No Cabeço, em Vilas Boas, celebram-se várias festas ao longo do ano. A mais importante, a que mais gente chama ao Santuário de Nossa Senhora da Assunção é a festa realizada a 15 de Agosto, mas há outras que também são marcantes e dignas de serem referenciadas.
No dia 5 de Junho a igreja Católica celebrou a Ascensão do Senhor. Esta festa religiosa leva ao santuário centenas de crentes vindos de distintos pontos do concelho e de concelhos limítrofes. Esta festa tem uma característica que a liga a este blogue, muitos dos crentes deslocam-se para o santuário a pé, em peregrinação.
Esta foi razão suficiente para a caminhada habitual de Domingo, da série "Peregrinações" fosse programada para o Santuário, em Vilas Boas.
Foram muitos os que connosco se cruzaram pelos caminhos; vindos de Vila Flor, Samões, Candoso, Freixiel ou Vieiro. A pé, ou de bicicleta, foram vários os meios, mas o destino foi o mesmo.
Este encontro, no alto de um monte, tem algum paralelismo com a festa celebrada. Há milhares de anos atrás, Jesus Cristo, ressuscitado, encontrou-se com os discípulos no alto do um monte, na Galileia.
Não chegámos a tempo de seguir o programa, chegando ao capela perto do meio dia, quando já a procissão Via lucis fazia o percurso descendente em direcção à base do santuário onde se celebrou a Eucaristia.
Fizemos também a pé o percurso de regresso a casa, a hora aceitável para o almoço.
Pela tarde abateu-se sobre Vila Flor ( e também Vilas Boas) um forte temporal, com chuva abundante e trovões, como é pouco habitual, mas que começa a ser frequente nesta Primavera.
Para mim foi uma realização, uma vez que, há 4 anos que planeava integrar-me nesta peregrinação ao Cabeço.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 6/08/2011 08:30:00 AM
Concelho:
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quarta-feira, 8 de junho de 2011
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Cerejas
Este ano está a ser um ano excecionalmente bom para a produção de cereja. Em todo o concelho, foi no Amedo onde fui encontrar mais e mais atraentes exemplares para fotografar( e não só).
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/08/2011 08:00:00 AM
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/08/2011 08:00:00 AM
terça-feira, 7 de junho de 2011
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Ao Povo Transmontano
Sabes fazer amigos, que amigo és Tu,
Já que em teu peito reina a Forja do Bem;
Que abraço verdadeiro, fraterno e nu,
Só nasce no coração de quem o tem!...
Não o abraço protocolar do momento,
Ou a conveniência da ocasião;. . .
Mas o forte e profundo sentimento
Que, à força do Bem, pões força e razão!
E, já das lavas do reino de Vulcano,
São tuas mágoas de benção e de amor,
- Grinaldas, elmo do Povo Transmontano.
Assim nasceste e assim viverás!
Alma em fogo, o teu peito de granito,
Transmontano irmão, tudo vencerás;
Teu corpo é dor, tua alma infinito.
Luta até ao último adeus, - à morte, -
No frio ardente do gelo da sorte!...
Linhares, 1 de Abril 1993
Poema de Morais Fernandes, natural de Linhares, retirado do livro "Fogo e Lágrimas 2 - Poemas", editado em 1997, editado pela Coimbra Editora, Limitada.
Fotografia: Rio Tua visto do termo de Parambos.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/07/2011 10:00:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] Voz dos sinos
Como pastor atento dum rebanho
De mansas ovelhinhas, bom pastor,
Ergue-se a igreja matriz, dum tamanho
Que sobrepuja tudo ao seu redor,
Ali, na pia baptismal, um banho
Tomou a nossa alma, redentor;
E no sacrário brilha o Santo Lenho
E a Eucaristia, a dar-Se por amor.
Torres bem altas, azulejos finos,
Coruchéus e pilar's monumentais,
O templo é sentinela e oração
A tansmitir a'Deus pla voz dos sinos,
No repique festivo ou nos sinais,
As vibrações o nosso coração.
Soneto retirado do livro "Versos – Vila Flor", impresso em Novembro de 1966, da autoria do Dr. Luís Manuel Cabral Adão.
Ouros poemas de Cabral Adão: Árvore em flor, Trovoada, Carícia real e Modelação
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 6/07/2011 08:29:00 AM
De mansas ovelhinhas, bom pastor,
Ergue-se a igreja matriz, dum tamanho
Que sobrepuja tudo ao seu redor,
Ali, na pia baptismal, um banho
Tomou a nossa alma, redentor;
E no sacrário brilha o Santo Lenho
E a Eucaristia, a dar-Se por amor.
Torres bem altas, azulejos finos,
Coruchéus e pilar's monumentais,
O templo é sentinela e oração
A tansmitir a'Deus pla voz dos sinos,
No repique festivo ou nos sinais,
As vibrações o nosso coração.
Soneto retirado do livro "Versos – Vila Flor", impresso em Novembro de 1966, da autoria do Dr. Luís Manuel Cabral Adão.
Ouros poemas de Cabral Adão: Árvore em flor, Trovoada, Carícia real e Modelação
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 6/07/2011 08:29:00 AM
[À Descoberta de Miranda do Douro] II Festa das Aves
A AEPGA (Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino) juntamente com a PALOMBAR (Associação de Proprietários de Pombais Tradicionais do Nordeste) e o Laboratório de Ecologia Aplicada (LEA) da UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro) vêm por este meio convidá-lo a participar na II Edição da FESTA DAS AVES, que terá lugar na aldeia de Vila Chã de Braciosa, no concelho de Miranda do Douro, nos dias 10, 11 e 12 de Junho de 2011.
A FESTA DAS AVES foi delineada com o intuito de promover a valorização da natureza através das aves.
Um dos objectivos do evento é também chamar a atenção para os recursos ornitológicos existentes em Portugal, particularmente, para a zona rupícola do PNDI (paisagem dominada pelas escarpas do vale do rio Douro) considerada como uma das melhores áreas do País para a observação de aves de rapina, tendo todas as condições para apostar neste segmento do Turismo de Natureza, se apostar num modelo sustentável de turismo, sensibilizando para a preservação da natureza, pela via do conhecimento e interpretação múltipla do que nos rodeia bem como em serviços qualificados.
Ao longo do fim-de-semana, ocorrerão inúmeras actividades que incluem, passeios na natureza, tertúlias, mostra de filmes, eventos artísticos, actividades para crianças (manualidades como oficinas de construção de caixas-ninho), exposições de fotografia, entre outras. Após as explicações teóricas que decorrerão ao longo do fim-de-semana realizar-se-ão as caminhadas na natureza para observação e identificação de aves, pelas imediações da aldeia de Vila Chã da Braciosa, onde os participantes poderão observar na prática os temas abordados. Munidos de binóculos e telescópios, colaboradores com experiência em observação de aves vão encher de cor e brilho os olhos de todos os visitantes que terão, a partir deste fim-de-semana, mais razões para contribuir para a conservação e preservação da natureza .
Caso necessitem de mais informações sobre este evento, poderão contactar-nos através do e-mail burranco@gmail.com ou dos telefones 966151131/92 5790396.
INSCRIÇÕES: http://www.aepga.pt/portal/PT/111/EID/118/DETID/9/default.aspx
REPORTAGEM DA I FESTA DAS AVES, realizada em Vila Chã, em 2010.
Mais informações AQUI
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Miranda do Douro a 6/07/2011 08:00:00 AM
segunda-feira, 6 de junho de 2011
[À Descoberta de Miranda do Douro] Ronda das Adegas, em Atenor
A Aldeia de Atenor realizou a Ronda das Adegas, nos dias 27 e 28 de Maio. Foi no dia 28 que tive oportunidade de me deslocar a Atenor para participar da dita ronda. Já há alguns anos que não visitava esta aldeia e, mesmo sem saber bem em que consistiria a dita Ronda das Adegas seria para mim um prazer percorrer de novo as ruas Atenor.
Quando cheguei, pouco depois do almoço, o movimento ainda era pouco. Apenas na antiga escola primária, transformada em bar e sede da Associação havia um grupo de pessoas.
Tomei um café e fui fazer uma visita ao simpáticos burros que ali passam grande parte do ano em completo repouso.
Quando voltei, já se notava a festa. Um grupo de gaiteiros animava a rua, trazendo aquele ar festivo que só a gaita de foles sabe dar.
Entrei na primeira porta que via aberta. Tratava-se de um perfeito museu rural com tudo que existia (e em parte ainda existe) numa casa do planalto mirandês. Demorei imenso tempo a apreciar alfaias agrícolas, a cozinha e o curral. Tratava-se da casa do Tiu Pedro. Aqui havia oficinas de fabrico de sabão e queijo.
A segunda paragem foi na oficina do pão, no forno da Ti Laurentina. Cheguei mesmo a tempo de ver sair uma fornada, e que bem que eles cheiravam.
A paragem seguinte foi numa adega... sim daquelas onde há vinho. Com bom vinho, queijo, azeitonas, chouriço, pimentos em vinagre e pão, a coisa prometia. Foram chegando pessoas conhecidas e a conversa animou. Bebi alguns copos (tive de comprar a caneca)e recordei com os presentes alguns dos lugares por onde já vivi e trabalhei no passado. É interessante como as adegas são bons locais para conversar. Não quero mentir, mas não sei se foi na Adega do Tiu Mário se na adega do Tiu Marina (ou se estive nas duas).
E foi na adega que passei a maior parte da tarde.
Mais tarde continuei o passeio por junto da igreja. Havia jogos tradicionais e tascas representantes de grupos musicais. Também sou grande apreciador da música mirandesa e aproveitei para comprar mais um CD, "La Caramontaína", do grupo Reberdegar.
Ainda tive tempo para entrar no curral onde se encontravam os animais para os passeios. Também aí havia uma exposição fotográfica sobre a "Mulher Rural".
Para terminar chegou um grupo de praticantes de paramotor (parapente com motor) que emprestaram um colorido interessante aos céus da aldeia.
Do programa ainda constavam mais actividades e nem sequer visitei todas as tascas e adegas, mas o tempo passou rapidamente.
Está de parabéns a organização deste evento e todos os que nele se envolveram. Dá gosto ver as aldeias animadas, sem complexos de mostrar o tradicional inovando, chamando gerações mais novas que acabam por se apaixonar pelo planalto e pelo seu estilo próprio de viver.
Espero voltar a Atenor, em próximas realizações deste evento.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Miranda do Douro a 6/05/2011 08:30:00 AM
Quando cheguei, pouco depois do almoço, o movimento ainda era pouco. Apenas na antiga escola primária, transformada em bar e sede da Associação havia um grupo de pessoas.
Tomei um café e fui fazer uma visita ao simpáticos burros que ali passam grande parte do ano em completo repouso.
Quando voltei, já se notava a festa. Um grupo de gaiteiros animava a rua, trazendo aquele ar festivo que só a gaita de foles sabe dar.
Entrei na primeira porta que via aberta. Tratava-se de um perfeito museu rural com tudo que existia (e em parte ainda existe) numa casa do planalto mirandês. Demorei imenso tempo a apreciar alfaias agrícolas, a cozinha e o curral. Tratava-se da casa do Tiu Pedro. Aqui havia oficinas de fabrico de sabão e queijo.
A segunda paragem foi na oficina do pão, no forno da Ti Laurentina. Cheguei mesmo a tempo de ver sair uma fornada, e que bem que eles cheiravam.
A paragem seguinte foi numa adega... sim daquelas onde há vinho. Com bom vinho, queijo, azeitonas, chouriço, pimentos em vinagre e pão, a coisa prometia. Foram chegando pessoas conhecidas e a conversa animou. Bebi alguns copos (tive de comprar a caneca)e recordei com os presentes alguns dos lugares por onde já vivi e trabalhei no passado. É interessante como as adegas são bons locais para conversar. Não quero mentir, mas não sei se foi na Adega do Tiu Mário se na adega do Tiu Marina (ou se estive nas duas).
E foi na adega que passei a maior parte da tarde.
Mais tarde continuei o passeio por junto da igreja. Havia jogos tradicionais e tascas representantes de grupos musicais. Também sou grande apreciador da música mirandesa e aproveitei para comprar mais um CD, "La Caramontaína", do grupo Reberdegar.
Ainda tive tempo para entrar no curral onde se encontravam os animais para os passeios. Também aí havia uma exposição fotográfica sobre a "Mulher Rural".
Para terminar chegou um grupo de praticantes de paramotor (parapente com motor) que emprestaram um colorido interessante aos céus da aldeia.
Do programa ainda constavam mais actividades e nem sequer visitei todas as tascas e adegas, mas o tempo passou rapidamente.
Está de parabéns a organização deste evento e todos os que nele se envolveram. Dá gosto ver as aldeias animadas, sem complexos de mostrar o tradicional inovando, chamando gerações mais novas que acabam por se apaixonar pelo planalto e pelo seu estilo próprio de viver.
Espero voltar a Atenor, em próximas realizações deste evento.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Miranda do Douro a 6/05/2011 08:30:00 AM
[À Descoberta de Mogadouro] Caminhada à Barca / Brunhoso
No dia 29 de Maio passado realizou-se em Brunhoso uma caminhada, tendo como destino o Rio Sabor, no lugar da Barca. Esta iniciativa inseriu-se no programa de caminhadas de fim de mês, organizadas pelo Ginásio Municipal, desta vez no termo da freguesia de Brunhoso e com a colaboração da Junta desta freguesia.
Este tipo de actividade já não são novidade em Brunhoso, mas, desta vez, contou com a organização de uma instituição externa, de âmbito concelhio, que chamou participantes de variadas origens, ultrapassando mesmo as fronteiras do concelho. O próprio Presidente da autarquia fez questão de realizar este bonito percurso pedestre.
A caminhada teve início às 9:30, junto à sede da Junta de Freguesia, com mais de uma centena de participantes. Pela frente perto de 8 km, na totalidade por caminhos vicinais desde os quase 700 metros de altitude até aos 200 metros, junto ao rio Sabor. Tratava-se, portanto, de um percurso quase na integra em descida, com as paisagens mais agrestes e mais bonitas da freguesia.
O percurso tinha um traçado paralelo à ribeira de Juncaínhos, a meia encosta, por entre frondosos sobreiros e alguns olivais. Apesar da força da floração primaveril já ter passado, não faltam flores de várias cores para darem mais colorido e perfume à caminhada.
Quando se passou sobre a ribeira de Juncaínhos houve algumas centenas de metros de íngreme subida, mas valeu a pena. Do alto da fraga do Poio tem-se uma visão magnífica em direcção ao Sabor. Avista-se o Cachão, o Picão, a Barca e terras de outras freguesias como Paradela, Vilar Chão, Castro Vicente e Remondes. Para muitas pessoas esta foi a primeira vez que tiveram esta visão, e será a última, uma vez que esta paisagem está prestes a ser destruída.
A Junta de Freguesia de Brunhoso, com o apoio de alguns emigrantes no Brasil, melhorou os acessos à fraga e construiu um miradouro, que permite usufruir desta visão magnífica sem grande esforço e com alguma segurança.
Neste local foi fornecida água e fruta, aos participantes da caminhada.
Os últimos quilómetros foram feitos em descida acentuada até ao lugar da Barca. Tal como o nome indica, deve aqui ter existido uma barca, possivelmente muito utilizada no Inverno, uma vez que há em redor muitos olivais. São ainda visíveis no leito do rio as estruturas de um açude, mas já nada resta do antigo moinho.
Além de uma pequena praia com areia, e um bom local para banhos, rapidamente aproveitadas pelos mais novos e afoitos, há, a poucos metros, um enorme sobreiro que já emprestou a sua sombra para eventos semelhantes. Sob a sua copa foram montadas as mesas para servirem a refeição que a Junta de freguesia ofereceu a todos os participantes. Arroz, frango e barriga de porco assada foram algumas das opções servidas.
O regresse à aldeia fez-se em carrinhas todo-o-terreno, mas não sem antes fazerem uma visita às prospeções arqueológicas feitas no meio do olival. Nas covas abertas são bem visíveis restos de construções e muita cerâmica, sobretudo tégulas, aparecendo algumas quase inteiras! São vestígios romanos ou um pouco posteriores, mas que poucos sabiam da sua existência.
Estão de parabéns a Câmara Municipal pela iniciativa da realização destes eventos, a Junta de Freguesia de Brunhoso pelo apoio prestado e todos os participantes por aderiram a esta forma desportiva, ecológica e divertida de passar o dia.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Mogadouro a 6/05/2011 06:00:00 PM
Este tipo de actividade já não são novidade em Brunhoso, mas, desta vez, contou com a organização de uma instituição externa, de âmbito concelhio, que chamou participantes de variadas origens, ultrapassando mesmo as fronteiras do concelho. O próprio Presidente da autarquia fez questão de realizar este bonito percurso pedestre.
A caminhada teve início às 9:30, junto à sede da Junta de Freguesia, com mais de uma centena de participantes. Pela frente perto de 8 km, na totalidade por caminhos vicinais desde os quase 700 metros de altitude até aos 200 metros, junto ao rio Sabor. Tratava-se, portanto, de um percurso quase na integra em descida, com as paisagens mais agrestes e mais bonitas da freguesia.
O percurso tinha um traçado paralelo à ribeira de Juncaínhos, a meia encosta, por entre frondosos sobreiros e alguns olivais. Apesar da força da floração primaveril já ter passado, não faltam flores de várias cores para darem mais colorido e perfume à caminhada.
Quando se passou sobre a ribeira de Juncaínhos houve algumas centenas de metros de íngreme subida, mas valeu a pena. Do alto da fraga do Poio tem-se uma visão magnífica em direcção ao Sabor. Avista-se o Cachão, o Picão, a Barca e terras de outras freguesias como Paradela, Vilar Chão, Castro Vicente e Remondes. Para muitas pessoas esta foi a primeira vez que tiveram esta visão, e será a última, uma vez que esta paisagem está prestes a ser destruída.
A Junta de Freguesia de Brunhoso, com o apoio de alguns emigrantes no Brasil, melhorou os acessos à fraga e construiu um miradouro, que permite usufruir desta visão magnífica sem grande esforço e com alguma segurança.
Neste local foi fornecida água e fruta, aos participantes da caminhada.
Os últimos quilómetros foram feitos em descida acentuada até ao lugar da Barca. Tal como o nome indica, deve aqui ter existido uma barca, possivelmente muito utilizada no Inverno, uma vez que há em redor muitos olivais. São ainda visíveis no leito do rio as estruturas de um açude, mas já nada resta do antigo moinho.
Além de uma pequena praia com areia, e um bom local para banhos, rapidamente aproveitadas pelos mais novos e afoitos, há, a poucos metros, um enorme sobreiro que já emprestou a sua sombra para eventos semelhantes. Sob a sua copa foram montadas as mesas para servirem a refeição que a Junta de freguesia ofereceu a todos os participantes. Arroz, frango e barriga de porco assada foram algumas das opções servidas.
O regresse à aldeia fez-se em carrinhas todo-o-terreno, mas não sem antes fazerem uma visita às prospeções arqueológicas feitas no meio do olival. Nas covas abertas são bem visíveis restos de construções e muita cerâmica, sobretudo tégulas, aparecendo algumas quase inteiras! São vestígios romanos ou um pouco posteriores, mas que poucos sabiam da sua existência.
Estão de parabéns a Câmara Municipal pela iniciativa da realização destes eventos, a Junta de Freguesia de Brunhoso pelo apoio prestado e todos os participantes por aderiram a esta forma desportiva, ecológica e divertida de passar o dia.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Mogadouro a 6/05/2011 06:00:00 PM
domingo, 5 de junho de 2011
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] No Amedo (03)
Grupo de senhoras junto à capela de S. Martinho, no Amedo. A fotografia foi tirada no dia 03 de Junho, em mais uma visita que fiz à freguesia. Em breve colocarei mais fotografias,
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/05/2011 09:30:00 AM
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/05/2011 09:30:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] Ruralidades (02)
Em Fevereiro, no Arco, ainda se preparava a terra para as batatas, mas agora elas já cresceram, viçosas e cheias de promessas. Os plásticos servem para espantar os pássaros das ervilhas.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 6/05/2011 08:30:00 AM
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 6/05/2011 08:30:00 AM
sábado, 4 de junho de 2011
[À Descoberta de Vila Flor] Ruralidades
Foi talvez em Fevereiro, junto à Rua dos Louseiros, em Vila Flor, que me deparei com esta cena digna de mais uma fotografia. As nabiças foram enterradas,foram alimentar a terra, mas a fotografia ficou e já correu mundo no Flickr e agora aqui. São cenas rurais, cheias de beleza e nostalgia.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 6/04/2011 08:00:00 AM
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 6/04/2011 08:00:00 AM
sexta-feira, 3 de junho de 2011
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] XXII Feira do Livro (02)
Desde o dia 2 de Junho que está a decorrer a XXII Feira do Livro em Carrazeda de Ansiães.
Hoje, pela manhã, realizou-se uma actividade dinamizada pela Dr.ª Otília Lage, que teve como alvo as crianças do 1.º ciclo do Ensino Básico.
Amanhã, dia 4, será o ultimo dia deste evento. Não perca as actividades que estão marcadas para animar o dia entre as quais um Passeio Pedestre pelo Trilho da Foz do Tua e um espectáculo musical com violino e piano. Também digno de destaque é a apresentação do livro Património Imaterial do Douro, de Alexandre Perafita, com recolha de lendas, muitas das quais no concelho de Carrazeda de Ansiães.
Aprovei-te para comprar um livro, preferencialmente de um autor do concelho. Se ainda não leu o romance "O violino do meu pai: Partir ou Ficar em Trás-os-montes" da autoria de Campos Gouveia, é uma boa opção. Eu comprei-o na feira do ano passado, e não me arrependi.
Programa da feira.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/03/2011 11:10:00 PM
Hoje, pela manhã, realizou-se uma actividade dinamizada pela Dr.ª Otília Lage, que teve como alvo as crianças do 1.º ciclo do Ensino Básico.
Amanhã, dia 4, será o ultimo dia deste evento. Não perca as actividades que estão marcadas para animar o dia entre as quais um Passeio Pedestre pelo Trilho da Foz do Tua e um espectáculo musical com violino e piano. Também digno de destaque é a apresentação do livro Património Imaterial do Douro, de Alexandre Perafita, com recolha de lendas, muitas das quais no concelho de Carrazeda de Ansiães.
Aprovei-te para comprar um livro, preferencialmente de um autor do concelho. Se ainda não leu o romance "O violino do meu pai: Partir ou Ficar em Trás-os-montes" da autoria de Campos Gouveia, é uma boa opção. Eu comprei-o na feira do ano passado, e não me arrependi.
Programa da feira.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/03/2011 11:10:00 PM
[À Descoberta de Vila Flor] Carvalho de Ega (01)
Aspeto da passagem inferior ao traçado do IC5 em Carvalho de Egas. Por aqui vai passar o caminho que sai da rua da Atafona/ ou igreja de Santa Catarina, em direção a Vila Flor ou Samões.
Este era o aspeto em Janeiro, agora está ligeiramente diferente, mas muito longe ainda de estar terminado. Junto à aldeia de Carvalho de Egas o traçado é escavado em granito bem rijo, sendo aberto à custa de muito dinamite.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 6/03/2011 08:30:00 AM
Este era o aspeto em Janeiro, agora está ligeiramente diferente, mas muito longe ainda de estar terminado. Junto à aldeia de Carvalho de Egas o traçado é escavado em granito bem rijo, sendo aberto à custa de muito dinamite.
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Publicada por Xo_oX em À Descoberta de Vila Flor a 6/03/2011 08:30:00 AM
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