quarta-feira, 30 de novembro de 2011

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Cruzeiro

Cruzeiro em Seixo de Ansiães, à saída para Beira Grande.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 11/30/2011 11:30:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Minha Terra é Vila Flor


I
Minha Terra é Vila Flor
Terra da minha paixão
Vá p'ra onde for
Levo-a sempre no coração.

II
És uma vila muito bela
O teu nome o indica
Chamo-te Vila Flor
O nome que bem te fica.

III
Continuas esquecida
Nesta beleza natural
És a vila mais bonita
És a vila mais bonita
Das vilas de Portugal.

Canção da autoria  mestre da Banda de Vila Flor, de nome Ribeiro, residente em Mirandela (Agosto de 1985).
Fotografia: Vila Flor 26-11-2011

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/30/2011 07:50:00 AM

terça-feira, 29 de novembro de 2011

[À Descoberta de Chaves] Natureza Morta I

Natureza morta com hortências e pêras e maçãs.
Travancas.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Chaves a 11/29/2011 05:22:00 PM

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Entre duas Metas

Fui criança,
A tudo afeito;
Envolto na dança,
Saltava, brincava,
- Tudo a eito!
Livre como era,
Colorida Primavera.
- Cresci, fui gente, -
Envelheci.
E, de repente,
Olhei-me ao espelho,
- Nada do que vi, -
Antes um velho
Que não reconheci.
Meditei...
- Como quem vê o fim. -
Orei.
Braços cruzados, em mim,
Fiquei.. .
Ponto Final, - Sol posto, -
Profundos sulcos dourados,
Espinhos cravados no rosto;
Na alma, cilícios gravados.
Ponto final, - a Meta. -
No peito, o silêncio aperta!...
Agora, ó terra amada,
- Já meus anos volvidos, -
Rói meus ossos bem roídos!...
E, se um dia eu voltar,
De novo, à vida, ao nada;
Fecha-me a porta bem fechada!...

Poema da autoria de Morais Fernandes, do livro Fogo e Lágrimas 2.
Fotografia: Capela, em Felgueira, freguesia de Pinhal do Norte.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 11/29/2011 11:00:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] No Jardim da Saudade (1/2)

Já rolam os ventos brandos do Outono pela Natureza sonolenta além. Descem aos vales, perseguindo os ribeirinhos, brincando com os salpicos irisados de
pequenas cachoeiras, penetrando as frinchas das azenhas, que recomeçaram o trabalho de moer pão e de bucolizar os quadros campestres no chiar mansinho dos rodízios; e abanam as copas desfalcadas dos choupos das margens desprendendo-lhes as folhas, agora uma, logo outra, mais outra, e mais... e mais... que vão caindo, esmaecidas, mortas, nas ondulações da corrente, como lágrimas num rosto, a deslizar suavemente; ou poisando em espasmos nos tapetes relvados, esboços dos novos prados para os cordeirinhos pastarem plas tardinhas.
Correm as encostas como um sopro fugidio, arejando a terra revolvida pelas charruas do lavrador, que a prepararam para a sementeira do centeio, seguidas por bandos de contentes alvéloas, que empinam o rabo ao vento, enquanto debicam os vermezitos que a relha traz à tona.
Embalam os sinos das igrejinhas modestas, dispersas pelos povoados das quebradas, tomando-lhes as badaladas plangentes, escoadas nos crespúculos pelas veigas fora, até aos ouvidos dos trabalhadores da terra, que se descobrem, se inclinam e se edificam na oração das Ave-Marias.

Texto: Excerto do livro Paisagens do Norte, de Cabral Adão.
Fotografia: Por detrás da Serra (Roios)

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/29/2011 07:51:00 AM

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

[À Descoberta de Alfândega da Fé] Chegar a Alfândega da Fé

Esta é uma das entradas em Alfândega da Fé. Pode não ser a mais vistoso, nem a mais conhecida, mas é, como esta fotografia editada documenta, cheia de romantismo e beleza.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Alfândega da Fé a 11/28/2011 03:04:00 PM

[A Linha é Tua] Pelo Caminho-de-Ferro em Portugal


Pelo Caminho-de-Ferro em Portugal

O MCLT – Movimento Cívico pela Linha do Tua, e o MCLC – Movimento Cívico pela Linha do Corgo, irão organizar duas manifestações, no âmbito de uma série de eventos dedicados aos Vales Durienses Ameaçados.
O MCLT organizará uma manifestação com percurso entre o Centro Cultural de Mirandela e a estação de caminhos-de-ferro de Mirandela, onde convidamos cada participante a acender uma vela para depositá-la depois no cais de embarque da estação de 124 anos. Esta manifestação está marcada para as 16h30 do dia 1 de Dezembro próximo, e tem como principais objectivos não só despertar as consciências – sobretudo as que povoam o Governo em Lisboa – para a situação actual da Linha do Tua e a sua importância para o futuro da região, mas também para os factos e números que envolvem a construção da barragem do Tua.
O MCLC organizará um dia de aproximação à Linha do Corgo, que culminará na concentração no largo da estação da Régua, tendo como objectivo também chamar a atenção da sociedade civil para a situação actual da Linha do Corgo, e o seu potencial de desenvolvimento. A concentração está marcada para as 15h00 do dia 4 de Dezembro próximo.
Apesar de ambas as iniciativas apresentarem objectivos bem localizados, o convite estende-se a todas as associações, movimentos cívicos e cidadãos de todo o país, que lutam pelo caminho-de-ferro em diversas vertentes, desde a Linha do Minho à do Douro, do Ramal da Lousã e da Linha do Vouga à Linha do Oeste, e do Ramal de Cáceres e da Linha do Leste às Linhas do Sueste e Algarve.
Trinta anos de políticas desastrosas para o caminho-de-ferro em Portugal levaram-nos à miserável condição de único país da Europa Ocidental a perder passageiros na ferrovia, e agora o Plano Estratégico dos Transportes está a tentar ditar o encerramento de vias-férreas que no seu conjunto não representam sequer 3% dos prejuízos da CP, perpetuando uma farsa que lentamente levou o país a uma perigosíssima dependência das estradas.
BASTA! Esta situação é insustentável, e a má gestão sistemática de sucessivas tutelas e Conselhos de Administração da CP e da REFER não poderá passar incólume e remediada com mais encerramentos de troços ferroviários e perda de horários e outros serviços, com importância económico-social fundamental para o bem-estar da sociedade.

Pelo Caminho-de-Ferro em Portugal!
 Vila Real, 27 de Novembro de 2011

Fonte: MCLT

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Publicada por Anibal G. em A Linha é Tua a 11/28/2011 03:35:00 PM

[A Linha é Tua] Quilómetro 14º

A Linha do Tua, pouco depois da passagem por Santa Luzia. Neste local ouve uma derrocada (entre muitas outras), já há mais de uma ano. Está tudo ao abandono.

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Publicada por Anibal G. em A Linha é Tua a 11/28/2011 12:56:00 PM

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Detalhes em Ferro (4)

Mais um bonito pormenor de um portão em ferro forjado, desta vez em Ribalonga. Estes bonitos trabalhos aparecem, quase sempre, em casas em ruínas, ou abandonadas. É pena não se valorizem estes trabalhos quer em ferro, quer em granito e se construa cada vez mais de forma incaracterística, sem identidade e sem alma. Quem despreza o seu passado, não está preparado para o futuro (porque em breve também será passado!).

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 11/28/2011 11:30:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Paisagens imaginárias

Não se trata de uma imagem imaginária, mas sim uma amostra do passado e que muitos ainda têm na memória. Trata-se da zona pertencente à freguesia de Vilas Boas, com os terrenos da Quinta da Veiguinha e algumas casa de Meireles. Ao fundo, no meio da neblina está o Cachão e Frechas. Esta zona ardeu no Verão passado e eu que por aqui passei imensas vezes, fico triste com a imagem que agora apresenta. Esperamos que na próxima primavera tudo comece a ganhar de novo vida.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 11/28/2011 08:03:00 AM

domingo, 27 de novembro de 2011

[À Descoberta de Mogadouro] Vila de Ala (I)

Já algum tempo que pretendia mostrar algumas fotografias que tirei na minha longa visita a Vila de Ala, mas a oportunidade não surgiu. Esta vai ser a primeira. Publiquei-a no Flick já faz algum tempo e posso dizer que teve bastante sucesso. Espero que gostem.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Mogadouro a 11/27/2011 03:05:00 PM

[À Descoberta de Miranda do Douro] Contemplação (II)

Recordar uma passagem por Pena Branca, há alguns anos atrás.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Miranda do Douro a 11/27/2011 11:43:00 AM