sexta-feira, 4 de maio de 2012

[À Descoberta de Miranda do Douro] It's An Old Portugese Custom (1934)

IT'S AN OLD PORTUGESE CUSTOM aka IT'S AN OLD PORTUGUESE CUSTOM



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Publicada por Blogger em À Descoberta de Miranda do Douro a 5/04/2012 04:03:00 PM

[À Descoberta de Vila Flor] Os cinzas da saudade

Na rua da Portela, em Vila Flor.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vila Flor a 5/04/2012 11:00:00 AM

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Rostos transmontanos - Pombal

Um rosto conhecido de muitos de nós, da altura em que o sr António fazia a venda ambulante de pão, o famoso pão de Pombal de Ansiães.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 5/04/2012 10:00:00 AM

[À Descoberta de Torre de Moncorvo] Moncorvo é notícia - Mai12


Outras Notícias sobre Torre de Moncorvo

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 5/04/2012 09:00:00 AM

quinta-feira, 3 de maio de 2012

[À Descoberta de Vila Flor] Flor do Mês - Abril de 2012

Escolher a Flor para representar o mês de abril não é tarefa fácil, desta vez não é pela escassez de candidatas, mas sim pela existência de muitas e bonitas espécies que mereciam o destaque do mês. Escolhi uma espécie do género cistus, com muitss e interessantes espécies e bastante representativas na nossa região.
As espécies mais conhecidas talvez sejam a esteva, o sargaço ou a roselha mas decidi escolher a Cistus populifolius, que pode adotar os nomes de Esteva-macho ou  Estevão. Ao contrário do sargaço, que existe mas é mais frequente no centro e sul de Portugal, a Esteva-macho estende-se por todo o interior do país até Bragança. A Família das Cistaceae, o Género Cistus (marca de um grande vinho feito ali para os lados de Torre de Moncorvo).
Trata-se de um arbusto que pode atingir mais de um metro de altura. Como se desenvolve em matagais, muitas vezes em associação com outras espécies como a esteva, o tojo, as giestas etc. atinge maior porte pela concorrência pela luz. Em Vila Flor é frequente em montados, contrariamente ao vulgar sargaço que se encontra por toda a parte ao longo dos caminhos. Este último tem um porte mais rasteiro.
As folhas são pegajosas, tal como as das estevas, e as flores têm normalmente cinco pétalas. A floração acontece de abril a junho.
Não conheço nenhuma utilização desta planta mas encontrei referências a estratos de Estevão como relaxante e como analgésico, com efeitos no sistema nervoso central, o que mostra existirem estudos com vista ao seu aproveitamento em fármacos.Algumas espécies do género cistos são exploradas como espécies florais para jardins.
As fotografias que aqui se exibem foram tiradas junto à aldeia de Macedinho.

Outras flores de abril:


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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vila Flor a 5/03/2012 07:30:00 AM

quarta-feira, 2 de maio de 2012

[À Descoberta de Torre de Moncorvo] Carviçais

Rua de Carviçais.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 5/02/2012 12:00:00 PM

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Rostos transmontanos - Linhares

Rostos transmontanos - Linhares

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 5/02/2012 10:00:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Peregrinações - Capela de S. Lourenço (Arco)

Depois da memorável caminhada feita em janeiro a Meireles pensei dar por terminadas as Peregrinações, mas ao olhar a listagem dos itinerários feitos notava-se a falta de uma freguesia, curiosamente Vila Flor! À exceção de uma caminhada, todas as restantes tiveram como ponto de partida a Vila, e, por isso, nunca faltaram fotografias do amanhecer, do momento da partida. Mas se o objetivo é Descobrir, a Vila também possui um património invejável, que merece mais uma visita e alguma divulgação.
Junto à Fonte do Olmo
 Integrado na freguesia de Vila Flor está o lugar do Arco. Dista cerca de 3 km da Vila e não oferece muitas alternativas de percursos, sob pena de nos afastarmos em vez de nos aproximarmos. Usando alguns caminhos vicinais e alguns troços de estrada, partimos no dia 14 de abril com direção à aldeia. A manhã estava sombria, com nuvens negras com ameaça de chuva a qualquer instante. Esse instante acabou por acontecer quando chegámos à Fonte do Olmo, nas imediações da Estádio Municipal.
Estrada do Arco
Passada a tormenta o céu ficou azul e a terra exalou o cheiro agradável a terra molhada. Prosseguimos o caminho com uma visão admirável para o vale. A terra sedenta de água parecia ganhar vida e até as poucas flores existentes ganham nova vida salpicada por gotas de água cristalina.
Depois de mais um troço por um caminho chegámos ao Arco, pela rua da Ladeira, depois de passarmos junto ao cemitério de onde se tem uma vista admirável. Todas as ruas do Arco confluem num ponto, precisamente no largo onde se encontra a capela de S. Lourenço (Largo de S. Lourenço). Daí partem a rua da Lavadeira, em direção a Vila Flor, a rua do Cascalhal (para o Nabo), a rua Pincipal e depois do Fundo do Povo (que pode levar ao Gavião), a rua da Igreja que desce para o polidesportivo e também dá acesso a Seixo de Manhoses.
A tormenta já desceu à  Vilariça
O pequeno templo, de costas para o largo, está como é tradição orientado para poente. Exteriormente é uma construção sóbria, bem cuidada, argamassada mas com o frontispício em rústico granito. A torre sineira é centra, simples suportando uma cruz e dois pináculos mais pequenos, mas semelhantes aos que existem nas extremidades do frontispício. Um pequeno óculo em forma de trevo, acima da padieira permite entrar alguma luz do poente.
Capela de S. Lourenço
Não admira que toda a construção tenha ótimo aspeto, foi restaurada em 2001, sendo feita a inauguração das obras a 16 de Junho, tal como reza uma placa colocada no seu interior.
A simplicidade exterior não deixa adivinhar a beleza interior. Os altares são em talha destacando-se o dourado, o vermelho e um azul escuro, quase negro. Esta combinação de cores produzem um todo austero mas muito alegante. O interior é muito luminoso fruto também do sistema de iluminação recente.
Interior da Capela de S. Lourenço
Em termos de arte sacra são de destacar um Cristo Crucificado que ocupa a posição central no altar mor e a imagem do padroeiro, já minha conhecida porque integra nas procissões das festas da Vila. O Cristo está muito impressivo, com os músculos peitorais e abdominais muito vincados, tal como os vasos sanguíneos de braços e pernas.Tem chagas espalhadas por todo o corpo.
A imagem de S. Lourenço deve ser a mais antiga da igreja. S. Lourenço segura um livro e uma grelha, que simboliza o seu martírio, nos primeiros séculos da igreja. Como diácono tinha a sua responsabilidade os bens da igreja, que podem muito bem estar representados pelo livro que segura.
Imagem de S. Lourenço na procissão da festa da Vila
Os dois altares laterais são, de acordo com o meu gosto, ainda mais bonitos! No altar de Nossa Senhora de Fátima o contraste das cores é muito marcante. No topo da talha há uma pomba branca. Seria interessante saber quem ocupou o altar anteriormente, porque esse elemento devia estar relacionado com a imagem, mas não com a atual. Falta dizer que a capela deve ser de 1777, data registada na talha, e as aparições em Fátima deram-se em 1917.
O terceiro altar é o Altar das Almas, onde está uma interessante imagem de S. Miguel Arcanjo a submeter o diabo em forma de besta, com o poder da Cruz e da espada.
Chama também à atenção, sobre o arco-cruzeiro, um brasão quase completamente apagado, não sendo possível identificar as armas.
Rua do Arco
Feita a visita à capela, agradeço a quem nos nos acompanhou, ainda fizemos um passeio até ao fundo da aldeia. As ruas estão muito limpas e cheias de jardim. Há muitos becos com casas em ruínas onde havia fornos e teares, mas onde já não mora ninguém. No final da aldeia há uma eira onde faço quase sempre uma paragem, quer para admirar a paisagem, quer para dar uma espreitadela nas pequenas hortas junto ao ribeiro.
Rua do Fundo do Povo, junto à eira.
Regressámos ao centro da aldeia e seguimos pela rua da Igreja e depois pela do Santo Velho? Porquê este nome? Onde este acesso se junta com a estrada do Seixo há um nicho escavado na rocha. Eram umas alminhas, mas não sei se isso tem a ver com o nome da rua.
O regresso a casa aconteceu calmamente, seguindo de novo até à Fonte do Olmo. Depois cortámos à direita para o cruzamento com a estrada para conhecermos a pista para bicicletas que foi construida desde Vila Flor até àquele local. Não foi possível tirar nenhuma fotografia porque já não havia bateria na máquina, mas fica para a próxima.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vila Flor a 5/02/2012 07:30:00 AM

terça-feira, 1 de maio de 2012

[À Descoberta de Torre de Moncorvo] Moncorvo é notícia - Abr12


Outras Notícias sobre Torre de Moncorvo

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 5/01/2012 12:09:00 PM

[À Descoberta de Torre de Moncorvo] Igreja de Adeganha - Pormenor


Pormenor do ponto mais alto da igreja matriz de Adeganha, no concelho de Torre de Moncorvo. Trata-se de uma igreja tardo-românica com um portal de transição românico-gótico. As figuras zoomórfica são frequentes, nomeadamente na cachorrada, mas esta cruz está no ponto mais alto da igreja, sobre o campanário. Vale a pena visitar.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 5/01/2012 11:00:00 AM

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Chegou Maio

Uma bonita fotografia tirada no termo de Zedes para assinalar a entrada do mês de maio, entre outras coisas o mês das flores.
Um cumprimento a todos os trabalhadores e o aos que procuram trabalho.
BOM 1ª de MAIO.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 5/01/2012 09:00:00 AM

[À Descoberta de Vila Flor] Freguesia Misterio n.58

A Freguesia Mistério n.º 57 decorreu durante o mês de março A pergunta era fácil e a resposta também fácil, até porque muitos dos visitantes da página são da freguesia em questão. Tratava-se de identificar a freguesia em que aparecia uma construção com um enigmático pinocro por cima.
Participaram 6 pessoas e os palpites ficaram assim distribuídos:
Assares (1) 17%
Lodões (1) 17%
Santa Comba de Vilariça (4) 67%
A resposta era freguesia de Santa Comba da Vilariça. Neste singular monumento situado no Calvário, junto à capela de S. Sebastião há duas coisas interessantes: a primeira, o monumento em si. Já questionei por várias vezes os habitantes sobre a utilidade desta construção, mas as respostas foram muito vagas. Parece não haver muitas dúvidas de que se trata de um altar, ou um nicho de grandes dimensões, mas que para que servir no passado? Porque foi feito? A segunda prende-se com a existência de um marco geodésico (ou vértice geodésico) sobre o arco de volta perfeita. Não são raros por esse Portugal fora os marcos geodésicos sobre capelas, moinhos, casas, castelos, moinhos de vento e outras localizações pouco prováveis, o importante era que fosse no ponto mais alto, de forma a poder servir para aquilo que era erigido, ajudar a traçar as cartas topografias.  Tentarei descobrir mais sobre este marco geodésico.
O desafio para o mês de abril esteve em relação direta com motivo pascal, com um cruzeiro com Cristo crucificado. Há vários cruzeiros pelo concelho mas com a pintura em tão bom estado não são muito abundantes. A pergunta foi: Em que freguesia do concelho de Vila Flor pode ser encontrado este cruzeiro? Já é tarde para deixar um palpite, mas o desafio para o mês de maio não deve demorar a aparecer, esteja atento/a.

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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vila Flor a 5/01/2012 07:00:00 AM