Quando me perguntam qual o troço da Linha do Tua mais bonito fico sem resposta. O conceito de bonito é tão subjetivo e tão pessoal que é sempre arriscado julgar pelos outros. Acho esta fotografia das mais bonitas que consegui na Linha do Tua, no entanto foi conseguida num local que, à partida, não seria muito sugestivo, que é perto do complexo industrial do Cachão.
Já passei mais de uma dezena de vezes no mesmo local mas nunca vi reunida as mesmas condições que me inspiraram neste dia.
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Publicada por Blogger às A Linha é Tua a 9/06/2013 10:16:00 PM
Concelho:
| Carrazeda de Ansiães | Vila Flor | Miranda do Douro | Mogadouro | Torre de Moncorvo | Freixo de E.C. | Alfândega da Fé | |
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
[À Descoberta de Montalegre] Fonte de mergulho - Vilar de Perdizes
Visitei apenas uma vez Vilar de Perdizes. Apesar de ser em pleno mês de julho, quis o destino que caísse uma valente chuvada, o que me impediu de tirar algumas fotografias e de dar um passeio pela aldeia. Esta fotografia, de uma fonte de mergulho junto de um tanque com lavadouros foi a melhor fotografia que consegui. Foi tirada de dentro do automóvel e são visiteis as gotas de água que caiam nesse momento.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Montalegre a 9/06/2013 10:03:00 PM
[À Descoberta de Mogadouro] VI Encontro de Bloguers do Planalto Mirandês
Com tanta coisa a acontecer durante o mês de agosto não foi fácil estar no VI Encontro de Bloguers do Planalto Mirandês. Já tive intenção de ir em edições anteriores e faltei, por isso, juntei várias atividades para o fim de semana e fiz a minha inscrição à última hora.
A minha ligação pessoal com os bloguers do planalto não forte. Conheço alguns, mas quase não acompanho os blogues, por falta de tempo, mas também porque não domino a língua mirandesa, que é aquela em que a maior parte se exprime no concelho de Miranda do Douro e arredores. No entanto, cada um à sua maneira, partilhamos muitos dos gostos, das preocupações, dos sentimentos em relação à terra e isso já é razão mais do que suficiente para eu querer estar presente.
De tal maneira estava entusiasmado que fui o primeiro a chegar ao Centro de Música Tradicional Sons da Terra, em Sendim, ponto de encontro intermédio antes de chegarmos a Bemposta. Foi bom assim, porque tive oportunidade de fazer uma visita guiada mais pormenorizada (agradeço ao Mário Correia).
Foi muito interessante verificar o trabalho desenvolvido mas também apreciar o acervo do próprio centro. Constitui um ponto de referência no campo da música tradicional e já um centro de memória, quer de pessoas, quer de sons. E como a música é uma linguagem universal cabem lá outros sons, de vários locais do mundo, com especial destaque para os da raia, porque é como Mário Correia diz "eles (espanhóis) sabem mais da nossa música do que nós da deles".
Chegaram mais pessoas, umas minhas conhecidas, outras não, entre as quais o Leonel Brito, amigo bloguer do Farrapos da Memória, de Torre de Moncorvo. Afinal não estava lá para o encontro, mas para visitar o centro.
De Sendim partimos para Bemposta, no concelho de Mogadouro, onde iria decorrer o encontro. Curiosamente a aldeia de Bemposta foi das últimas aldeias do concelho de Mogadouro que visitei, ainda há pouco tempo atrás, por isso estava com vontade de complementar a recolha fotográfica que fiz nessa altura.
À chegada a Bemposta já estava um bom número de pessoas à espera, acompanhados pelo senhor Presidente da Junta de Freguesia que nos deu as boas vindas e nos acompanhou pela aldeia.
O ambiente era de boa disposição; a maior parte das pessoas já são amigas. À exceção de mim e de mais duas ou três, todos tinham participado em encontros anteriores.
Com mais de uma hora de atraso começámos a visita aos pontos mais importantes da aldeia.
A Capela do Santo Cristo foi-nos apresentada pelo Sr. Padre Bento Pires, que se encontrava no local no final de uma celebração. Os frescos descobertos por detrás do reboco são fantásticos mereceriam maior atenção se tivéssemos entidades mais responsáveis na área do património. Quem conhece a capela de Nossa Senhora da Teixeira, perto de Torre de Moncorvo, e acompanha o que se está a passar lá, não tem muita esperança numa possível recuperação da capela de Santo Cristo.
Percorremos as principais ruas da aldeia com paragens junto aos monumentos e elementos de maior relevância: Solar dos Marcos, Capela de S. Sebastião, Igreja Matriz, Capela de Sta Bárbara, restos das muralhas do castelo, brasões da aldeia, pelourinho, etc. Felizmente tínhamos connosco um conjunto de pessoas da terra com profundos conhecimentos, incluindo históricos: Presidente da Junta, António Cangueiro e José Maria Curralo. Até tivemos direito a mata-bicho em casa de António Cangueiro, um edifício com uma bonita traça, recuperado com bom gosto. Obrigado.
Já conhecia a maior parte dos locais, mas visitá-los com tão ilustres anfitriões deu-nos o privilégio de ouvirmos histórias das suas vivência e de curiosidades que, doutra forma, nunca chegaríamos a saber.
Uma das maiores surpresas (para além do mata-bicho) foi o aparecimento do famosos chocalheiro de Bemposta. Foi a primeira vez que o vi. É uma figura que merece alguma atenção e fotografias aqui no blogue, mas isso ficará para outra altura.
Já perto das duas da tarde descemos junto do Douro para o almoço. As mesas distribuídas à sombra dos choupos levou à criação de pequenos grupos. Na minha mesa estavam pessoas de Genísio, Cicouro, S. Martinho de Angueira e um grupo de espanhóis. Da ementa, completa e equilibrada, temperada com um bom vinho, destaco uma das iguarias da entrada: orelha de porco.
Durante a refeição tocou o telemóvel de um dos mordomos, era, nem mais nem menos, Amadeu Ferreira, sendinês apreciado por todos, mentor destes encontros, a atravessar um momento difícil. O telefonema trouxe mais alegria ao grupo.
Terminada a refeição, que teve a presença de um representante da autarquia Mogadourense (João Henriques), regressámos à aldeia, mais concretamente à Junta de Freguesia para vermos uma apresentação eletrónica sobre a história da aldeia, apresentada e comentada por um seu profundo conhecedor, José Carlos. Só foi pena que estivesse um calor intenso, porque seria um bom momento para o grupo conversar.
Foram apresentados os nomes das três pessoas, mordomos, que tratarão de organizar o encontro do próximo ano: Adelaide Monteiro, Teresa Almeida e Tiégui Alves.
Entregues algumas lembranças do encontro, grande parte dos participantes despediu-se, mas um grupo aproveitou para visitar a Capela de S. Sebastião, porque, entretanto, tinham conseguido a chave. Na paz do seu interior foram lidos poemas do livro "Ars Vivendi, Ars Moriendi" de Fracisco Niebro, poesia de alta qualidade como o próprio irmão do autor Manuel Ferreira reconheceu.
E foi com a língua mirandesa que terminou este encontro, com poesia, a que se eleva das paisagens ressequidas do verão no planalto e que fazem destas terras, terras de encantamento, onde a simples contemplação da linha do horizonte acalma a alma dos que por aqui vem e dos que por cá passam.
Como balanço, foi muito positiva a minha participação neste encontro. Fui bem recebido, senti-me bem, apesar de não conhecer a maior parte das pessoas e de não ter estado em nenhum dos encontros anteriores.
Ao que me pude aperceber, a origem destes encontros tem muito a ver com a língua mirandesa e é um dos elementos que mais une os participantes. Se a ideia é estender o encontro a bloguers (e porque não fotógrafos?) de todos o Planalto Mirandês o grupo terá que ser mais aberto, ou nem todos se sentirão bem nele.
Espero puder estar presente no próximo ano. Até lá... muitas vezes nos vamos cruzar nas estradas do planalto.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Mogadouro a 9/06/2013 02:25:00 PM
Foi muito interessante verificar o trabalho desenvolvido mas também apreciar o acervo do próprio centro. Constitui um ponto de referência no campo da música tradicional e já um centro de memória, quer de pessoas, quer de sons. E como a música é uma linguagem universal cabem lá outros sons, de vários locais do mundo, com especial destaque para os da raia, porque é como Mário Correia diz "eles (espanhóis) sabem mais da nossa música do que nós da deles".
Chegaram mais pessoas, umas minhas conhecidas, outras não, entre as quais o Leonel Brito, amigo bloguer do Farrapos da Memória, de Torre de Moncorvo. Afinal não estava lá para o encontro, mas para visitar o centro.
De Sendim partimos para Bemposta, no concelho de Mogadouro, onde iria decorrer o encontro. Curiosamente a aldeia de Bemposta foi das últimas aldeias do concelho de Mogadouro que visitei, ainda há pouco tempo atrás, por isso estava com vontade de complementar a recolha fotográfica que fiz nessa altura.
À chegada a Bemposta já estava um bom número de pessoas à espera, acompanhados pelo senhor Presidente da Junta de Freguesia que nos deu as boas vindas e nos acompanhou pela aldeia.
O ambiente era de boa disposição; a maior parte das pessoas já são amigas. À exceção de mim e de mais duas ou três, todos tinham participado em encontros anteriores.
Com mais de uma hora de atraso começámos a visita aos pontos mais importantes da aldeia.
A Capela do Santo Cristo foi-nos apresentada pelo Sr. Padre Bento Pires, que se encontrava no local no final de uma celebração. Os frescos descobertos por detrás do reboco são fantásticos mereceriam maior atenção se tivéssemos entidades mais responsáveis na área do património. Quem conhece a capela de Nossa Senhora da Teixeira, perto de Torre de Moncorvo, e acompanha o que se está a passar lá, não tem muita esperança numa possível recuperação da capela de Santo Cristo.
Percorremos as principais ruas da aldeia com paragens junto aos monumentos e elementos de maior relevância: Solar dos Marcos, Capela de S. Sebastião, Igreja Matriz, Capela de Sta Bárbara, restos das muralhas do castelo, brasões da aldeia, pelourinho, etc. Felizmente tínhamos connosco um conjunto de pessoas da terra com profundos conhecimentos, incluindo históricos: Presidente da Junta, António Cangueiro e José Maria Curralo. Até tivemos direito a mata-bicho em casa de António Cangueiro, um edifício com uma bonita traça, recuperado com bom gosto. Obrigado.
Já conhecia a maior parte dos locais, mas visitá-los com tão ilustres anfitriões deu-nos o privilégio de ouvirmos histórias das suas vivência e de curiosidades que, doutra forma, nunca chegaríamos a saber.
Uma das maiores surpresas (para além do mata-bicho) foi o aparecimento do famosos chocalheiro de Bemposta. Foi a primeira vez que o vi. É uma figura que merece alguma atenção e fotografias aqui no blogue, mas isso ficará para outra altura.
Já perto das duas da tarde descemos junto do Douro para o almoço. As mesas distribuídas à sombra dos choupos levou à criação de pequenos grupos. Na minha mesa estavam pessoas de Genísio, Cicouro, S. Martinho de Angueira e um grupo de espanhóis. Da ementa, completa e equilibrada, temperada com um bom vinho, destaco uma das iguarias da entrada: orelha de porco.
Durante a refeição tocou o telemóvel de um dos mordomos, era, nem mais nem menos, Amadeu Ferreira, sendinês apreciado por todos, mentor destes encontros, a atravessar um momento difícil. O telefonema trouxe mais alegria ao grupo.
Terminada a refeição, que teve a presença de um representante da autarquia Mogadourense (João Henriques), regressámos à aldeia, mais concretamente à Junta de Freguesia para vermos uma apresentação eletrónica sobre a história da aldeia, apresentada e comentada por um seu profundo conhecedor, José Carlos. Só foi pena que estivesse um calor intenso, porque seria um bom momento para o grupo conversar.
Foram apresentados os nomes das três pessoas, mordomos, que tratarão de organizar o encontro do próximo ano: Adelaide Monteiro, Teresa Almeida e Tiégui Alves.
E foi com a língua mirandesa que terminou este encontro, com poesia, a que se eleva das paisagens ressequidas do verão no planalto e que fazem destas terras, terras de encantamento, onde a simples contemplação da linha do horizonte acalma a alma dos que por aqui vem e dos que por cá passam.
Como balanço, foi muito positiva a minha participação neste encontro. Fui bem recebido, senti-me bem, apesar de não conhecer a maior parte das pessoas e de não ter estado em nenhum dos encontros anteriores.
Espero puder estar presente no próximo ano. Até lá... muitas vezes nos vamos cruzar nas estradas do planalto.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Mogadouro a 9/06/2013 02:25:00 PM
[À Descoberta de Miranda do Douro] 14º Festival Intercéltico de Sendim (02)
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| Pauliteiros de Sendim |
O festival foi organizado pela Associação de Pauliteiros de Sendim e da comissão de Festas de Santa Bárbara.
O espetáculo iniciou-se com uma homenagem a alguns pessoas de Sendim, entre as quais o jovem
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| Pauliteiras de Sendim |
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| Pauliteiros de Sendim |
Atuaram os grupos de Pauliteiros de Palaçoulo, Duas Igrejas e Sendim. Este último apresentou-se com dois grupos, um masculino outro feminino. Os representantes internacionais foram o Danza del Paloteo - Cañizal (Bermillo de Sayago/Espanha) e Danza y el Paloteo de Ampudia (Palencia/ Espanha).
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| Danza y el Paloteo de Ampudia (Palencia/Espanha |
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| Danza del Paloteo - Cañizal (Bermillo de Sayago/Espanha) |
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| Troféu do II Encontro Ibérico de Pauliteiros |
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 9/06/2013 12:59:00 AM
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
[À Descoberta de Vila Flor] Parabéns! Sete anos À Descoberta...
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| Uma estrada, convite à aventura (Vieiro) |
Mas não faz muito sentido falar do início, reportemo-nos apenas ao último ano. Cada ano é único, fruto do Descoberto nos anos anteriores e influenciado pelo dia a dia.
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| Praça da República, Vila Flor |
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| Ribeira da Cabreira, Freixiel |
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| Artesanato de Vila Flor |
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| Cogumelos selvagens |
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| Forca, Freixiel |
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| Eu mesmo à procura do melhor ângulo |
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| Queijos, um transmontanos, outros nem tanto. Quinta de Valtorinho, Seixo. |
Nos últimos anos tenho tido a companhia do amigo Helder Magueta que continua com vontade de caminhar pelo concelho e nos concelhos vizinhos. Tenho que lhe agradecer pela motivação e companhia.
Gostaria de recomeçar com os meus percursos em BTT, aliando o prazer da fotografia com o da bicicleta, mas é complicado voltar a 2007.
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| Flora, um dos motivos mais representativos no blogue |
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| Caminhada escolar. Há que ter mais iniciativas deste género. |
Vamos continuar a encontrar-nos por aí.
Números do 7.ºano:
Páginas vistas - 69 791
Visitantes - 38 995
Comentários - 137
Postagens - 65
Km percorridos em BTT - 81
Km percorridos a pé - 172
Fotografias tiradas - 24 022
Fotografias publicadas - 659
Números totais (7 anos):
Páginas vistas - 679 386
Visitantes - 313 395
Postagens - 1 112
Km percorridos em BTT - 2 247
Km percorridos a pé (3 anos) - 752
Fotografias tiradas - 130 305
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 9/05/2013 11:08:00 PM
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
[A Linha é Tua] Por detrás da máscara do projeto Souto Moura
Espero ser a última vez que me refiro a este tema da barragem do Tua. Faço-o por alguns mitos criados e pela ausência de muitos factos na discussão pública. Utilizo o método de colocar os quesitos nos dois pratos de uma balança. Vamos à pesagem.
O que perdemos:
O vale do Tua, ecossistema ribeirinho único na Europa, ameaçado por esta construção da barragem, acrescido da irreversibilidade da "perda física" de parte da paisagem, chegando a colocar em risco o estatuto de Património Mundial da Humanidade.
Trinta quilómetros de via-férrea que garantiam a muitos carrazedenses transporte para Foz-Tua e Mirandela; uma linha férrea que foi arrojada obra de engenharia, com grande beleza, apreciada por portugueses e estrangeiros com alguns milhares de utentes por ano e detentora de grandes potencialidades turísticas.
Possibilidade de prejuízo para as vinhas durienses com as previsíveis alterações climáticas e ambientais e destruição efetiva de vinhedos e olivais, numa região em que metade da população se dedica à agricultura.
O que nos prometem:
Uma agência de desenvolvimento e um parque natural que serão subsidiados por 3 por cento da receita bruta da barragem, que, na prática são apenas 2,25%, pois um quarto das receitas irá para o Fundo da Diversidade. Grande parte dos fundos são para gastos de manutenção das estruturas e se observarmos o projeto do parque natural é uma mão cheia de muito pouco, com a agravante de todos os condicionalismos na gestão dos recursos turísticos, agrícolas, florestais, cinegéticos e piscícolas locais.
Vamos agora às falácias:
Primeira falácia: uma barragem potenciadora de turismo - Pura falácia a enganar uma população incauta, pois Portugal está cheio de albufeiras desertas de turistas. No Douro, em termos de projetos turísticos pouco mais se executou que um ou outro cais e assistimos impávidos e serenos à passagem de mais duzentos mil turistas por ano sem que mais-valias fiquem na área geográfica.
Segunda falácia: um grande espelho de água - Como se não nos bastassem os existentes e sem qualquer benefício! Depois coisas que por aí falam do domínio do sonho e mesmo do delírio, completamente irreais: muitos barcos (de quem e para quê?), desportos náuticos (mas não os há nas grandes albufeiras do Douro) transporte fluvial para Mirandela, (para quem?), campos de golfe (onde?) …
Terceira falácia: a construção das barragens contribui para a riqueza nacional - As 12 obras previstas que incluem novas barragens e reforço de outras já existentes inclui uma engenharia financeira tipo "scut" cujo custo só vamos sentir daqui a uns anos de forma brutal. As obras vão produzir apenas o equivalente a três por cento de energia elétrica do país, mas vão custar ao Orçamento do Estado e aos consumidores muitos milhões de euros...
Quarta falácia: energia mais barata - A conta da eletricidade vai, a prazo, incluir um agravamento de 10% para suportar este negócio "verde". As empresas elétricas receberão um subsídio equivalente a 30% da capacidade de produção, haja ou não água para produzir. Quanto ao denominado Centro eletroprodutor de Foz -Tua terá um incentivo estatal de € 13 000/MW/ano, perfazendo mais de 3 milhões/ano (portaria nº 251/2012 de 20 Agosto).
Quinta falácia: mais desenvolvimento local – As albufeiras do Douro contribuíram em 40% para a produção nacional de energia hidroelétrica, tornaram o rio navegável e consequentemente possibilitaram o fluxo turístico, domesticaram a impetuosidade invernosa do rio diminuindo as cheias na Régua e Porto e durante muitos anos possibilitaram a energia mais barata na cidade, mas do Porto. Isto é, somos contribuintes para um bem nacional, que é a energia elétrica e o turismo, mas o investimento e as mais-valias em termos locais foram pouco mais que zero. A eletricidade tem o mesmo preço do resto do país com a agravante de possuirmos uma das piores redes de distribuição com cortes constantes. O Douro continua a ser a região do país com piores índices de desenvolvimento.
Sexta falácia: a EDP está interessada no desenvolvimento - A empresa é detida maioritariamente por interesses chineses. A história demonstra que esta elétrica sempre explorou o mais que pôde, utilizando a violência do Estado para expropriar de qualquer maneira a preços ridículos e dar pouco em contrapartidas.
Sétima falácia: O projeto Souto Moura trará mais visitantes à região - O projeto consiste em enterrar parte da infraestrutura que ninguém verá, mas a linha de muito alta tensão não pode ser escondida, produzindo um forte impacto na paisagem da região.
"Concluo que nenhuma compensação financeira pagaria as perdas. Porém, as contrapartidas são pouco mais que nada: uma diminuta produção de energia que não é relevante para o total nacional e uma mão cheia de nada para a região que vê degradar os seus principais recursos: o ambiente e a paisagem e que nenhum projeto de Souto Moura há de mascarar."
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Texto transcrito na integra do blogue Pensar Ansiães.
Texto transcrito na integra do blogue Pensar Ansiães.
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Publicada por Blogger às A Linha é Tua a 8/28/2013 06:23:00 AM
terça-feira, 27 de agosto de 2013
[À Descoberta de Miranda do Douro] 14º Festival Intercéltico de Sendim (01)
No início do mês de agosto reservei alguns dias para estar, pela primeira vez, no Festival Intercéltico de Sendim. Sempre tive vontade de ir a este festival, e muitas vezes estive por perto, mas a verdade é que os dois primeiros fins-de-semana de agosto estão sempre repletos de coisas para fazer, lugares a onde ir e família a visitar. Este ano não foi diferente, mas foi uma questão de "dar a volta" às prioridades.
Tinha pensado estar nos três dias do festival, mas faltei logo ao primeiro. Preenchi o dia a percorrer algumas aldeias do concelho de Miranda e doutras do de Vimioso e à noite já não senti entusiasmo.
No segundo dia do festival compareci depois da hora de almoço.
Apanhei já a terminar no Centro de Música Tradicional Sons da Terra, o lançamento de livros e a homenagem ao gaiteiro Alexandre Augusto Feio. Foi pena, teria sido interessante.
No edifício da Casa da Cultura estava a decorrer a atividade Canto de Interversão pela AJA (Associação José Afonso) do Norte. Foram momentos muito empolgantes. Embora eu fosse muito novo em 74, muita coisa ficou gravado na minha memória. A música ainda anda por aí e muitos lhe são sensíveis. A plateia sabia de cor cada canção, acompanhava os artistas, batia palmas e ouvia com atenção cada palavra. O calor sentia-se e não era só o da sala a abarrotar de gente. Foi muito bom.
No final do espetáculo pude apreciar mais uma vez a exposição "Ls Mielgos - Sposiçon de Pintura" e conversar um pouco com o pintor Manuol Bandarra, de quem tenho o prazer de ser amigo.
Fazia-se sentir um calor abrasador e só se estava razoavelmente bem à sombra. Por isso, a oficina de danças mirandesas, no Largo da Igreja, realizou-se num cantinho, onde os raios de sol não chegavam. O jovenzito Dinis Arribas cresceu, fez-se homem e animou a dança. Eu bem queria participar, mas não podia fazer as duas coisas, fotografar e dançar, pelo que me fiquei pela primeira. Os aprendizes de bailadores não eram todos propriamente aprendizes! Notavam-se por ali alguns mirandeses que já nasceram com pé para a dança, mas todos evoluíram bastante.
Ao jantar fiquei indeciso sobre se deveria comer alguma coisa numa das várias tasquinhas que havia ou se deveria fazer uma refeição mais séria. Optei por me deslocar a Palaçoulo, ao restaurante Imperial e não me arrependi.
Voltei a Sendim a tempo de acompanhar o desfile para o Parque das Eiras. Ao contrário do dia a noite estava muito fria. O ambiente não parecia melhor, com o espaço muito vazio e sem vida. Curiosamente as primeiras pessoas a entrarem foram idosos, alguns deles transportando o seu banquinho! Não era bem o ambiente que eu imaginava de um festival Intercéltico, mas foi-se alterando ao longo da noite à medida que as bandas começaram a tocar.
A primeira banda da noite foi Canto D'aqui com um reportório de música popular de ouro embora com pouco de celta. Eu fiquei encantado e acho que grande parte do público também. A banda é composta por muitos elementos, todos cantam e cada um toca o seu instrumento com mestria. Enchem o palco e a sua música cativa. Um dos pontos altos aconteceu com a canção Marião.
Seguiu-se-lhe a estrela da noite, Susana Seivane, gaiteira galega que contribuiu para que muitos estivessem ali. Confesso que desconhecia a gaiteira, bem como os outros grupos que se exibiram, por isso foi pelo festival em si e não por este ou aquele grupo.
O espetáculo aqueceu e de que maneira. Não foi só o som da gaita galega, é também a figura da mulher, a sua postura em palco, toda a banda, o luz e o som. Foi realmente um show completo, dado por quem domina os palcos e sabe puxar pelas pessoas. A gaiteira sentiu-se em casa, não fosse a Galiza aqui tão perto. Dei comigo a pensar - que pena não haver em terras de Miranda quem consiga produzir um espetáculo assim! Não estamos mal servidos, mas se música é o que não falta, há que apostar nas outras vertentes do espetáculo.
A som da gaita é um pouco cansativo para mim, mas o espetáculo também se desenvolveu com outros instrumentos e foi minuto bom. A Susana arrasa em palco.
Depois do grande show seria de esperar uma banda só para terminar a noite, mas fui positivamente surpreendido. O grupo Antubel sem a espetacularidade da Susane Seivane superaram em musicalidade, invadindo a noite com influencias celtas, do norte de África, e muitas outras se fazem da música uma forma universal de comunicar. O aspeto algo franzino do líder da banda rapidamente fica esquecido quando este pega na flauta, na gaita de foles ou num dos muitos instrumentos que toca. Músicas como "La vindimia" ou "A la entrada de Leon" transportaram-me para outros ambientes, esqueci o castelhano, preencheram o meu imaginário. Para mim o melhor da noite e só por esta banda já valeu a pena ir ao Intercéltico.
No dia 4 de agosto também estive em Sendim, mas disso darei conta noutra escrita.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 8/27/2013 05:32:00 PM
Tinha pensado estar nos três dias do festival, mas faltei logo ao primeiro. Preenchi o dia a percorrer algumas aldeias do concelho de Miranda e doutras do de Vimioso e à noite já não senti entusiasmo.
No segundo dia do festival compareci depois da hora de almoço.
Apanhei já a terminar no Centro de Música Tradicional Sons da Terra, o lançamento de livros e a homenagem ao gaiteiro Alexandre Augusto Feio. Foi pena, teria sido interessante.
No edifício da Casa da Cultura estava a decorrer a atividade Canto de Interversão pela AJA (Associação José Afonso) do Norte. Foram momentos muito empolgantes. Embora eu fosse muito novo em 74, muita coisa ficou gravado na minha memória. A música ainda anda por aí e muitos lhe são sensíveis. A plateia sabia de cor cada canção, acompanhava os artistas, batia palmas e ouvia com atenção cada palavra. O calor sentia-se e não era só o da sala a abarrotar de gente. Foi muito bom.
No final do espetáculo pude apreciar mais uma vez a exposição "Ls Mielgos - Sposiçon de Pintura" e conversar um pouco com o pintor Manuol Bandarra, de quem tenho o prazer de ser amigo.
Fazia-se sentir um calor abrasador e só se estava razoavelmente bem à sombra. Por isso, a oficina de danças mirandesas, no Largo da Igreja, realizou-se num cantinho, onde os raios de sol não chegavam. O jovenzito Dinis Arribas cresceu, fez-se homem e animou a dança. Eu bem queria participar, mas não podia fazer as duas coisas, fotografar e dançar, pelo que me fiquei pela primeira. Os aprendizes de bailadores não eram todos propriamente aprendizes! Notavam-se por ali alguns mirandeses que já nasceram com pé para a dança, mas todos evoluíram bastante.
Ao jantar fiquei indeciso sobre se deveria comer alguma coisa numa das várias tasquinhas que havia ou se deveria fazer uma refeição mais séria. Optei por me deslocar a Palaçoulo, ao restaurante Imperial e não me arrependi.
Voltei a Sendim a tempo de acompanhar o desfile para o Parque das Eiras. Ao contrário do dia a noite estava muito fria. O ambiente não parecia melhor, com o espaço muito vazio e sem vida. Curiosamente as primeiras pessoas a entrarem foram idosos, alguns deles transportando o seu banquinho! Não era bem o ambiente que eu imaginava de um festival Intercéltico, mas foi-se alterando ao longo da noite à medida que as bandas começaram a tocar.
A primeira banda da noite foi Canto D'aqui com um reportório de música popular de ouro embora com pouco de celta. Eu fiquei encantado e acho que grande parte do público também. A banda é composta por muitos elementos, todos cantam e cada um toca o seu instrumento com mestria. Enchem o palco e a sua música cativa. Um dos pontos altos aconteceu com a canção Marião.
Seguiu-se-lhe a estrela da noite, Susana Seivane, gaiteira galega que contribuiu para que muitos estivessem ali. Confesso que desconhecia a gaiteira, bem como os outros grupos que se exibiram, por isso foi pelo festival em si e não por este ou aquele grupo.
O espetáculo aqueceu e de que maneira. Não foi só o som da gaita galega, é também a figura da mulher, a sua postura em palco, toda a banda, o luz e o som. Foi realmente um show completo, dado por quem domina os palcos e sabe puxar pelas pessoas. A gaiteira sentiu-se em casa, não fosse a Galiza aqui tão perto. Dei comigo a pensar - que pena não haver em terras de Miranda quem consiga produzir um espetáculo assim! Não estamos mal servidos, mas se música é o que não falta, há que apostar nas outras vertentes do espetáculo.
A som da gaita é um pouco cansativo para mim, mas o espetáculo também se desenvolveu com outros instrumentos e foi minuto bom. A Susana arrasa em palco.
Depois do grande show seria de esperar uma banda só para terminar a noite, mas fui positivamente surpreendido. O grupo Antubel sem a espetacularidade da Susane Seivane superaram em musicalidade, invadindo a noite com influencias celtas, do norte de África, e muitas outras se fazem da música uma forma universal de comunicar. O aspeto algo franzino do líder da banda rapidamente fica esquecido quando este pega na flauta, na gaita de foles ou num dos muitos instrumentos que toca. Músicas como "La vindimia" ou "A la entrada de Leon" transportaram-me para outros ambientes, esqueci o castelhano, preencheram o meu imaginário. Para mim o melhor da noite e só por esta banda já valeu a pena ir ao Intercéltico.
No dia 4 de agosto também estive em Sendim, mas disso darei conta noutra escrita.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 8/27/2013 05:32:00 PM
[À Descoberta de Torre de Moncorvo] com Tradição
Música tradicional portuguesa e irlandesa faz a festa em Torre de Moncorvo
Gaitas, bombos, violas, "fiddles" e outros instrumentos vão estar em festa em Torre de Moncorvo a 31 de Agosto, no espectáculo "Com Tradição", uma celebração da música tradicional de Portugal e da Irlanda em que participam as bandas Projecto Taberna Subura, Os Roleses, Las Çarandas e The Plastic Paddies.
O evento, de entrada livre, realiza-se no magnífico espaço do Miradouro de Santa Leocádia e assinala o primeiro aniversário do programa "Gaitas de Fora", da Rádio Torre de Moncorvo.
Com início marcado para as 21h00, o espectáculo terá como cabeça-de-cartaz o Projecto Taberna Subura, uma banda de Braga nascida no bar com o mesmo nome e que se dedica a recriar o riquíssimo reportório de Zeca Afonso, bem como vários temas tradicionais do Minho.
Antes, estarão em palco Os Roleses, cognominados "Gaiteiros de Urrós", um grupo de jovens empenhado em divulgar e perpetuar a tradição musical mirandesa, mas que também interpreta temas populares de outras regiões portuguesas, e que está a preparar o lançamento de um disco.
Também Las Çarandas têm a tradição mirandesa como base do seu reportório, embora a mera criação da banda tenha representado uma ruptura com essa tradição, uma vez que se trata do primeiro grupo de gaiteiras num universo desde sempre dominado por homens. Músicas de outras regiões portuguesas e de outros países, bem como originais da sua autoria, integram igualmente os espectáculos de Las Çarandas, que planeiam gravar em breve o seu primeiro álbum.
A abertura do "Com Tradição" cabe aos The Plastic Paddies, grupo fundado expressamente para este evento por Andrew May, um dos co-autores do "Gaitas de Fora", que vai mostrar a alegria contagiante da música popular irlandesa, numa actuação recheada de clássicos.
Para que ninguém falte à festa, a organização assegura transporte gratuito entre a vila de Torre de Moncorvo e o Miradouro de Santa Leocádia, em autocarros que sairão da Praça Francisco Meireles e do quartel dos Bombeiros Voluntários. Além disso, haverá no local do evento um ponto de venda de comidas e bebidas, já que a noite promete ser longa.
O programa "Gaitas de Fora", que teve a sua emissão inaugural em 30 de Agosto de 2012, é da autoria de dois arqueólogos radicados em Torre de Moncorvo, o português Pedro Xavier e o irlandês Andrew May. É transmitido todas as quartas-feiras, a partir das 21h00, na Rádio Torre de Moncorvo, que é propriedade da Associação Cultural de Torre de Moncorvo. A emissão semanal é complementada por uma rubrica diária, intitulada "Álbum da Semana", em que os autores do programa fazem a divulgação de um disco por si escolhido.
Além de dar a conhecer a música tradicional, o "Gaitas de Fora" também dá voz aos seus autores e intérpretes. Sebastião Antunes, Melech Mechaya, O Baú, Toques do Caramulo e os irlandeses Four Men and a Dog foram alguns dos artistas entrevistados ao longo dos últimos 12 meses. E alguns dos convidados tocaram mesmo em directo para o auditório da Rádio Torre de Moncorvo, como foi o caso de Las Çarandas, Os Roleses, o Grupo de Fados de Torre de Moncorvo e o gaiteiro Filipe Camelo.
Blogue do "Gaitas de Fora": gaitasdefora.wordpress.com
Facebook: https://www.facebook.com/pages/Gaitas-de-Fora/461907630506768
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Torre de Moncorvo a 8/27/2013 11:45:00 AM
Gaitas, bombos, violas, "fiddles" e outros instrumentos vão estar em festa em Torre de Moncorvo a 31 de Agosto, no espectáculo "Com Tradição", uma celebração da música tradicional de Portugal e da Irlanda em que participam as bandas Projecto Taberna Subura, Os Roleses, Las Çarandas e The Plastic Paddies.
O evento, de entrada livre, realiza-se no magnífico espaço do Miradouro de Santa Leocádia e assinala o primeiro aniversário do programa "Gaitas de Fora", da Rádio Torre de Moncorvo.
Com início marcado para as 21h00, o espectáculo terá como cabeça-de-cartaz o Projecto Taberna Subura, uma banda de Braga nascida no bar com o mesmo nome e que se dedica a recriar o riquíssimo reportório de Zeca Afonso, bem como vários temas tradicionais do Minho.
Antes, estarão em palco Os Roleses, cognominados "Gaiteiros de Urrós", um grupo de jovens empenhado em divulgar e perpetuar a tradição musical mirandesa, mas que também interpreta temas populares de outras regiões portuguesas, e que está a preparar o lançamento de um disco.
Também Las Çarandas têm a tradição mirandesa como base do seu reportório, embora a mera criação da banda tenha representado uma ruptura com essa tradição, uma vez que se trata do primeiro grupo de gaiteiras num universo desde sempre dominado por homens. Músicas de outras regiões portuguesas e de outros países, bem como originais da sua autoria, integram igualmente os espectáculos de Las Çarandas, que planeiam gravar em breve o seu primeiro álbum.
A abertura do "Com Tradição" cabe aos The Plastic Paddies, grupo fundado expressamente para este evento por Andrew May, um dos co-autores do "Gaitas de Fora", que vai mostrar a alegria contagiante da música popular irlandesa, numa actuação recheada de clássicos.
Para que ninguém falte à festa, a organização assegura transporte gratuito entre a vila de Torre de Moncorvo e o Miradouro de Santa Leocádia, em autocarros que sairão da Praça Francisco Meireles e do quartel dos Bombeiros Voluntários. Além disso, haverá no local do evento um ponto de venda de comidas e bebidas, já que a noite promete ser longa.
O programa "Gaitas de Fora", que teve a sua emissão inaugural em 30 de Agosto de 2012, é da autoria de dois arqueólogos radicados em Torre de Moncorvo, o português Pedro Xavier e o irlandês Andrew May. É transmitido todas as quartas-feiras, a partir das 21h00, na Rádio Torre de Moncorvo, que é propriedade da Associação Cultural de Torre de Moncorvo. A emissão semanal é complementada por uma rubrica diária, intitulada "Álbum da Semana", em que os autores do programa fazem a divulgação de um disco por si escolhido.
Além de dar a conhecer a música tradicional, o "Gaitas de Fora" também dá voz aos seus autores e intérpretes. Sebastião Antunes, Melech Mechaya, O Baú, Toques do Caramulo e os irlandeses Four Men and a Dog foram alguns dos artistas entrevistados ao longo dos últimos 12 meses. E alguns dos convidados tocaram mesmo em directo para o auditório da Rádio Torre de Moncorvo, como foi o caso de Las Çarandas, Os Roleses, o Grupo de Fados de Torre de Moncorvo e o gaiteiro Filipe Camelo.
Blogue do "Gaitas de Fora": gaitasdefora.wordpress.com
Facebook: https://www.facebook.com/pages/Gaitas-de-Fora/461907630506768
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Torre de Moncorvo a 8/27/2013 11:45:00 AM
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
[À Descoberta de Vila Flor] TerraFlor 2013
Começa hoje a Feira de Produtos e Sabores, TerraFlor, na sua X edição. Este evento, que tem passado por diversas transformações, entre as quais a mudança no calendário anual e o local do evento, não deixa de ser a maior oportunidade do concelho mostrar o seu melhor, com destaque para os produtos agrícolas, o artesanato e o folclore.
O azeite é o produto rei, aparece em grande no cartaz, embora não se verifique nenhuma atividade que lhe seja especialmente dedicada.
A feira aparece, tal como em 2011, em simultâneo com as Festas em Honras de S. Bartolomeu, padroeiro de Vila Flor e o feriado municipal, que é 24 de Agosto. Desta forma a animação serve dois princípios, chama gente para a feira e anima as pessoas da festa, sendo desnecessária a destrinça onde começa uma e ou acaba a outra.
Como novidade desta edição surge a recriação histórica de uma feira medieval quinhentista. As expetativas são muitas e como acontece numa altura em que ainda há muita gente no concelho, pode ser que seja uma atividade muito participada e apreciada.
Já habitual é o dia dedicado ao Mundo Rural, dia 25 de agosto. Não percebo a numeração dos concursos de ovelha churra e de cabra serrana, que já iam na XXI edição (o de cabra serrana) e VII edição (o de ovelha churra) e voltam ambos à VII. O Cão de Gado Transmontano também vai estar presente, não em concursos, como era habitual, mas numa mostra/leilão.
A animação musical está em partes iguais atribuída a grupos locais e a outros não locais. Merece destaque no dia 23, hoje, a apresentação de vários grupos tradicionais. Hoje é o dia do folclore (pelo menos no Brasil). O grande nome está prometido para o dia 23 e é ele GNR (Grupo Novo Rock), que não precisa de apresentações. É uma boa oportunidade para as bandas locais chegarem a mais pessoas, são elas Our Stone, Os Troika e Autarkia
Completam o evento um seminário e um colóquio, que espero sejam participados e uma atividade desportiva, cicloturismo.
No que toca à festa de S. Bartolomeu, e uma vez que muito do programa é comum, destaca-se a Eucaristia e a majestosa procissão pelas artérias da vila. Será, sem dúvida um dos momentos altos do fim de semana em Vila Flor.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 8/22/2013 05:26:00 PM
O azeite é o produto rei, aparece em grande no cartaz, embora não se verifique nenhuma atividade que lhe seja especialmente dedicada.
A feira aparece, tal como em 2011, em simultâneo com as Festas em Honras de S. Bartolomeu, padroeiro de Vila Flor e o feriado municipal, que é 24 de Agosto. Desta forma a animação serve dois princípios, chama gente para a feira e anima as pessoas da festa, sendo desnecessária a destrinça onde começa uma e ou acaba a outra.
Como novidade desta edição surge a recriação histórica de uma feira medieval quinhentista. As expetativas são muitas e como acontece numa altura em que ainda há muita gente no concelho, pode ser que seja uma atividade muito participada e apreciada.
Já habitual é o dia dedicado ao Mundo Rural, dia 25 de agosto. Não percebo a numeração dos concursos de ovelha churra e de cabra serrana, que já iam na XXI edição (o de cabra serrana) e VII edição (o de ovelha churra) e voltam ambos à VII. O Cão de Gado Transmontano também vai estar presente, não em concursos, como era habitual, mas numa mostra/leilão.
A animação musical está em partes iguais atribuída a grupos locais e a outros não locais. Merece destaque no dia 23, hoje, a apresentação de vários grupos tradicionais. Hoje é o dia do folclore (pelo menos no Brasil). O grande nome está prometido para o dia 23 e é ele GNR (Grupo Novo Rock), que não precisa de apresentações. É uma boa oportunidade para as bandas locais chegarem a mais pessoas, são elas Our Stone, Os Troika e Autarkia
Completam o evento um seminário e um colóquio, que espero sejam participados e uma atividade desportiva, cicloturismo.
No que toca à festa de S. Bartolomeu, e uma vez que muito do programa é comum, destaca-se a Eucaristia e a majestosa procissão pelas artérias da vila. Será, sem dúvida um dos momentos altos do fim de semana em Vila Flor.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 8/22/2013 05:26:00 PM
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