O mês de maio já terminou mas as maias, nome vulgarmente dado às flores de giesta ainda abundam em grande parte do concelho. São mais frequentes nas zonas mais frias do concelho e nos solos de origem granítica. Desde Samões, até Candoso, passando por Carvalho de Egas e Mourão, são as freguesias onde ainda se podem ver bonitos mantos de flores.
Este ano, não sei explicar porquê, estas flores foram muito abundantes, havendo giestas que se curvam com o peso das próprias flores.
As fotografias de hoje tirei-as há poucos dias atrás entre Samões e Carvalho de Egas.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 6/03/2013 02:10:00 AM
Concelho:
| Carrazeda de Ansiães | Vila Flor | Miranda do Douro | Mogadouro | Torre de Moncorvo | Freixo de E.C. | Alfândega da Fé | |
segunda-feira, 3 de junho de 2013
[À Descoberta de Murça] Tuning
Os automóveis não são um grande atrativo para mim, mas os que encontrei na IX Feira do Azeite, do Vinho e Produtos Regionais de Murça não eram "máquinas" normais e, pelo menos em termos fotográficos, eram fantásticos. Não resisti a fazer algumas fotografias deles. Penso que pertenciam ao NortTuning Team.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Murça a 6/03/2013 01:52:00 AM
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Murça a 6/03/2013 01:52:00 AM
Etiquetas:
5090 Murça,
Muça
[À Descoberta de Murça] À Descoberta de Murça
A IX Feira do Azeite, do Vinho e Produtos Regionais foi uma boa "desculpa" para eu ir até Murça no dia 4 de maio. Já andava há algum tempo com vontade de dar um pulinho a Murça, porque Descobrir um concelho, é isso mesmo, ir lá, percorrer os locais e não ficar sentado à frente do computador lendo a Wikipédia.
Aproveitei a viagem para fazer algumas paragens em terras onde nunca tinha estado. Assim conheci Noura (nome que me custou muito a dizer!), Martim, Sobredo e dei um largo passeio pela vila.
Levei toda a manhã a percorrer as aldeias e cheguei a Murça à hora de almoço. Não demorei muito a encontrar um restaurante. Apetecia-me algo diferente, afinal ia a uma feira de azeite, vinho e produtos regionais. A minha desilusão foi completa: o restaurante tinha vários pratos à base de arroz e batata frita e algum tipo de carne. Detesto batatas fritas e da carne também é melhor nem falar.
Decidi que ao almoço não ia influenciar o meu espírito aventureiro e estragar a minha visita a Murça.
A vila pareceu-me muito bonita. O movimento era pouco, talvez porque o dia estava excecionalmente bom e num concelho agrícola há muito que fazer nos campos.
Comecei por ir à zona mais antiga da vila. A igreja matriz estava aberta. Tinha-se realizado um casamento e a entrada tinha o chão repleto de coraçãozinhos vermelhos. A decoração para evento no interior da igreja era à base de jarros, corroas de rei e rosas, tudo branco, muito bonito,
O altares estão muito bem cuidados, devem ter sido restaurados recentemente. O altar da capela-mor é especialmente elaborado, tal como os laterais do Senhor dos Paços e de Nossa Senhora (das Dores?). Além destes, a igreja tem mais três altares. O mais recente deve ser o do Sagrado Coração de Jesus. Exteriormente o templo tem uma aspeto bastante robusto, destacando-se a torre sineira lateral bastante imponente e "pesada".
Não muito longe fica o Pelourinho. É manuelino e dos mais bonitos que já vi. É monumento nacional desde 1910 e bem merece.
A Praça 5 de Outubro é o coração de Murça, espaço amplo, ladeado por edifícios antigos, históricos e importantes, o Pelourinho está num excelente cenário.
Mas o "símbolo" de Murça, a famosa porca, está noutro espaço a curta distância, também ladeado por um bonito espaço ajardinado. É mais natural que seja um porco, uma vez que assim acontece noutros pontos do nordeste e na vizinha Galiza. Possivelmente são monumentos megalíticos, símbolos da fertilidade.
Surpreendente é o Jardim do Paço. Não sei precisar os nomes das ruas mas um grande espaço com o Tribunal, a Biblioteca, um parque infantil e uma grande área ajardinada são, sem dúvida, um dos motivos de orgulho dos habitantes da vila e do concelho. São poucas as vilas e mesmo cidades, que se podem gabar de terem um espaço assim, aberto, moderno, bonito. O espaço ainda não fez um ano, as árvores ainda não cresceram. Se a autarquia conseguir manter o jardim limpo e tratado será o melhor cartão de visitas da vila.
Não me podia esquecer da "desculpa" para ir a Murça, a feira. A entrada era livre e o "aperto" a meio da tarde era pouco. Tive tempo para fotografar e conversar com os expositores. Os produtos expostos não eram apenas oriundo do concelho, mas de toda a região e mesmo alguns fora dela. O azeite e o vinho não se destacavam muito de outros produtos. Numa das primeiras bancadas estavam o toucinho do céu e as queijadas. São os doces mais característicos do concelho.
Sucederam-se o azeite, mel, vinho e o pão, simples, ou com carnes, recordando a feira do Folar de Valpaços. Havia ainda licores, queijos, enchidos, compotas, ginginha e chá. Além dos produtos alimentares também estavam representados vários tipos de artesanato como os trabalhos em cortiça e couro, ponto cruz, facas, louças. Em termos de origem dos produtos, posso apontar para além do concelho de Murça, Mirandela, Bragança, Alfandega da Fé, Palaçoulo, Macedo de Cavaleiros, Vinhais e Vila Real.
No exterior havia animação. Aos microfones estava o Grupo de Cantares Amigos de Murça. Só se ouvia uma voz! Supostamente todo o grupo cantava mas alguém procurava todo o protagonismo.
Mais tarde ouviu-se Ruizinho de Penacova.
Em redor, em espaço mais aberto havia máquinas agrícolas, carros modificados, clubes e associações.
Depois de uma visita demorada a todos os espaços, voltei a passear pela vila. Segui até ao Jardim Municipal onde fiquei algum tempo a ouvir a passarada. É outro espaço fantástico, moldado à moda de outra época, mas cheio de bancos e de sombras. Assim haja pessoas para usufruírem dele.
Ao fim da tarde abandonei a vila. Foi uma visita muito positiva e que me possibilitou, além de visitar a feira, conhecer espaços que fazem a sede de concelho. Foi a primeira de outras viagens que espero fazer. A norte de Murça não conheço mesmo nada do concelho e há muito para Descobrir.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Murça a 5/17/2013 09:47:00 PM
Aproveitei a viagem para fazer algumas paragens em terras onde nunca tinha estado. Assim conheci Noura (nome que me custou muito a dizer!), Martim, Sobredo e dei um largo passeio pela vila.
Levei toda a manhã a percorrer as aldeias e cheguei a Murça à hora de almoço. Não demorei muito a encontrar um restaurante. Apetecia-me algo diferente, afinal ia a uma feira de azeite, vinho e produtos regionais. A minha desilusão foi completa: o restaurante tinha vários pratos à base de arroz e batata frita e algum tipo de carne. Detesto batatas fritas e da carne também é melhor nem falar.
Decidi que ao almoço não ia influenciar o meu espírito aventureiro e estragar a minha visita a Murça.
A vila pareceu-me muito bonita. O movimento era pouco, talvez porque o dia estava excecionalmente bom e num concelho agrícola há muito que fazer nos campos.
Comecei por ir à zona mais antiga da vila. A igreja matriz estava aberta. Tinha-se realizado um casamento e a entrada tinha o chão repleto de coraçãozinhos vermelhos. A decoração para evento no interior da igreja era à base de jarros, corroas de rei e rosas, tudo branco, muito bonito,
O altares estão muito bem cuidados, devem ter sido restaurados recentemente. O altar da capela-mor é especialmente elaborado, tal como os laterais do Senhor dos Paços e de Nossa Senhora (das Dores?). Além destes, a igreja tem mais três altares. O mais recente deve ser o do Sagrado Coração de Jesus. Exteriormente o templo tem uma aspeto bastante robusto, destacando-se a torre sineira lateral bastante imponente e "pesada".
Não muito longe fica o Pelourinho. É manuelino e dos mais bonitos que já vi. É monumento nacional desde 1910 e bem merece.
A Praça 5 de Outubro é o coração de Murça, espaço amplo, ladeado por edifícios antigos, históricos e importantes, o Pelourinho está num excelente cenário.
Mas o "símbolo" de Murça, a famosa porca, está noutro espaço a curta distância, também ladeado por um bonito espaço ajardinado. É mais natural que seja um porco, uma vez que assim acontece noutros pontos do nordeste e na vizinha Galiza. Possivelmente são monumentos megalíticos, símbolos da fertilidade.
Surpreendente é o Jardim do Paço. Não sei precisar os nomes das ruas mas um grande espaço com o Tribunal, a Biblioteca, um parque infantil e uma grande área ajardinada são, sem dúvida, um dos motivos de orgulho dos habitantes da vila e do concelho. São poucas as vilas e mesmo cidades, que se podem gabar de terem um espaço assim, aberto, moderno, bonito. O espaço ainda não fez um ano, as árvores ainda não cresceram. Se a autarquia conseguir manter o jardim limpo e tratado será o melhor cartão de visitas da vila.
Não me podia esquecer da "desculpa" para ir a Murça, a feira. A entrada era livre e o "aperto" a meio da tarde era pouco. Tive tempo para fotografar e conversar com os expositores. Os produtos expostos não eram apenas oriundo do concelho, mas de toda a região e mesmo alguns fora dela. O azeite e o vinho não se destacavam muito de outros produtos. Numa das primeiras bancadas estavam o toucinho do céu e as queijadas. São os doces mais característicos do concelho.
Sucederam-se o azeite, mel, vinho e o pão, simples, ou com carnes, recordando a feira do Folar de Valpaços. Havia ainda licores, queijos, enchidos, compotas, ginginha e chá. Além dos produtos alimentares também estavam representados vários tipos de artesanato como os trabalhos em cortiça e couro, ponto cruz, facas, louças. Em termos de origem dos produtos, posso apontar para além do concelho de Murça, Mirandela, Bragança, Alfandega da Fé, Palaçoulo, Macedo de Cavaleiros, Vinhais e Vila Real.
No exterior havia animação. Aos microfones estava o Grupo de Cantares Amigos de Murça. Só se ouvia uma voz! Supostamente todo o grupo cantava mas alguém procurava todo o protagonismo.
Mais tarde ouviu-se Ruizinho de Penacova.
Em redor, em espaço mais aberto havia máquinas agrícolas, carros modificados, clubes e associações.
Depois de uma visita demorada a todos os espaços, voltei a passear pela vila. Segui até ao Jardim Municipal onde fiquei algum tempo a ouvir a passarada. É outro espaço fantástico, moldado à moda de outra época, mas cheio de bancos e de sombras. Assim haja pessoas para usufruírem dele.
Ao fim da tarde abandonei a vila. Foi uma visita muito positiva e que me possibilitou, além de visitar a feira, conhecer espaços que fazem a sede de concelho. Foi a primeira de outras viagens que espero fazer. A norte de Murça não conheço mesmo nada do concelho e há muito para Descobrir.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Murça a 5/17/2013 09:47:00 PM
[À Descoberta de Alfândega da Fé] Peónias
Num passeio que fiz ao alto da serra de Bornes procurei algumas espécies vegetais que já tinha observado anteriormente. A estrela seria a aquilégia, ou alguma orquídea selvagem, que ando sempre com vontade de encontrar. Não esperava, mesmo nada, encontrar estas bonitas peónias.
Apenas vi alguns exemplares, poucos, a meia encosta, na vertente voltada para a Vilariça.
As peónias são conhecidos por vários nomes, entre os quais, ramo-de-raposa, ou rosa albardeira (Paeonia broteri). Não faço ideia qual é o nome que lhe dão no concelho de Alfândega da Fé.
Já as conhecia nas freguesias da Trindade e Benlhevai, ambas no concelho de Vila Flor, e não muito distantes do local onde agora as encontrei. Também a encontrei no concelho de Miranda do Douro e Mogadouro. É uma espécie muito rara,no estado selvagem, com tendência para desaparecer. Nos jardins é possível ver por esta altura plantas desta espécie com flores grandes e muito coloridas, principalmente vermelhas e brancas, mas há-as de muitas cores.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 6/03/2013 01:32:00 AM
Apenas vi alguns exemplares, poucos, a meia encosta, na vertente voltada para a Vilariça.
As peónias são conhecidos por vários nomes, entre os quais, ramo-de-raposa, ou rosa albardeira (Paeonia broteri). Não faço ideia qual é o nome que lhe dão no concelho de Alfândega da Fé.
Já as conhecia nas freguesias da Trindade e Benlhevai, ambas no concelho de Vila Flor, e não muito distantes do local onde agora as encontrei. Também a encontrei no concelho de Miranda do Douro e Mogadouro. É uma espécie muito rara,no estado selvagem, com tendência para desaparecer. Nos jardins é possível ver por esta altura plantas desta espécie com flores grandes e muito coloridas, principalmente vermelhas e brancas, mas há-as de muitas cores.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 6/03/2013 01:32:00 AM
sexta-feira, 31 de maio de 2013
[À Descoberta de Alfândega da Fé] Vilariça
O vale da Vilariça, com flores selvagens em Primeiro plano. Fotografia tirada junto à aldeia de Vilares da Vilariça.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 5/31/2013 01:17:00 AM
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 5/31/2013 01:17:00 AM
[À Descoberta de Mirandela] À Procura dos Morangos - Fotografias 1
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| Uma das subidas (muito ligeiras) do percurso |
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Mirandela a 5/31/2013 12:34:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] e de repente é noite (XII)
XII
Estão por lá, bem sei, todas as palavras,
evaporadas na atmosfera doce,
no acerado azul a rasar ignotos orientes.
Tudo, em redor, ciosamente as guarda.
São letras, sílabas, frisos de pássaros
em fio telegráfico a exprimir outonos.
Arrebatam-nas ângulos de nuvens,
como a ilhas de insones e sagazes corsários.
Abstenho-me de dizer o sítio exacto.
Mas é lá que resistem, esparsas, as palavras,
as que nunca se disseram e as que se empenharam
nos riscos de urdir a habitação do nada.
Hei-de revisitar essa festa nocturna
que nenhuma madrugada arrefeceu.
Fender o hímen dessa casta lonjura,
provar que as palavras permanecem
na greda a palpitar no milagre das mãos.
Deixa, por agora, que me ausente
para um espaço interior, no enlevo do nómada
que traça no ocre esmaecido do deserto
um perímetro de sede
para futura catedral de chuva.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 5/31/2013 12:08:00 AM
Estão por lá, bem sei, todas as palavras,
evaporadas na atmosfera doce,
no acerado azul a rasar ignotos orientes.
Tudo, em redor, ciosamente as guarda.
São letras, sílabas, frisos de pássaros
em fio telegráfico a exprimir outonos.
Arrebatam-nas ângulos de nuvens,
como a ilhas de insones e sagazes corsários.
Abstenho-me de dizer o sítio exacto.
Mas é lá que resistem, esparsas, as palavras,
as que nunca se disseram e as que se empenharam
nos riscos de urdir a habitação do nada.
Hei-de revisitar essa festa nocturna
que nenhuma madrugada arrefeceu.
Fender o hímen dessa casta lonjura,
provar que as palavras permanecem
na greda a palpitar no milagre das mãos.
Deixa, por agora, que me ausente
para um espaço interior, no enlevo do nómada
que traça no ocre esmaecido do deserto
um perímetro de sede
para futura catedral de chuva.
Poema de João de Sá, do livro "E de repente é noite", 2008.
Fotografia: por do sol no Facho, Vila Flor.
Fotografia: por do sol no Facho, Vila Flor.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 5/31/2013 12:08:00 AM
quinta-feira, 30 de maio de 2013
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Rota das Maias 2013
A Rota das Maias, passeio pedestre organizado pela Associação Recreativa e Cultural de Pombal de Ansiães (ARCPA), teve lugar no dia 12 de Maio.
A já conhecida forma de receber desta Associação, da respetiva aldeia e os maravilhosos percursos possíveis nas encostas do rio Tua, levaram mais uma vez quase centena e meia de participantes a concentrarem-se junto à sede da Associação bem cedo ainda. Muitos dos participantes foram transportados de Carrazeda de Ansiães, de autocarro para Castanheiro. Foi necessário deslocar também para Castanheiro as pessoas que se encontravam em Pombal, uma vez que o início do percurso e o pequeno almoço estavam marcados para essa aldeia. Esta deslocação foi bastante demorada, uma vez que apenas só foi disponibilizado um autocarro, o que atrasou todo o evento.
O pequeno almoço foi servido na Junta de Freguesia de Castanheiro. Mesas bem recheadas esperavam os participantes já um pouco inquietos.
Há medida que o grupo de caminheiros tem vindo a aumentar, notam-se formas diferentes de encarar estas caminhadas ou passeios. Há pessoas que só pensam em chegar ao final! Para mim é a caminhada que conta e esta tem que ser aproveitada. Aproveitada para apreciar a paisagem, para ver e conversar sobre a fauna e a flora, monumentos e sítios de interesse, se ou houver, conhecer e conversar com outros participantes, já amigos ou desconhecidos. Julgo que esta Rota das Maias encheu bem as minhas "medidas", uma vez que não me preocupei nada com o caminho e cheguei ao final integrado no último grupo de pessoas.
A descida de Castanheiro até a estação da linha do Tua com o mesmo nome foi bastante acelerada. A paisagem é fantástica e as maias começaram a aparecer logo nos primeiros metros do percurso. Em cada curva do caminho se tem uma visão diferente do agreste vale e as touças de castanho dão um sombreado e uma frescura agradável a alguns troços do caminho. A descida é de grande declive e pode ser perigosa se não houver algum cuidado.
Atingida a linha não havia necessidade de mais marcações. O traçado seria pela linha até se atingir S. Lourenço, onde estaria mais uma vez o autocarro para nos transportar para a aldeia de Pombal.
Já tinha saudades da Linha, e foi com muita satisfação que pisei mais uma vez as travessas.
A paisagem é bem conhecida minha e sei de cor cada rocha, cada curva, cada canteiro de flores selvagens que crescem na escarpa rochosas.
Aprecio muito a passagem por Santa Luzia e pelo Amieiro. O isolamento da aldeia e a forma como que aninha na encosta surpreenderem sempre quem por ali passa pela primeira vez. Mas todos os que voltam a passar, nunca se cansam de fotografar aquele presépio que parece parado no tempo, onde não se ouvem nem pessoas nem animais, apenas as pareces e os telhados das casas estão a marcar a presença humana, uma vez que os terrenos de cultivo em redor não chamam à atenção de tão camuflados que se encontram na paisagem.
As pernas e os pés dos menos habituados nas caminhadas começaram a fraquejar. Fomos ficando para trás para incentivar e ajudar alguém que precisasse.
Os últimos quilómetros na linha foram feitos muito lentamente, já com bastante calor. Finalmente avistou-se a estação de S. Lourenço, onde já não havia ninguém, uma vez que o autocarro já tinha feito várias viagens à aldeia.
Aproveitei alguns momentos de espera para "provocar" um grupo de pescadores que se encontravam junto às termas a almoçar. Ganhei um copo de vinho e o privilégio de provar do seu almoço. Acreditem que a carne assada estava uma delícia! Obrigado, amigos. A pesca também é uma boa atividade para juntar pessoas e aquele grupo era um bom exemplo. Apesar de serem de vários lugares, até de concelhos diferentes, deslocam-se com frequência ao rio Tua para pescarem e para conviverem. Um deles dedicava-se exclusivamente ao almoço!
Chegou o autocarro e o último grupo tomou-o para Pombal.
Às duas da tarde começaram a entrar as primeiras pessoas para o salão da ARCPA. Para almoçar o grupo era ainda maior e o salão ficou cheio.
O prato principal foi arroz à Valenciana , acompanhado de salada e boa pinga (alguma da produção da terra, outra da zona dos vinhos verdes). O almoço com toda a gente sentada acaba por ter as suas vantagens, como o repouso e a calma para a conversa. Acaba por se conviver menos, porque estamos sempre juntos das mesmas pessoas. Há pessoas que desde há mais de um ano não perderam uma caminhada! Já devem ser perto de 20 caminhadas e passeios. Já se criou um verdadeiro espírito de grupo, sempre com boa disposição.
O evento terminou com um café no bar da Associação.
Foram pouco mais de 11 km percorridos, de forma agradável. O pequeno almoço e o almoço também estiveram ao nível que a Associação já nos habituou e é sempre agradável rever os amigos e voltar à aldeia de Pombal.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 5/30/2013 11:44:00 PM
A já conhecida forma de receber desta Associação, da respetiva aldeia e os maravilhosos percursos possíveis nas encostas do rio Tua, levaram mais uma vez quase centena e meia de participantes a concentrarem-se junto à sede da Associação bem cedo ainda. Muitos dos participantes foram transportados de Carrazeda de Ansiães, de autocarro para Castanheiro. Foi necessário deslocar também para Castanheiro as pessoas que se encontravam em Pombal, uma vez que o início do percurso e o pequeno almoço estavam marcados para essa aldeia. Esta deslocação foi bastante demorada, uma vez que apenas só foi disponibilizado um autocarro, o que atrasou todo o evento.
O pequeno almoço foi servido na Junta de Freguesia de Castanheiro. Mesas bem recheadas esperavam os participantes já um pouco inquietos.
Há medida que o grupo de caminheiros tem vindo a aumentar, notam-se formas diferentes de encarar estas caminhadas ou passeios. Há pessoas que só pensam em chegar ao final! Para mim é a caminhada que conta e esta tem que ser aproveitada. Aproveitada para apreciar a paisagem, para ver e conversar sobre a fauna e a flora, monumentos e sítios de interesse, se ou houver, conhecer e conversar com outros participantes, já amigos ou desconhecidos. Julgo que esta Rota das Maias encheu bem as minhas "medidas", uma vez que não me preocupei nada com o caminho e cheguei ao final integrado no último grupo de pessoas.
A descida de Castanheiro até a estação da linha do Tua com o mesmo nome foi bastante acelerada. A paisagem é fantástica e as maias começaram a aparecer logo nos primeiros metros do percurso. Em cada curva do caminho se tem uma visão diferente do agreste vale e as touças de castanho dão um sombreado e uma frescura agradável a alguns troços do caminho. A descida é de grande declive e pode ser perigosa se não houver algum cuidado.
Atingida a linha não havia necessidade de mais marcações. O traçado seria pela linha até se atingir S. Lourenço, onde estaria mais uma vez o autocarro para nos transportar para a aldeia de Pombal.
Já tinha saudades da Linha, e foi com muita satisfação que pisei mais uma vez as travessas.
A paisagem é bem conhecida minha e sei de cor cada rocha, cada curva, cada canteiro de flores selvagens que crescem na escarpa rochosas.
Aprecio muito a passagem por Santa Luzia e pelo Amieiro. O isolamento da aldeia e a forma como que aninha na encosta surpreenderem sempre quem por ali passa pela primeira vez. Mas todos os que voltam a passar, nunca se cansam de fotografar aquele presépio que parece parado no tempo, onde não se ouvem nem pessoas nem animais, apenas as pareces e os telhados das casas estão a marcar a presença humana, uma vez que os terrenos de cultivo em redor não chamam à atenção de tão camuflados que se encontram na paisagem.
As pernas e os pés dos menos habituados nas caminhadas começaram a fraquejar. Fomos ficando para trás para incentivar e ajudar alguém que precisasse.
Os últimos quilómetros na linha foram feitos muito lentamente, já com bastante calor. Finalmente avistou-se a estação de S. Lourenço, onde já não havia ninguém, uma vez que o autocarro já tinha feito várias viagens à aldeia.
Aproveitei alguns momentos de espera para "provocar" um grupo de pescadores que se encontravam junto às termas a almoçar. Ganhei um copo de vinho e o privilégio de provar do seu almoço. Acreditem que a carne assada estava uma delícia! Obrigado, amigos. A pesca também é uma boa atividade para juntar pessoas e aquele grupo era um bom exemplo. Apesar de serem de vários lugares, até de concelhos diferentes, deslocam-se com frequência ao rio Tua para pescarem e para conviverem. Um deles dedicava-se exclusivamente ao almoço!
Chegou o autocarro e o último grupo tomou-o para Pombal.
Às duas da tarde começaram a entrar as primeiras pessoas para o salão da ARCPA. Para almoçar o grupo era ainda maior e o salão ficou cheio.
O prato principal foi arroz à Valenciana , acompanhado de salada e boa pinga (alguma da produção da terra, outra da zona dos vinhos verdes). O almoço com toda a gente sentada acaba por ter as suas vantagens, como o repouso e a calma para a conversa. Acaba por se conviver menos, porque estamos sempre juntos das mesmas pessoas. Há pessoas que desde há mais de um ano não perderam uma caminhada! Já devem ser perto de 20 caminhadas e passeios. Já se criou um verdadeiro espírito de grupo, sempre com boa disposição.
O evento terminou com um café no bar da Associação.
Foram pouco mais de 11 km percorridos, de forma agradável. O pequeno almoço e o almoço também estiveram ao nível que a Associação já nos habituou e é sempre agradável rever os amigos e voltar à aldeia de Pombal.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 5/30/2013 11:44:00 PM
[À Descoberta de Mirandela] À Procura dos Morangos
Já algum tempo que pretendia "iniciar-me" nas atividades de Mirandela. É uma cidade muito dinâmica, num concelho cheio de beleza, de vida e de contrastes. A minha primeira atividade integrado num grupo aconteceu no dia 11 de Maio, em S. Pedro Velho. A caminhada chamou-se "À Procura dos Morangos" e estava integrada na V Feira dos Morangos e Vinho de S. Pedro Velho.
O concelho de Mirandela é muito grande e desconheço a grande parte das freguesias. S. Pedro Velho não me dizia nada, mas isso era mais um incentivo à minha participação.
Fiz a minha inscrição pelo telefone, com a maior das facilidades.
No dia 11 perto das 9 da manhã cheguei a Mirandela. Fiquei admirado pela quantidade de gente que ia participar na caminhada e também pela faixa etária da mesma, havia muitos jovens. Percebi mais tarde que algumas pessoas não eram muito adeptos das caminhadas, mas estavam motivados pelos morangos.
A segunda surpresa foi a distância que foi preciso percorrer para chagar ao local de início da caminhada e a terceira foi o relevo. Não estava à espera de encontrar um área agreste, com grandes blocos de granito mais ao estilo da Terra Fria do que da Terra Quente. Por isso é que é bom visitar estes locais, porque aprendemos bastante.
A organização da caminhada esteve muito bem, foi complicado conseguir transporte para toda a gente até S. Pedro Velho.
A caminhada iniciou-se em Vilar D'Ouro, aldeia anexa a S. Pedro Velho. Partimos de junto da capela de S. Gonçalo, visitámos uma fonte de mergulho e um forno de cozer o pão.
Conhecia três participantes de outras caminhadas, mas não me foi difícil estabelecer diálogo com outras pessoas. Gosto, preferencialmente, de me juntar a pessoas da localidade, para desta forma saber mais informações dos locais por onde passamos, mas a grande parte dos participantes também pouco conhecia da freguesia.
Visitámos um curioso lagar de vinho numa espécie de abrigo debaixo de umas rochas, o Lagar da Gruta. Não deixa de ser interessante apreciar estruturas destas, mas dada a sua invulgar localização ainda mais interessante foi.
O grupo fez várias paragens ao longo da caminhada, para se reagrupar. Concordo com este procedimento. Era um passeio, não uma prova de velocidade.
Depois de caminharmos algum tempo pelo termo entrámos na aldeia de S. Pedro Velho. Junto às primeiras casas estava mais uma fonte de mergulho, a Fonte do Outeiro.
Passámos junto ao cemitério e subimos à Capela do Divino Senhor do Calvário. Foi pena este espaço não estar aberto, porque ainda estivemos aí durante algum tempo parados.
Descemos pelo escadório para a Rua do Calvário. Seguimos ao longo da estrada durante algumas centenas de metros. O objetivo era visitar um morangal e, como já é tradição, experimentar a sensação de colher morangos (e comer, é claro). Anualmente um produtor disponibiliza o acesso aos seus morangos permitindo comer e colher uma pequena caixa de morangos. Penso que foi por causa desta apanha dos morangos que havia muitos participantes crianças. A percurso também não era muito longo e muitas das crianças fizeram-no sem dificuldade.
A entrada na plantação de morangueiros foi uma alegria! Os frutos "gordos" e coloridos fizeram brilhar os olhos de entusiasmo. A vontade de comer morangos ficou rapidamente satisfeita e cheia a caixa que nos foi distribuída, custou mesmo virar as costas e deixar tantos frutos saborosos ainda pendurados nas plantas. O colorido era fantástico e soube-me melhor fotografá-los de que come-los, por estranho que pareça.
Voltámos ao centro da aldeia, onde estava quase montada a Feira dos Morangos e do Vinho. Não parámos, fomos visitar uma plantação de framboesas, não muito distante. As plantas não tinham flores nem frutos e pouca atenção mereceram dos participantes na caminhada. O melhor foi a possibilidade de provar a compota de framboesa e comer um bom pedaço de pão acabadinho de cozer. O mesmo que tínhamos visto no forno em Vilar D'Ouro. Depois de uma caminhada de mais de 6 km soube mesmo bem! Não gosto muito de compotas, mas deliciei-me.
Também fui curioso verificar que ao longo dos cursos de água havia muitos jarros em flor! Fiquei sem saber se cresciam espontaneamente ou se eram plantados. Também não fazia ideia que cresciam tão bem mesmo dentro de água!
Não tivemos muito tempo para ver a feira. Fiz uma passagem rápida pelo espaço, mas apenas comprei pão fresco, não na feira mas numa padaria próxima. O autocarro já estava à espera para nos trazer de volta a Mirandela.
Esta primeira experiência de caminhada no concelho de Mirandela foi muito interessante. Tudo era novo para mim, as pessoas, os locais e a organização. Achei estranho não ser fornecida nem uma garrafa de água, mas eu vou sempre prevenido. Até o "almoço" levei, porque tinha intenção de passar todo o dia À Descoberta do concelho.
Dentro das possibilidades vou tentar participar noutros eventos, semelhantes a este ou não. Complementados com os meus passeios em solitário, são uma boa forma de ir conhecendo pequenos pedaços do concelho, que se está a revelar bem mais heterogéneo do que o que eu estava à espero.
O traçado do percurso da caminhada foi feito após a caminhada e de memória, pode não ser totalmente coincidente com o que foi feito no dia 11, mas penso que sim.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Mirandela a 5/30/2013 12:34:00 AM
O concelho de Mirandela é muito grande e desconheço a grande parte das freguesias. S. Pedro Velho não me dizia nada, mas isso era mais um incentivo à minha participação.
Fiz a minha inscrição pelo telefone, com a maior das facilidades.
No dia 11 perto das 9 da manhã cheguei a Mirandela. Fiquei admirado pela quantidade de gente que ia participar na caminhada e também pela faixa etária da mesma, havia muitos jovens. Percebi mais tarde que algumas pessoas não eram muito adeptos das caminhadas, mas estavam motivados pelos morangos.
A segunda surpresa foi a distância que foi preciso percorrer para chagar ao local de início da caminhada e a terceira foi o relevo. Não estava à espera de encontrar um área agreste, com grandes blocos de granito mais ao estilo da Terra Fria do que da Terra Quente. Por isso é que é bom visitar estes locais, porque aprendemos bastante.
A organização da caminhada esteve muito bem, foi complicado conseguir transporte para toda a gente até S. Pedro Velho.
A caminhada iniciou-se em Vilar D'Ouro, aldeia anexa a S. Pedro Velho. Partimos de junto da capela de S. Gonçalo, visitámos uma fonte de mergulho e um forno de cozer o pão.
Conhecia três participantes de outras caminhadas, mas não me foi difícil estabelecer diálogo com outras pessoas. Gosto, preferencialmente, de me juntar a pessoas da localidade, para desta forma saber mais informações dos locais por onde passamos, mas a grande parte dos participantes também pouco conhecia da freguesia.
Visitámos um curioso lagar de vinho numa espécie de abrigo debaixo de umas rochas, o Lagar da Gruta. Não deixa de ser interessante apreciar estruturas destas, mas dada a sua invulgar localização ainda mais interessante foi.
O grupo fez várias paragens ao longo da caminhada, para se reagrupar. Concordo com este procedimento. Era um passeio, não uma prova de velocidade.
Depois de caminharmos algum tempo pelo termo entrámos na aldeia de S. Pedro Velho. Junto às primeiras casas estava mais uma fonte de mergulho, a Fonte do Outeiro.
Passámos junto ao cemitério e subimos à Capela do Divino Senhor do Calvário. Foi pena este espaço não estar aberto, porque ainda estivemos aí durante algum tempo parados.
Descemos pelo escadório para a Rua do Calvário. Seguimos ao longo da estrada durante algumas centenas de metros. O objetivo era visitar um morangal e, como já é tradição, experimentar a sensação de colher morangos (e comer, é claro). Anualmente um produtor disponibiliza o acesso aos seus morangos permitindo comer e colher uma pequena caixa de morangos. Penso que foi por causa desta apanha dos morangos que havia muitos participantes crianças. A percurso também não era muito longo e muitas das crianças fizeram-no sem dificuldade.
A entrada na plantação de morangueiros foi uma alegria! Os frutos "gordos" e coloridos fizeram brilhar os olhos de entusiasmo. A vontade de comer morangos ficou rapidamente satisfeita e cheia a caixa que nos foi distribuída, custou mesmo virar as costas e deixar tantos frutos saborosos ainda pendurados nas plantas. O colorido era fantástico e soube-me melhor fotografá-los de que come-los, por estranho que pareça.
Voltámos ao centro da aldeia, onde estava quase montada a Feira dos Morangos e do Vinho. Não parámos, fomos visitar uma plantação de framboesas, não muito distante. As plantas não tinham flores nem frutos e pouca atenção mereceram dos participantes na caminhada. O melhor foi a possibilidade de provar a compota de framboesa e comer um bom pedaço de pão acabadinho de cozer. O mesmo que tínhamos visto no forno em Vilar D'Ouro. Depois de uma caminhada de mais de 6 km soube mesmo bem! Não gosto muito de compotas, mas deliciei-me.
Também fui curioso verificar que ao longo dos cursos de água havia muitos jarros em flor! Fiquei sem saber se cresciam espontaneamente ou se eram plantados. Também não fazia ideia que cresciam tão bem mesmo dentro de água!
Não tivemos muito tempo para ver a feira. Fiz uma passagem rápida pelo espaço, mas apenas comprei pão fresco, não na feira mas numa padaria próxima. O autocarro já estava à espera para nos trazer de volta a Mirandela.
Esta primeira experiência de caminhada no concelho de Mirandela foi muito interessante. Tudo era novo para mim, as pessoas, os locais e a organização. Achei estranho não ser fornecida nem uma garrafa de água, mas eu vou sempre prevenido. Até o "almoço" levei, porque tinha intenção de passar todo o dia À Descoberta do concelho.
Dentro das possibilidades vou tentar participar noutros eventos, semelhantes a este ou não. Complementados com os meus passeios em solitário, são uma boa forma de ir conhecendo pequenos pedaços do concelho, que se está a revelar bem mais heterogéneo do que o que eu estava à espero.
O traçado do percurso da caminhada foi feito após a caminhada e de memória, pode não ser totalmente coincidente com o que foi feito no dia 11, mas penso que sim.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Mirandela a 5/30/2013 12:34:00 AM
terça-feira, 28 de maio de 2013
[À Descoberta de Mirandela] Rota do Granito e da Cortiça
Rota do Granito e da Cortiça
Comemoração do Dia Mundial do Ambiente e Dia da EcologiaVila Verdinho, Domingo, dia 2 de junho de 2013
Inscrições até às 16h do dia 1. de junho (sábado)
Inscreva-se diretamente no Posto de Turismo, através do email: postodeturismo@cm-mirandela.pt ou pelo telefone 278203143
Limite de inscrições. Pagamento no ato da inscrição. Preço 2,5€
Ponto de Encontro: 8h:15m no Posto de Turismo
Distância: 9 km
Dificuldade: Média
Duração: Cerca de 2h:l5m
Hora prevista de regresso: 14h:00m
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Mirandela a 5/28/2013 05:23:00 PM
sexta-feira, 24 de maio de 2013
[À Descoberta de Vila Flor] Tabela de Preços do Parque de Campismo (2013)
Tabela de Taxas da Piscina e Parque de Campismo de Vila Flor.
Taxas época balnear 2013
Parque de Campismo Municipal
Barragem do Peneireiro
5360 Vila Flor
Telef: 278 512 350
Câmara Municipal de Vila Flor
Avenida Marechal Carmona
5360-303 Vila Flor
Telef. 278 510 100 Fax. 278 512 380
Email geral@municipiovilaflor.pt
Página Web: http://www.cm-vilaflor.pt
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 5/24/2013 12:06:00 AM
quarta-feira, 22 de maio de 2013
[A Linha é Tua] Deixem viver o Tua
O Movimento Pela Linha do Tua pretende o cancelamento da barragem do Tua, salvando assim o Vale do Tua e evitando o aumento da carga fiscal e da tarifa da electricidade, como está previsto caso a obra se realize.
Tem havido muita polémica acerca deste assunto, e todo o processo tem sido escondido por parte do governo e da EDP.
O site da petição é pelotua.info.tm, e também podes colaborar activamente, saber mais acerca desta fraude e ajudar a revelar esta causa.
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Publicada por Blogger às A Linha é Tua a 5/22/2013 09:50:00 PM
Tem havido muita polémica acerca deste assunto, e todo o processo tem sido escondido por parte do governo e da EDP.
O site da petição é pelotua.info.tm, e também podes colaborar activamente, saber mais acerca desta fraude e ajudar a revelar esta causa.
A petição pelo Tua precisa da sua ajuda: http://pelotua.info.tm
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Publicada por Blogger às A Linha é Tua a 5/22/2013 09:50:00 PM
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