sábado, 22 de junho de 2013

[À Descoberta de Vila Flor] Cabeça Gorda - Benlhevai

Cabeça Gorda é o nome dado a um marco geodésico existente lá para as bandas de Benlhevai. Situado um pouco acima dos 640 metros de altitude, não é nada de extraordinário para o relevo em que vivemos.
Está situado  num ponto alto em relação ao vale da Vilariça, fazendo triangulação com uma série de outros semelhantes, existentes no concelho de Vila Flor ou no de Alfândega da Fé. Nunca foi alvo da minha atenção nos percursos que fiz, embora tenha passado por ali perto em percursos que tiveram Trindade e Valbom como destino.
Deste vez o objetivo final era mesmo o marco geodésico e por isso havia que aproveitar o tempo. Situado a cerca de 15 km de Vila Flor, chegar lá traçando uma linha que passa por Roios, Vale Frechoso e Benlhevai faz um percurso muito irregular e muito interessante. Uma demora inesperada nalgum porto do percurso pode comprometer o objetivo, e já aconteceu em situações semelhantes. A saída aconteceu um pouco mais cedo do que o normal, pelas 8 da manhã.
A caminhada teve lugar no dia a 21 de Abril, um domingo cheio de sol, com a natureza a explodir em flores de muitas cores.
Atravessar a serra é sempre um momento empolgante, no que toca à aceleração do ritmo cardíaco e ao ar puro, com odor a pinho que se espalha pela montanha.
À chegada a Roios fizemos uma pausa para um café, não é habitual nas caminhadas mas o café Caçador tem uma decoração original, quadros pintados pelo Edi.

Subimos ao centro da aldeia onde se situa a igreja matriz. Havia uma tarefa a cumprir mas que não nos demorou muito tempo. Pelo contrário, depois de passarmos o cemitério, passámos algum tempo a visitar algumas hortas, a admirar as hortaliças e ervas aromáticas e a verificar o funcionamento do cegonho ou picota.
Até Vale Frechoso é necessário fazer várias subidas e várias descidas, percorrer espaços onde apenas a urze e as estevas sobrevivem, vigiadas por algum sobreiro atento, posto de vigia de aves de rapina e abrigo dos pombos bravos. A panorâmica altera-se ao atingir os lameiros que antecedem a aldeia. Aí a primavera mostra-se em cores variadas das quais destaco o azul profundo das flores de gala-crista.
A passagem por Vale Frechoso foi rápida. Faltava ainda ultrapassar a maior altitude do percurso, no Alto da Serra, onde existe um dos mais antigos marcos geodésicos que conheço no concelho. É tão antigo que já deve estar abandonado há muito tempo, mas continua ereto, numa posição muito fálica. É um ponto de passagem muito frequente nas minhas caminhadas ali à volta. Está a 690 metros de altitude  já no termo de Benlhevai.
 Descemos em direção a aldeia mas fizemos um pequeno desvio para passarmos pela capela de Nossa Senhora do Carrasco.  A verdade é que pretendíamos encontrar peónias, para verificarmos se já estavam floridas. De facto encontrámo-las mas a floração estava bastante atrasada. Outra das espécies vegetais que existe neste lugar é a Selo-de-salomão (Polygonatum odoratum), planta que despertou a minha curiosidade logo na primeira vez que a encontrei, precisamente neste local. Na altura entusiasmei-me e cheguei a pensar se seria alguma espécie de orquídea. Desde essa altura que tenho um rizoma em casa, num vaso, mas nunca se desenvolveu muito. Este ano floriu!
 Apesar de não ser uma planta muito rara eu não a conhecia e sempre que passo por este local em Benhevai vou espreitar o selo-de-salomão. O seu nome deve ser devido à flor, quando vista de frente parece uma estrela de seis pontas. Não é muito aromática, mas o seu odor é muito agradável o que lhe deu o nome odoratum na designação científica. As peónias ainda não estavam em flor mas pelo selo-de-salomão valeu a pena a visita.
Passámos pela capela de Nossa Senhora do Carrasco e chegámos ao centro da aldeia à hora de almoço. O calor já era incomodativo, a fome também já apertava, mas desistir a tão curta distância também não estava nos nossos planos.
Seguimos até à escola Primária, desnecessariamente, continuando depois em direção à Trindade. Não sabíamos a localização exata do marco geodésico e também não usamos GPS. A ideia foi subir aos pontos mais elevados, porque devia estar algures por perto.
De facto, após alguma insistência pelo meio dos montes, acabámos por encontrar o que procurávamos. Não se destaca muito do terreno envolvente, nem está colocado sobre rochedos, o que é muito frequente, mas está posicionado no local certo para se observar o vale.
A paisagem mais próxima é dominada pelas giestas de flores brancas, já em flor. Mais distantes está a serra de Bornes, Valbom, Vilares da Vilariça, Vilarelhos, Santa Comba e todo o vale, até perder de vista.
Depois de saborearmos uma maçã voltámos a Benlhevai. A manhã já tinha dado lugar à tarde há algumas horas e o cansaço já se fazia sentir. O regresso a casa foi de automóvel. Já esquecidos das dificuldades, só já falávamos das próximas caminhadas.




--
Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 6/22/2013 02:31:00 AM

quarta-feira, 19 de junho de 2013

[À Descoberta de Vila Flor] Navalheiro e Santa Marinha

No mês de abril aconteceu mais uma caminhada da série Pontos Altos. Desta vez não teve como destino um marco geodésico, mas dois! Trata-se de marcos geodésicos relativamente próximos de Vila Flor e por isso 2 em 1 pareceu-me uma boa ideia, tudo sem muito esforço (pelo menos assim parecia).
Ambos os marcos geodésicos eram já meus conhecidos de caminhadas anteriores. O primeiro está situado a pouco mais de um quilómetro de Vila Flor, num lugar próximo do Alto da Caroça. Este nome é conhecido das pessoas e também é uma marca de vinho engarrafado em Samões.
Eleva-se a cerca de 600 metros de altitude e parece-me ser o único marco geodésico do concelho que ainda integra a rede, ou terá sido o último a ser abandonado. É conhecido pelo nome de Navalheiro e visitei-o pela primeira vez em 2007.
 Na altura a primavera estava a despontar e havia muitas flores. Depois da Volta dos Tristes toda a veiga estava cheia de flores amarelas no chão e nas árvores dominavam as flores de pereira.
O acesso ao marco pode ser feito por um veículo todo o terreno. Há caminho mesmo até junto dele. Nesse ponto separa-se o termo de três freguesias Vila Flor, Sampaio e Roios. Fica também nos limites da Quinta do Caniço, repleta de eucaliptos. Dada a situação, no alto da serra mesmo junto à ravina, permite apreciar a paisagem para a Vilariça, mas apenas ao longe, em direção à Foz do Sabor.
Descemos pelo eucaliptal para a segunda etapa, o marco geodésico de Santa Marinha, no alto do monte com o mesmo nome.

 O dia estava nublado e ficou cada vez mais escuro. Quando atingimos o topo do monte começou a chover o que precipitou a visita ao marco e às ruínas da capela de Santa Marinha. Também não havia muitas novidades desde a última vez que lá estivemos.
A paisagem é fantástica do alto do monte de Santa Marinha. É um dos melhores miradouros do vale, em todas as direções. Não podemos demorar muito no local. Este marco está a 461 metros de altitude, sobre alguns rochedos, num pequeno planalto no cimo do monte. Deve ter existido ali um castro mas as ruínas da capela são ainda bastante recentes.
O regresso a Vila Flor foi também feito a pé. Não foi nada fácil devido ao desnível, mas também não são muitos quilómetros.


--
Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 6/19/2013 01:04:00 AM

domingo, 16 de junho de 2013

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Trilho Ponte das Olgas - Pereiros

 No dia 9 de Junho realizou-se em Pereiros aquele que parece ser o último Passeio Pedestre organizado pela Câmara Municipal antes do Verão. Num fim de semana cheia o de atividades, um pouco por todo o lado, consegui reservar o domingo para participar nesta caminhada.
Em vez de Trilho da Ponte das Olgas, devia chama-se, por terras dos Hospitalários, uma vez que, historicamente, Pereiros pertenceu ao extinto concelho de Freixiel, da Ordem de Malta.
A situação geográfica de Pereiros talvez só se possa comparar com Pinhal do Douro, ou Coleja, num grande isolamento.  Não admira que seja desconhecida para grande parte das pessoas do concelho.
A minha avó materna era de Pereiros e, na minha meninice e adolescência, mantive uma grande proximidade com esta aldeia. Tenho em Pereiros alguns familiares e também muitos amigos.
A concentração aconteceu junto à igreja Matriz. O autocarro da Câmara fez algumas viagens desde a sede de concelho, não sei quantas, porque optei por ir em carro próprio até Pereiros, para desta forma poder ter mais mobilidade para o resto do dia.
O pequeno almoço foi servido no adro da igreja (ainda bem que não estava lá o chefe dos escutas, caso contrário éramos todos hereges). Muita comida e variada! Pela primeira vez vi uma clara amostra nos produtos da terra e também em sumos e laticínios (havia muitos iogurtes de beber!).
Também foi muito boa ideia ter a igreja aberta. É o monumento mais significativo de Pereiros e, tal como eu, muita gente aproveitou para a visitar, alguns por turismo, outros para rezarem.
 A Srª arqueóloga fez uma resenha do património arqueológico da aldeia, nomeadamente o Castelo, a igreja e a Ponte das Olgas. A vontade partir é grande, e mau foi dada a ordem, foi um regalo vê-los partir.
Logo na aldeia fiquei para o fim do pelotão e assim me mantive até ao final. Fui acompanhado por um filho e por um colega e seguimos os três durante todo o percurso.
A única parte do percurso que não conhecia era a descida até à ribeira da Cabreira. Gostei. Como vou sempre com atenção à flora encontrei uma área cheia de malmequeres selvagens! Não são muito frequentes e apenas os conhecida no pé-de-cabrito, não muito longe dali. Na linha encontrei mais uma espécie pouco frequente, fetos. São gigantes e só os tinha visto nas imediações do Cachão.
A caminhada teve mais de centena e meia de participantes. Para além dos habituais (registei a falta de alguns), havia muitas caras novas e, muita juventude, o que me deixou feliz. Não sei porque mas notou-se um ambiente diferente, para melhor.
A parte da linha do Tua que percorremos é bastante bonita. Não havia gente com muita pressa e fizemos paragens frequentes. As flores de maio já tinham desaparecido, foi pena, mas o rio oferecia beleza suficiente para uma excelente caminhada.
A subida de estação de Codeçais até à aldeia também já era minha conhecida. Espera chegar à aldeia e ainda explorar algumas ruelas, porque a acho muito fotogénica. Quando cheguei perto da capela muitas pessoas já estavam a comer a sobremesa! Foi a primeira vez que tal coisa aconteceu! Fica como uma nota negativa desta caminhada. Depois de mim ainda chegaram algumas dezenas de pessoas. Não achei correto que comessem sem chegar toda a gente. Assim como não foi nada bom que se acabasse o vinho. Felizmente em Codeçais não falta bom vinho.
 Apesar destes contratempos não comecei a comer sem visitar a capela.  Para comer tinha tempo, mas nunca tinha encontrado a capela aberta. O espaço é muito bonito. O altar lateral do lado direito tem cores e desenhos muito pouco habituais. Parece uma obra da das civilizações antigas da América! Seria interessante saber a história daquele altar.
O almoço foi um pouco desordenado. As pessoas circulavam de um lado para o outro, de dentro do espaço coberto para o exterior. Comi junto a um grupo de pessoas de Beira Grande, gente bem disposta. O almoço estava muito bom, desde a sopa ao porco no espeto. Não cheguei a provar as sardinhas.
Terminei a refeição um pouco azedo porque a conversa com alguns responsáveis pelo concelho resvalou para a Linha do Tua. Os políticos têm a condão de me fazerem perder a paciência facilmente. É que, felizmente, a minha memória não é tão curta quanto a deles.
Regressei a Pereiros de autocarro. O meu carro estava no recreio da escola. Ainda houve tempo para falar com algumas pessoas e tirar mais algumas fotografias à aldeia.
Foi uma manhã bem passada, em companhia de muitos amigos, numa paisagem já bem conhecida.





--
Publicada por Blogger às À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/16/2013 11:22:00 PM

[À Descoberta de Alfândega da Fé] Na Festa da Cereja

 A Festa da Cereja 2013 realizou-se nos dias 7, 8, 9 e 10 de Junho de 2013. Aproveitei algum tempo disponível na sexta-feira, dia 7, para fazer um passeio pelo concelho e visitar o certame.
Tinha ideia de chegar a tempo da cerimónia de abertura,  mas demorei-me pela Vilariça e cheguei  pouco depois das 18 horas.
Rapidamente cheguei à conclusão de que escolhi mal o dia, ou a hora. Pelo facto do certame estar no início não haveria muita gente o que facilitaria a minha tarefa de tirar algumas fotografias interessantes para divulgação. Isso aconteceu, mas muitos stands ainda não estavam montados. A iluminação também não era suficiente e senti-me bastante frustrado. Caiu mesmo uma violenta tempestade sobre a vila!
 Estive no certame há alguns anos atrás, para participar numa prova de BTT. Nessa altura verifiquei que a parte dos restaurantes estava muito bem organizada e este ano também, Tive pena de não ficar para a ceia, porque boa comida não devida faltar.
Dentro das tendas montadas havia uma grande variedade de produtos. Claro que o principal da festa/feira era a cereja. Estava à espera de ver mais  vendedores do que os que realmente vi.
Percorri com algum pormenor os stands com produtos alimentares tradicionais. Havia bastante oferta, alguma do concelho de Alfândega outra da região. Havia sobretudo fumeiro, pão, licores, compotas, queijo, e azeite.
Numa terceira tenda preparavam-se as coisas para a noite. Luzes psicadélicas, muita cerveja e outras bebidas que estão na berra.
No exterior estavam expostos carros e máquinas agrícolas.
O tempo estava tão desagradável que não me demorei muito no recinto da feira. Tinha intenção de voltar num dos dias seguintes, mas tal não veio a acontecer.
Houve algumas coisas que gostava de ter acompanhado, como os grupos de cantares (no sábado) e a representação da lenda dos Cavaleiros das Esporas de Douradas (no domingo). Espero voltar para o ano, quem sabe se não será até uma ano de melhor produção de cereja...

--
Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 6/16/2013 07:53:00 PM

sexta-feira, 14 de junho de 2013

[À Descoberta de Alfândega da Fé] Capela de Santa Justa


Capela maneirista de planta longitudinal composta por uma nave, uma capela-mor mais estreita e uma sacristia retangular adossada à fachada lateral. No interior, destaque para o retábulo-mor e colaterais, para a pia de água benta e para o púlpito.
Em Santa Justa, freguesia de Eucísia.

--
Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 6/14/2013 01:19:00 AM

segunda-feira, 10 de junho de 2013

[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] De Ansiães para Carrazeda de Ansiães

O Município de Carrazeda de Ansiães realizou nos dias 24 e 25 de Maio um conjunto de recriações históricas a que deu o nome De Ansiães para Carrazeda de Ansiães. Estas recriações iniciaram-se em 2009, em substituição de um festival de música medieval que se vinha realizando já há alguns anos (pelo menos 6 anos).
 A denominação "Ansiães na Idade Média" foi abandonada e tudo levava a crer que este ano já não se realizaria. A uma semana de se realizar apareceu a informação e no dia seguinte o programa. Não sei se foram as dificuldades financeiras, se a sobre carga de atividades, certo é que foi noticiado tarde e a más horas e nem sequer teve direito a um domingo. Se a adesão da população já não é muita ao fim de semana, não seria de esperar que melhorasse com a sua realização à sexta!
O objetivo  é dar a conhecer a história do concelho às populações, bem pouco ambicioso, uma vez que não parece querer atrair pessoas, dinamizar o comércio e, quem sabe, o turismo.
No dia 24, sexta, as atividades desenvolver-se junto à biblioteca municipal. e pelourinho. O cortejo deu uma volta pelas principais ruas da vila, mas poucas pessoas optaram por segui-lo.
Já em anos anteriores achei um desperdício o investimento, devido há falta de público, este ano a situação ainda ainda era mais gritante. Se havia 30 figurantes no cortejo, os assistentes deveriam ser um terço deste número.
Verifiquei que havia um pequeno grupo de idosos! Aí está uma boa ideia! Porque não deslocar os idosos do concelho a algumas representações? É uma questão de organização. O envolvimento dos alunos do Agrupamento de Escolas não sei se existiu, mas a Escola Profissional sim, e muito bem, como habitualmente.
 Este ano os "feirantes" eram poucos e as tasquinhas também. Não há forma de ocupar as pessoas, no espaço escolhido, tornando-se aborrecido ocupar o tempo.
Não estava no programa mas ouve uma exibição de falcões, bastante interessante.
Perdi os espetáculos da noite, por isso não posso dizer que houve ou não uma boa afluência de público, lembro-me é que esteve uma noite muito fria.
No Sábado um dos momentos mais importantes desenvolveu-se no Castelo de Ansiães. A peça teatral retratou os últimos momentos do concelho de Ansiães que ocorreu em 1734, quando se deu a transferência dos Paços do Concelho para Carrazeda de Ansiães. Estava presente bastante público e foi bastante interessante. Foi também uma boa oportunidade de visitar o castelo após a limpeza que de que foi alvo.
De volta à parte velha da vila de Carrazeda da Ansiães desenvolveram-se mais algumas representações.
Os estudantes de origem africana da escola profissional fizeram uma bonita demonstração de músicas e danças dos seus países de origem, dando um colorido e ritmo diferentes à festa.
Tudo terminou perto das vinte horas com a condenação à morte de um escritor judeu.
Embora as encenações estivessem a cargo da fantástica Viv'Arte todos os atores eram bastante jovens, alguns ainda adolescentes. Isso não desvaloriza o trabalho que fizeram, antes pelo contrário. Apostaram sobretudo em cenas cómicas, brejeiras, com muita alegria e graça.
Na animação musical estiveram Mirandum, Al Medievo e Troubadouros. Gostei particularmente deste último grupo, muito comedidos mas com uma sonoridade que gostaria de acompanhar. Espero voltar a ouvi-los.
Em suma: eu gostei de ver, mas o nível esteve muito longe do que aconteceu em 2011, por exemplo. É bom que estes acontecimentos se mantenham, que haja envolvimento da comunidade local, como vi em Torre de Moncorvo há bem pouco tempo atrás e que seja possível atrair pessoas de fora do concelho, para que venham cá comer, beber e dormir. Para isso é necessária a devida promoção e divulgação, coisa que não aconteceu. 

--
Publicada por Blogger às À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 6/10/2013 11:39:00 AM