Mais um bonito pormenor de um portão em ferro forjado, desta vez em Ribalonga. Estes bonitos trabalhos aparecem, quase sempre, em casas em ruínas, ou abandonadas. É pena não se valorizem estes trabalhos quer em ferro, quer em granito e se construa cada vez mais de forma incaracterística, sem identidade e sem alma. Quem despreza o seu passado, não está preparado para o futuro (porque em breve também será passado!).
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 11/28/2011 11:30:00 AM
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
[À Descoberta de Vila Flor] Paisagens imaginárias
Não se trata de uma imagem imaginária, mas sim uma amostra do passado e que muitos ainda têm na memória. Trata-se da zona pertencente à freguesia de Vilas Boas, com os terrenos da Quinta da Veiguinha e algumas casa de Meireles. Ao fundo, no meio da neblina está o Cachão e Frechas. Esta zona ardeu no Verão passado e eu que por aqui passei imensas vezes, fico triste com a imagem que agora apresenta. Esperamos que na próxima primavera tudo comece a ganhar de novo vida.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/28/2011 08:03:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/28/2011 08:03:00 AM
domingo, 27 de novembro de 2011
[À Descoberta de Mogadouro] Vila de Ala (I)
Já algum tempo que pretendia mostrar algumas fotografias que tirei na minha longa visita a Vila de Ala, mas a oportunidade não surgiu. Esta vai ser a primeira. Publiquei-a no Flick já faz algum tempo e posso dizer que teve bastante sucesso. Espero que gostem.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Mogadouro a 11/27/2011 03:05:00 PM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Mogadouro a 11/27/2011 03:05:00 PM
[À Descoberta de Miranda do Douro] Contemplação (II)
Recordar uma passagem por Pena Branca, há alguns anos atrás.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Miranda do Douro a 11/27/2011 11:43:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Miranda do Douro a 11/27/2011 11:43:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] Medronhos
Os medronhos abundam em grande parte do concelho. Nesta altura do ano são a delícia da passarada, já que os humanos não lhe ligam muita importância. Para quem goste de coisas doces, licor de medronho é muito bom.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/27/2011 08:50:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/27/2011 08:50:00 AM
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] "Conversa" entre amigos
O cão não teve um dia fácil, embora se critique a vida de cão. Teve a tenção que merecia, como se fosse humano. Esta foi uma das cenas que presenciei em Misquel, quando visitei este povoada há alguns meses atrás.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 11/27/2011 01:57:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 11/27/2011 01:57:00 AM
sábado, 26 de novembro de 2011
[À Descoberta de Chaves] Cores de Outono (I)
As cores do Outono no Jardim do Taboado, em Chaves.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Chaves a 11/26/2011 01:42:00 PM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Chaves a 11/26/2011 01:42:00 PM
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
[À Descoberta de Chaves] Pedra Bulideira
Já tinha ouvido falar desta pedra bulideira (ou bolideira, como a placa indica), mas nunca a tinha visto pessoalmente. Foi só à terceira passagem junto dela que me apercebi da sua localização, aliás não é difícil, uma vez que a mesma se encontra junto à povoação de nome Bolideira (freguesia de Bobadela).
Por bem esforço que fizesse não a consegui fazer mexer. Pelos vistos não é para qualquer um, uma vez que a força tem que ser aplicada num sítio específico, que poucos conhecem.
Quando voltar a passar por lá, se estiver bem alimentado, talvez consiga melhores resultados.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Chaves a 11/25/2011 05:14:00 AM
Por bem esforço que fizesse não a consegui fazer mexer. Pelos vistos não é para qualquer um, uma vez que a força tem que ser aplicada num sítio específico, que poucos conhecem.
Quando voltar a passar por lá, se estiver bem alimentado, talvez consiga melhores resultados.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Chaves a 11/25/2011 05:14:00 AM
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
[À Descoberta de Vila Flor] Encontros com a História - 2
Uma imagem vale mais de que mil palavras é o que me ocorre quando vejo registos como este que hoje partilho. Trata-se de uma fotografia restaurada digitalmente a partir do original existente no Museu Berta Cabral, em Vila Flor.
A fotografia representa a Praça da República, em dia de feira. É uma imagem para ser olhada demoradamente. Há muita coisa diferente, mas também há algumas características que ainda hoje se mantêm.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/24/2011 08:42:00 AM
A fotografia representa a Praça da República, em dia de feira. É uma imagem para ser olhada demoradamente. Há muita coisa diferente, mas também há algumas características que ainda hoje se mantêm.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/24/2011 08:42:00 AM
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Molhar da giesta
31 «Por muito anos e bôs» se cantam as janeiras pelas balcoadas e escaleiras, em cantares muito antigos e arrastados, pedindo à senhora da casa que do seu banco de cortiça lhes dê um salpicão ou uma chouriça. Esta usança teve origem nas festas saturnais celebradas pelos romanos em honra de Saturno.
No dia um de Novembro fumegam as castinceiras. É o tradicional dia dos magustos. A castanha, de cuja farinha os primeiros se alimentavam, salta das brasas, sofregamente disputada. O ingénuo e, geralmente, o mais novo, ia procurar, a mandado dos outros, uma giesta molhada para apagar a fogueira. Quando regressava, as castanhas já tinham sido devoradas. Era o «molhar da giesta».
Fonte do texto: Carrazeda de Ansiães e o seu termo; José Aguiar, 1980. Edição da Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 11/23/2011 09:33:00 PM
No dia um de Novembro fumegam as castinceiras. É o tradicional dia dos magustos. A castanha, de cuja farinha os primeiros se alimentavam, salta das brasas, sofregamente disputada. O ingénuo e, geralmente, o mais novo, ia procurar, a mandado dos outros, uma giesta molhada para apagar a fogueira. Quando regressava, as castanhas já tinham sido devoradas. Era o «molhar da giesta».
Fonte do texto: Carrazeda de Ansiães e o seu termo; José Aguiar, 1980. Edição da Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 11/23/2011 09:33:00 PM
[À Descoberta de Miranda do Douro] de volta aos caminhos do planalto
06-11-2011
A caminho de Vale de Águia.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Miranda do Douro a 11/23/2011 11:01:00 AM
A caminho de Vale de Águia.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Miranda do Douro a 11/23/2011 11:01:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] e de repente é noite (XLIV)
Ergue as palmas de um saber feito
de resíduos de inimagináveis séculos
a este séquito de dúvidas.
Mas continua atenta aos queixumes dos choupos,
sinais da tragédia da água
a querer tornar-se seiva.
Sustenta nossas ténues certezas
com os fios do êxtase das rosas.
Não pertencemos àqueles a quem mais damos,
como os frutos silvestres.
Medem-se as oferendas pelos segredos
que revestem, não pelo que, aos sentidos,
em nudez entregam.
Cada coisa tem uma medida que completa,
perto ou longe,
o seu invisível contrário.
Poemas do Dr. João de Sá, retirada do livro "E de repente é noite". Edição do autor; 2008.
Fotografia: frutos silvestres em carvalhos; Roios.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/23/2011 08:26:00 AM
de resíduos de inimagináveis séculos
a este séquito de dúvidas.
Mas continua atenta aos queixumes dos choupos,
sinais da tragédia da água
a querer tornar-se seiva.
Sustenta nossas ténues certezas
com os fios do êxtase das rosas.
Não pertencemos àqueles a quem mais damos,
como os frutos silvestres.
Medem-se as oferendas pelos segredos
que revestem, não pelo que, aos sentidos,
em nudez entregam.
Cada coisa tem uma medida que completa,
perto ou longe,
o seu invisível contrário.
Poemas do Dr. João de Sá, retirada do livro "E de repente é noite". Edição do autor; 2008.
Fotografia: frutos silvestres em carvalhos; Roios.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/23/2011 08:26:00 AM
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