Cedães é uma freguesia portuguesa do concelho de Mirandela, com 25,34 km² de área e 338 habitantes (2011). Densidade: 13,3 hab/km².
Património cultural edificado: Igreja Matriz; Capela de Nossa Senhora de Fátima; Igreja de Vale do Lobo; Igreja de Vila Verdinho; Fontanário Romano, Varias Alminhas; Cruzeiro do divino Espírito Santo; Fonte do Mergulho em Vila Verdinho, Vale do Lobo e Cedães, Fonte Bolante com vestígios Romanos.
Património Paisagístico: Vista da Pala do Carneiro
Festas e Romarias: Stº Ildefonso (2º domingo de Agosto); S. Gonçalo (entre 13 e 15 de Agosto) e de S. Gens (Agosto)
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Mirandela a 8/16/2013 02:04:00 AM
Concelho:
| Carrazeda de Ansiães | Vila Flor | Miranda do Douro | Mogadouro | Torre de Moncorvo | Freixo de E.C. | Alfândega da Fé | |
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
[À Descoberta de Murça] Noura
Situada no cimo de uma encosta e situada dentro da chamada Terra Quente.
A ocupação humana desta freguesia remonta já à época da Pré-História, como comprovam os inúmeros vestígios arqueológicos encontrados ao longo dos anos. Reconhecemos daí as ruínas de um antigo povoado castrejo.
Este nome Noura provém da evolução da palavra "Naùra" que quer dizer nora – engenho árabe utilizado na rega dos terrenos agrícolas. Aparece integrada no termo de Murça a quando da concessão do foral a esta por D.Sancho II a 8 de maio de 1224. É um aglomerado de características urbanísticas com uma rua principal ladeada pelas casas sendo algumas de interesse arquitectónico rural.
A população dedica-se à agricultura cultivando a vinha, o olival e pomares com variadas frutas.
Tem uma igreja, capela, fornos de cozer o pão, azenha, lagares e moinhos famosos. Possui também uma associação recreativa cultural.
Fonte do texto: Murça Terra de Encanto
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Murça a 8/16/2013 01:49:00 AM
A ocupação humana desta freguesia remonta já à época da Pré-História, como comprovam os inúmeros vestígios arqueológicos encontrados ao longo dos anos. Reconhecemos daí as ruínas de um antigo povoado castrejo.
Este nome Noura provém da evolução da palavra "Naùra" que quer dizer nora – engenho árabe utilizado na rega dos terrenos agrícolas. Aparece integrada no termo de Murça a quando da concessão do foral a esta por D.Sancho II a 8 de maio de 1224. É um aglomerado de características urbanísticas com uma rua principal ladeada pelas casas sendo algumas de interesse arquitectónico rural.
A população dedica-se à agricultura cultivando a vinha, o olival e pomares com variadas frutas.
Tem uma igreja, capela, fornos de cozer o pão, azenha, lagares e moinhos famosos. Possui também uma associação recreativa cultural.
Fonte do texto: Murça Terra de Encanto
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Murça a 8/16/2013 01:49:00 AM
[À Descoberta de Mogadouro] Castelo de Mogadouro
Erguido no século XII, o castelo de Mogadouro foi concedido em 1297 pelo rei D. Dinis à Ordem dos Templários e, alguns anos mais tarde, em 1319, passou para a Ordem de Cristo, sucessora daquela. Hoje conservam-se apenas dois panos de muralha, ligando um deles a torre a um cubelo. A torre, quadrangular e de aparelho "incertum", é acompanhada, não de muito longe, por uma outra de feição mais recente, conhecida como Torre do Relógio. Esta é feita de cantaria nos cantos e aparelho "incertum" a meio. Está dividida em três registos, o último dos quais preparado para receber sinos. Tem um remate piramidal e ostenta nos quatro cantos pináculos de granito. Apresenta-se hoje com graves fendas. Um pouco mais abaixo vêm-se restos de uma outra cintura de muralhas, em mau estado.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Mogadouro a 8/16/2013 01:38:00 AM
[À Descoberta de Montalegre] Flora de Montalegre (01)
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| Madressilva-das-boticas (Lonicera periclymenum) |
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| Milfolhada ou mil-em-rama (Achillea millefolium L.) |
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Montalegre a 8/16/2013 12:27:00 AM
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
[À Descoberta de Vila Flor] Expo- Benlhevai 2013
Benlhevai teve durante os dias 9, 10 e 11 de agosto uma série de atividades integradas na Expo- Benlhevai 2013. Este evento vai já na terceira edição, com uma adesão crescente por parte da população da aldeia.
No dia 9 abriu a exposição de artesanato e no dia 10 a festa foi animada com o grupo Troika Música Pimba. Tenho pena de não ter visto a exposição de artesanato, mas só estive em Benlhevai no dia 11 e já não havia nada exposto.
O programa do dia 11 iniciou-se com a celebração da Eucaristia celebrada pelo P. Leite. À entrada da capela-mor estava o andor com a imagem de Nossa Senhora da Esperança, imagem que se destinava à capela de Nossa Senhora da Esperança, situada a curta distância da aldeia e recentemente recuperada.
Terminada a Eucaristia o andor foi levado em procissão até à capela, que foi benzida. Todo o espaço estava decorado com flores naturais, com bancos e preparado para receber a imagem de Nossa Senhora. A imagem foi colocada no local próprio, na capela mor, para grande regozijo da população.
O poder autárquico também estava representado, uma vez que a recuperação do espaço teve um forte envolvimento da Câmara.
Terminada a cerimónia toda a população regressou a aldeia para onde já estavam colocadas as mesas para "merenda", que foi mais um bom almoço. Havia de tudo: frango no churrasco, fêveras, barriga de porco, sardinhas, pão quentinho, vinho, água e várias variedades de frutas. Também havia uma grande quantidade e variedade de sobremesas doces porque toda a população foi convidada a participar, levando uma sobremesa.
À medida que as pessoas comiam mais carne a mais sardinhas foram preparadas. Estava tudo muito saboroso. A refeição foi longa permitindo momentos de muito convívio entre diferentes gerações e entre emigrantes e residentes.
Terminada a refeição, alguns pares ensaiam alguns passos de dança, mas o calor era intenso não favorecendo o baile.
A meio da tarde chegou o Grupo de Cantares de Alfândega da Fé. Depois de encontrado um lugar à sombra encantaram os presentes com as suas músicas e canções durante o resto da tarde.
Estão de parabéns a Associação Cultural e Desportiva de Benlhevai, Associação de Caça, Junta de Freguesia, Fábrica da Igreja, bem como toda a população que se envolveu e participou nas diferentes atividades.
Os meus agradecimentos pessoais à Junta de Freguesia pela sua amabilidade para comigo.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 8/15/2013 11:12:00 PM
No dia 9 abriu a exposição de artesanato e no dia 10 a festa foi animada com o grupo Troika Música Pimba. Tenho pena de não ter visto a exposição de artesanato, mas só estive em Benlhevai no dia 11 e já não havia nada exposto.
O programa do dia 11 iniciou-se com a celebração da Eucaristia celebrada pelo P. Leite. À entrada da capela-mor estava o andor com a imagem de Nossa Senhora da Esperança, imagem que se destinava à capela de Nossa Senhora da Esperança, situada a curta distância da aldeia e recentemente recuperada.
Terminada a Eucaristia o andor foi levado em procissão até à capela, que foi benzida. Todo o espaço estava decorado com flores naturais, com bancos e preparado para receber a imagem de Nossa Senhora. A imagem foi colocada no local próprio, na capela mor, para grande regozijo da população.
O poder autárquico também estava representado, uma vez que a recuperação do espaço teve um forte envolvimento da Câmara.
Terminada a cerimónia toda a população regressou a aldeia para onde já estavam colocadas as mesas para "merenda", que foi mais um bom almoço. Havia de tudo: frango no churrasco, fêveras, barriga de porco, sardinhas, pão quentinho, vinho, água e várias variedades de frutas. Também havia uma grande quantidade e variedade de sobremesas doces porque toda a população foi convidada a participar, levando uma sobremesa.
À medida que as pessoas comiam mais carne a mais sardinhas foram preparadas. Estava tudo muito saboroso. A refeição foi longa permitindo momentos de muito convívio entre diferentes gerações e entre emigrantes e residentes.
Terminada a refeição, alguns pares ensaiam alguns passos de dança, mas o calor era intenso não favorecendo o baile.
A meio da tarde chegou o Grupo de Cantares de Alfândega da Fé. Depois de encontrado um lugar à sombra encantaram os presentes com as suas músicas e canções durante o resto da tarde.
Estão de parabéns a Associação Cultural e Desportiva de Benlhevai, Associação de Caça, Junta de Freguesia, Fábrica da Igreja, bem como toda a população que se envolveu e participou nas diferentes atividades.
Os meus agradecimentos pessoais à Junta de Freguesia pela sua amabilidade para comigo.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 8/15/2013 11:12:00 PM
[À Descoberta de Miranda do Douro] Festibal de la Cançon
O XXVII Festival da Canção de Miranda do Douro teve lugar no dia 6 de julho de 2013. O Largo D. João III encheu-se para ouvir as canções participantes mas também para apreciar os Lenga Lenga Gaiteiros de Sendim.
Já não assistia a este festival já há alguns anos. Fui surpreendido com este acontecimento, por me encontrar em Miranda e não quis perder.
Este festival tem como principais objetivos estimular a produção musical, incentivar o aparecimento de novos compositores, autores e interpretes e contribuir para a divulgação das potencialidades do Concelho de Miranda do Douro nos domínios turístico, cultural e natural. Penso que já houve edições em que as canções tinham que ser cantadas em língua mirandesa. Nesta edição não era obrigatório mas era valorizado.
Os realizadores do evento já devem ter feito o seu balanço. Vou alinhar algumas ideias com que fiquei depois deste espetáculo.
Não sei se é da crise, mas o número de participantes pareceu-me muito reduzido. Comparando com algumas edições onde estive presente deu para notar uma grande diferença. Num concelho onde a música e a dança têm uma forte implantação, onde funcionam aulas de música dos mais varias instrumentos, onde há uma Casa da Música, onde há muitos grupos musicais, onde se publicam mais e mais livros, uns de poesia, outros não, seria de esperar mais e melhor participação. Cada vez há menos gente a fazer coisas por gosto, mas talvez alguns prémios tenham ficado por atribuir, por falta de participantes.
Quanto à divulgação pela comunicação social, é triste mas ela só aparece quando acontecem coisas más e Miranda do Douro tem disso experiência recente. Isso não tem nada a ver com Miranda, esse fenómeno nota-se por todo o interior. Tenho estado em acontecimentos muito interessantes e não há um único órgão de comunicação social presente e quando os há são muitas vezes aqueles em que a autarquia paga.
Apesar de tudo, o largo esteve cheio e as pessoas aplaudiram incondicionalmente os participantes. A apresentação também esteve muito bem, tentando animar a plateia com brincadeiras, algumas bastante interessantes.
A atribuição dos prémios não me pareceu muito bem aceite pelo público, mas parece que isso já é normal. Havia mais de 2500€ em prémios, incluindo prémios para a melhor música, para a melhor interpretação e melhor letra. Gostei da canção vencedora (também foi a que arrecadou mais prémios) mas se tivesse ganho outra também não me surpreendia.
Depois do evento ultrapassar as "Bodas de Prata" é preciso coragem para continuar a apostar nele. Será talvez necessário ultrapassar certos separatismos e pensar pensar a cidade e o concelho como a casa de todos.
Nunca tinha visto um espetáculo dos Lenga Lenga e foi muito bom. Sempre com o à vontade de quem está em casa encantaram com a sua música desprovida de artifícios e com alegria com que a executaram. Ganharam mais um fã.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 8/15/2013 07:17:00 PM
Já não assistia a este festival já há alguns anos. Fui surpreendido com este acontecimento, por me encontrar em Miranda e não quis perder.
Este festival tem como principais objetivos estimular a produção musical, incentivar o aparecimento de novos compositores, autores e interpretes e contribuir para a divulgação das potencialidades do Concelho de Miranda do Douro nos domínios turístico, cultural e natural. Penso que já houve edições em que as canções tinham que ser cantadas em língua mirandesa. Nesta edição não era obrigatório mas era valorizado.
Os realizadores do evento já devem ter feito o seu balanço. Vou alinhar algumas ideias com que fiquei depois deste espetáculo.
Não sei se é da crise, mas o número de participantes pareceu-me muito reduzido. Comparando com algumas edições onde estive presente deu para notar uma grande diferença. Num concelho onde a música e a dança têm uma forte implantação, onde funcionam aulas de música dos mais varias instrumentos, onde há uma Casa da Música, onde há muitos grupos musicais, onde se publicam mais e mais livros, uns de poesia, outros não, seria de esperar mais e melhor participação. Cada vez há menos gente a fazer coisas por gosto, mas talvez alguns prémios tenham ficado por atribuir, por falta de participantes.
Quanto à divulgação pela comunicação social, é triste mas ela só aparece quando acontecem coisas más e Miranda do Douro tem disso experiência recente. Isso não tem nada a ver com Miranda, esse fenómeno nota-se por todo o interior. Tenho estado em acontecimentos muito interessantes e não há um único órgão de comunicação social presente e quando os há são muitas vezes aqueles em que a autarquia paga.
Apesar de tudo, o largo esteve cheio e as pessoas aplaudiram incondicionalmente os participantes. A apresentação também esteve muito bem, tentando animar a plateia com brincadeiras, algumas bastante interessantes.
A atribuição dos prémios não me pareceu muito bem aceite pelo público, mas parece que isso já é normal. Havia mais de 2500€ em prémios, incluindo prémios para a melhor música, para a melhor interpretação e melhor letra. Gostei da canção vencedora (também foi a que arrecadou mais prémios) mas se tivesse ganho outra também não me surpreendia.
Depois do evento ultrapassar as "Bodas de Prata" é preciso coragem para continuar a apostar nele. Será talvez necessário ultrapassar certos separatismos e pensar pensar a cidade e o concelho como a casa de todos.
Nunca tinha visto um espetáculo dos Lenga Lenga e foi muito bom. Sempre com o à vontade de quem está em casa encantaram com a sua música desprovida de artifícios e com alegria com que a executaram. Ganharam mais um fã.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 8/15/2013 07:17:00 PM
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
[À Descoberta de Miranda do Douro] Rio Douro
Um dos miradouros mais bonitos que existem no concelho de Miranda do Douro situa-se no termo de Aldeia Nova, mais concretamente junto à capelinha do S. João das Arribas.
Dentro do Parque Natural do Douro Internacional, é um local fantástico que junta o belo com o agreste, o sagrado e o histórico.
É acessível em automóvel ligeiro, por uma estrada de terra batida desde Aldeia Nova, mas para os amantes das caminhadas é um bom destino, com possibilidade de passar por vários locais de interesse, partindo de Miranda do Douro na crista das arribas.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 8/14/2013 06:55:00 PM
Dentro do Parque Natural do Douro Internacional, é um local fantástico que junta o belo com o agreste, o sagrado e o histórico.
É acessível em automóvel ligeiro, por uma estrada de terra batida desde Aldeia Nova, mas para os amantes das caminhadas é um bom destino, com possibilidade de passar por vários locais de interesse, partindo de Miranda do Douro na crista das arribas.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 8/14/2013 06:55:00 PM
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Fel-da-terra
Fel-da-terra (Centaurium erythraea)
Descrição : Da família das Gencianáceas, também conhecida como centáurea-menor, erva-da-febre, erva-do-centauro, palnta-de-febre, erva-Febrífuga, erva-de-quiron, quebra-febre. É uma erva pequena, anual. O caule é duro, quadrangular e bastante distinto e varia aproximadamente entre 7 à 30 centímetros de atura. A raiz e fibrosa e celulosa; Folhas opostas, ovais, sésseis, acuminadas, inteiras, verde claras; Flores de cores rosa claro a vermelhas e providas de brácteas. O fruto é uma cápsula alongada; A planta cresce bem em terrenos abertos pantanosos e também em áreas secas como dunas. O genera Centarium contêm aproximadamente 40 espécies (anuais ou bienais) que podem variar de acordo com a área e o tamanho..
Partes utilizadas: A planta inteira.
Habitat: É nativa da Europa e naturalizada nas Américas.
Propriedades : Tónico estomacal, colerético, hipoglicemiante, laxante, febrífuga e cicatrizante.
Indicações: Combate úlceras, feridas, eczemas e chagas. Reduz o nível de glicose no sangue
Fotografia conseguida em Belver.
Fonte do texto
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 8/14/2013 06:47:00 PM
Descrição : Da família das Gencianáceas, também conhecida como centáurea-menor, erva-da-febre, erva-do-centauro, palnta-de-febre, erva-Febrífuga, erva-de-quiron, quebra-febre. É uma erva pequena, anual. O caule é duro, quadrangular e bastante distinto e varia aproximadamente entre 7 à 30 centímetros de atura. A raiz e fibrosa e celulosa; Folhas opostas, ovais, sésseis, acuminadas, inteiras, verde claras; Flores de cores rosa claro a vermelhas e providas de brácteas. O fruto é uma cápsula alongada; A planta cresce bem em terrenos abertos pantanosos e também em áreas secas como dunas. O genera Centarium contêm aproximadamente 40 espécies (anuais ou bienais) que podem variar de acordo com a área e o tamanho..
Partes utilizadas: A planta inteira.
Habitat: É nativa da Europa e naturalizada nas Américas.
Propriedades : Tónico estomacal, colerético, hipoglicemiante, laxante, febrífuga e cicatrizante.
Indicações: Combate úlceras, feridas, eczemas e chagas. Reduz o nível de glicose no sangue
Fotografia conseguida em Belver.
Fonte do texto
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 8/14/2013 06:47:00 PM
[À Descoberta de Montalegre] Montalegre
Quando escolhi o concelho de Montalegre para passar alguns dias de férias deste verão não tinha dúvidas que me iria sentir em casa. Conhecia o concelho com alguma profundidade, principalmente através de fotografias e procurei alguma informação escrita, quer sobre a sede de concelho, quer sobre as aldeias, o que me ajudou a traçar percursos de forma a Descobrir alguns recantos desta paisagem única.
Nunca tinha estado em Montalegre e o primeiro contacto não foi muito animador. Aconteceu no dia 27 de julho, mal a noite tinha começado. Era um sábado e, não sei se pela hora, a vila parecia quase uma vila fantasma, sem ninguém pela rua, com muito poucos espaços abertos e com a iluminação pública desligada.
Uma passeio pela imediação da Câmara Municipal e uma visita ao castelo, via Rua Direita, foi tudo o que conseguimos fazer. Convencidos de escolhemos mal a hora partimos e voltámos no dia seguinte.
À luz do dia a via tenha muito encanto. O castelo é o ponto de referência para qualquer passeio pela vida. De todo o lado ele é visível e chama a atenção. Não foi por questões estéticas que o fizeram naquele local mas está lindamente situado também no campo estético. Dá à vila a imagem que a carateriza.
A ideia era começar a visita pelo museu, para desta forma recolhermos informação para uma Descoberta mais profícuo do concelho, mas a manhã passou num rápido: percorremos algumas ruas mais antigas da vila; visitámos a Igreja da Misericórdia, a Igreja de Santa Maria e o Castelo. Infelizmente, e pudemos confirmar nos dias seguintes, todas as igrejas estavam fechadas. Compreendemos que o receio de assaltos é muito, mas as igrejas são um património importante, quer da vila quer das aldeias e é pena que não possa ser admirado.
Depois de uma boa posta barrosã, num restaurante tradicional, aí sim, fomos ao museu. Fomos muito bem recebidos e foi-nos fornecida toda a informação escrita disponível sobre o concelho. Tenho pena de não ter perguntado sobre livros ou outros guias sobre o concelho ou sobre determinada aldeia, mas só mais tarde é que me lembrei disso. Felizmente retirei da Internet (do site da Câmara Municipal, creio) o livro Montalegre da autoria de João Dias Batista. Além das fotografias, fantásticas, admiro a escrita. Gosto da informação e partilho de muitas das opiniões do livro.
O museu é uma visita obrigatória. Para os mais distraídos é uma primeira abordagem ao concelho, para os mais atentos é uma chamada de atenção para determinados pormenores que poderiam passar despercebidos. A encerrar estava uma exposição de fotografia sobre o concelho, que só por si, me encheu o olho.
No interior desfilam utensílios, monumentos, tradições, cores e aromas, tudo muito bem disposto num ambiente calmo e moderno. É uma delícia e prometo falar mais vezes deste espaço.
O resto da tarde foi dedicada à praça do Município, à marginal do Cávado, à igreja nova de Montalegre, por fim, uma subida ao miradouro para apreciar a vila de longe, em todo o seu esplendor.
A imagem pouco positiva do dia anterior desvaneceu-se com um dia inteiro fantástico a percorrer Montalegre. As paisagens que se entendem para além da vila também apresentavam uma beleza surpreendente. O contraste do verde das árvores com os tons pastel dos campos de cereal criava uma manta de retalhos de especial beleza.
Nos dias seguintes voltámos várias vezes a Montalegre. Em cada dia descobríamos um recanto, um cruzeiro, uma fonte, uma varanda ou uma janela que nos encantava cada vez mais.
As pessoas são francas, recetivas, sem rodeios e contacto fácil. Sentimo-nos em casa e essa é a principal razão de nos apetecer voltar a Montalegre.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Montalegre a 8/14/2013 05:31:00 PM
Nunca tinha estado em Montalegre e o primeiro contacto não foi muito animador. Aconteceu no dia 27 de julho, mal a noite tinha começado. Era um sábado e, não sei se pela hora, a vila parecia quase uma vila fantasma, sem ninguém pela rua, com muito poucos espaços abertos e com a iluminação pública desligada.
Uma passeio pela imediação da Câmara Municipal e uma visita ao castelo, via Rua Direita, foi tudo o que conseguimos fazer. Convencidos de escolhemos mal a hora partimos e voltámos no dia seguinte.
À luz do dia a via tenha muito encanto. O castelo é o ponto de referência para qualquer passeio pela vida. De todo o lado ele é visível e chama a atenção. Não foi por questões estéticas que o fizeram naquele local mas está lindamente situado também no campo estético. Dá à vila a imagem que a carateriza.
A ideia era começar a visita pelo museu, para desta forma recolhermos informação para uma Descoberta mais profícuo do concelho, mas a manhã passou num rápido: percorremos algumas ruas mais antigas da vila; visitámos a Igreja da Misericórdia, a Igreja de Santa Maria e o Castelo. Infelizmente, e pudemos confirmar nos dias seguintes, todas as igrejas estavam fechadas. Compreendemos que o receio de assaltos é muito, mas as igrejas são um património importante, quer da vila quer das aldeias e é pena que não possa ser admirado.
Depois de uma boa posta barrosã, num restaurante tradicional, aí sim, fomos ao museu. Fomos muito bem recebidos e foi-nos fornecida toda a informação escrita disponível sobre o concelho. Tenho pena de não ter perguntado sobre livros ou outros guias sobre o concelho ou sobre determinada aldeia, mas só mais tarde é que me lembrei disso. Felizmente retirei da Internet (do site da Câmara Municipal, creio) o livro Montalegre da autoria de João Dias Batista. Além das fotografias, fantásticas, admiro a escrita. Gosto da informação e partilho de muitas das opiniões do livro.
O museu é uma visita obrigatória. Para os mais distraídos é uma primeira abordagem ao concelho, para os mais atentos é uma chamada de atenção para determinados pormenores que poderiam passar despercebidos. A encerrar estava uma exposição de fotografia sobre o concelho, que só por si, me encheu o olho.
No interior desfilam utensílios, monumentos, tradições, cores e aromas, tudo muito bem disposto num ambiente calmo e moderno. É uma delícia e prometo falar mais vezes deste espaço.
O resto da tarde foi dedicada à praça do Município, à marginal do Cávado, à igreja nova de Montalegre, por fim, uma subida ao miradouro para apreciar a vila de longe, em todo o seu esplendor.
A imagem pouco positiva do dia anterior desvaneceu-se com um dia inteiro fantástico a percorrer Montalegre. As paisagens que se entendem para além da vila também apresentavam uma beleza surpreendente. O contraste do verde das árvores com os tons pastel dos campos de cereal criava uma manta de retalhos de especial beleza.
Nos dias seguintes voltámos várias vezes a Montalegre. Em cada dia descobríamos um recanto, um cruzeiro, uma fonte, uma varanda ou uma janela que nos encantava cada vez mais.
As pessoas são francas, recetivas, sem rodeios e contacto fácil. Sentimo-nos em casa e essa é a principal razão de nos apetecer voltar a Montalegre.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Montalegre a 8/14/2013 05:31:00 PM
[À Descoberta de Torre de Moncorvo] Retratos do Planalto (01)
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| É conhecido pelos Sr. Ranhadas, de Adeganha. |
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| Deolinda Mariano, irmã da Sr.ª Chéu, de Estevais. |
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| Antónia André, foi em tempos parteira dos Estevais. |
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| Srr.ª Chéu irma de Deolinda Mariano, de Estevais. |
Espero encontrá-los para os ano com o mesmo sorriso, com a mesma disposição com a mesma coragem com que sempre viveram nesta terra que é agreste, mas que jorra leite e mel quando é amanhada, regada e cuidada com o mesmo carinho com que se cuida a roseira que cresce junto à porta, ou o canteiro das alminhas à entrada da povoação.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Torre de Moncorvo a 8/14/2013 03:31:00 PM
[À Descoberta de Vila Flor] Capela de Nossa Senhora da Esperança - Benlhevai
Visitei pela primeira vez a capela de Nossa Senhora da Esperança em Setembro de 2007. Na altura achei que esta merecia melhor destino do que aquele a que estava votada. A minha descrição da visita dizia:
"Com cuidado entrei no interior completamente invadido de mato. Algumas árvores mais possantes, como carvalhos, vão engrossando as raízes, pondo em risco o pouco que resta. As paredes, que resistiram impávidas à passagem do tempo, ficam fragilizadas porque a água das chuvas lhe penetra nas entranhas, arrastando-lhe o barro."
Os documentos oficiais descrevem-na assim:
"Planta composta por nave única retangular e capela-mor também retangular. Não apresenta cobertura, mas esta seria de duas águas, conforme empena no frontispício. O aparelho, que o mau estado do reboco descobre, é em alvenaria de xisto com silhares graníticos nos cunhais, cornijas e vãos. Fachada principal orientada, portal em arco pleno de nove aduelas largas sendo a chave mais delgada. Impostas salientes e, sob a do lado S., cruz de malta em baixo relevo. Alçado N. cego e os virados a E. e S. possuem uma pequena fresta de voamento na capela-mor. Interior sem pavimentos e rebocos. O arco correspondente ao portal é, pelo interior, abatido, apresentando nos saimeis cavidade para o girar dos gonzos. O arco triunfal é pleno com 13 aduelas argamassadas e impostas salientes."
Da sua origem pouco se sabe. Não data escrita em nenhum lugar e apenas pelos elementos arquitetónicos é possível fazer uma possível datação. Também o seu elemento mais interessante, a cruz da Ordem de Malta gravada do lado direito da porta pode dar uma ajuda, ainda que vaga. A ordem de malta esteve na península Ibérica do Séc. XIV ao Séc XIX. Os técnicos dos Monumentos Nacionais indicam os finais do Séc. XV como altura provável da sua construção.
A sua situação é muito boa erigida numa pequena elevação com excelente vista para a aldeia e para o vale da Vilariça. Interessante será pensar como e onde seria o povoado no Séc. XV. Em redor da capela é possível encontrar restos de cerâmica e foram também encontrados dois machados de pedra polida, que apontam para a ocupação da zona em épocas muito anteriores às da construção da capela.
Em andanças que fiz por Benlhevai encontrei pessoas que casaram na capela e que dela têm ainda uma boa lembrança. Toda a população da aldeia está convencida que a capela foi a primeira igreja matriz. Ela é alguns séculos anterior à atual igreja e é bem possível que fosse a única, quando a aldeia se formou e que em determinadas épocas tenha substituído a atual igreja matriz, em obras ou com falta de condições. Ao longo dos séculos tudo dá muitas voltas. De qualquer forma o termo - matriz - significa que havia outras igrejas, capelas, dependentes dela o que me parece ser pouco provável.
Mas vamos ao que interessa. A bonita capela foi recuperada. A Junta de Freguesia há muito tempo que ansiava por recuperar este património da freguesia e, com o apoio da autarquia, as obras na capela terminaram já algum tempo. Recentemente foi arranjado o espaço em frente à capela e está quase concluído a baixada que vai levar luz elétrica ao local. O terreno em redor é particular o que não permite fazer um melhor arranjo envolvente.
No dia 11 de agosto foi feita a inauguração da capela, com colocação da imagem de Nossa Senhora da Esperança.
A cerimónia iniciou-se com a celebração da Eucaristia na igreja matriz, seguida de procissão, bênção da capela e colocação da imagem no altar.
Na iconografia de Nossa Senhora da Esperança está sempre presente o Menino Jesus (esperança também é sinónimo da parto) e muitas vezes uma pomba (Espírito Santo). Outra interpretação é a esperança que Jesus representa para a humanidade. O Menino alimenta a pomba (humanidade) com bagos de uva que Nossa Senhora Segura na mão esquerda.
Um grupo de crianças e jovens vestidos a preceito participaram na eucaristia, acompanharam o andor de nossa, senhora e no final da inauguração distribuíram à assembleia bagos de uvas, como simbologia da colheita dos frutos, mas também de dons espirituais.
A cerimónia foi presidida pelo Sr. P. Leite e contou com a participação da esmagadora maioria da população da aldeia, todos muito satisfeitos por verem concretizada uma vontade de algumas décadas.
Ficou saber se será instituída uma festa anual em hora de Nossa Senhora da Esperança. Ouvi de algumas pessoas essa vontade, mas vamos esperar para o verão de 2014 para vermos como as coisas evoluíram.
Foi um momento bonito o que se viveu em Benlhevai.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 8/14/2013 12:11:00 PM
"Com cuidado entrei no interior completamente invadido de mato. Algumas árvores mais possantes, como carvalhos, vão engrossando as raízes, pondo em risco o pouco que resta. As paredes, que resistiram impávidas à passagem do tempo, ficam fragilizadas porque a água das chuvas lhe penetra nas entranhas, arrastando-lhe o barro."
Os documentos oficiais descrevem-na assim:
"Planta composta por nave única retangular e capela-mor também retangular. Não apresenta cobertura, mas esta seria de duas águas, conforme empena no frontispício. O aparelho, que o mau estado do reboco descobre, é em alvenaria de xisto com silhares graníticos nos cunhais, cornijas e vãos. Fachada principal orientada, portal em arco pleno de nove aduelas largas sendo a chave mais delgada. Impostas salientes e, sob a do lado S., cruz de malta em baixo relevo. Alçado N. cego e os virados a E. e S. possuem uma pequena fresta de voamento na capela-mor. Interior sem pavimentos e rebocos. O arco correspondente ao portal é, pelo interior, abatido, apresentando nos saimeis cavidade para o girar dos gonzos. O arco triunfal é pleno com 13 aduelas argamassadas e impostas salientes."
Da sua origem pouco se sabe. Não data escrita em nenhum lugar e apenas pelos elementos arquitetónicos é possível fazer uma possível datação. Também o seu elemento mais interessante, a cruz da Ordem de Malta gravada do lado direito da porta pode dar uma ajuda, ainda que vaga. A ordem de malta esteve na península Ibérica do Séc. XIV ao Séc XIX. Os técnicos dos Monumentos Nacionais indicam os finais do Séc. XV como altura provável da sua construção.
A sua situação é muito boa erigida numa pequena elevação com excelente vista para a aldeia e para o vale da Vilariça. Interessante será pensar como e onde seria o povoado no Séc. XV. Em redor da capela é possível encontrar restos de cerâmica e foram também encontrados dois machados de pedra polida, que apontam para a ocupação da zona em épocas muito anteriores às da construção da capela.
Em andanças que fiz por Benlhevai encontrei pessoas que casaram na capela e que dela têm ainda uma boa lembrança. Toda a população da aldeia está convencida que a capela foi a primeira igreja matriz. Ela é alguns séculos anterior à atual igreja e é bem possível que fosse a única, quando a aldeia se formou e que em determinadas épocas tenha substituído a atual igreja matriz, em obras ou com falta de condições. Ao longo dos séculos tudo dá muitas voltas. De qualquer forma o termo - matriz - significa que havia outras igrejas, capelas, dependentes dela o que me parece ser pouco provável.
Mas vamos ao que interessa. A bonita capela foi recuperada. A Junta de Freguesia há muito tempo que ansiava por recuperar este património da freguesia e, com o apoio da autarquia, as obras na capela terminaram já algum tempo. Recentemente foi arranjado o espaço em frente à capela e está quase concluído a baixada que vai levar luz elétrica ao local. O terreno em redor é particular o que não permite fazer um melhor arranjo envolvente.
No dia 11 de agosto foi feita a inauguração da capela, com colocação da imagem de Nossa Senhora da Esperança.
A cerimónia iniciou-se com a celebração da Eucaristia na igreja matriz, seguida de procissão, bênção da capela e colocação da imagem no altar.
Na iconografia de Nossa Senhora da Esperança está sempre presente o Menino Jesus (esperança também é sinónimo da parto) e muitas vezes uma pomba (Espírito Santo). Outra interpretação é a esperança que Jesus representa para a humanidade. O Menino alimenta a pomba (humanidade) com bagos de uva que Nossa Senhora Segura na mão esquerda.
Um grupo de crianças e jovens vestidos a preceito participaram na eucaristia, acompanharam o andor de nossa, senhora e no final da inauguração distribuíram à assembleia bagos de uvas, como simbologia da colheita dos frutos, mas também de dons espirituais.
A cerimónia foi presidida pelo Sr. P. Leite e contou com a participação da esmagadora maioria da população da aldeia, todos muito satisfeitos por verem concretizada uma vontade de algumas décadas.
Ficou saber se será instituída uma festa anual em hora de Nossa Senhora da Esperança. Ouvi de algumas pessoas essa vontade, mas vamos esperar para o verão de 2014 para vermos como as coisas evoluíram.
Foi um momento bonito o que se viveu em Benlhevai.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 8/14/2013 12:11:00 PM
terça-feira, 13 de agosto de 2013
[À Descoberta de Miranda do Douro] Passeio Pedestre no Planalto Mirandês - Miranda - Naso
Aventura, emoção, animação e muita adrenalina são alguns dos ingredientes que vai encontrar no Passeio Pedestre no Planalto Mirandês, a realizar no próximo dia 1 de setembro.
A história, a cultura e a tradição vão marcar presença ao longo dos 14 km de percurso entre Miranda do Douro e o Naso.
Para além disso, os participantes vão ter a oportunidade única de desfrutar de uma das mais belas paisagens do Planalto Mirandês e ao mesmo tempo comunicar com os habitantes de algumas aldeias do concelho.
Inscrições até ao próximo dia 29 de agosto no Posto de Turismo de Miranda do Douro, Edifício da UTAD e Juntas de Freguesia.
Participe!
Programa
Hora da partida: 8h.00
Local da partida: Posto de Turismo de Miranda do Douro
Itinerário: Miranda – Malhadas – Naso - Regresso a Miranda do Douro (transporte assegurado pela autarquia)
Total do percurso: 14 km
Duração: 3 horas
Conselhos úteis – calçado apropriado, roupa leve, água fresca.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 8/13/2013 11:48:00 AM
A história, a cultura e a tradição vão marcar presença ao longo dos 14 km de percurso entre Miranda do Douro e o Naso.
Para além disso, os participantes vão ter a oportunidade única de desfrutar de uma das mais belas paisagens do Planalto Mirandês e ao mesmo tempo comunicar com os habitantes de algumas aldeias do concelho.
Inscrições até ao próximo dia 29 de agosto no Posto de Turismo de Miranda do Douro, Edifício da UTAD e Juntas de Freguesia.
Participe!
Programa
Hora da partida: 8h.00
Local da partida: Posto de Turismo de Miranda do Douro
Itinerário: Miranda – Malhadas – Naso - Regresso a Miranda do Douro (transporte assegurado pela autarquia)
Total do percurso: 14 km
Duração: 3 horas
Conselhos úteis – calçado apropriado, roupa leve, água fresca.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 8/13/2013 11:48:00 AM
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