. A conversa faz esquecer o tempo e, curiosamente, as fotografias. Também é benéfico para chamar a atenção para aspectos em que não tenho reparado. Nesta caminhada, influência dos meus companheiros de viagem, falámos muito sobre rochas. Achamos até um quartzo, cor de café, bastante curioso.
Às nove horas da manhã estávamos a contornar a barragem Camilo Mendonça, no lugar do Peneireiro, o que abria boas perspectivas para a caminhada. É preciso cuidado para se andar nestas paragens, há obras por todo o lado.
Sem pressas, chegámos ao santuário de Santa Cecília às dez horas da manhã. Os mais novos não apreciaram muito o passeio pelo recinto, fazendo o reconhecimento de todo o santuário, mas não disseram não a uma bebida fresca no restaurante ali ao lado, onde já se preparavam os almoços. Este restaurante, quer pela sua situação geográfica, quer pela qualidade dos seus pratos, é bastante procurado e esperavam casa cheia no almoço de Domingo.
Tivemos o privilégio de visitar o interior da capela. Em termos de talha ou valor das imagens, esta capela não é dos melhores exemplos a nível do concelho. O que traz muita gente a este santuário é a fé, e, é claro, a festa. Também eu estive no Santuário no dia 21 de Agosto, dia maior dos festejos.
Na imagem existente na capela Santa Cecília segura uma lira, instrumento também esculpido na base do altar. Noutras imagens a santa aparece segurando uma arpa, um violino, um órgão ou outro instrumento musical. Ela é a padroeira dos músicos. Não percebo bem a relação que existe entre a virgem mártir e a música. Diz-se que viveu em Roma no Séc. III e assistia todos os dias à missa celebrada pelo papa Urbano nas catacumbas da via Ápia. Teve uma morte horrível. Depois de suportar e sair ilesa da condenação à morte por asfixia em vapor de água, foi condenada à decapitação. Sofreu três golpes de machado no pescoço, mas a cabeça continuou ligada ao corpo, vindo a morrer 3 dias mais tarde, depois de enorme sofrimento.
Também na Fonte de Santa Cecília existe uma imagem num painel em azulejo policromático representando Santa Cecília com a sua lira. Nesta fonte accionámos a bomba manual e repusemos as nossas reservas em água.
Num dos parques de estacionamento do santuário encontrámos uma pequena macieira carregadinha de maçãs bastante saborosas. Às onze da manhã já havia um ratito a passear por algumas barrigas.
No percurso de regresso a Vila Flor apreciámos um conjunto de alminhas que existem ao longo do caminho e subimos ao alto do marco geodésico do Concieiro de onde se têm uma vista magnífica. Também passámos próximo das fragas dos Mal Casados, curiosidade natural bastante conhecida em Carvalho de Egas.
Chegámos a casa pouco depois do meio dia, a precisar de um banho e de uma boa refeição. Os acompanhantes mostraram estar dispostos para novas "Peregrinações", mas, nisso, sou como S. Tomé.
O percurso realizado tem pouco mais de 14 km e é bastante adequado para fazer a pé ou em BTT.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 9/21/2010 12:48:00 AM
sábado, 18 de setembro de 2010
[À Descoberta de Vila Flor] Vigília pela Linha do Tua
Decore, neste momento, no Largo Luís de Camões, em Lisboa, uma vigília a favor da Linha do Tua. Sempre fui e continuo a ser favorável à manutenção da centenária linha com os necessários melhoramentos para a tornarem rentável. Isso poderia passar pela sua modernização, reabertura da via até Bragança e posterior prolongamento até Espanha, com ligação a Puebla de Sanabria. Um corredor ferroviário entre o Douro (património da humanidade) e a Sanabria seria, tenho a certeza, procurado e utilizado quer por turistas quer por residentes. Seria também necessário o envolvimentos de agentes económicos e das autarquias, que pouco mais têm feito do que esperar que o património natural e a linha sejam destruídos para poderem beneficiar das contrapartidas.
Não estou fisicamente no Largo Luís de Camões em Lisboa mas estou com aqueles que se mobilizaram e disseram presente. Partiram autocarros de Mirandela e de Carrazeda de Ansiães. Pela primeira vez as populações locais vão a Lisboa dizerem que preferem a linha e que a barragem (incompatível com a linha) não é bem-vinda. Estarei presente numa mensagem que enviei para que seja lida durante a vigília e nas fotografias da linha e do vale do rio Tua que vão estar expostas.
A LINHA É TUA, É NOSSA, VAMOS LUTAR POR ELA.
fotografia: linha do Tua, um pouco a montante da estação de Abreiro.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 9/18/2010 09:19:00 PM
Não estou fisicamente no Largo Luís de Camões em Lisboa mas estou com aqueles que se mobilizaram e disseram presente. Partiram autocarros de Mirandela e de Carrazeda de Ansiães. Pela primeira vez as populações locais vão a Lisboa dizerem que preferem a linha e que a barragem (incompatível com a linha) não é bem-vinda. Estarei presente numa mensagem que enviei para que seja lida durante a vigília e nas fotografias da linha e do vale do rio Tua que vão estar expostas.
A LINHA É TUA, É NOSSA, VAMOS LUTAR POR ELA.
fotografia: linha do Tua, um pouco a montante da estação de Abreiro.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 9/18/2010 09:19:00 PM
[A Linha é Tua] O que diz a comunicação social - Set2010
- 17.09.2010 - SIC - BE insiste na suspensão da barragem do Tua e requalificação da linha ferroviária
- 16.09.2010 - Diário Digital - Tua: Defensores da linha férrea agendam vigília em Lisboa
- 13.09.2010 - RR - Tua: Um rio, uma linha. Versos para um Tua mágico
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Publicada por Xo_oX em A Linha é Tua a 9/18/2010 12:03:00 AM
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Fonte do Vale - Pereiros
Numa visita a Pereiros podemos encontrar um interessante conjunto de fontes e fontanários. A água fresca ainda corre, em grande parte delas. São bom exemplo disso a fonte da Rua e a fonte Nova. Mas, a fonte onde se pode beber água fresca e apreciar uma bela paisagem é na Fonte do Vale.
Está situada fora da aldeia a pouco mais de 150 metros de distância da rua de Santo André, partindo de onde esta se encontra com a rua Bartolomeu Dias (estrada que contorna Pereirose segue para Codeçais).
É pena que a área envolvente tenha ardido recentemente, porque, anteriormente, o local era ainda mais agradável, com sombras e mais frescura.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 9/16/2010 06:39:00 PM
Está situada fora da aldeia a pouco mais de 150 metros de distância da rua de Santo André, partindo de onde esta se encontra com a rua Bartolomeu Dias (estrada que contorna Pereirose segue para Codeçais).
É pena que a área envolvente tenha ardido recentemente, porque, anteriormente, o local era ainda mais agradável, com sombras e mais frescura.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 9/16/2010 06:39:00 PM
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
[À Descoberta de Vila Flor] Homenagem ao Dr. Cabral Adão
A Câmara Municipal de Vila Flor vai homenagear, no próximo fim de semana, o Dr. Luís Cabral Adão, nascido em Vila Flor no ano de 1910. Médico de profissão, a exercer longe da sua terra natal, nunca a tirou do seu coração, dedicando-lhe especial atenção e carinho em muitos poemas e textos que escreveu e publicou.
A homenagem inicia-se no dia 17 de Setembro, às 21 horas, com a actuação da banda Son Havanero, e prolonga-se até 17 de Outubro, altura em que encerra a Exposição do Centenário da sua vida e obra, que vai estar patente no Centro Cultural de Vila Flor.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 9/15/2010 01:47:00 PM
A homenagem inicia-se no dia 17 de Setembro, às 21 horas, com a actuação da banda Son Havanero, e prolonga-se até 17 de Outubro, altura em que encerra a Exposição do Centenário da sua vida e obra, que vai estar patente no Centro Cultural de Vila Flor.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 9/15/2010 01:47:00 PM
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