quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

[À Descoberta de Torre de Moncorvo] Capela de Santo António, Larinho

Altar da Capela de Santo António, na freguesia do Larinho. A maior parte do espaço é ocupado por um tríptico. Uma das imagens mais curiosas está no lado direito da capela e tem representada um ser demoníaco!

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 2/29/2012 01:45:00 PM

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Bairro do Carvalho, Zedes

Vista parcial de Zedes, com o Bairro do Carvalho e a Rua do Vale (incorretamente assinalada como Rua do Val). Foi numa destas casas que eu nasci e noutra que eu cresci. O espaço envolvente, o Pinheiro, a Carvalhal, a Murada, o Vale, etc. ajudaram a moldar este gosto pela natureza que ainda hoje tenho.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 2/29/2012 11:18:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Peregrinações - Capela do Santíssimo Sacramento (Assares)

Bem que gostaria de visitar Assares mais vezes, mas, dada a localização da aldeia, é dos locais do concelho que menos conheço. Não estou a falar nas dificuldades em chegar à aldeia de carro, nisso até está bem servida, mas estou a falar sobretudo a pé ou de bicicleta (sem ser pela estrada). Por isso foi com bastante entusiasmo que no início de janeiro parti para uma "Peregrinação" até Assares.
As dificuldades seriam, mais uma vez, as zonas com arame farpado em território de Vale Frechoso e ... o nevoeiro. Este espreitava lá do vale, subindo de vez em quando até aos pontos mais altos, quer assomando-se vindo do Cachão, quer estendendo-se por Sampaio ameaçando inundar todo o vale.
Subimos às capelinhas (eu e o colega de caminhadas Helder Magueta). Os caminhos por detrás da serra já são bem nossos conhecidos e fazemos os possíveis por variar o percurso. Curiosamente, os cogumelos que procurei sem sucesso em novembro e dezembro, vim a encontrá-los em janeiro e fevereiro! A falta de chuva atrasou o seu desenvolvimento, mas havia grande quantidade.
Depois de passarmos Roios decidimos seguir um pouco mais para norte do que o habitual. A ideia era fazer todo o caminho que vai da aldeia  até à Quinta do Galego quase junto da estrada que segue para a Trindade. É um caminho que já fiz muitas vezes sozinho, mas que nunca foi feito desde que começaram as "Peregrinações". Estávamos a mais de 600 metros de altitude, quando queríamos descer perto dos 200, em Assares.
Pouco depois de deixar-mos a referida quinta, havia duas hipótese de percurso: seguir por um dos caminhos habitais até Vale Frechoso e depois seguir para Assares; tentar descobrir um caminho mais em linha reta passando pela Quinta de Sto  Estêvão e pela Quinta do Prado. Este último tinha muito mais lógica (e aventura) e acabámos por optar por ele. A questão que nos preocupava era se conseguiríamos contornar a o arame farpado da Quinta de Sto Estêvão, porque os caminhos por aqui não abundam. O caminho que seguimos era muito bom e estava e mostrava ser muito utilizado, mas, de repente, acabou junto a uma cerca. O que temíamos vei-o a acontecer.
As alternativas aram voltar para trás e ir até Vale Frechoso ou tentar contornar a cerca pelo sul, junto à pequena Barragem da Laça. É um local de má memória, e, mais uma vez revelou-se uma zona difícil. A única coisa favorável foi o facto do nevoeiro não nos ocultar a paisagem, permitindo-nos alguma orientação, caso contrário nunca teríamos podido seguir em frente.
Respirámos de alivio quando nos encontrámos junto à Ribeira das Duas Quintas, já em terrenos da Quinta do Prado. Para não cometermos o mesmo erro que me levou a Lodões na caminhada que fiz no dia 26 de novembro, quando pretendia chegar a Santa Comba, aventurámo-nos mais para o interior da quinta. A certa altura foi quase impossível evitar passar pelas habitações no centro da quinta. ´Foi uma coisa que não nos agradou, porque não é bonito invadir propriedade privada e também pode ser perigoso. A nossa sorte foi que fomos avistados a grande distância por um responsável pela quinta, que foi ter connosco. Havia quase meia dúzia de enormes cães que não sei o que nos teriam feito se nos aproximássemos sem a presença do responsável. Até assim nos arrepiámos.
Um pouco mais à frente, nos limites da Quinta do Prado decorria uma batida ao javali. Esta era outra situação que não contávamos encontrar. Começámos a fazer as caminhadas ao sábado precisamente para evitar a caça ao tordo, que acontece ao domingo! Felizmente que não tivemos que passar onde decorria a batida, limitando-nos a contornar um dos caçadores que estava numa das portas mais a sul.
Neste ponto encontram-se os caminhos que vêm da quinta e o que vem de Vale Frechoso, pelo Alto da Vinha, seguindo juntos até Assares. De repente o vale abriu-se a nossos pés!
O caminho era bom  (e sem barreiras!). Em poucos minutos chegámos à aldeia depois de passarmos sobre uma ponte que atravessa o IP2.
Estava na hora de almoço e não se via ninguém na rua. Constatei, mais uma vez que as rolas turcas gostam muito de Asares. Voam aos bando de um edifício para outro, mesmo no centro da aldeia, onde um enigmático edifício chama à atenção. É um edifício novo, que foi construido penso que para museu! Está terminado e ... vazio, há vários anos. Assares é uma das mais pequenas aldeias do concelho, mas ainda terá gente capaz de dar vida a este edifício, sendo museu ou outra coisa qualquer. Entretanto, espera-se não sei pelo quê.
A capela que era o nosso destino está mesmo no centro da aldeia e não foi difícil dar com ela. Esta capela tem funcionado como matriz. Segundo Cristiano Morais o altar é do Séc. XVII e pertencia a uma antiga matriz que caiu. Esta capela foi reconstruida em meados do Séc. XVIII. O exterior é muito simples chamando apenas à atenção a  data escrita em numeração romana na padieira da porta MDCCLXXVII, um pequeno óculo em granito, encimado por uma cruz e a torre sineira, central, pequena, e muito elegante (com dois pináculos e uma cruz). Já houve por cima da padieira uma pedra saliente com o ano 1777 gravado, mas curiosamente já não está lá!
É no interior da capela que está a sua riqueza. As imagens são quase todas muito antigas. Uma das mais recentes tem lugar de destaque no único altar lateral (de 1905) que existe, o Sagrado Coração de Jesus. O altar central é uma bela peça em talha. O dourado já não brilha, mas adivinha-se que seria esplêndido. É possível que alguns elementos possam ter sido acrescentados ao altar original. como uma pomba dourada e um quadro representando o Sagrado Coração de Jesus. Na porta do sacrário está representado um cordeiro. Tratando-se de uma capela dedicada o culto do Santíssimo Sacramento esperava encontrar símbolos identificativos desse culto, mas não são evidentes. Possivelmente por cima do sacrário, onde agora está uma cruz com Cristo Crucificado devia ser colocada a custódia ou ostensório, com a hóstia consagrada. O próprio desenho envolvente, em estrela, fazendo lembrar uma custódia, vem reforçar esta minha ideia.
A poucos metros da frente da capela, orientada a nascente,  há um cruzeiro em granito, num patamar elevado em relação ao largo onde há um fontanário e tanques para lavar. Ainda estavam no centro do largo os restos da fogueira do Natal.
A nossa caminhada terminou perto da antiga Escola Primária, onde há umas alminhas que gosto sempre de visitar, porque são um caso único de conservação no concelho.
Regressámos a Vila Flor de carro.


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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 2/29/2012 07:19:00 AM

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

[À Descoberta de Vila Flor] Amendoeiras em Flor 2012

Chegou uma das épocas mais bonitas no concelho de Vila Flor e nos concelhos limítrofes. As amendoeiras floridas proporcionam um espetáculo pouco frequente noutras regiões do pais e de rara beleza, para quem tem tempo e espírito para se aventurar a percorrer as estradas do sul do distrito de Bragança.
Este ano é um ano atípico. Como tenho registo fotográfico de anos anteriores, não necessito dos dados meteorológicos para saber que o que se passa não é normal. De qualquer forma, mesmo com mais de uma semana de atraso, quase duas, as amendoeiras começam a mostrar um ar da sua graça. No fim de semana passado fotografei as primeiras flores em Torre de Moncorvo e neste fim de semana apareceram as primeiras florem em Vila Flor.
Se os primeiros turistas que vieram este fim de semana se sentiram um pouco defraudados, no próximo fim de semana o espetáculo já vai valer a pena, com as encostas cobertas de amendoeiras floridas proporcionando uma visão paradisíaca deste canto agreste de Portugal. A par das amendoeiras em flor, há muito para ver na região. Todas as autarquias, incluindo a de Vila Flor, prepararam um conjunto de iniciativas que vão desde a animação musical, aos espetáculos de de folclore, exposições de artesanato, feiras de produtos locais etc. Acima do Douro (não contando Foz Côa, que se assume como capital da amendoeira em flor), todos os concelhos têm algo a mostrar. Visitar Freixo de Espada à Cinta, Mogadouro, Torre de Moncorvo, Alfândega da Fé, Vila Flor ou Carrazeda de Ansiães é uma boa oportunidade para apreciar a paisagem mas também visitar o património histórico, apreciar a gastronomia e comprar os produtos da região, que são algo de extraordinário. Podemos falar do vinho, do azeite, do fumeiro, da doçaria tradicional, mas também do artesanato. Não esquecer que os municípios situados na zonas mais frias, como parte de Vila Flor, Alfândega da Fé e Carrazeda de Ansiães terão uma época de floração da amendoeira mais tardia, prolongando-se talvez até aos finais de março, dependendo de se a chuva vai aparecer ou não.
Em Vila Flor haverá animação todos os fins de semana. O programa é variado e promete. Também os concelhos limítrofes de Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães e Torre de Moncorvo têm as suas próprias propostas. Além das atividades do programa, em Vila Flor, não é de dispensar um passeio pela parte antiga da vila, uma visita ao Museu Berta Cabral, um passeio pela complexo natural envolvente à Barragem Camilo Mendonça e uma subida ao Cabeço do santuário de Nossa Senhora da Assunção, em Vilas Boas, a 6 km de distância de Vila Flor.

Atenção aos mapas das estradas que poderão estar desatualizados, não mostrando o recente traçado do IC5 e IP2, já em funcionamento nalguns troços. Usar os IP's e IC's pode não ser a melhor solução para apreciar as amendoeiras em flor, mas pode ser uma boa alternativa para atingir as sedes de concelho e partir daí por estradas nacionais ou municipais onde o espetáculo é mais maior e onde se pode parar a qualquer altura.
Não deixo sugestões de percursos, porque já fiz isso em anos anteriores e os amendoais são os mesmos. Ficam algumas ligações de coisas que já publiquei em anos anteriores sobre as Amendoeiras em Flor.

    2011
    2010
    2009

    2008Espero ter tempo para conseguir algumas fotografias interessantes para mostrar aqui.

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    Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 2/28/2012 07:01:00 AM

    segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

    [À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Passeios Pedestres


    A Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães vai realizar um conjunto de percursos pedestres por terras do concelho. São pequenos percursos, sem grande exigência física, já marcados há alguns anos. Apesar de os percursos se realizarem em pontos diferentes no concelho, a autarquia fornece transporte, a partir da Vila, para os locais de início. Atenção ás datas para a inscrição!

    • 03 de Março 2012 - Trilho de Linhares (4,9 km)
    • 01 de Abril 2012 - Trilho da Foz do Tua (9,8 km)
    • 22 de Abril 2012 - Trilho da Pala da Moura (10,3 km)
    • 13 de Maio 2012 - Trilho do Castelo (5,5 km)
    • 03 de Junho 2012 - Trilho da Fraga da Ferraduras (12,7 km)

    Mais informação está disponível na página oficial do Município.


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    Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 2/27/2012 07:14:00 PM

    [À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Pormenores - Pinhal do Norte

    Recanto em Pinhal do Norte. Esta casa foi recuperada, mas houve a preocupação de manter a traça, fazendo com que esteja muito bonita mas que continue enquadrada no meio em que se encontra.

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    Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 2/27/2012 10:50:00 AM

    [À Descoberta de Vila Flor] João Baptista de Sá

    João Baptista de Sá, nasceu em Vila Flor, a 7 de Novembro de 1928, filho de D.ª Maria Vicentina de Sá Correia, natural de Vila Flor, e de João Baptista Lopes Monteiro, natural de Carrazeda de Ansiães.
    Partiu da sua terra natal, levando-a no coração, a 18 de Novembro de 1950, rumo à Capital, onde foi desempenhar funções no Ministério da Saúde e Assistência, chegando ao cargo de Chefe de Divisão no Hospital Miguel Bombarda. O seu desempenho foi objecto de louvor "pela competência, zelo e dedicação demonstradas no exercício das suas funções" (Diário do Governo, II série, de 28.6.1986).
    Em Julho de 1963 licenciou.se em Filosofia pela Faculdade de Letras de Lisboa, dedicando-se ao ensino durante vários anos. Desde cedo abraçou a escrita, colaborando em diversas revistas e jornais diários de Lisboa e Porto, assim como em periódicos Regionais, onde marcou presença com a poesia e os contos, vindo posteriormente a publicar alguns trabalhos em livro. Cultivou o teatro, tendo uma boa parte sido objecto de adaptação radiofónica.
    Como orador de alto nível, proferiu palestras em diversos actos de natureza cultural, salientando a realizada em 8 de Maio de 1955, por ocasião da homenagem prestada à grande Poetisa Florbela Espanca, intitulada "Evocação"; em 19 de Maio de 1957, "O Tejo na Poesia Portuguesa"; em 5 de Outubro de 1958, "O Poeta que Encontrou a Estrada de Damasco", sobre Bocage; em 1 de Fevereiro de 1972, foi orador nas "Conversas sobre Arte", com o tema "Dos Séculos XV e XVI, ao Barroco e ao Rococó"; em 30 de Abril de 1984, em homenagem ao Dr. Cabral Adão e a 12 Agosto de 1994, aquando da apresentação do livro "O Passado e o Presente" da autoria do Dr. Artur Guilherme Trigo Vaz.
    Tomou parte, com os seus escritos, em vários certames literários pelo que recebeu prémios e menções honrosas como, por exemplo:
    - 1°. Prémio em Soneto nos II Jogos Florais da Costa do Sol - 196l
    - 1°, Prémio em Poesia Lírica nos Jogos Florais Transmontanos - 1962, do Clube de Vila Real, com o poema "Louvor à Terra e à Gente Transmontana".
    - Prémio de Revelação Prosa, em 1973, na colectânea de contos "Concerto para a Vida e Esperança" atribuído pela Secretaria de Estado da Informação e Turismo.
    Entre as diversas obras teatrais merece especial relevo, porque é um presente à terra que o viu nascer, a peça em 3 actos, um quadro e um epílogo "A Alma de Vila Frol".
    Nos seus livros está em permanência a sua Vila Flor. Em 1996, publica "Flores para Vila Flor". No prefácio, Joaquim Cerqueira Gonçalves, afirma que "os poemas de João de Sá são uma incomparável incursão pela memória cultural de Vila Flor"; em 1997 um maravilhoso livro de contos, "Um caminho entre as oliveiras" é oferecido a todos os que amam o seu torrão natal; em 2003 vem a lume "Mãe - D'Água - Ficção e Memórias" uma viagem à Vila Flor dos anos 40; em 2006 "Assalto a Uma Cidade Feliz" assinala "a urgência de um regresso ao seu burgo nordestino, através de reminiscências da infância e juventude do autor".
    Num permanente abraço à cultura foi, curiosamente, o primeiro visitante do Museu de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian.
    Actualmente, João de Sá vive em Lisboa, continuando a escrever, quinzenalmente, as "Memórias de Vila Flor", no jornal regional "Terra Quente".

    Transcrito da Agenda Cultural  de Vila Flor (Jan., Fev., Mar.e Abr. de 2008)
    João de Sá, aquando da representação da sua peça "A Alma de Vila Frol", pelo Grupo de Teatro Amador de Valtorno/Alagoa

    Nota: João Baptista de Sá morreu no dia 23 de Fevereiro de 2012, em Lisboa.


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    Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 2/27/2012 07:44:00 AM

    sábado, 25 de fevereiro de 2012

    [À Descoberta de Vila Flor] Morreu o Dr João de Sá


    XLIX
    Andei perdido por caminhos ínvios,
    procurando a palavra justa de espuma
    para aplacar o ímpeto das torrentes.
    Agora, aqui, meu débil discurso engrandece-se
    amedrontado de tanta transparência,
    próximo da divina perfeição emergindo
    do luzente mar do fim dos nossos corpos.
    Já não volto a perder-me, nem tu,
    seguramente o sei, ninguém se
    estrangula numa laranjeira,
    ao romper do dia.
    Em nenhum tempo regressaremos
    animais a merecerem distinções e penas
    em artificiosos firmamentos.
    Nossos nomes irão deflagrar até se dissiparem
    em incisões de névoa.
    Ficaremos idênticos ao que éramos
    antes de transpormos o pórtico da vida.

    Poemas de Dr. João de Sá, do livro "E de repente é noite", 2008.
    Fotografia: João de Sá (30-11-2008)

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    Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 2/25/2012 10:23:00 PM

    sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

    [À Descoberta de Chaves] Natureza Morta II

    Mais uma Natureza Morta, na casa do primo Adriano, em Travancas.

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    Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Chaves a 2/24/2012 02:36:00 PM

    [À Descoberta de Torre de Moncorvo] Capela do Sagrado Coração de Jesus


    Capela do Sagrado Coração de Jesus em Torre de Moncorvo
    Largo do Sagrado Coração de Jesus
    5160-240 Moncorvo, Torre de Moncorvo
    Templo setecentista onde se destacam a talha, os órgãos, os quadros e demais recheio. Pertencia ao antigo solar da família Carneiro Vasconcelos.

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    Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 2/24/2012 11:17:00 AM

    [À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Igreja Matriz de Fontelonga

    Traseiras da Igreja Matriz de Fontelonga
    A Igreja Matriz, imponente e com grande comprimento, toda ela em granito, de Torre Sineira Central e de 2 sinos, fachada elegante e 2 aberturas laterais com a data de 1875. O cemitério está mesmo em frente, cuja entrada é feita pelo adro, espaço que o separa da entrada principal da Igreja. Para sul está o Campo de Futebol, quase paredes-meias com o cemitério.
    A entrada no adro pode fazer-se pela retaguarda da Igreja, onde está um Cruzeiro. À volta da Igreja vários frondosos ciprestes escondem a beleza e o valor arquitectónico real daquele monumento, que encerra altares de rica talha dourada.

    Fonte do texto: CM de Carrazeda de Ansiães

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    Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 2/24/2012 11:31:00 AM

    [À Descoberta de Vila Flor] Centro Cultural de Vila Flor

    Inaugurado em Agosto de 2000, esta estrutura polivalente localizada no centro da vila de Vila Flor, é composta por várias salas de apoio ao Município, também cedidas às Associações/Instituições do Concelho, sempre que solicitadas. As Exposições têm lugar na Galeria criada para o efeito e no foyer. Neste espaço localiza-se o Espaço Público Internet e o Gabinete de Inserção Profissional. Um bar de apoio, concedido a particulares, integra o complexo.
    Para além de um auditório pequeno, com capacidade para cerca de 60 pessoas, um outro maior, com capacidade para 300 pessoas, acolhe aos fins de semana as sessões de cinema e atividades culturais. O Auditório Adelina Campos, assim denominado em jeito de homenagem a uma grande atriz Vilaflorense, recebe também, ao longo do ano, Jornadas Técnicas e Congressos, debates e conferências, mas sobretudo espetáculos de música e teatro.

    Fonte do texto: Município de Vila Flor

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    Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 2/24/2012 06:54:00 AM