terça-feira, 24 de abril de 2012

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Passeio pedestre - Vilarinho da Castanheira





Primeiras fotografias do Passeio Pedestre realizado no dia 22 de Abril, em Vilarinho da Castanheira.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 4/24/2012 09:52:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] VI Rota da Liberdade

O Clube de Ciclismo de Vila Flor (CCVF) realizou no dia 15 de Abril a 6.ª edição da Rota da Liberdade em BTT, depois de um ano de interregno. A prova contou com a presença de 73 participantes da modalidade e 9 pessoas que fizeram um interessante percurso pedestre. A meia-maratona recebeu a preferência da maioria dos participantes.
 A prova teve início no complexo do Peneireiro, junto às piscinas municipais e Estádio Municipal, e percorreu alguns dos caminhos e trilhos mais bonitos do concelho, sem descurar a exigência física e técnica. O percurso desenvolveu-se pelo termo das freguesias de Vila Flor, Seixo de Manhoses, Valtorno, Candoso, Carvalho de Egas e Samões, desenvolvendo-se entre os 450 e os 750 metros de altitude. Os caminhos tradicionais fizeram as delícias dos praticantes das duas rodas que apreciaram com destaque para o single track do ribeiro dos Moinhos.
A maratona foi ganha por Leonardo Lico, da aacr-bikemania; a meia maratona por Diogo Tomé, da CC Torre Dona Chama-Rodas de Fogo e a mini maratona por Leando Silva.  
O passeio pedestre visitou a aldeia abandonada do Gavião, local também incluído no percurso traçado para as duas rodas.
O reforço foi servido na Junta de Freguesia de Valtorno e o almoço no edifício do Turismo de Vila Flor.
A direção do CCVF ficou satisfeita com a forma como decorreu a prova, mas gostava de ter tido um maior número de participantes. O ano de interregno foi justificado pelo trabalho que dá organizar um evento do género, onde todo o trabalho é voluntariado e não pode prejudicar a vida familiar e profissional dos envolvidos. "O importante não é fazer todos os anos, o importante é fazer bem" diz Nuno Palmeirão, presidente da direção. A crise em que o país se encontra mergulhado também não facilita as coisas, sendo cada vez mais difícil conseguir os apoios necessários das entidades e comércio local. No entanto, há um bom leque de patrocinadores que continua a apoiar a prova.
A 7.ª edição ainda não tem data marcada. Está dependente de um conjunto de fatores que podem fazer com que ela se realize já em 2013, ou então, em 214. Até lá o CCVF vai continuar a proporcionar aos seus sócios a prática do ciclismo e a realizar eventos, mas de menores dimensões.
Nesta edição participei nas duas rodas por não me encontrar minimamente preparado para dar algumas pedaladas. No entanto, não quis que evento se realizasse sem a minha presença e desta forma também contribuir com alguma coisa para o Clube de Ciclismo de que sou sócio.
Estive presente na partida e depois desloquei-me de carro para diferentes locais onde sabia que os atletas iriam passar. Procurei locais interessantes mas como não tinha qualquer contacto com a organização nunca sabia quem iria passar, nem quando, mas até acho que correu bem e que consegui algumas fotografias interessantes. Algumas delas estão desde o dia da priva visíveis no blogue do Clube.
Como aspeto menos positivos, e que nada têm a ver com a organização da prova, aponto o frio que se fez sentir e o lixo que os atletas puderam presenciar em vários locais. O dia esteve gelado e fez um vento difícil de suportar. Ainda estive algum tempo em Candoso, junto à Fraga do Ovo mas tive de abandonar o local porque não suportava o frio.
Quanto ao lixo, não me tenho cansado de dizer que é muito desagradável, mas estou quase a concluir que quanto mais civilizadas são as pessoas, mais poluem e menos respeito têm pela natureza. É uma vergonha o que se passa.
Ainda não perdi as esperanças de voltar a percorrer os caminhos do concelho em duas rodas. Enquanto isso não acontece, vou continuar a fazê-lo a pé.
Parabéns à organização da VI Rota da Liberdade. São eventos como este que dão vida e visibilidade ao concelho.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 4/24/2012 07:26:00 AM

segunda-feira, 23 de abril de 2012

[A Linha é Tua] Barragem de Foz Tua: EN 212 cortada até abertura de troço alternativo na terça-feira

Vila Real, 23 abr (Lusa) - A Estrada Nacional 212, entre Alijó e Foz Tua, vai estar cortada ao trânsito até terça-feira devido a uma derrocada de pedras que ocorreu ao início da tarde, na sequência dos rebentamentos programados da construção da barragem.
Segundo disse à agência Lusa fonte da EDP, na terça-feira é aberto um troço alternativo que já estava a ser preparado para substituir esta parte da estrada, que se localiza a partir da descida de São Mamede de Ribatua para a foz do rio Tua.
 Por volta das 12:00 de hoje, durante um dos rebentamentos programados e que ocorrem no âmbito da empreitada de construção da barragem, verificou-se uma projeção de pedras para a EN-212, o que obrigou a um desvio do trânsito para Alijó-Carlão ou Alijó-Castedo.

Fonte da Fotografia: Vale do Tua 
Fonte do texto: Visão

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Publicada por Anibal G. em A Linha é Tua a 4/23/2012 11:44:00 PM

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] À Descoberta de Zedes (3/3)

Continuação de  À Descoberta de Zedes (2/3)
A Portela é o centro da aldeia, o largo de que todos se orgulham e que algumas vilas invejam. É um espaço bastante amplo, povoado por bonitas árvores, onde se situam as mais importantes valias da aldeia. Era nesta largo que se realizada única feira de Zedes, no dia 10 de Janeiro, dia de festa do padroeiro S. Gonçalo. Atualmente o dia ainda não passa despercebido, havendo celebrações religiosas mas nada mais. Lembro-me de existirem duas habitações no meio do largo e um tanque para os animais beberem. Havia alguns negrilhos enormes, pelo menos quatro, onde os pardais faziam ninhos em colónias numerosas. De Inverno a água brotava do interior da terra por todo o lado, formando um lamaçal. Os mais pequenos jogavam à roça, com paus aguçados que se espetavam com facilidade na terra húmida. Aqui se jogava à bola, se faziam cascatas para os santos populares, se malhava o cereal ou se prendiam os burros a pastar, quando a erva era mais abundante.
Hoje o seu aspeto é bastante diferente. As duas casas foram demolidas, bem como o tanque onde os animais bebiam. Foi feito um campo em cimento, um dos primeiros do concelho, que proporcionou à aldeia arrojados torneios de futebol de cinco. Verdade se diga que Zedes sempre foi terra de gente com muita habilidade para a bola. A prová-lo está um vasto conjunto de taças e troféus exibidos na sede da sua Associação Cultural e Desportiva (ACDZ), também situada no largo da Portela. Esta Associação, uma das pioneiras no concelho, realizou grandes eventos, desportivos, recreativos e culturais, mas, à medida que a aldeia foi perdendo a sua juventude, foi esmorecendo, sendo difícil faze-la rejuvenescer.
Ao lado da sede da Associação, construída com o esforço do povo, está a antiga escola primária. Além da sala de aulas tinha uma casa de habitação para a professora e um pequeno quintal nas traseiras (não faço ideia se a professora o cultivava). Nessa altura nem todos tinham "direito" a ir à escola, mas devia haver várias dezenas de crianças.
Em 1758 a aldeia tinha dezassete menores e cento e cinquenta "pessoas de sacramento". A população foi crescendo até à década de 60 do séc. XX, quando atingiu cerca de 400 pessoas. O número de fogos nunca parou de crescer, mas o número de habitantes deve estar hoje mais ou menos como em 1758, com a agravante de não ter dezassete menores. As crianças contam-se pelos dedos de uma mão!
Se ao longo de quase todo o ano Zedes é uma aldeia pacata, onde apenas ao Domingo o largo da Portela ganha vida, com pequenos grupos de pessoas a conversarem ao sol, ou a jogarem a sueca, nos meses de Julho e Agosto enche-se de vida. São dezenas de famílias de emigrantes as que anualmente retornam à terra para matarem saudades e recuperarem a coragem para mais um ano de esforço num país distante.
Na antiga escola primária funciona hoje a sede da Junta de Freguesia. O espaço está mais amplo e arranjado do que alguma vez esteve. Proporciona ligação à Internet, espaço para aulas de música e exposições e, sobretudo, muitas recordações de quando aí funcionava um salão de baile, dos mais arrojados do concelho.
A poucos metros de distância está mais uma capela, esta particular, da família Barbosa, mesmo ao lado de um antigo Solar brasonado. Embora seja difícil imaginar Zedes sem a sua "Casa Grande", a verdade é que nas Memórias Paroquias de 1758 não se fala nela. Pura e simplesmente ainda não existia. O solar foi construído no séc. XIX (parte dele em 1848) tal como a capela (1873). Pelos dois brasões existentes (um no Solar e outro na capela) é possível inferir das raízes nobres dos que a habitaram. Ali se encontram símbolos dos Morais, Pimental, Mesquita, Meneses, Sousas do Prado, Lemos, Costas, etc. Alguns dos membros desta nobre família Morais de Mesquita Meneses, ocuparam cargos de relevo no concelho, administradores, procuradores e Presidentes de Câmara. Em 1892 os nomes Barbosa e Abreu e Lima passam a fazer parte dos habitantes do Solar e estes já são mais conhecidos na atualidade, com vários membros da família a desempenharam o cargo de Presidente da Câmara de Carrazeda de Ansiães.
Esta família abastada forneceu trabalho e outro tipo de apoio a muita gente da aldeia. Facultaram também espaços para a construção de casas, muitos deles gratuitamente, merecendo o reconhecimento de todos os habitantes. Um ato simbólico desse reconhecimento foi a colocação em 2009 de um busto de Jerónimo Barbosa Meneses de Abreu e Lima, falecido em 2002, no largo principal da aldeia. A inauguração deste monumento contou com a presença de vários membros da família Barbosa e do sr. Presidente da Câmara.

Infelizmente, até a "Casa Grande" ficou vazia, mostrando evidentes sinais de degradação e abandono. Os extensos e bonitos jardins envolventes, a vacaria, os armazéns, tudo passou à história, ainda não terminada, que espera por um final feliz.
A igreja matriz também fica situada no largo da Portela. A paróquia de S. Gonçalo foi desmembrada da Abadia de S. João, de Marzagão, sendo autónoma já no séc. XVI. Supõe-se que a primeira igreja pode ter sido um templo românico, sendo posteriormente ampliada e reconstruida até dar lugar ao templo barroco que agora existe. Na padieira da porta principal existe uma legenda que nunca vi decifrada. Com algum esforço da minha parte consegui perceber algumas palavras e números que fazem algum sentido, mas que carecem de algum suporte. Pareceu-me entender "Mandou fazer esta obra Gonçalo de Meneses Morais Pinto (…) juiz das confrarias em 1710. Foi reedificada em 1861". A primeira data parece não fazer muito sentido, a sua leitura é muito difícil, mas a segunda pode muito bem ser real.
O templo mostra sinais evidentes de precisar de restauro. Mesmo assim, os seus altares em talha dourada são muito bonitos. Abundam os motivos florais com representações de flores e de bolbos. O sacrário é fantástico. Os altares laterais estão dedicados a Nossa Senhora de Fátima e ao Sagrado Coração de Jesus. Há alguns séculos atrás o altar do Sagrado Coração de Jesus era o altar do Santo Cristo, chegando a existir a Irmandade das Almas.
O último restauro foi feito em 1941, como se encontra gravado junto do altar da capela-mor. No corpo da igreja há caixotões com os discípulos pintados, prolongando-se a pintura por todo o teto, mas com muito menor rigor e qualidade. S. Gonçalo ocupa um espaço central no teto.
Existem ainda no largo uma elegante fonte com um tanque, um parque infantil e um monumento que chama pouco à atenção, mas que é significativo para Zedes, trata-se de uma escultura em homenagem ao emigrante.
Partindo do Prado, do coração de Zedes, as descobertas poderiam continuar em várias direções: visitar algumas das casas mais antigas e típicas (há pelo menos duas portas com motivos manuelinos); conhecer o muito recente Calvário, constituído por três cruzes em granito, erigidas no lugar com o nome de Calvário; visitar a Ribeira e descobrir o que resta dos moinhos de água que aí existiram; percorrer os campos e conhecer os soutos que se vestem de bonitas cores outonais logo depois das saborosas castanhas caírem; escalar enormes formações graníticas na Fraga do Tartaranho ou nos confins da Cabreira; conhecer a história da Quinta do Pobre e descobrir como se pode arrancar pão do solo mais agreste que se pode imaginar; conhecer história da exploração do minério e visitar os poços que ainda se encontram espalhados pelas serras; conhecer as tradições da fogueira do Natal, do Entrudo, da partilha do burro, do cantar dos Reis; conhecer as mais bonitas rendas e colchas, tecidas por mãos hábeis em teares arcaicos ou até saborear a doçaria típica do Natal e da Páscoa ou mesmo um pouco de fumeiro. Motivos não faltam, para mais uma visita - À Descoberta de Zedes.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 4/23/2012 06:46:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Monumento a D. Dinis


Povoada desde tempos remotos, em Vila Flor existem provas de habitação desde a época do bronze. A proximidade do fértil Vale da Vilariça influenciou a presença humana em terras de Vila Flor. Por aqui passaram Celtas e Romanos, deixando, um pouco por todo o território do Concelho, testemunhos de ruínas castrejas ou restos de pequenas aldeias romanizadas. Na alta Idade Média foi cristianizada sendo mais tarde invadida pelos Mouros e colonizada por estes até à reconquista cristã. No século XIII estava representada por uma pequena povoação chamada de "Póvoa de Além Sabor", até que, em 1286, por meio do Foral, D. Dinis muda-lhe o nome para "Vila Flor" e manda erguer, em seu redor, como jeito de proteção contra as invasões vindas de Castela e seus consequentes ataques, uma cinta de muralhas com 5 portas ou arcos: o Arco de D. Dinis, classificado monumento de interesse público. A Idade Média deste "ramalhete de cravelinas e bem-me-queres", como lhe chamou Cabral Adão, é florescente, recebendo especial impulso com o acolhimento de famílias judaicas fugidas às perseguições europeias e que aqui foram desenvolvendo a agricultura, o comércio e as indústrias de curtumes e ourivesaria. D. Manuel I viria mais tarde a atribuir novo Foral a Vila Flor, reformulando o anterior, em Maio de 1512, o qual pode ser apreciado no Museu Municipal D.ra Berta Cabral. Em jeito de homenagem ao monarca que lhe deu nome, Vila Flor ergue, atualmente, a imponente estátua de D. Dinis, na Praça com o mesmo nome, de forma a receber e dar as boas vindas a todos os seus visitantes.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 4/23/2012 07:36:00 AM

domingo, 22 de abril de 2012

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Selores (4)




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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 4/22/2012 11:05:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Quadros de Abril (I)

Um curto passeio pela serra, ao fim da tarde de Sábado, permitiu captar mais alguns quadros de paisagens características desta época do ano.



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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 4/22/2012 06:50:00 AM

quinta-feira, 19 de abril de 2012

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Ascensão duas faces

Esta obra de arte do é da autoria de Ângelo de Sousa (Moçambique) e integra o Museu Internacional de Arte Contemporânea ao Ar Livre de Carrazeda de Ansiães. Está situada junto ao Mercado Municipal.
A obra dá a ideia de um equilíbrio precário e é isso que acontece! Desde já há bastante tempo que sofreu uma inclinação e ameaça tombar.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 4/19/2012 10:28:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Aqui há javali!

Em tantas caminhadas realizadas, nunca aconteceu um encontro com um javali, mas os sinais da sua presença são inequívocos na maior parte do território do concelho. O local fotografado está bem próximo da Vila e quase jurava que "os bichos" vêm aqui todas a noites tomar banhos de lama.
Os encontros com coelhos, perdizes e raposas (e até doninhas) são frequentes.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 4/19/2012 06:38:00 AM

[A Linha é Tua] O que diz a comunicação social - Abr2012

 Outras notícias

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Publicada por Anibal G. em A Linha é Tua a 4/19/2012 01:27:00 AM

quarta-feira, 18 de abril de 2012

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Lavandeira (II)

Vista parcial da aldeia da Lavandeira, concelho de Carrazeda de Ansiães.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 4/18/2012 03:29:00 PM

[À Descoberta de Vila Flor] Dia Internacional dos Monumentos e Sítios - 18 de Abril

No dia 18 de Abril comemora-se o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. Criado pelo Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios, em 1982, e aprovado no ano seguinte pela UNESCO, este dia pretende sensibilizar o público para a diversidade e vulnerabilidade do património e para o esforço envolvido e desenvolvido na sua proteção.
Este ano o tema é "Do Património Mundial ao Património Local: proteger e gerir a mudança".
Assinalando o 40º aniversário da Convenção do Património Mundial da UNESCO – a partir da qual se instituiu a lista do Património Mundial – o tema deste ano pretende chamar a atenção para o complexo desafio que hoje se coloca à proteção e gestão do património, numa época de marcada globalização económica e cultural, de profundas transformações sociais e de mudança de paradigmas.
Parece-me que o património ainda não tem a importância que merece e, quando há dificuldades, as questões do património e da cultura tendem a ser relegadas para segundo plano, mas talvez tenham sido este tipo de procedimentos que ajudam a que tenhamos este ano um dos piores resultados económicos do mundo!
A zona antiga de Vila Flor é uma boa amostra do património que é necessário recuperar e preservar. Por isso, se não puder apreciar outro sítios e/ou monumentos, dê um passeio pela zona antiga da vila, livre de obras.

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Publicada por Anibal G. em À Descoberta de Vila Flor a 4/18/2012 07:13:00 AM