sábado, 8 de junho de 2013

[A Linha é Tua] De Brunheda a Foz Tua, pela Linha

Já decorreu algum tempo desde que fiz a última caminhada na Linda do Tua, embora por lá tenha passado por diversas vezes, nalgumas iniciativas. Mas percorrer a linha, focando toda a atenção no vale do Tua, na linha e no rio, é uma experiência que não me canso de repetir.
O desafio partiu de um amigo de longa data, defensor da Linha do Tua e entusiasta da fotografia. Foi alargado a um grupo de pessoas, mas por questões de agenda, de logística ou outras, acabámos por ser apenas 3 a aventurarmo-nos nesta caminhada de cerca de 20 km.
Caminhar foi uma das componentes, porque houve tempo para muita conversa, muita curiosidade sobre aspetos relacionados com a linha e outras estruturas por onde passámos e muitas fotografias, paixão comum aos três caminheiros.
A caminhada teve início junto à estação de Brunheda, ainda bastante cedo. O céu estava muito nublado com algumas abertas, muito pouco convidativo à fotografia, mas há sempre desafios que utilizar a pouca luz existente. Já havia muitos pescadores nas margens do rio.
 A primeira curiosidade, já por mim verificada na estação de Abreiro, é a de que alguma tipo de estrutura se tem deslocado sobre os carris. Tivemos alguma atenção e os carris são usados até muito próximo de S, Lourenço. Aí há um desvio há uma rocha na linha, originada numa queda, e o que quer que tenha circulado teve que voltar para trás.
A estação de S. Lourenço foi vandalizada. Já passei várias vezes por lá e estava sempre fechada, mas desta vez estava aberta. Este edifício é de construção recente e nunca despertou a mínima curiosidade. Desta vez entrámos, para ver os estragos. Foram roubados lavatórios, sanitas e portas, pouco mais havia para roubar.
Após S. Lourenço a paisagem é de puro maravilhamento (se é que a palavra existe). Perder-se a ligação com a "civilização", saber que não há hipótese de desistir e que o único caminho é seguir em frente, dá oportunidade de  olhar todo o espaço em redor de uma forma única. A companhia do barulho das águas, a agressividade da escarpa rochosa, a beleza natural com que esta época do ano veste cada centímetro de terra onde as raízes se podem fixar.
Para completar esta paisagem poética surge a aldeia do Amieiro. Vista da outra margem, é difícil imaginá-la com ruas estreitas, íngremes, cheia de casas humildes e e de gente idosa. Vista da linha não é mais de que um aglomerado de casas carinhosamente colocados na encosta, tal qual como colocamos a cabana e os pastores no musgo do presépio. É isso que o Amieiro é, um presépio.
O rio percorre um caminho cada vez mais agreste, visível nas escarpas rochosas que limitam e  orientam o seu caminho há milhares de anos.
Junto ao Castanheiro paramos para almoçarmos. Uma forte chuvada obrigou-nos a esperar alguns minutos (poucos), antes de descermos à bonita praia de areia branca que está próxima desta estação. Confesso que nunca tinha descido ao rio! Sempre que por ali passei a vontade de continuar foi mais forte do que a de descer ao rio e explorar a bonita praia e o conjunto de azenhas que ali deve ter existido. A companhia e o fato de  estarmos sem qualquer necessidade de cumprirmos horários fez com que esta fosse um boa oportunidade de conhecer esta pequena praia.
Pude verificar que o mexilhão que habitualmente apanho rio Sabor também existe no Tua. As conchas bivalves que encontrámos indiciam que são de um tamanho considerável.
Pouco tempo depois chegámos a Tralhariz. A paisagem continua  a ser magnífica não fosse o facto de já se avistar na outra margem o aterro retirado das obras da barragem. A  magia perdeu-se, nem a doses laranjas roubada, num terreno abandonado têm o mesmo sabor. A atrocidade que estão a fazer com a construção da barragem é de uma crueldade que dói.
Ao quilómetro 3 somos obrigados a abandonar a linha. É perigoso e proibido continuar. A linha já não existe, o rio já não existe. Ambos foram dominados, humilhados, desviados do seu caminho.
Subir até à aldeia de Fiolhal, não é fácil. Apesar de ser uma pessoa habituada a andar e do dia não estar especialmente quente foram precisas algumas paragens para chegarmos perto da aldeia.
 Aproveitámos para procurar alguns pontos estratégicos para observar as obras da barragem. O sentimento dominante não era de resignação, mas sim de revolta. É difícil aceitar os argumentos do desenvolvimentos, da reserva de água, da beleza que o vale pode vir a ter ou da energia que poderá produzir. Não somos "turistas", esta é a nossa terra, este é um património que nos estão a tirar sem hipótese de vislumbrarmos benefícios, além dos evidente para a EDP.
A destruição já é muita, mas nada que fosse impeditivo de parar definitivamente as obras. Aos defensores da teoria de que agora já não vale a pena parar as obras porque o mal já está feio, só me apetece perguntar: aceitariam casas uma filha com alguém que a violou? O mal já foi feito.
Já tínhamos um carro em Fiolhal, deixado lá às primeiras horas do dia. Gostaríamos de ter  continuado pela linha até Foz-Tua, mas não nos restou outra alternativa senão a de descermos pela estrada.
Já em Foz-Tua fomos até à ponte rodoviária sobre o Tua. A paisagem em redor é desoladora. Muitos pescadores enfrentam o perigo e continuam a pescar na zona das obras.
Num restaurante da aldeia constatámos que os benefícios de ter muitos clientes das obras, sobretudo a mão de obra mais qualificada e com salários mais altos, não resulta num encaixe que permita a satisfação. Servir bem, produtos de qualidade, incluir entradas e vinho de marca, e cobrar 6€ por refeição, é caso para dizer, mais valia estar parado.
Esta fotografia já foi tirada há algum tempo atrás
Chegámos ao fim da nossa viagem satisfeitos. Tivemos pena que não houvesse mais gente para nos acompanhar, mas, se calhar, não podíamos ter feito o percurso como o fizemos.
Estou com esperança que esta não seja a minha última viagem no vale do Tua. Não porque acredite que os responsáveis políticos deste país ganhem juízo, nem os autarcas aqui ao lado o têm (o capital domina a nossa existência), mas porque não aceito despedir-me tão rápido desta paisagem única, uma das maiores riqueza da nossa região.

GPSies - Brunheda_Fiolhal

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Publicada por Blogger às A Linha é Tua a 6/08/2013 06:20:00 PM

quarta-feira, 5 de junho de 2013

[À Descoberta de Alijó] Caminhada Solidária, 9 de Junho


A receita angariada reverte na totalidade a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro - Núcleo Regional do Norte
Informações: 225 420 695 / 910 945 181
daf.nrnorte@ligacontracancro.pt
Inscrições: D. Maria de Fátima Gracias - 259 959 427


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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alijó a 6/05/2013 11:11:00 PM

[À Descoberta de Valpaços] Encontro Nacional de Caminheiros 2013

Domingo, 23 de Junho de 2013, em Valpaços.

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Publicada por Blogger às À Descoberta de Valpaços a 6/05/2013 03:01:00 PM

[À Descoberta de Alfândega da Fé] Festa da Cereja, 7, 8, 9 e 10 de Junho


Dia 07 de Junho (sexta feira)
18.00h - Abertura da Festa da Cereja
22.00h - "Grupo TransFive"
00.30h - Dj Jamie Ferrer


Dia 08 de Junho (sábado)

15.00h - Abertura Oficial da Festa da Cereja
Orquestra Juvenil
"Tributo das Donzelas"- Evocação das Memórias de Alfândega
Grupo de Teatro Filandorra e Almedievo - Grupo de Música Medieval
16.30h - Grupo de Cantares de Sambade
18.00h - Grupo de Cantares de Parada
22.00h - "Grupo Flor de Lis"
00.30h - Dj Durval


Dia 09 de Junho (domingo)

11.00h - Passeio de Carros Antigos e Desportivos na Terra Quente
14.30h - 1º Sprint BTT das Cerejas
15.00h - Arruda RaussTuna
(Tuna Mista do Instituto Politécnico de Bragança)
16.00h - Apresentação da "Cerveja Mártir" - Cerveja Artesanal de Cereja
17.00h - Dramatização da "Lenda dos Cavaleiros das Esporas Douradas"
(Filandorra | Almedievo | Tafé | Comunidade)
19.30h - Entrega dos Prémios do 1º Sprint BTT das Cerejas
21.30h - Banda Municipal
22.30h - "Emanuel"
00.00h - RaussTuna
(Tuna Mista do Instituto Politécnico de Bragança)
01.00h - Dj Energie


Dia 10 de Junho (segunda-feira)

11.00h - Arruada Grupo de Concertinas "Sons de Casconha"
15.00h - Grupo de Cantares de Gebelim
16.00h - Workshop "Reciclar é aproveitar"
16.30h - Arruda Grupo de Concertinas "Sons de Casconha"
17.00h - Grupo de Cantares de Alfandega da Fé

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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 6/05/2013 10:18:00 PM

[À Descoberta de Vila Flor] Caminhada Solidária


No sentido de angariar fundos destinados a serem aplicados pela Liga Portuguesa contra o Cancro em diversos programas de acção, educação para a saúde, diagnóstico, apoio ao doente oncológico e investigação científica em oncologia, irá realizar-se, em Vila Flor, dia 23 de Junho, pelas 16.30 horas, em Vila Flor, uma Caminhada Solidária.
Tem a extensão aproximada de 7 km.
A inscrição custa 3€ e dá direito a uma t-shirt comemorativa.
As receitas revertem na íntegra para a Liga Portuguesa contra o Cancro.
Participe!

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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 6/05/2013 10:10:00 PM

terça-feira, 4 de junho de 2013

[À Descoberta de Alfândega da Fé] Sprint BTT da Cereja 2013 – Alfândega da Fé


Sprint BTT da Cereja 2013 – Alfândega da Fé

9 de Junho de 2013
O que é?

  • O Sprint BTT compreende um novo formato de corrida BTT, onde o mais rápido será o vencedor.
  • O percurso terá 700m, é totalmente pedalável e inclui asfalto, terreno natural, obstáculos artificiais e naturais;
  • Os atletas competem entre si 4 a 4 (cada manga tem 4 atletas) onde os 2 mais rápidos continuam em prova (passam à fase seguinte) e os 2 mais lentos são eliminados, até se chegar a um vencedor.

Inscrição:
  • A inscrição contempla banho, seguro, brinde, dorsal e lavagem da bicicleta
  • As inscrições deverão ser efectuadas até às 14h30m do dia da prova (9 de Junho) o que contempla facultar os seguintes dados: nome completo, data de nascimento, nº do B.I./C.C., podendo enviar para o e-mail s.desporto.alfdafe@gmail.com.
  • Os menores de 18 anos deverão entregar/enviar a declaração de responsabilidade devidamente assinada pelos pais ou encarregados de educação a autorizar a sua participação bem como cópia do C.C. ou B.I. dos mesmos, aquando da entrega/envio da inscrição.


Programa
13h30m Abertura do Secretariado (Portão Norte da Festa da Cereja) InscriçãoCheck in / entrega dos dorsais  e das lembranças
14h30m Reconhecimento do percurso do 1º Sprint BTT da Cereja
15h00m Início da prova
18h00m Entrega dos prémios

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Secção de Desporto do Município de Alfândega da Fé
Praça do Município,

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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 6/04/2013 02:52:00 PM

segunda-feira, 3 de junho de 2013

[À Descoberta de Vila Flor] Maias

O mês de maio já terminou mas as maias, nome vulgarmente dado às flores de giesta ainda abundam em grande parte do concelho. São mais frequentes nas zonas mais frias do concelho e nos solos de origem granítica. Desde Samões, até Candoso, passando por Carvalho de Egas e Mourão, são as freguesias onde ainda se podem ver bonitos mantos de flores.
Este ano, não sei explicar porquê, estas flores foram muito abundantes, havendo giestas que se curvam com o peso das próprias flores.
As fotografias de hoje tirei-as há poucos dias atrás entre Samões e Carvalho de Egas.

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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 6/03/2013 02:10:00 AM

[À Descoberta de Murça] Tuning

Os automóveis não são um grande atrativo para mim, mas os que encontrei na IX Feira do Azeite, do Vinho e Produtos Regionais de Murça não eram "máquinas" normais e, pelo menos em termos fotográficos, eram fantásticos. Não resisti a fazer algumas fotografias deles. Penso que pertenciam ao NortTuning Team.



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Publicada por Blogger às À Descoberta de Murça a 6/03/2013 01:52:00 AM

[À Descoberta de Murça] À Descoberta de Murça

 A IX Feira do Azeite, do Vinho e Produtos Regionais foi uma boa "desculpa" para eu ir até Murça no dia 4 de maio. Já andava há algum tempo com vontade de dar um pulinho a Murça, porque Descobrir um concelho, é isso mesmo, ir lá, percorrer os locais e não ficar sentado à frente do computador lendo a Wikipédia.
Aproveitei a viagem para fazer algumas paragens em terras onde nunca tinha estado. Assim conheci Noura (nome que me custou muito a dizer!), Martim, Sobredo e dei um largo passeio pela vila.
Levei toda a manhã a percorrer as aldeias e cheguei a Murça à hora de almoço. Não demorei muito a encontrar um restaurante. Apetecia-me algo diferente, afinal ia a uma feira de azeite, vinho e produtos regionais. A minha desilusão foi completa: o restaurante tinha vários pratos à base de arroz e batata frita e algum tipo de carne. Detesto batatas fritas e da carne também é melhor nem falar.
Decidi que ao almoço não ia influenciar o meu espírito aventureiro e estragar a minha visita a Murça.
A vila pareceu-me muito bonita. O movimento era pouco, talvez porque o dia estava excecionalmente bom e num concelho agrícola há muito que fazer nos campos.
Comecei por ir à zona mais antiga da vila. A igreja matriz estava aberta. Tinha-se realizado um casamento e a entrada tinha o chão repleto de coraçãozinhos vermelhos. A decoração para evento no interior da igreja era à base de jarros, corroas de rei e rosas, tudo branco, muito bonito,
O altares estão muito bem cuidados, devem ter sido restaurados recentemente. O altar da capela-mor é especialmente elaborado, tal como os laterais do Senhor dos Paços e de Nossa Senhora (das Dores?). Além destes, a igreja tem mais três altares. O mais recente deve ser o do Sagrado Coração de Jesus. Exteriormente o templo tem uma aspeto bastante robusto, destacando-se a torre sineira lateral bastante imponente e "pesada".
Não muito longe fica o Pelourinho. É manuelino e dos mais bonitos que já vi. É monumento nacional desde 1910 e bem merece.
A Praça 5 de Outubro é o coração de Murça, espaço amplo, ladeado por edifícios antigos, históricos e importantes, o Pelourinho está num excelente cenário.
Mas o "símbolo" de Murça, a famosa porca, está noutro espaço a curta distância, também ladeado por um bonito espaço ajardinado. É mais natural que seja um porco, uma vez que assim acontece noutros pontos do nordeste e na vizinha Galiza. Possivelmente são monumentos megalíticos, símbolos da fertilidade.
Surpreendente é o Jardim do Paço. Não sei precisar os nomes das ruas mas um grande espaço com o Tribunal, a Biblioteca, um parque infantil e uma grande área ajardinada são, sem dúvida, um dos motivos de orgulho dos habitantes da vila e do concelho. São poucas as vilas e mesmo cidades, que se podem gabar de terem um espaço assim, aberto, moderno, bonito. O espaço ainda não fez um ano, as árvores ainda não cresceram. Se a autarquia conseguir manter o jardim limpo e tratado será o melhor cartão de visitas da vila.
Não me podia esquecer da "desculpa" para ir a Murça, a feira. A entrada era livre e o "aperto" a meio da tarde era pouco. Tive tempo para fotografar e conversar com os expositores. Os produtos expostos não eram apenas oriundo do concelho, mas de toda a região e mesmo alguns fora dela. O azeite e o vinho não se destacavam muito de outros produtos. Numa das primeiras bancadas estavam o toucinho do céu e as queijadas. São os doces mais característicos do concelho.
Sucederam-se o azeite, mel, vinho e o pão, simples, ou com carnes, recordando a feira do Folar de Valpaços. Havia ainda licores, queijos, enchidos, compotas, ginginha e chá.  Além dos produtos alimentares também estavam representados vários tipos de artesanato como os trabalhos em cortiça e couro, ponto cruz, facas, louças. Em termos de origem dos produtos, posso apontar para além do concelho de Murça, Mirandela, Bragança, Alfandega da Fé, Palaçoulo, Macedo de Cavaleiros, Vinhais e Vila Real.
No exterior havia animação. Aos microfones estava o Grupo de Cantares Amigos de Murça. Só se ouvia uma voz! Supostamente todo o grupo cantava mas alguém procurava todo o protagonismo.
Mais tarde ouviu-se Ruizinho de Penacova.
Em redor, em espaço mais aberto havia máquinas agrícolas, carros modificados, clubes e associações.
Depois de uma visita demorada a todos os espaços, voltei a passear pela vila. Segui até ao Jardim Municipal onde fiquei algum tempo a ouvir a passarada. É outro espaço fantástico, moldado à moda de outra época, mas cheio de bancos e de sombras. Assim haja pessoas para usufruírem dele.
Ao fim da tarde abandonei a vila. Foi uma visita muito positiva e que me possibilitou, além de visitar a feira, conhecer espaços que fazem a sede de concelho. Foi a primeira de outras viagens que espero fazer. A norte de Murça não conheço mesmo nada do concelho e há muito para Descobrir.



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Publicada por Blogger às À Descoberta de Murça a 5/17/2013 09:47:00 PM

[À Descoberta de Alfândega da Fé] Peónias

Num passeio que fiz ao alto da serra de Bornes procurei algumas espécies vegetais que já tinha observado anteriormente. A estrela seria a aquilégia, ou alguma orquídea selvagem, que ando sempre com vontade de encontrar. Não esperava, mesmo nada, encontrar estas bonitas peónias.
Apenas vi alguns exemplares, poucos, a meia encosta, na vertente voltada para a Vilariça.
As peónias são conhecidos por vários nomes, entre os quais, ramo-de-raposa, ou rosa albardeira (Paeonia broteri). Não faço ideia qual é o nome que lhe dão no concelho de Alfândega da Fé.
Já as conhecia nas freguesias da Trindade e Benlhevai, ambas no concelho de Vila Flor, e não muito distantes do local onde agora as encontrei. Também a encontrei no concelho de Miranda do Douro e Mogadouro. É uma espécie muito rara,no estado selvagem, com tendência para desaparecer. Nos jardins é possível ver por esta altura plantas desta espécie com flores grandes e muito coloridas, principalmente vermelhas e brancas, mas há-as de muitas cores.


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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 6/03/2013 01:32:00 AM

sexta-feira, 31 de maio de 2013

[À Descoberta de Alfândega da Fé] Vilariça

O vale da Vilariça, com flores selvagens em Primeiro plano. Fotografia tirada junto à aldeia de Vilares da Vilariça.

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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 5/31/2013 01:17:00 AM

[À Descoberta de Mirandela] À Procura dos Morangos - Fotografias 1

Uma das subidas (muito ligeiras) do percurso
Conjunto de fotografias referentes à caminha que teve lugar entre Vilar de Ouro e S. Pedro Velho, integrada na V Feira dos Morangos e Vinho de S. Pedro Velho.
Pão e bolas feitas num forno de lenha e consumidas pelos participantes na caminhada, acompanhadas de compota de framboesa (também produto da terra).
Morangos prontos para irem para o mercado. Os frutos são de boa qualidade e têm uma boa saída. Estes destinavam-se a serem vendidos na zona do Grande Porto.
Produtos numa das barraquinhas da feira. No caso produtos da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Carvalhais/Mirandela. Azeite, vinho e queijo.

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Publicada por Blogger às À Descoberta de Mirandela a 5/31/2013 12:34:00 AM