Já vem sendo habitual a concurso de Montras e Presépios levado a cabo pelo Município de Vila Flor. Ainda não tive tempo para dedicar a um pouco de atenção às realizações de este ano, mas ainda sobraram muitas fotografias do ano passado que não foram mostradas.
A ladeia de Valtorno costuma montar presépios dignos de serem admirados em 2011 não houve excepção, antes pelo contrário. O preseépio ocupou um espaço novo, à entrada da aldeia e espalhou-se por uma extensa área, acima do que é normal neste tipo de realizações.
Visitei este presépio várias vezes, algumas vezes sozinho outras acompanhado, porque valia a pena mostrá-lo.
Sobre este presépio só lamento duas coisas: a primeira foi que os materiais em excesso, ou avariado, não fosse retirado do local, dando ideia que o presépio estava inacabado. A segunda coisa foi que o espaço ficasse bastante abandonado durante o resto do ano. Grande parte das plantas secaram.
Estou curioso quanto ao presépio deste ano.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vila Flor a 12/18/2012 12:15:00 a.m.
Concelho:
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012
domingo, 16 de dezembro de 2012
[À Descoberta de Vila Flor] Mostra/Feira de Artesanato
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vila Flor a 12/16/2012 01:52:00 a.m.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Pombal
Pintura (ou quase) da bonita aldeia de Pombal.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 12/13/2012 01:14:00 a.m.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 12/13/2012 01:14:00 a.m.
[À Descoberta de Vila Flor] Cabeço
Capela de Nossa Senhora da Assunção no alto do cabeço, em Vilas Boas.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vila Flor a 12/13/2012 01:10:00 a.m.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vila Flor a 12/13/2012 01:10:00 a.m.
[À Descoberta de Vimioso] XIII Feira de Artes, Ofícios e Sabores
A minha memória das Feiras de Artes, Ofícios e Sabores de Vimioso remonta há mais de uma década, portanto às primeiras edições deste certame. As circunstâncias não se conjugaram favoravelmente e perdi o contacto com este evento. Mas, quis o destino que este ano pudesse estar presente, precisamente na edição XIII, mas longe de ser azarenta.
Não deixa de ser interessante verificar que quando alguns municípios vizinhos tendem a contrair as suas atividades, por questões económicas ou por desgaste do formato, este certame pareceu-me cheio de vida, com muitos expositores e visitantes qb. Não sei é se as vendas estiveram à altura do esperado.
Fiz os possível por acompanhar o máximo de atividades, o que me levou a estar em Vimioso no dia 8 e 9, embora não a totalidade do dia.
O Pavilhão Multiusos é uma estrutura de fazer inveja. Mesmo num evento como este, que será dos maiores senão o maior que se realiza no concelho, consegue dar resposta na integra, tendo capacidade ainda para muito mais. Os stands estavam muito bem montados e organizados sobrando ainda espaço para o palco, com som e projeção de imagem em tempo real, por parte de uma empresa contratada.
Reparei que mesmo o show cooking que pensei que não teria grande adesão era seguido atentamente por um bom número de pessoas! Provei um prato feito com base a alheira e arroz, e fiquei surpreendido.
Os artigos expostos eram, na sua grande maioria, da região senão do concelho de Vimioso. O artesanato, a doçaria e os produtos agrícolas como as alcaparras, o pão, queijo, os enchidos, etc. seriam o grosso dos produtos expostos, mas havia também cutelaria, máquinas agrícolas, etc.
O programa estava recheado de atividades bastante variadas. A proximidade com Espanha não foi descurada e muitas das atividades também foram pensadas para atrair pessoas do outro lado da fronteira. A adesão foi tal que chegou a apanhar de surpresa a própria organização, como aconteceu com a prova de Todo o Terreno que teve cerca de 600 participantes! Também a batida ao javali, na mancha de S. Joanico, teve uma grande adesão, com mais de 100 participantes. Foram abatidos apenas dois animais, o que deve levar a repensar a gestão dos recursos cinegético.
O domingo iniciou-se com um passeio pedestre temático, de identificação de cogumelos, e uma prova de BTT. A manhã estava muito fria e o número de participantes não foi elevado. As 13 pessoas que fizeram o passeio pedestre contaram com o apoio de um especialista que ajudou na identificação dos exemplares encontrados.
A tarde de domingo foi preenchida com o I Festival de Folclore da Castanha. Muita música, muita animação e muita cor, como é típico do folclore trasmontano. Além do grupo "da casa", participaram também o Rancho Folclórico do Bairro da Mãe D'Água e o Grupo Mirandanças. Apesar de estar prevista a atuação de um grupo de pauliteiros, não me apercebi da sua presença.
Na noite de sábado atuou o principal grupo Sete Saias.
Tive também a oportunidade de lançar um olhar aos trabalhos concorrentes ao concurso de Doçaria de Castanha. A castanha é o produto central deste certame, embora ao visitarmos a feira não seja muito evidente. Também os cogumelos foram "chamados" para enriquecerem o certame, e o fumeiro, embora ainda esteja no início a época dele.
A criatividade na doçaria a concurso era realmente surpreendente e talvez o sabor ainda melhor.
A XIII Feira de Artes, Ofícios e Sabores deu muita vida à pequena vila transmontana, trazendo ao pavilhão multiusos duas dezenas de milhar de pessoas. Apesar do frio, foi uma boa razão para visitar Vimioso, conhecer melhor o concelho, saborear a sua gastronomia, adquirir produtos naturais e artesanato original.
A feira terminou, mas os produtos continuam disponíveis em Vimioso e no Planalto Mirandês.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vimioso a 12/12/2012 04:51:00 p.m.
Não deixa de ser interessante verificar que quando alguns municípios vizinhos tendem a contrair as suas atividades, por questões económicas ou por desgaste do formato, este certame pareceu-me cheio de vida, com muitos expositores e visitantes qb. Não sei é se as vendas estiveram à altura do esperado.
Fiz os possível por acompanhar o máximo de atividades, o que me levou a estar em Vimioso no dia 8 e 9, embora não a totalidade do dia.
O Pavilhão Multiusos é uma estrutura de fazer inveja. Mesmo num evento como este, que será dos maiores senão o maior que se realiza no concelho, consegue dar resposta na integra, tendo capacidade ainda para muito mais. Os stands estavam muito bem montados e organizados sobrando ainda espaço para o palco, com som e projeção de imagem em tempo real, por parte de uma empresa contratada.
Reparei que mesmo o show cooking que pensei que não teria grande adesão era seguido atentamente por um bom número de pessoas! Provei um prato feito com base a alheira e arroz, e fiquei surpreendido.
Os artigos expostos eram, na sua grande maioria, da região senão do concelho de Vimioso. O artesanato, a doçaria e os produtos agrícolas como as alcaparras, o pão, queijo, os enchidos, etc. seriam o grosso dos produtos expostos, mas havia também cutelaria, máquinas agrícolas, etc.
O programa estava recheado de atividades bastante variadas. A proximidade com Espanha não foi descurada e muitas das atividades também foram pensadas para atrair pessoas do outro lado da fronteira. A adesão foi tal que chegou a apanhar de surpresa a própria organização, como aconteceu com a prova de Todo o Terreno que teve cerca de 600 participantes! Também a batida ao javali, na mancha de S. Joanico, teve uma grande adesão, com mais de 100 participantes. Foram abatidos apenas dois animais, o que deve levar a repensar a gestão dos recursos cinegético.
O domingo iniciou-se com um passeio pedestre temático, de identificação de cogumelos, e uma prova de BTT. A manhã estava muito fria e o número de participantes não foi elevado. As 13 pessoas que fizeram o passeio pedestre contaram com o apoio de um especialista que ajudou na identificação dos exemplares encontrados.
A tarde de domingo foi preenchida com o I Festival de Folclore da Castanha. Muita música, muita animação e muita cor, como é típico do folclore trasmontano. Além do grupo "da casa", participaram também o Rancho Folclórico do Bairro da Mãe D'Água e o Grupo Mirandanças. Apesar de estar prevista a atuação de um grupo de pauliteiros, não me apercebi da sua presença.
Na noite de sábado atuou o principal grupo Sete Saias.
Tive também a oportunidade de lançar um olhar aos trabalhos concorrentes ao concurso de Doçaria de Castanha. A castanha é o produto central deste certame, embora ao visitarmos a feira não seja muito evidente. Também os cogumelos foram "chamados" para enriquecerem o certame, e o fumeiro, embora ainda esteja no início a época dele.
A criatividade na doçaria a concurso era realmente surpreendente e talvez o sabor ainda melhor.
A XIII Feira de Artes, Ofícios e Sabores deu muita vida à pequena vila transmontana, trazendo ao pavilhão multiusos duas dezenas de milhar de pessoas. Apesar do frio, foi uma boa razão para visitar Vimioso, conhecer melhor o concelho, saborear a sua gastronomia, adquirir produtos naturais e artesanato original.
A feira terminou, mas os produtos continuam disponíveis em Vimioso e no Planalto Mirandês.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vimioso a 12/12/2012 04:51:00 p.m.
sábado, 8 de dezembro de 2012
[À Descoberta de Torre de Moncorvo] A cruz gamada
Teodoro não tinha ideias próprias e o excesso de coisas que decorava enchiam-lhe demasiado a cabeça para conseguir usá-las com alguma vantagem. Ainda não tinha descoberto o caminho para a imaginação e tudo aquilo que coleccionava, do seu mundo pequeno, acumulava-se na sua memória sem nexo nem relação. Teodoro não conseguia deixar as palavras sair na altura certa nem sabia como colocar-se acima delas. Retinha-as demasiado tempo e tinha dificuldade em manter diálogos porque as respostas surgiam-lhe fora de tom, depois de uma mudança de assunto ou de contexto e estava quase sempre atrasado em relação às coisas. Teodoro via tudo pelos olhos dos outros e só começou a interessar-se por Raquel porque Edgar a tinha posto em evidência, na sua beleza precisa e na forma como ela tornava interessante tudo o que a rodeava.
Edgar roubava coisas da mercearia do pai; apesar do controlo e do inventário rigoroso que o pai mantinha, ele conseguia antecipar-se e oferecia-as a Teodoro. O problema é que isso se tornou um hábito e mesmo na escola ou na igreja, Edgar ficava com tudo aquilo que coubesse no bolso e passasse despercebido. Uma vez, no final da catequese, saiu da igreja cheio de presunção e quando estava do lado de fora, a uma distância razoável, estendeu a mão a Teodoro e mostrou-lhe uma grande cruz de prata que estava em cima de uma cómoda na sacristia. Teodoro olhou para ela e encontrou uma correspondência positiva na sua memória, «tem a forma da nossa aldeia». Era a cruz da crucificação, com dois braços a mais para além do principal e com a inscrição INRI ao alto e um dos braços na diagonal aonde assentavam os pés de Cristo.
Edgar disse que era uma cruz roubada, «é uma cruz gamada, faremos uma maior esta semana para o nosso cemitério de animais». E para isso tiveram de voltar a matar. Andaram à procura de lagartixas à hora do calor na fraga e como não conseguiam acertar-Ihes com pedras decidiram capar todos os grilos que Edgar tinha acumulado numa caixa de sapatos, para os usar mais tarde, como isco nas armadilhas de pássaros.
Enfiavam uma palha de trigo através do abdómen de um grilo e colocavam-no suspenso entre os dedos das duas mãos, depois batiam as palmas e o grilo estava capado.
Havia duas caixas de papelão cheias de grilos com folhas de alface à espera de vez para morrer. Edgar era o mais rápido e com as mãos sujas do serviço dizia, «dois rabos são grilos, três são grilas, mas capamos tudo, porque já estão velhos e precisamos de muitos para encher uma cova».
Raquel andava a colher flores e Teodoro juntava os grilos mortos ainda a pulsar entre patas e apêndices dispersos numa das caixas. Oscar tinha descoberto uma buraca e andava com uma palhinha a pressionar grilos para saírem e juntarem-se à matança. Mas como não estava a conseguir, esgravatou com um pau mais grosso e depois abriu as calças e urinou lá para dentro.
Quando Edgar terminou de capar os grilos, pegou em dois paus de videira para fazer a cruz, arranjou dois pedaços mais curtos e enleou-os com os ramos de uma giesta. Teodoro andava bem disposto e começou a fazer uma cova, «enterramo-los aqui». E depois ergueu-se, olhou em redor e perguntou, «quem é que quer fazer de padre? Eu nunca fiz».
Teodoro era muito influenciável e aproveitava a sua memória infinita para reproduzir comportamentos de pessoas com alguma preponderância. Era capaz de reproduzir uma aula dada pela sua professora ou uma Missa pelo padre, mas quando ele tomava à letra as palavras deles, tudo soava a imitação, era um actor que decorava bem o papel, mas não sabia o que estava a dizer. Tinha poucas oportunidades de mostrar o que sabia e mais uma vez, foi Raquel a tomar nas mãos a cruz que Edgar tinha feito e a espalhar as flores e um cântico sobre a vala comum em que tinham enterrado os grilos.
Excerto do livro Trás-os-Montes da autoria de Tiago Patrício, que viveu em Carviçais até aos 19 anos. Gradiva, 2012.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 12/08/2012 01:45:00 a.m.
Edgar roubava coisas da mercearia do pai; apesar do controlo e do inventário rigoroso que o pai mantinha, ele conseguia antecipar-se e oferecia-as a Teodoro. O problema é que isso se tornou um hábito e mesmo na escola ou na igreja, Edgar ficava com tudo aquilo que coubesse no bolso e passasse despercebido. Uma vez, no final da catequese, saiu da igreja cheio de presunção e quando estava do lado de fora, a uma distância razoável, estendeu a mão a Teodoro e mostrou-lhe uma grande cruz de prata que estava em cima de uma cómoda na sacristia. Teodoro olhou para ela e encontrou uma correspondência positiva na sua memória, «tem a forma da nossa aldeia». Era a cruz da crucificação, com dois braços a mais para além do principal e com a inscrição INRI ao alto e um dos braços na diagonal aonde assentavam os pés de Cristo.
Edgar disse que era uma cruz roubada, «é uma cruz gamada, faremos uma maior esta semana para o nosso cemitério de animais». E para isso tiveram de voltar a matar. Andaram à procura de lagartixas à hora do calor na fraga e como não conseguiam acertar-Ihes com pedras decidiram capar todos os grilos que Edgar tinha acumulado numa caixa de sapatos, para os usar mais tarde, como isco nas armadilhas de pássaros.
Enfiavam uma palha de trigo através do abdómen de um grilo e colocavam-no suspenso entre os dedos das duas mãos, depois batiam as palmas e o grilo estava capado.
Havia duas caixas de papelão cheias de grilos com folhas de alface à espera de vez para morrer. Edgar era o mais rápido e com as mãos sujas do serviço dizia, «dois rabos são grilos, três são grilas, mas capamos tudo, porque já estão velhos e precisamos de muitos para encher uma cova».
Raquel andava a colher flores e Teodoro juntava os grilos mortos ainda a pulsar entre patas e apêndices dispersos numa das caixas. Oscar tinha descoberto uma buraca e andava com uma palhinha a pressionar grilos para saírem e juntarem-se à matança. Mas como não estava a conseguir, esgravatou com um pau mais grosso e depois abriu as calças e urinou lá para dentro.
Quando Edgar terminou de capar os grilos, pegou em dois paus de videira para fazer a cruz, arranjou dois pedaços mais curtos e enleou-os com os ramos de uma giesta. Teodoro andava bem disposto e começou a fazer uma cova, «enterramo-los aqui». E depois ergueu-se, olhou em redor e perguntou, «quem é que quer fazer de padre? Eu nunca fiz».
Teodoro era muito influenciável e aproveitava a sua memória infinita para reproduzir comportamentos de pessoas com alguma preponderância. Era capaz de reproduzir uma aula dada pela sua professora ou uma Missa pelo padre, mas quando ele tomava à letra as palavras deles, tudo soava a imitação, era um actor que decorava bem o papel, mas não sabia o que estava a dizer. Tinha poucas oportunidades de mostrar o que sabia e mais uma vez, foi Raquel a tomar nas mãos a cruz que Edgar tinha feito e a espalhar as flores e um cântico sobre a vala comum em que tinham enterrado os grilos.
Excerto do livro Trás-os-Montes da autoria de Tiago Patrício, que viveu em Carviçais até aos 19 anos. Gradiva, 2012.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Torre de Moncorvo a 12/08/2012 01:45:00 a.m.
[À Descoberta de Mogadouro] Quando eu era Pequenino
Quando eu era pequenino
Não podia suportar
O peso das borboletas
Que me queriam poisar.
Fui crescendo pouco a pouco
E o tempo sempre a girar
Fez de mim este gigante
Gigante de pasmar.
Eu queria ser grande
E grande eu serei,
Com o coração aberto
Para todos cá estarei.
Filipe Górgio
1.º Classificado na 2.ª Categoria do 1.º Concurso de Poesia (En)Cantos dos Poetas
Edição da Câmara Municipal de Mogadouro, 2003.
Fotografia: Freixo, em Brunhoso.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Mogadouro a 12/08/2012 01:23:00 a.m.
Não podia suportar
O peso das borboletas
Que me queriam poisar.
Fui crescendo pouco a pouco
E o tempo sempre a girar
Fez de mim este gigante
Gigante de pasmar.
Eu queria ser grande
E grande eu serei,
Com o coração aberto
Para todos cá estarei.
Filipe Górgio
1.º Classificado na 2.ª Categoria do 1.º Concurso de Poesia (En)Cantos dos Poetas
Edição da Câmara Municipal de Mogadouro, 2003.
Fotografia: Freixo, em Brunhoso.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Mogadouro a 12/08/2012 01:23:00 a.m.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
[À Descoberta de Vimioso] Feira de Artes, Ofícios e Sabores 2012
| Feira de Artes, Ofícios e Sabores 2012 |
21h00 | - Abertura da XIII Edição da Feira; | |
- Atuação da Banda Filarmónica dos BVV; | ||
21h30 | - Atuação dos "MARANUS"; | |
24h00 | - Encerramento da Feira; | |
08h00 | - Montaria ao javali ( Mancha de S. Joanico); - Atuação dos Gaiteiros de Serapicos; | |
09h00 | - Raid TT (Vimioso - Vilar Seco); | |
10h30 | - Abertura da Feira; - Atuação dos Gaiteiros de Angueira; | |
14h00 | - Exibição de danças de salão com a PED - Escola de Dança; | |
15h00 | - Atuação dos Gaiteiros de Serapicos; | |
17h00 | - Show cooking (produtos da região); | |
17h30 | - Leilão dos javalis; | |
18h30 | - Jantar de monteiros; - Show cooking (produtos da região); - Embalamento de produtos em vácuo (gratuito); | |
21h30 | - Atuação do grupo "SETE SAIAS"; | |
24h00 | - Encerramento da Feira; | |
08h00 | - Passeio BTT (Vimioso - S. Joanico - Vale de Frades - Vimioso); | |
09h00 | - Passeio pedestre temático (Identificação de cogumelos); | |
10h30 | - Abertura da Feira: | |
14h00 | - Sessão de divulgação para o setor agrícola "valorização da atividade apícola"; - I Festival de folclore "da Castanha"; - Rancho Folclórico de Vimioso; - Rancho Folclórico do Bairro da Mãe D'Água - Mirandanças - Associação Para o Desenvolvimento Integrado da Terra de Miranda; - Grupo de Pauliteiros; | |
14h30 | - Show cooking (produtos da região); - Embalamento de produtos em vácuo (gratuito); | |
16h00 | - Entrega dos prémios da doçaria da castanha; | |
17h30 | - Atuação da Mini Banda de Vimioso; | |
19h00 | - Encerramento da XIII Edição da Feira; |
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vimioso a 12/03/2012 10:19:00 a.m.
domingo, 2 de dezembro de 2012
[À Descoberta de Mirandela] Barcel
Vista parcial da aldeia de Barcel. Ao fundo a majestoso monte do Faro, já no concelho de Vila Flor.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Mirandela a 12/02/2012 12:56:00 a.m.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Mirandela a 12/02/2012 12:56:00 a.m.
[À Descoberta de Vila Flor] 26º Aniversário do Cube do Clube de Ciclismo
O passeio de aniversário contou com a presença de dois ciclistas profissionais: Manuel Cardoso, da equipa Caja Rural e Edgar Pinto da equipa L. A. Alumínios – Antarte.
As condições atmosféricas não foram as melhores, o que demoveu muitos daqueles que tinham manifestado a intenção de participarem no passeio, no entanto, foi feito e ninguém protestou contra a chuva ou contra o nevoeiro, porque depois de a bicicleta estar a rolar todos os elementos negativos são esquecidos.
O passeio desenvolveu-se nos arredores da vila, com passagem pelo miradouro. O nevoeiro esteve cerrado, não permitindo apreciar a paisagem, mas, mesmo assim, todos os participantes chegaram ao fim satisfeitos e com vontade ao almoço.
O almoço teve lugar no edifício do Turismo de Vila Flor e contou com a presença, além dos participantes do passeio, dos familiares dos ciclistas profissionais, do sr. Presidente da Junta de Vila Flor, José Almeida e dos senhores vereadores do Município Gracinda Peixoto e Fernando Barros, representando as instituições que mais têm apoiado o clube no desenvolvimento do seu plano de atividades.
Com o bolo de aniversário, cheio de calorias, terminou a festa do 26.º aniversário. A vontade da Direção é que celebrações destas se repitam por muitos anos e que o clube consiga mobilizar cada vez mais participantes das duas rodas no concelho, a saúde dos mesmos sai beneficiada e o nome de Vila Flor é conhecido nas muitas provas em que o Clube organiza e participa.
O evento teve o apoio da Junta de Freguesia de Vila Flor e do Município de Vila Flor. O patrocínio foi do Ponto Clínico.
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Publicada por Blogger em À Descoberta de Vila Flor a 12/02/2012 12:45:00 a.m.
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