sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

[À Descoberta de Chaves] Natureza Morta II

Mais uma Natureza Morta, na casa do primo Adriano, em Travancas.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Chaves a 2/24/2012 02:36:00 PM

[À Descoberta de Torre de Moncorvo] Capela do Sagrado Coração de Jesus


Capela do Sagrado Coração de Jesus em Torre de Moncorvo
Largo do Sagrado Coração de Jesus
5160-240 Moncorvo, Torre de Moncorvo
Templo setecentista onde se destacam a talha, os órgãos, os quadros e demais recheio. Pertencia ao antigo solar da família Carneiro Vasconcelos.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 2/24/2012 11:17:00 AM

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Igreja Matriz de Fontelonga

Traseiras da Igreja Matriz de Fontelonga
A Igreja Matriz, imponente e com grande comprimento, toda ela em granito, de Torre Sineira Central e de 2 sinos, fachada elegante e 2 aberturas laterais com a data de 1875. O cemitério está mesmo em frente, cuja entrada é feita pelo adro, espaço que o separa da entrada principal da Igreja. Para sul está o Campo de Futebol, quase paredes-meias com o cemitério.
A entrada no adro pode fazer-se pela retaguarda da Igreja, onde está um Cruzeiro. À volta da Igreja vários frondosos ciprestes escondem a beleza e o valor arquitectónico real daquele monumento, que encerra altares de rica talha dourada.

Fonte do texto: CM de Carrazeda de Ansiães

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 2/24/2012 11:31:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Centro Cultural de Vila Flor

Inaugurado em Agosto de 2000, esta estrutura polivalente localizada no centro da vila de Vila Flor, é composta por várias salas de apoio ao Município, também cedidas às Associações/Instituições do Concelho, sempre que solicitadas. As Exposições têm lugar na Galeria criada para o efeito e no foyer. Neste espaço localiza-se o Espaço Público Internet e o Gabinete de Inserção Profissional. Um bar de apoio, concedido a particulares, integra o complexo.
Para além de um auditório pequeno, com capacidade para cerca de 60 pessoas, um outro maior, com capacidade para 300 pessoas, acolhe aos fins de semana as sessões de cinema e atividades culturais. O Auditório Adelina Campos, assim denominado em jeito de homenagem a uma grande atriz Vilaflorense, recebe também, ao longo do ano, Jornadas Técnicas e Congressos, debates e conferências, mas sobretudo espetáculos de música e teatro.

Fonte do texto: Município de Vila Flor

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 2/24/2012 06:54:00 AM

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Flores de Amendoeira

Flores de amendoeira em Pereiros. A fotografia não é deste ano, porque a floração está bastante atrasada.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 2/23/2012 10:52:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Folgares - Grandras

Recordação da última caminhada a Folgares, quase prestes a atingir a aldeia. Ao longe vê-se Freixiel e um sem fim de montes e fraguedos já percorridos.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 2/23/2012 07:43:00 AM

sábado, 18 de fevereiro de 2012

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Zedes, fim do dia

A calma do fim do dia com uma vista privilegiada para o vale da Cabreira. A aldeia lá ao fundo é Freixiel. Desracam-se na paisagem algumas montanhas, como o Faro, em Vilas Boas, e um pouco mais ao lado o Cabeço de Nossa Senhora da Assunção. A mancha branca na paisagem é a pedreira de onde tem saído muita gravilha para o IC5. Também se vê a localização de Samões.
Tudo isto é visível, desde Zedes, mais concretamente da estrada que liga a Folgares.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 2/18/2012 11:30:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Flores sem medo

Apesar da vaga de frio que assola a região e grande parte da Europa, a natureza consegue surpreendermos com sinais de sobrevivência verdadeiramente fascinantes. Na caminhada que realizei em novembro entre Vila Flor e Lodões fotografei estas flores num olival jovem.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 2/18/2012 07:36:00 AM

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

[A Linha é Tua] Acampamento Actua pelo Tua


Este acampamento pretende reflectir sobre o momento actual que vive Trás-os-Montes e, em especial, a Linha do Tua e ao mesmo tempo, partilhar a realidade, a cultura de uma comunidade que há muitos anos sente e vive o Vale do Tua. O acampamento será também uma ocasião para criar redes entre as pessoas, fortalecendo a aprendizagem entre todos e todas: a troca de experiências e difusão de informação sobre questões ambientais, sociais e políticas. Será também um espaço para acções de protesto, junto aos locais e com as pessoas afectadas pela construção da barragem, para exigir a suspensão imediata dos trabalhos de construção. Não podemos permitir que a construção da barragem condene a Região do Vale do Tua com a desclassificação do Alto Douro Vinhateiro e a submersão da centenária Linha do Tua.

Do dia 10 ao dia 18 de Março iremos organizar um acampamento pela preservação do Vale do Tua e pela censura pública dos promotores deste empreendimento.

Mais informação no Blogue: http://acampamentoactua.wordpress.com/

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Publicada por Anibal G. em A Linha é Tua a 2/17/2012 11:54:00 PM

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

[À Descoberta de Vila Flor] Por caminhos pouco definidos

Depois de mais de ano em "Peregrinações" ficaram para o fim aquelas não as mais distantes, mas aquelas em que o percurso a fazer era mais difícil de planear. Não é muito evidente, mas a zona mais difícil do concelho para percorrer a pé (e em BTT) fica na freguesia de Vale Frechoso. Isso deve-se ao facto de haver extensas áreas vedadas com arame farpado. Para piorar as coisas, os caminhos terminam abruptamente, ou então de encontro ao arame farpado, sendo difícil planear um percurso a fazer. Foi devido a este facto que Assares e Santa Comba da Vilariça foram ficando adiadas na rota das caminhadas.
Mesmo assim, no dia 26 de novembro saí de Vila Flor em com destino a Santa Comba. O percurso estava minimamente planeado, uma vez que não uso qualquer dispositivo de GPS que me durante a caminhada. O estudo é feito no computador, mas nem sequer uso uma folha impressa, confiando na minha memória no meu sentido de orientação.
O percurso incluía uma passagem por Roios, seguir até à Quinta do Prado, passar a montante de Assares e, com sorte, atingir Santa Comba da Vilariça. Vistas as coisas assim, até parece fácil, visto que é quase como traçar uma linha reta entre Vila Flor e Santa Comba.
O dia estava bonito, com o céu limpo e azul, a convidar à fotografia. Atravessar a serra a caminho de Roios é sempre um momento fascinante. No meio do silêncio as formas ganham mistério e as cores vida. As cores outonais ainda estavam bastante presentes e os medronhos pendiam maduros dos arbustos. Já na aldeia de Roios eram os crisântemos espalhados por vários espaços da aldeia que emprestaram beleza à paisagem. Nos campos apanhava-se a azeitona. Grupos de azeitoneiros trabalhavam afincadamente na apanha dos parcos frutos que as oliveiras deram. Mesmo assim, não regateavam um sorriso para a câmara, porque o À Descoberta já tem fama.
E foi quando percorria os caminhos de Roios que chegou o nevoeiro. A principio achei piada, aproveitei-o par dar um ar misterioso às fotografias, mas não demorei a ver os seus inconvenientes. Perdi-me no meio do nada e rapidamente fiquei encharcado. Caminhar no meio da vegetação toda molhada é muito desagradável. Já por vezes "saboreei" a agressividade das estevas nesta zona do concelho. Pretendia atravessar a ribeira de Laça mas a nas poucas vezes que por aí passei sempre tive dificuldade e agora, no meio do nevoeiro, ainda pior. Procurei não me aventurar pelas zonas mais escarpadas, que por ali abundam.
Quase sem dar conta esbarrei com o IC5!  Na altura ainda não estava aberta ao trânsito, mas já tinha rede, o que me impediu de a atravessar. A solução foi caminhar ao longo dela até encontrar uma passagem. Lembrei-me das anedotas que alguns contam sobre as passagens sobre IP e autoestradas para lobos e outros animais selvagens. Só quem não conhece o meio natural é que se pode rir com uma coisa dessas. Estas estradas são um verdadeiro problema para a deslocação dos animais, embora aqui, região montanhosa, tenha necessariamente de haver mais pontes sobre os cursos de água facilitando, a passagem dos animais por debaixo delas. Foi o que eu fiz. Senti-me um animal selvagem.
Ao atingir a ribeira da Laça a o IC5 passa a muitos metros de altitude, suportado em enormes pilares de cimento! Consegui finalmente localizar-me. Estava muito mais a jusante da ribeira do que o que pretendia, não me restando outra alternativa senão iniciar de novo a subida em direção ao Alto da Fenanqueira e à ribeira das Quintas. Há aqui uma pequena albufeira que visitei na já longínqua data - maio de 2007. Quanto a encontrei senti-me de novo orientado.
O nevoeiro ia e vinha ora cobrindo o alto dos montes, ora espalhando-se por áreas mais extensas e limitando a visibilidade. Segui diretamente para a Quinta do Prado. Com o objetivo de passar o mais longe possível das casas da quinta, desviei-me o mais cedo que pude para sul. Este espaço é algo de extraordinário! Na última vez que por aqui passei esta quinta estava cheia de eucaliptos e agora deparei com uma área gigantesca cheia de jovens oliveiras. A surpresa foi grande porque quando vista à distância fiquei com a impressão que estava a ser repovoada de eucaliptos. São mais de 300 ha de olival, cerca de 80 mil(!) oliveiras que produzem um azeite biológico de elevada qualidade, a maior parte do qual vendido para Itália. A marca comercializada é Acushla. Claro que estas coisas só vim a sabe-las mais tarde!
Pretendia atingir o marco geodésico do Fiolho, a mais de 500 m de altitude próximo de Assares. Perdido de novo do meio do nevoeiro e sem um caminho definido para seguir, calculo que andei às voltas quase sem sair do sítio. Encontrei o declive para o vale da Vilariça e decidi segui-lo. Mais tarde ou mais cedo encontraria a estrada N-102 (E802), algures entre Assares e Santa Comba. As contas saíram-me furadas. Não encontrei a estrada esperada, mas sim a novíssima IP2 que está situada a uma cota superior à da que esperava encontrar.
Não me foi difícil encontrar uma passagem inferior e estava no coração do vale. Do meio do nevoeiro apareceu uma placa que dizia - Ponto de Encontro - Lodões! Tratava-se de uma placa das obras nas estradas IP2 e C5, mas serviu perfeitamente para perceber que estava em Lodões, muito distante do local onde pensava estar e para onde pretendia ir. As duas da tarde já há muito que tinham acontecido e pouco havia a fazer. Dirigi-me para o centro da aldeia e telefonei para casa para me irem buscar.
Enquanto esperava, refleti na minha aventura com final tão improvável. Não consegui atingir o meu objetivo, mas sentia-me muito satisfeito com o percurso que tinha feito. Houve momentos de pura magia, com paisagens dignas de serem fotografadas e eu até estava munido de um equipamento razoável (coisa pouca habitual nas "Peregrinações"). Estava absorto nos meus pensamento enquanto saboreava uma apetecida maçã quando parou uma carrinha. Tratava-se de um senhor de Assares que ia para Vila Flor e ofereceu-me boleia, também coisa pouco habitual nas minhas andanças. Aproveitei.
Não considerei o tempo desperdiçado. Além das fotografias, a experiência acumulada veio a ser útil nas caminhadas seguintes, que tiveram como destino Assares, Santa Comba da Vilariça e Lodões.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 2/16/2012 07:06:00 AM

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Igreja Matriz de Marzagão

Em Marzagão sente-se o bafo do castelo. Jaz esta jóia adormecida aos pés de sua mãe. Em preito de densa e saudosa vigília; em mandamento da memória dos cavaleiros que nos sepulcros esquecidos servem de subsolo a uma economia agrária pastoril.
Marzagão! Eis um nome que soa e que enche o peito a seus filhos emigrados, seus actuais cavaleiros de olhos postos na sua bela matriz de granito lavado, restaurada por todos os seus moradores presentes e ausentes.
Este maravilhoso templo, tão harmonioso nas suas linhas singelas, incute suave austeridade e encanto no fresco de seu tecto apainelado com pinturas de santos e de santas de cândida doçura.
Altar-mor de talha dourada, quatro altares laterais e de talha dourada também, de S. Sebastião, Nossa Senhora das Dores e do Sagrado Coração de Jesus; uma torre sineira, um órgão electrónico e um relógio estridente no seu ímpio choro das horas.
De uma só nave e sacristia, tem junto ao púlpito a seguinte inscrição: «Esta igreja tresladada para aqui da primitiva de extra-muros da vila de Ansiães no ano de 1575 e reformou-se no ano de 1765 sendo reitor o doutor António de Sousa Pinto da mesma Freguesia».
É este abade, que o foi durante mais de vinte anos, autor, de colaboração com João Pinto de Morais, abade da Carrazeda, das Memórias de Anciães.
Erectos e juntos às paredes do monumento, erguem-se, exactos e não mutilados, catorze cruzeiros de pedra inteiriça, em adro, onde a cabra não entra. Foi Marzagão da reitoria do padroado real e cabido da comenda de S. João Batista, da Ordem de Cristo, no termo de Anciães e à qual esteve anexa a antiga freguesia de Luzelos que era da apresentação do mesmo reitor de Marzagão (Dicionário Corográfico de Portugal de Américo Costa). Tem festa à Nossa Senhora do Rosário.

Extrato do livro Carrazeda de Ansiães e o Seu Termo, de José Aguilar, publicado em 1980, com edição da Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 2/14/2012 11:10:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Freguesia Misterio n.56

Durante o mês de fevereiro decorreu o desfio Freguesia Mistério número 55! Ao contrário do que seria de esperar, dado tratar-se de um desafio relativamente fácil de acertar, os participantes foram poucos. Compreendo que, face à facilidade com que se escreve (ou algo parecido) no Facebook, é bastante aborrecido estar a participar em Blogues, ou semelhantes, que saltitam por aí.
Participaram 6 pessoas que fizeram os seguintes palpites:
Candoso (1) 17%
Trindade (3) 50%
Vilas Boas (2) 33%
Um olhar atento permite descobrir pistas que podem dar uma ajuda na identificação da aldeia em questão. Pela posição elevada de onde foi tirada a fotografia só pode estar num vale, e as possibilidades de escolha já ficam mais reduzidas. Depois, há o olival circundante, que é bastante e talvez apontasse para uma aldeia do vale da Vilariça, ou Freixiel. Certo é que a aldeia em questão é Meireles. Quem sobe ao santuário de Nossa Senhora da Assunção, em Vilas Boas, e se debruça sobre o varandim em direção ao Cachão, ou Mirandela,  pode admirar mesmo ali no sopé a montanha a aldeia de Meireles, freguesia de Vilas Boas. A pequena albufeira junto do concentrado urbano não ajudará muito na identificação, uma vez que penso que pouca gente reparará nela. Na fotografia está o núcleo mais antigo da aldeia. As casas mais recentes estende-se mais para norte, perto da estrada nacional.
A resposta certa, era, portanto, Vilas Boas.
O desafio para fevereiro já está "no ar" há vários dias. É mais uma fonte arcada, de mergulho, mas, ao contrário de outras, esta não se encontra em nenhum povoado, estando situada na berma de uma estrada com alguma importância e embutida numa parede. A seca é muita ainda há poucos dias que passei por ela e estava praticamente sem água. A sua posição baixa e a sua localização fazem com que poucas pessoas reparem nela (penso eu).
A questão é: Em que freguesia podemos encontrar esta fonte? O palpite pode ser dado, como sempre, na margem direita do Blogue.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 2/14/2012 06:52:00 AM