Esta fotografia, e muitas outras no mesmo género, captei-as teias em Besteiros, numa das minhas deslocações À Descoberta de Seixo de Ansiães.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 1/27/2012 10:54:00 AM
Concelho:
| Carrazeda de Ansiães | Vila Flor | Miranda do Douro | Mogadouro | Torre de Moncorvo | Freixo de E.C. | Alfândega da Fé | |
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
[À Descoberta de Vila Flor] Capela de Sto António (Ribeirinha)
Pormenor da sineira da capela de Santo António, na Ribeirinha.
Fotografias da capela: interior - interior - exterior - exterior.
Tudo sobre a Ribeirinha.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 1/27/2012 07:04:00 AM
Fotografias da capela: interior - interior - exterior - exterior.
Tudo sobre a Ribeirinha.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 1/27/2012 07:04:00 AM
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
[A Linha é Tua] O que diz a comunicação social - Jan2012
- 26.01.2012 - Expresso - Três mortos em acidente na barragem do Tua
- 26.01.2012 - Público - Normas de segurança estavam a ser "cumpridas" na obra da barragem
- 26.01.2012 - Público - Derrocada matou três operários na obra da barragem de Foz Tua
- 26.01.2012 - RTP - Acidente na barragem de Foz Tua faz três mortos
- 26.01.2012 - SIC Notícias - Três mortos em acidente nas obras na barragem do Tua
- 26.01.2012 - DN - Foz Tua vai acentuar desertificação
- 26.01.2012 - DN - EDP abre inquérito a acidente
- 26.01.2012 - DN - Barragem de 300 milhões de euros
- 26.01.2012 - DN - Vítimas eram de Alijó, Armamar e Cabeceiras de Basto
- 26.01.2012 - DN - Os Verdes pedem "suspensão imediata" da construção da barragem após a morte de três trabalhadores
- 26.01.2012 - DN - Vídeo com imagens aéreas do local do acidente
- 26.01.2012 - Público - Linha do Tua: CP sonegou dados pedidos pelo Parlamento, acusa relator
- 26.01.2012 - JN - Parlamento debate petição pela reabilitação da Linha do Tua
- 26.01.2012 - DN - Os Verdes pedem "suspensão imediata" da construção da barragem após a morte de três trabalhadores
- 24.01.2012 - PTJornal - Cidadãos entregam petição na AR para preservar Linha do Tua
- 19.01.2012 - PTJornal - Ferrovia do rio Tua em debate no Parlamento
- 03.01.2012 - PTJornal - BE acusa Governo de pôr em causa futuro dos transmontanos
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Publicada por Anibal G. em A Linha é Tua a 1/26/2012 11:30:00 PM
[A Linha é Tua] Acidente na barragem do Tua faz três mortos
Três trabalhadores morreram esta quinta-feira soterrados, na sequência de um acidente ocorrido nas obras da barragem da Foz do Tua.
Na origem do acidente terá estado um aluimento de terras no local onde decorriam as obras, que terá levado à queda de uma máquina.
O número de vítimas mortais foi entretanto confirmado à Sic Notícias pelo vice-presidente da câmara de Alijó, Adérito Figueira.
O mesmo responsável não adiantou as razões que motivaram o acidente, por serem ainda escassas as informações, mas disse que não deverão existir mais vítimas a lamentar entre os trabalhadores.
Notícia atualizada às 15.10 horas
Fonte: A Bola.pt
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Publicada por Anibal G. em A Linha é Tua a 1/26/2012 11:00:00 PM
[À Descoberta de Vila Flor] Caprichos da natureza
Rochedo, perto da aldeia do Vieiro, fotografado na caminhada realizada à Ribeirinha em Outubro de 2011.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 1/26/2012 07:30:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 1/26/2012 07:30:00 AM
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Contrastes
Pormenor numa casa em Codeçais.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 1/26/2012 10:40:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 1/26/2012 10:40:00 AM
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
[A Linha é Tua] Tragédia de Ribadelago em exposição em Foz Côa
A exposição "Ribadelago, a morte de uma aldeia" estará patente de 22 de Janeiro a 19 de Fevereiro, em Vila Nova de Foz Côa.
Ribadelago, aldeia da comarca de Sanábria (vizinha do concelho de Bragança), fundada na Alta Idade Média próximo do belo lago glaciar, desapareceu do mapa numa madrugada do mês de Janeiro de 1959, arrastada por uma tromba de água proveniente do rebentamento do paredão da barragem hidroeléctrica de Vega de Tera, inaugurada cerca de 3 anos antes.
Na tragédia, pereceram 144 dos seus 549 habitantes - dos quais somente se recuperaram 28 cadáveres -, 60% das casas foram arrasadas e morreram 1.500 animais.
Foi a aldeia reconstruida, num outro local, a que o ditador Franco chamou "Ribadelago de Franco", hoje "Ribadelago Nuevo".
Esta exposição pretende homenagear as vítimas dessa tragédia e contribuir para não deixar cair no esquecimento, a dívida que o povo de Espanha tem para com estes sanabreses, nossos vizinhos raianos e irmãos no infortúnio, num momento em que o Douro Transmontano é alvo da soberba humana na questão do PNBEPH.
Autor: Asociación Hijos de Ribadelago
Local: Sala de Exposições
Organização: Fozcôactiva, E.E.M
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Publicada por Anibal G. em A Linha é Tua a 1/24/2012 11:00:00 AM
Ribadelago, aldeia da comarca de Sanábria (vizinha do concelho de Bragança), fundada na Alta Idade Média próximo do belo lago glaciar, desapareceu do mapa numa madrugada do mês de Janeiro de 1959, arrastada por uma tromba de água proveniente do rebentamento do paredão da barragem hidroeléctrica de Vega de Tera, inaugurada cerca de 3 anos antes.
Na tragédia, pereceram 144 dos seus 549 habitantes - dos quais somente se recuperaram 28 cadáveres -, 60% das casas foram arrasadas e morreram 1.500 animais.
Foi a aldeia reconstruida, num outro local, a que o ditador Franco chamou "Ribadelago de Franco", hoje "Ribadelago Nuevo".
Esta exposição pretende homenagear as vítimas dessa tragédia e contribuir para não deixar cair no esquecimento, a dívida que o povo de Espanha tem para com estes sanabreses, nossos vizinhos raianos e irmãos no infortúnio, num momento em que o Douro Transmontano é alvo da soberba humana na questão do PNBEPH.
Autor: Asociación Hijos de Ribadelago
Local: Sala de Exposições
Organização: Fozcôactiva, E.E.M
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Publicada por Anibal G. em A Linha é Tua a 1/24/2012 11:00:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] Peregrinações - Capela de São Gregório (Valbom)
No mês de Outubro aconteceu mais uma longa caminhada, que teve como destino a aldeia de Valbom, num dos pontos do concelho mais afastados de Vila Flor, no sopé da serra de Bornes. Tratou-se de um verdadeiro desafio. Este trajeto já tinha sido tentado uma vez, mas não foi concluído, terminando a viagem em Benlhevai, por falta de tempo.
A partida aconteceu bem cedo, e valeu a pena. Quando o sol surgiu lá para os lados do Felgar (Torre de Moncorvo) o céu cobrou-se de um rosa muito invulgar. Nunca tinha visto o céu com semelhante tonalidade.
A avenida andava em obras e o IC5 ainda não tinha sido concluída. Decidimos ir pela estrada até Roios, com a intenção de variarmos o percurso, mas também o de observarmos as obras de mais perto.
As obras da estrada podem ser vistas de várias maneiras; com admiração pela obra realizada; com expectativa com o hipotético desenvolvimento que vão trazer ou pela destruição que causam e o seu impacto na natureza. A caminho de Roios impressionou-me mais a destruição.
A passagem por Roios, Vale Frechoso e Benlhevai foi o mais rápida possível. Todos os caminhos já foram anteriormente percorridos noutras "Peregrinações". O tempo estava ameno e havia pessoas a trabalharem nos campos. Estávamos na altura das castanhas, mas a o ano não foi benéfico e as poucas que havia eram de muito má qualidade. Há castanheiros espalhados por quase todas as aldeias das zonas mais frias do concelho, mas creio que deve ser ao longo desta linha que seguimos que há mais, principalmente em Roios e Benlhevai.
Já há algumas pessoas que estão habituadas à nossa passagem. Quando as encontramos não podemos evitar alguns momentos de conversa, mas sempre a olhar para o relógio, para não se desperdiçar muito tempo.
Depois de passarmos sobre o IP2 (entre Benlhevai e Trindade) entrámos num percurso realmente novo. Os últimos quilómetros até Valbom nunca foram percorridos a pé e foi mesmo uma novidade fazê-los. A paisagem para o vale da Vilariça é sempre digna de se admirar. Neste pouco, quase no início do vale, avista-se a barragem da Burga e a freguesia de Vilares da Vilariça, já pertencente a Alfândega da Fé.
Valbom é uma aldeia bastante pequena pertencente à freguesia da Trindade. Já a visitei várias vezes anteriormente, mas tem a desvantagem de estar num extremo e por isso não é local de passagem para outras caminhadas.
Já chegámos a Valbom ao início da tarde. Mesmo com a preocupação de não perder tempo, a distância é muita, e o percurso não é propriamente plano.
Conseguimos que alguém nos mostrasse a pequena capela de S. Gregório. Apesar de pequena está muito bem arranjada e é bastante bonita. O último restauro aconteceu em 2008. A simplicidade das linhas da capela são compensadas pela beleza do seu interior e pelas imagens interessantes que apresenta. Todas as imagens estão restauradas. A mais curiosa, e já falei dela em visitas anteriores é a de Nossa Senhora do Parto.
No passado existia grande devoção a esta Nossa Senhora, por parte das grávidas em final de gestação e por parte dos familiares das mesmas. Faziam-se promessas para que no momento do parto tudo corresse bem e, pouco tempo depois do nascimento a promessa tinha que ser paga. Por vezes eram os familiares que se dirigiam à pequena capela para pagamento da promessa. Com a diminuição dos partos e também com a sua realização em unidades hospitalares este ritual foi-se perdendo.
Curioso é também o facto de existir na sacristia uma imagem de Santa Filomena. A iconografia não deixa lugar para dúvidas; tem uma âncora, uma palma e algumas flechas. Esta imagem não está restaurada, como as restantes e ocupa um lugar afastado do centro de culto. Tal facto pode dever-se às dúvidas que se levantaram há mais de cem anos sobre a sua santidade. Tendo vivido supostamente no séc. III, só no séc. XVIII é que a igreja lhe começou a prestar culto, em Itália. Apesar de o culto a Santa Filomena se ter difundido ao longo de muitos anos, a sua santidade, e mesmo a sua existência, são questionadas.
Terminada a visita à capela, pouco mais havia a fazer. Enquanto esperámos pelo transporte para casa ainda fizemos uma visita à fonte de Almoinha, que é um local interessante da aldeia, quer e pela fonte em si, quer pelo espaço circundante. É um local muito agradável, principalmente no verão.
Percurso:
Dintância: 18,37 km
Diferenças de Altitudes: 301 Metros (Altitude desde 380 Metros para 681 Metros )
Subida acumulada: 522 Metros
Descida acumulada: 698 Metros
A capela de São Gregório foi Freguesia Mistério 22, em 2008.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 1/24/2012 07:08:00 AM
A partida aconteceu bem cedo, e valeu a pena. Quando o sol surgiu lá para os lados do Felgar (Torre de Moncorvo) o céu cobrou-se de um rosa muito invulgar. Nunca tinha visto o céu com semelhante tonalidade.
A avenida andava em obras e o IC5 ainda não tinha sido concluída. Decidimos ir pela estrada até Roios, com a intenção de variarmos o percurso, mas também o de observarmos as obras de mais perto.
As obras da estrada podem ser vistas de várias maneiras; com admiração pela obra realizada; com expectativa com o hipotético desenvolvimento que vão trazer ou pela destruição que causam e o seu impacto na natureza. A caminho de Roios impressionou-me mais a destruição.
A passagem por Roios, Vale Frechoso e Benlhevai foi o mais rápida possível. Todos os caminhos já foram anteriormente percorridos noutras "Peregrinações". O tempo estava ameno e havia pessoas a trabalharem nos campos. Estávamos na altura das castanhas, mas a o ano não foi benéfico e as poucas que havia eram de muito má qualidade. Há castanheiros espalhados por quase todas as aldeias das zonas mais frias do concelho, mas creio que deve ser ao longo desta linha que seguimos que há mais, principalmente em Roios e Benlhevai.
Já há algumas pessoas que estão habituadas à nossa passagem. Quando as encontramos não podemos evitar alguns momentos de conversa, mas sempre a olhar para o relógio, para não se desperdiçar muito tempo.
Depois de passarmos sobre o IP2 (entre Benlhevai e Trindade) entrámos num percurso realmente novo. Os últimos quilómetros até Valbom nunca foram percorridos a pé e foi mesmo uma novidade fazê-los. A paisagem para o vale da Vilariça é sempre digna de se admirar. Neste pouco, quase no início do vale, avista-se a barragem da Burga e a freguesia de Vilares da Vilariça, já pertencente a Alfândega da Fé.
Valbom é uma aldeia bastante pequena pertencente à freguesia da Trindade. Já a visitei várias vezes anteriormente, mas tem a desvantagem de estar num extremo e por isso não é local de passagem para outras caminhadas.
Já chegámos a Valbom ao início da tarde. Mesmo com a preocupação de não perder tempo, a distância é muita, e o percurso não é propriamente plano.
Conseguimos que alguém nos mostrasse a pequena capela de S. Gregório. Apesar de pequena está muito bem arranjada e é bastante bonita. O último restauro aconteceu em 2008. A simplicidade das linhas da capela são compensadas pela beleza do seu interior e pelas imagens interessantes que apresenta. Todas as imagens estão restauradas. A mais curiosa, e já falei dela em visitas anteriores é a de Nossa Senhora do Parto.
No passado existia grande devoção a esta Nossa Senhora, por parte das grávidas em final de gestação e por parte dos familiares das mesmas. Faziam-se promessas para que no momento do parto tudo corresse bem e, pouco tempo depois do nascimento a promessa tinha que ser paga. Por vezes eram os familiares que se dirigiam à pequena capela para pagamento da promessa. Com a diminuição dos partos e também com a sua realização em unidades hospitalares este ritual foi-se perdendo.
Curioso é também o facto de existir na sacristia uma imagem de Santa Filomena. A iconografia não deixa lugar para dúvidas; tem uma âncora, uma palma e algumas flechas. Esta imagem não está restaurada, como as restantes e ocupa um lugar afastado do centro de culto. Tal facto pode dever-se às dúvidas que se levantaram há mais de cem anos sobre a sua santidade. Tendo vivido supostamente no séc. III, só no séc. XVIII é que a igreja lhe começou a prestar culto, em Itália. Apesar de o culto a Santa Filomena se ter difundido ao longo de muitos anos, a sua santidade, e mesmo a sua existência, são questionadas.
Terminada a visita à capela, pouco mais havia a fazer. Enquanto esperámos pelo transporte para casa ainda fizemos uma visita à fonte de Almoinha, que é um local interessante da aldeia, quer e pela fonte em si, quer pelo espaço circundante. É um local muito agradável, principalmente no verão.
Percurso:
Dintância: 18,37 km
Diferenças de Altitudes: 301 Metros (Altitude desde 380 Metros para 681 Metros )
Subida acumulada: 522 Metros
Descida acumulada: 698 Metros
A capela de São Gregório foi Freguesia Mistério 22, em 2008.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 1/24/2012 07:08:00 AM
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
[A Linha é Tua] Assembleia da República - petição que defende a reabertura à circulação da Linha do Tua
Caros Amigos do Tua,
Para informação e participação, no dia 26 de Janeiro de 2012, subirá ao plenário da Assembleia da República uma petição que defende a reabertura à circulação da Linha do Tua, levada a cabo pelo Movimento de Cidadãos em Defesa da Linha do Tua (MCDLT). Todos os cidadãos podem assistir à discussão em plenário, na AR.
Lembro que este movimento teve origem numa das aldeias do Vale do Tua, em Codeçais, em 2009. Desde então, mais um conjunto de iniciativas foram encetadas, com uma dinâmica e emoção próprias de gente que move montanhas! Esta petição reuniu mais de 4000 assinaturas, o número mínimo necessário para ser levada a plenário, e foi conseguida à custa de muito esforço, percorrendo feiras, comboios, hospitais, escolas, etc...Onde houvesse gente que pudesse defender a Linha e o Vale do Tua, a Graciela, o Armando ou a Paula, entre outros, lá estavam para recolher mais um apoio!
De salientar também o esforço e atenção dada a esta petição pelo relator da mesma na AR, o deputado do PCP, Dr. Bruno Dias. Durante este processo, fez questão de ouvir todos os intervenientes do processo e reuniu localmente com cidadãos e várias entidades.
Um grande muito obrigada a todos os envolvidos nesta petição e nas muitas outras acções em defesa da linha do Tua.
No próximo dia 26 de Janeiro, lá estaremos nas galerias da Assembleia da Republica, escutando com atenção o que os deputados dos vários partidos politicos dirão sobre o Tua. Mais uma vez, lá estaremos.
Tenho que confessar que estou particularmente curiosa com o comportamento dos novos e ilustres deputados, representantes dos distritos de Bragança e Vila Real...
Será que no momento da discussão vão ausentar-se do plenário como outros o fizeram? Ou será que vão assumir uma posição publica em defesa dos interesses do património transmontano e duriense, como outros, na mesma situação, não o fizeram?
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2012/01/18/debate-quinzenal-com-primeiro-ministro-a-3-de-fevereiro-intervencaoinicial-sera-do-pcp
Agradecemos a presença de todos na Assembleia da Republica, em apoio a esta iniciativa e em defesa do Vale e da Linha do Tua.
Com os melhores cumprimentos,
Célia Quintas
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Publicada por Anibal G. em A Linha é Tua a 1/23/2012 12:49:00 PM
[À Descoberta de Vila Flor] e de repente é noite (IV)
Por onde caminhamos é o dia.
Na cabeça, a fala das coisas,
sem sabermos dos fios que a ligam
à sonolência da alma.
Rasga-se um postigo no infinito, e, de lá, a paz da tarde
contempla-nos no dócil ensombro
do esquecimento das avencas
no fundo da mina.
Adestramo-nos no manual das nuvens,
para uma hipótese de salvação.
E molda-se-nos à concha das mãos
tudo o que transbordou da corola das horas
por excesso de luz ou de sentido.
Poemas de João de Sá, do livro "E de repente é noite", 2008.
Fotografia: Vila Flor (21-01-2012)
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 1/23/2012 07:54:00 AM
Na cabeça, a fala das coisas,
sem sabermos dos fios que a ligam
à sonolência da alma.
Rasga-se um postigo no infinito, e, de lá, a paz da tarde
contempla-nos no dócil ensombro
do esquecimento das avencas
no fundo da mina.
Adestramo-nos no manual das nuvens,
para uma hipótese de salvação.
E molda-se-nos à concha das mãos
tudo o que transbordou da corola das horas
por excesso de luz ou de sentido.
Poemas de João de Sá, do livro "E de repente é noite", 2008.
Fotografia: Vila Flor (21-01-2012)
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 1/23/2012 07:54:00 AM
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
[À Descoberta de Vila Flor] Perdidos
Esta fotografia foi tirada no sábado passado, perto de Benlhevai, no decurso de uma caminhada que nos levou a Santa Comba da Vilariça. Chamei-lhe perdidos porque as caminhas pelo meio do nevoeiro têm sido bastante conturbadas, havendo momento de pura desorientação. Mas, neste caso, valeu a pena. O cenário de alguns dos locais por onde passámos valeu o esforço.
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 1/20/2012 08:23:00 AM
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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 1/20/2012 08:23:00 AM
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