A XVI Feira da Maçã do Vinho e do Azeite já começou! Ontem foi o primeiro dia da feira e deu para perceber que promete ser uma grande feira. O espaço é agradável, os expositores estão bem distribuídos e a população compareceu em grande número.
Recomendo uma visita cuidada à tenda que está dentro do recinto da feira onde se expõem os principais produtos locais, a maçã e o Vinho. É interessante verificar que o concelho tem crescido, na produção e que tem aprendido a apresentar/vender. Todos os expositores estão montados com muito bom gosto, os produtos têm uma apresentação fantástica e, é claro, a qualidade é algo de que nos devemos orgulhar.
A primeira noite esteve fria, mas, mesmo assim os vários espaços estavam bastante preenchidos.
O mercado pareceu-me pequeno, para o efeito, mas também é verdade que muitas pessoas se refugiavam no seu interior para se resguardarem do frio. Tentei comer alguma coisa, mas havia tanta gente que acabei por desistir.
O grupo grande, que atuou no palco principal, não conseguiu chamar a atenção das pessoas. Tocaram o que dizem ser Rock Popular e, na minha opinião, bastante bem. O jogo de luzes esteve fantástico, o som também. A sua energia parecia inesgotável, face ao frio que se fazia sentir. O género musical é que talvez não seja o mais adequado para este tipo de eventos, uma vez que a maior parte dos visitantes não é apreciador. Talvez sejam adequados para um evento no género do Carviçais Rock. Certo é que os gostos também se educam. É um pouco como a aposta que se tem feito em Vila Flor na promoção do fado...
Foi a primeira vez que visitei a feira nos moldes em que ela agora se apresenta e fiquei muito satisfeito, para não dizer vaidoso. É bom que todo o concelho se saiba promover.
Não vou estar nos restantes dias da Feira. Vou de viagem até Mogadouro participar nas festas de Nossa Senhora do Caminho. Desejo o maior sucesso para a feira.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 8/27/2011 03:48:00 PM
Concelho:
| Carrazeda de Ansiães | Vila Flor | Miranda do Douro | Mogadouro | Torre de Moncorvo | Freixo de E.C. | Alfândega da Fé | |
sábado, 27 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
[À Descoberta de Vila Flor] 1.ª Gincana em Bicicletas
No dia 24 de Agosto, no Largo das Finanças, pelas 15 horas realizou-se a 1.ª Gincana em Bicicletas. Esta iniciativa foi organizada pelo Clube de Ciclismo local e teve a colaboração do Município e da Junta de Freguesia de Vila Flor. Tratou-se de uma atividade desportiva e recreativa com o objetivo de proporcionar algum exercício físico aos jovens entre os 6 e os 12 anos, mas também incentivá-los a estilos de vida saudáveis e ao gosto pela bicicleta.
O trajeto era fácil, quando feito com calma, mas como os tempos eram cronometrados a precipitação levou os participantes a sofrerem algumas penalizações. No entanto, a competição não era o que se pretendia, uma vez que todos os participantes receberam as mesmas lembranças, independentemente dos tempos praticados.
O Clube de Ciclismo de Vila Flor tem já alguns anos de história e organiza várias provas e passeios ao longo do ano, em BTT, mas também em estrada. Tem feito algum esforço do sentido de despertar nas crianças e jovens o gosto pela prática de desporto ligado à bicicleta.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 8/26/2011 08:30:00 AM
O trajeto era fácil, quando feito com calma, mas como os tempos eram cronometrados a precipitação levou os participantes a sofrerem algumas penalizações. No entanto, a competição não era o que se pretendia, uma vez que todos os participantes receberam as mesmas lembranças, independentemente dos tempos praticados.
O Clube de Ciclismo de Vila Flor tem já alguns anos de história e organiza várias provas e passeios ao longo do ano, em BTT, mas também em estrada. Tem feito algum esforço do sentido de despertar nas crianças e jovens o gosto pela prática de desporto ligado à bicicleta.
Os participantes não foram muitos, mas os que estiveram fizeram-no com muito prazer e alegria.
Está de parabéns o Clube de Ciclismo de Vila Flor e a organização da IX TerraFlor, uma vez que esta iniciativa se integrou no programa daquele evento, que decorre na Vila até ao dia 26 de Agosto. --
Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 8/26/2011 08:30:00 AM
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
[À Descoberta de Vila Flor] Desolação
Cheguei há poucas horas de um passeio À Descoberta de outras terras. À chegada fui surpreendido por um cenário desolador: uma vasta área das freguesias de Roios, Vilas Boas e Vale Frechoso foi consumida pelo fogo reduzindo a cinza muita vegetação espontânea e algumas árvores de fruto. É também o habitat de numerosas espécies que foi destruído, facilitada a erosão e destruição dos magros solos.
Este Verão está a ser doloroso para Vila Flor no que toca a fogos florestais.
Um bom feriado.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 8/24/2011 08:30:00 AM
Este Verão está a ser doloroso para Vila Flor no que toca a fogos florestais.
Um bom feriado.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 8/24/2011 08:30:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] IX TerraFlor - mais actividades (2)
IX TerraFlor - Agricultura - Comercialização e Estratégias de Mercado, - Programa
Dia 25 de Agosto de 2011, no centro Cultural em Vila Flor, às 14:00 horas.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 8/24/2011 02:02:00 AM
Dia 25 de Agosto de 2011, no centro Cultural em Vila Flor, às 14:00 horas.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 8/24/2011 02:02:00 AM
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Sonhando
Voei em sonho, voei,
Todo feito de reveses,
Nas asas dum sonho -. Sonhei.
- Sonhar é viver mais vezes -
Voei na incerteza de chegar.
Cheguei,
Tão longe, tão longe que cheguei
Até aonde o sonho não cabia,
E a ânsia me bastou.
Voei até aonde a esp'rança é dia!
Que sonho, que doce fantasia,
A dum sonho que eu nunca vi,
Como se a vida fora um sonho,
Todo o sonho que vivi!...
Poema da autoria de Morais Fernandes, do livro Fogo e Lágrimas 2.
Fotografia: jardim à beira da estrada, em Belver.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 8/24/2011 12:07:00 AM
Todo feito de reveses,
Nas asas dum sonho -. Sonhei.
- Sonhar é viver mais vezes -
Voei na incerteza de chegar.
Cheguei,
Tão longe, tão longe que cheguei
Até aonde o sonho não cabia,
E a ânsia me bastou.
Voei até aonde a esp'rança é dia!
Que sonho, que doce fantasia,
A dum sonho que eu nunca vi,
Como se a vida fora um sonho,
Todo o sonho que vivi!...
Poema da autoria de Morais Fernandes, do livro Fogo e Lágrimas 2.
Fotografia: jardim à beira da estrada, em Belver.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 8/24/2011 12:07:00 AM
terça-feira, 23 de agosto de 2011
[À Descoberta de Vila Flor] e de repente é noite (XXXII)
Já ninguém lembra o que sobrou de nós.
E tanto foi, do tamanho dos sonhos.
Já poucos sabem onde ficava a casa.
Os que ainda a recordam, hoje,
chamam-lhe campo-santo ou terra de ninguém.
O sol passa de longe, e mais aviva
as arestas do grito sitiado.
O peso dos destroços avalia-se
com a balança do silêncio.
Resta-nos, em segredo, instalar
o nosso desespero. Dar a sua cor
às aéreas paredes.
A alegria exige múltiplas palavras.
E a nós já nem nos resta um nome completo.
Poemas de João de Sá, do livro "E de repente é noite", 2008.
Fotografia: algures, no Alto da Caroça em Vila Flor.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 8/23/2011 01:07:00 AM
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Zedes - Festas de Sta Bárbara
Nos dias 5, 6 e 7 de Agosto decorreram em Zedes, as tradicionais festas em honra de Stª Barbara. Foram três dias cheios de animação, com o calor a atingir temperaturas que convidavam a não fazer nada. Contrariamente aos dias, as noites estiveram bastante frescas, o que não impediu que o bar fizesse uma boa receita.Estas festas são uma excelente oportunidade de encontro entre as famílias e até entre amigos. Este ano não foi exceção.
A freguesia de Zedes tem, como muitas aldeias do concelho, uma grande comunidade de emigrantes. Os seus locais de trabalho são principalmente a França, Alemanha e Suíça. Apesar da crise, este ano foram muitos os que vieram matar saudade da aldeia, dos familiares e amigos.
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Para além da festa religiosa, concentrada no domingo, e das atividades desportivas, os arraiais nos três dias que durou a festa foram os pontos mais altos. Na sexta-feira o já mais que conhecido em Zedes, Mário Madeira, animou a noite com o seu ritmo acelerado de verão. O frio foi só mais uma motivação para a dança. No Domingo foi a festa religiosa que concentrou as atenções. A procissão, com bastantes andores, deu a tradicional volta à aldeia. A o percurso é longo e são poucos os que a cumprem na integra. Apesar do cansaço, a passagem pelo Vale e pelo Calvário, são momentos únicos, que convém saborear, enquanto duram. À noite ,foi o grupo Sons do Norte que animou a festa. Uns gostaram, outros nem tanto. Acho que há muito pouca diferença entre os grupos. Em três noites diferentes ouviu-se o mesmo ritmo, nas mesmas músicas. Ao fim do terceiro dia já se notava alguma falta de entusiasmo.
Não fiquei até à hora em que a cerveja passaria a ser vendida a metade do preço, mas a coisa prometia. Viveram-se em Zedes grandes momentos de alegria e boa disposição. No que me diz respeito, foi muito bom ter revisto pessoas com quem não falava à muito tempo.
Parabéns à comissão organizadora das festas.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 8/19/2011 08:43:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] IX TerraFlor - mais actividades
IX TerraFlor - Atividades para o dia 19, 20 e 21 de Agosto.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 8/19/2011 08:14:00 AM
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] XVI Feira da Maçã do Vinho e do Azeite
Entre os dias 26 e 28 de Agosto realizar-se-á a XVI Feira da Maçã do Vinho e do Azeite em Carrazeda de Ansiães.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 8/18/2011 11:38:00 PM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 8/18/2011 11:38:00 PM
[À Descoberta de Vila Flor] Romaria de Nossa Senhora da Assunção (15.08.2011)
Desde finais de Junho que se têm vindo a desenvolver variadas atividades no Santuário de Nossa Senhora da Assunção, em Vilas Boas. O calendário ditou que este ano a festa grande, calhasse à segunda feira, dia 15 de Agosto. Mesmo assim, durante os dias anteriores, principalmente Sábado e Domingo o movimento já foi grande, quer em peregrinos quer em festejos.
Quando piso o Cabeço invadem-me muitas emoções que poderia agrupar em três grupos: este morro de grandes romarias faz parte das minhas memórias de infância. Não consigo lembrar as Festas do cabeço da minha infância sem que se me dê um nó na garganta. É um misto de alegria, saudade, cheiros, cores e sons que me fazem viajar para outra dimensão e voltar a ser criança. Acarinho estas recordações porque são de ouro, não voltarão ser uma realidade.
No segundo grupo colocaria aquelas que a festa hoje me transmite. Não há sabor a melão recém comprado, nem recheado cabaz, aberto à sombra, em presença de um grande grupo de familiares. Hoje a Festa do Cabeço é um local de encontro de muitos amigos. A fama desta romaria tráz pessoas de Chaves, Mogadouro, de todos os cantos do nordeste e não só. Já não há carrinhas de caixa aberta carregadas de pessoas e os autocarros são cada vez menos. Os parques de estacionamento continuam a crescer, porque hoje todos vamos à festa em carro próprio. Há muito pó, dificuldades em estacionar, mas pouco importa. O som continua animado e a avenida dos melões está invadida de todo o tipo de comércio, desde os vendedores da banha da cobra, às farturas e cebolas.
No terceiro grupo de emoções, talvez o mais relevante de todos, está a fé. Não sou católico praticante, mas tenho uma filosofia de vida baseada em valores cristãos. Ainda há pessoas que vão ao cabeço pela sua fé na virgem. Não podemos esquecer que no 15 de Agosto se festeja a Assunção de Maria ao céu, em corpo e alma. Este dogma já pouco diz à maior parte das pessoas mas o respeito pelos que acreditam fica bem a qualquer um. A Eucaristia que se celebrou na recém benzida Praça Pio XII foi muito pouco respeitada, mas cada um responde por si. Não posso negar que isso me incomoda.
Para os muitos emigrantes que nos visitaram (falava-se tanto francês como português) são momentos que se vivem em locais assim que temperam um ano longe da sua terra natal. Ninguém ama mais a sua terra do que os que estão longe. Para sentir isso é necessário estar longe. Estou certo que a Romaria de Nossa Senhora da Assunção foi uma festa para recordar. Daqui a muitos anos recordaremos, com saudade, o que vivemos nestes dias, por isso não podemos desperdiçá-los.
Continuação de um bom Verão.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 8/18/2011 06:26:00 PM
Quando piso o Cabeço invadem-me muitas emoções que poderia agrupar em três grupos: este morro de grandes romarias faz parte das minhas memórias de infância. Não consigo lembrar as Festas do cabeço da minha infância sem que se me dê um nó na garganta. É um misto de alegria, saudade, cheiros, cores e sons que me fazem viajar para outra dimensão e voltar a ser criança. Acarinho estas recordações porque são de ouro, não voltarão ser uma realidade.
No segundo grupo colocaria aquelas que a festa hoje me transmite. Não há sabor a melão recém comprado, nem recheado cabaz, aberto à sombra, em presença de um grande grupo de familiares. Hoje a Festa do Cabeço é um local de encontro de muitos amigos. A fama desta romaria tráz pessoas de Chaves, Mogadouro, de todos os cantos do nordeste e não só. Já não há carrinhas de caixa aberta carregadas de pessoas e os autocarros são cada vez menos. Os parques de estacionamento continuam a crescer, porque hoje todos vamos à festa em carro próprio. Há muito pó, dificuldades em estacionar, mas pouco importa. O som continua animado e a avenida dos melões está invadida de todo o tipo de comércio, desde os vendedores da banha da cobra, às farturas e cebolas.
No terceiro grupo de emoções, talvez o mais relevante de todos, está a fé. Não sou católico praticante, mas tenho uma filosofia de vida baseada em valores cristãos. Ainda há pessoas que vão ao cabeço pela sua fé na virgem. Não podemos esquecer que no 15 de Agosto se festeja a Assunção de Maria ao céu, em corpo e alma. Este dogma já pouco diz à maior parte das pessoas mas o respeito pelos que acreditam fica bem a qualquer um. A Eucaristia que se celebrou na recém benzida Praça Pio XII foi muito pouco respeitada, mas cada um responde por si. Não posso negar que isso me incomoda.
Para os muitos emigrantes que nos visitaram (falava-se tanto francês como português) são momentos que se vivem em locais assim que temperam um ano longe da sua terra natal. Ninguém ama mais a sua terra do que os que estão longe. Para sentir isso é necessário estar longe. Estou certo que a Romaria de Nossa Senhora da Assunção foi uma festa para recordar. Daqui a muitos anos recordaremos, com saudade, o que vivemos nestes dias, por isso não podemos desperdiçá-los.
Continuação de um bom Verão.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 8/18/2011 06:26:00 PM
terça-feira, 16 de agosto de 2011
[À Descoberta de Vila Flor] Festival de Folclore em Freixiel
A Localvisão TV - Bragança acompanhou o segundo festival de folclore na aldeia de Freixiel. Os quatro ranchos folclóricos dançaram as tradições, mostraram os trajes e costumes de várias regiões do país.
Também pode ver os vídeos da Localvisão sobre:
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 8/16/2011 01:49:00 PM
domingo, 14 de agosto de 2011
[À Descoberta de Vila Flor] "A Romaria do Cabeço"
No dia 13 de Agosto, pelas 21 horas, no Centro de Visitantes do Santuário de Nossa Senhora da Assunção, em Vilas Boas foi apresentado ao público o livro da autoria, do Padre Joaquim da Assunção Leite, A Romaria do Cabeço, editado pela Câmara Municipal.
Trata-se de um livro que junta a história com alguma ficção, mas que ilustra o que foram as romarias ao cabeço do santuários mas décadas de cinquenta, sessenta e setenta, do século passado. Começa por fazer uma abordagem da história do cabeço onde está erigido o Santuário de Nossa Senhora da Assunção, ilustrando depois os ambientes que se viviam no percurso para a romaria, no decorrer desta, e no regresso a casa. A linguagem utilizada é a da época, com expressões muito características já muito pouco usadas e quase nunca escritas. Mais para o final do livro são abordados alguns temas teológicos.
Usaram da palavra o Dr. Pimentel, Presidente da Câmara, o Prof. Abílio Evaristo, Presidente da Junta de Freguesia de Vilas Boas, o Pe. Jorge Delfim, reitor do Santuário, Pe Maia e o autor, Pe Leite. Nas várias intervenções foi realçado o testemunho de vida do Sr. Padre Leite e a importância do livro A Romaria do Cabeço para a história do Santuário.
O Sr. Padre Leite referiu-se ao seu livro como se de "um filho" se tratasse; das dificuldades encontradas e dos desânimos, mas também das colaborações e dos apoios: a Desteque vai suportar a edição da obra.
Ofereceu três exemplares, simbolicamente: uma a Vila Flor, outro à sua terra e à sua gente (de Lodões) e o terceiro ao Santuário. Não foram apresentados mais livros, nem para aquisição, mas estarão disponíveis nos próximos dias, nas festas do Cabeço.
Para terminar a cerimónia, o Grupo Coral de Vilas Boas em conjunto com o Grupo Coral da Igreja Matriz de Vila Flor, interpretaram algumas das quadras que os romeiros entoavam.
Ó senhora d' Assenção,
Qu'estais lá no Cabecinho,
Botai a bossa benção
A quem bai cá no caminho.
Ó Senhora d'Assenção,
Mandai barrer as areias.
Já lá rompi os sapatos
Num quero romper as meias.
Ó Senhora d'Assenção,
O Vosso Cabeço cai…
Mandai-o alevantar
Com a gente que aqui vai
O Centro de Visitantes esteve cheio, com mais de meia centena de pessoas, e em todo o Santuário a animação já era muita.
--
Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 8/14/2011 09:30:00 AM
Trata-se de um livro que junta a história com alguma ficção, mas que ilustra o que foram as romarias ao cabeço do santuários mas décadas de cinquenta, sessenta e setenta, do século passado. Começa por fazer uma abordagem da história do cabeço onde está erigido o Santuário de Nossa Senhora da Assunção, ilustrando depois os ambientes que se viviam no percurso para a romaria, no decorrer desta, e no regresso a casa. A linguagem utilizada é a da época, com expressões muito características já muito pouco usadas e quase nunca escritas. Mais para o final do livro são abordados alguns temas teológicos.
Usaram da palavra o Dr. Pimentel, Presidente da Câmara, o Prof. Abílio Evaristo, Presidente da Junta de Freguesia de Vilas Boas, o Pe. Jorge Delfim, reitor do Santuário, Pe Maia e o autor, Pe Leite. Nas várias intervenções foi realçado o testemunho de vida do Sr. Padre Leite e a importância do livro A Romaria do Cabeço para a história do Santuário.
O Sr. Padre Leite referiu-se ao seu livro como se de "um filho" se tratasse; das dificuldades encontradas e dos desânimos, mas também das colaborações e dos apoios: a Desteque vai suportar a edição da obra.
Ofereceu três exemplares, simbolicamente: uma a Vila Flor, outro à sua terra e à sua gente (de Lodões) e o terceiro ao Santuário. Não foram apresentados mais livros, nem para aquisição, mas estarão disponíveis nos próximos dias, nas festas do Cabeço.
Para terminar a cerimónia, o Grupo Coral de Vilas Boas em conjunto com o Grupo Coral da Igreja Matriz de Vila Flor, interpretaram algumas das quadras que os romeiros entoavam.
Ó senhora d' Assenção,
Qu'estais lá no Cabecinho,
Botai a bossa benção
A quem bai cá no caminho.
Ó Senhora d'Assenção,
Mandai barrer as areias.
Já lá rompi os sapatos
Num quero romper as meias.
Ó Senhora d'Assenção,
O Vosso Cabeço cai…
Mandai-o alevantar
Com a gente que aqui vai
O Centro de Visitantes esteve cheio, com mais de meia centena de pessoas, e em todo o Santuário a animação já era muita.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 8/14/2011 09:30:00 AM
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