terça-feira, 13 de dezembro de 2011

[À Descoberta de Vila Flor] Cores do Outono (II)

Atrás da serra, num encontro secreto com a a natureza.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/13/2011 07:29:00 AM

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

[À Descoberta de Mogadouro] Igreja do Azinhoso

Igreja do Azinhoso, uma das pérolas do concelho de Mogadouro.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Mogadouro a 12/12/2011 05:28:00 PM

[À Descoberta de Torre de Moncorvo] Antes que a beleza se apague

Antes que a beleza se apague ... rio Sabor, perto de Cilhades (Felgar).

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 12/12/2011 03:24:00 PM

[À Descoberta de Miranda do Douro] Outono

Coisas simples... perto de Pena Branca.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Miranda do Douro a 12/12/2011 02:19:00 PM

[À Descoberta de Chaves] Cores de Outono (II)

As cores do Outono no Jardim do Tabuado, em Chaves.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Chaves a 12/12/2011 12:14:00 PM

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Castanheiros

Há alguns dias atrás, em Fontelonga.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 12/12/2011 10:09:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Parque de Campismo

Já há algum tempo que ando com vontade de ir visitar o Parque de Campismo para ver o outono das diferentes árvores que o integram. Ainda não foi possível. A imagem de hoje já é de anos anteriores.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/12/2011 06:55:00 AM

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Presépio Vivo

O Curso de Técnico/a de Informação e Animação Turística, da Escola profissional de Ansiães, vai organizar a apresentação de um Presépio Vivo, dia 20 de Dezembro às 10 horas, na zona envolvente da feira.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 12/09/2011 06:42:00 PM

[A Linha é Tua] Requiem pelo Vale do Tua

Música de Chico Gouveia
Chico Gouveia (guitarra portuguesa)
José Neves (guitarra clássica)

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Publicada por Anibal G. em A Linha é Tua a 12/09/2011 06:28:00 PM

[À Descoberta de Vila Flor] Freguesia Mistério n.º53

Durante o mês de Outubro este a votos a Freguesia Mistério n.º 52. Procurei um imagem simples de identificar, com uma aldeia quase completa, mas a participação não foi a esperada. Foram 8 os palpites aceites e, desta vez, a tendência inclinou-se para a resposta certa. Quando coloquei a fotografia online formulei a pergunta de uma forma, mais tarde, reformulei-a, porque me apercebi que não permitia uma resposta direta.
Os palpites ficaram distribuídos desta forma:
Roios (1) 13%
Seixos de Manhoses (1) 13%
Trindade (5) 63%
Valtorno (1) 13%
A resposta certa era Trindade. A fotografia mostra uma vista parcial da aldeia de Macedinho, pertencente à freguesia da Trindade. Como Macedinho não é freguesia, não fazia parte das possibilidades de resposta. Havia esta dificuldade extra, que era a de saber que Macedinho pertence à freguesia da Trindade, mas já havia no blogue várias fotografias muito parecidas. Do local de onde foi tirada a fotografia têm-se uma excelente visão, quer para a aldeia, quer em direção ao concelho de Mirandela. Só é acessível a pé ou num veículo todo-o-terreno.
Para o mês seguinte escolhi a fotografia de uma imagem do Sagrado Coração de Jesus. É uma estátua, com uma dimensão bastante considerável, junto de uma estrada com bastante movimento. Resta saber se as pessoas estão atentas ao que as rodeia, quando passam na estrada.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/09/2011 06:41:00 AM

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

[À Descoberta de Vila Flor] A forja

O ruído da oficina cresce. A vila está sob uma furiosa tempestade de neve e os homens desocupados vêm meter-se na forja. Está calor, dentro das paredes de madeira. Mário deita mais uma pá de carvão e aviva o fogo com a escopeta.
- Sei fazer isto - diz, tossindo. É um velho marinheiro que estoirou os pulmões a provar que era capaz de ficar tempo imenso debaixo da água, nos poços. Vem de casa, na curva do Moutinho, até à oficina. Entra na forja e toma conta do fole. Tem setenta anos e só espera um caldo e mais qualquer coisa, à hora do almoço. Substitui Francisco, que aproveita para ir estudar. O martelo de forjar continua a dança, no fino som do cavalete. O malho entra, Eduardo sabe como há-de acompanhar o mestre. Este canta. Está ali para dirigir o trabalho e tudo corre bem. Portanto canta, durante a manhã de neve violenta. Os homens acumulam-se à porta, são agora quatro, e olham gulosos para o lugar que o velho Marinheiro ocupa. Este não dá descanso ao pau do fole, que sobe e desce com rapidez estonteante. O ferro aquece,
quando sai do fogo da forja parece ir desfazer-se.
- Mais devagar - diz o mestre -, senão, não acompanhamos o ritmo.
Marinheiro deixa descer o fole, uma massa de couro e madeira, tudo preto do pó do carvão, atrás da parede da forja e do fogo.
Mestre usa a talhadeira e os ponteiros, faz os cortes e os buracos devidos. Eduardo aprende e olha para longe, para o céu escuro e brutal, sem ver a tempestade que se abate. É apenas o desenho do sonho, o romance que se escreve lá longe, algures, num mundo de mais sofrimento e dor.
Mas os homens, cá fora, não entendem o seu olhar. Nem o adivinham. Sabem apenas que o mau tempo torna mais difícil ganharem a jeira. O dia está perdido, a somar-se a outros. Nem se atrevem a regressar a casa, ao fundo da vila, à Portela grande,
de ruas estreitas e calor nas vozes das mulheres que gritam, já não às crianças, mas ao seu desespero duradouro. É isso que Eduardo entende, finalmente, cá de longe, quando escreve cartas ao filho e volta a memorizar o passado, esse doce regresso de uma noite à porta de casa, quando as mulheres inventavam histórias para as crianças, até elas adormecerem e deixarem de ter medo do escuro.

Extrato do Livro Mulher desaparecida a Sul, da autoria de Modesto Navarro. Este romance foi publicado em 2008, pela Edições Cosmos.
A fotografia da forja é em Pinhal do Norte, concelho de Carrazeda de Ansiães.
A da Travessa da Portela é na Portela, em Vila Flor.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 12/08/2011 07:35:00 AM