Jardim da Praça D. Lopo Vaz de Sampaio - Desde que foi ajardinada a Praça D. Lopo Vaz de Sampaio, no centro da vila de Carrazeda de Ansiães, tornou-se num dos seus pontos mais atrativos e bonitos. Foi outrora recinto da feira, ainda da minha lembrança.
Agora é um bonito jardim enriquecido com várias esculturas em granito que integram o Parque Internacional de Escultura em Granito ao Ar Livre. As esculturas têm por título "As Nossas Mesas" e são da autoria do holandês Mark Brusse.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 9/26/2013 01:17:00 AM
Concelho:
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013
[À Descoberta de Miranda do Douro] Festas de Miranda
Já há algum tempo que não passava vários dias seguidos em Miranda, mas este verão, por altura das festas de de S. Bárbara, gozei do prazer de passar alguns dias na cidade. Pensei os dias ao pormenor, porque atividades não faltavam, em Miranda, em Sendim e noutras localidades em redor, mas os planos são isso mesmo, planos, e acabaram por não ser cumpridos. Tanta atividade acaba por saturar e faz falta alguma tranquilidade e isso é coisa que não falta no Planalto Mirandês.
Apanhei os últimos dias da feira FamiDouro. O que eu gostava de ver era a atuação dos grupos, mas ela acontecia tão cedo que até isso tive dificuldade em acompanhar.
No que toca à feira, pareceu-me muito bem organizada e com muita variedade de coisas para comprar. Como sempre dei especial importância aos feirantes do concelho de Miranda, mas as novidades são cada vez menos.
Estava nos meus planos comparecer no concerto do Rui Veloso, mas senti-me tão cansado que até isso acabei por falhar. E gosto mesmo da música do Rui.
No dia 18 tiveram lugar as cerimónias religiosas e a festa terminou com um espetáculo pirotécnico como há muito não se via.
A procissão com variados andores pelas principais ruas intramuros é o acontecimento mais marcante. Este ano o Menino Jesus da Cartolinha vestido com farda de bombeiro arrancou aos crentes uma grande salva de palmas. O sofrimento de ver ir a enterrar um filho da terra bombeiro, ainda há pouco tempo tornou a população mais sensível. Daí para cá já se realizou o funeral de mais um bombeiro.
à noite o recinto do castelo animou-se para a festa. Novos e velhos ensaiaram passos de dança ao ritmo quente da banda presente.
Depois da meia noite teve lugar o fogo de artifício. A multidão acomodou-se nas imediações do castelo com os olhos voltados para o Parque Urbano do Fresno. Soltaram-se os foguetes, os assobios e as as palmas. O salva final de um barulho ensurdecedor ecoou pelas arribas tempo sem fim, para jusante e para montante.
Mal se fez silêncio os carros começaram a abandonar a cidade a um ritmo alucinante até que tudo voltou à paz habitual de Miranda mal o transito se escoou.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 9/26/2013 12:59:00 AM
Apanhei os últimos dias da feira FamiDouro. O que eu gostava de ver era a atuação dos grupos, mas ela acontecia tão cedo que até isso tive dificuldade em acompanhar.
No que toca à feira, pareceu-me muito bem organizada e com muita variedade de coisas para comprar. Como sempre dei especial importância aos feirantes do concelho de Miranda, mas as novidades são cada vez menos.
Estava nos meus planos comparecer no concerto do Rui Veloso, mas senti-me tão cansado que até isso acabei por falhar. E gosto mesmo da música do Rui.
No dia 18 tiveram lugar as cerimónias religiosas e a festa terminou com um espetáculo pirotécnico como há muito não se via.
A procissão com variados andores pelas principais ruas intramuros é o acontecimento mais marcante. Este ano o Menino Jesus da Cartolinha vestido com farda de bombeiro arrancou aos crentes uma grande salva de palmas. O sofrimento de ver ir a enterrar um filho da terra bombeiro, ainda há pouco tempo tornou a população mais sensível. Daí para cá já se realizou o funeral de mais um bombeiro.
à noite o recinto do castelo animou-se para a festa. Novos e velhos ensaiaram passos de dança ao ritmo quente da banda presente.
Depois da meia noite teve lugar o fogo de artifício. A multidão acomodou-se nas imediações do castelo com os olhos voltados para o Parque Urbano do Fresno. Soltaram-se os foguetes, os assobios e as as palmas. O salva final de um barulho ensurdecedor ecoou pelas arribas tempo sem fim, para jusante e para montante.
Mal se fez silêncio os carros começaram a abandonar a cidade a um ritmo alucinante até que tudo voltou à paz habitual de Miranda mal o transito se escoou.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 9/26/2013 12:59:00 AM
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
[À Descoberta de Vila Flor] Facho - Vila Flor

A caminhada aconteceu nos últimos dias de junho, uma altura de muito calor. Muita da vegetação rasteira já começava a adquirir o tom de palha seca, mas as flores silvestres ainda abundavam na borda dos caminhos.
Como a volta era curta, mesmo escolhendo um percurso mais extenso, aproveitei para dedicar mais algum tempo à fotografia, também pelo facto de estar sozinho e ter toda a manhã para subir ao marco geodésico e voltar a casa sem qualquer tipo de apoio.
O caminho parte de junto do Ecomarché e segue até à zona industrial, quase paralelamente à Avenida Vasco da Gama, mas por trás das vinhas do Fraga. É um caminho que utilizo muitas vezes, mas nem sempre recomendável. Por vezes fica infestado de vegetação, outras cheio de água. Quando a erva está molhada também não é agradável passar por lá. No entanto, como fica muitas vezes em estado selvagem, muitas plantas crescem ao longo do caminho e nas paredes, sendo um dos locais mais frequentes para eu fotografar pequenas flores e alguns insetos.
Atingida a zona industrial e de junto da rotunda do Barracão, o caminho sobre em direção à Quinta das Escarbas. O marco geodésico está mesmo no alto do termo desta quinta, mas para não se invadir propriedade privada vai-se dar uma pequena volta quase atrás da serra, atingindo o pico do monte vindos de norte, através de um trilho aberto pelos ciclistas há algum tempo atrás e já quase desaparecido no meio da vegetação.
Estes picos rochosos permitem uma excelente vista para a Senhora da Assunção, para Bornes e Roios, mas a vila só se avista quando se atinge o marco geodésico.
Este local é um dos que visito com muita frequência, pois quando me apetece caminhar tenho tendência para o fazer em locais ermos, com vistas largas e não ao longo das estradas ou em volta da barragem do Peneireiro, como muitas pessoas fazem.
No Facho deve ter existido em tempos uma estrutura defensiva, daí o nome Facho. Esta designação é muito frequente em redor dos povoados é também uma das mais frequentes em marcos geodésicos. São visíveis os vestígios de algumas edificações e o que parece ser uma estrutura defensiva, constituída por um muro em pedra rodeando o sítio.
O marco geodésico está erigido sobre um rochedo, o que lhe dá um pouco mais de imponência. Eleva-se a 725 metros de altitude, com uma visão de 365º. No local onde se encontra é visível a quem circula nas estrada, principalmente da aldeia de Samões.
Para voltar a Vila Flor há duas alternativas ambas por caminhos. Escolhendo a alternativa mais longa, mas também a melhor, que pode até ser utilizada por um carro ligeiro, segue-se até ao Miradouro de Vila Flor, descendo-se depois às Capelinhas. A que eu segui é mais rápida, mas só pode ser feita a pé, ou por um veículo todo o terreno. É descer por um caminho com um forte declive que vem dar a Vila Flor pela Rua do Carriço.
O percurso tem pouco mais de 6 km, sem grandes dificuldades, que bem pode ser feito numa pequena caminhada, embora necessite a companhia de alguém que conheça o terreno (por causa do pequeno trilho, que não chega a ser caminho). Tem também a dificuldade ou não da vegetação espontânea no caminho que vai de Vila Flor ao Barracão.
Caminhar desde o marco geodésico do Facho até ao Miradouro oferece oportunidade de ver Vila Flor de vários ângulos, com paisagens muito bonitas que se estendem pelo vale da Vilariça.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 9/23/2013 01:55:00 AM
domingo, 22 de setembro de 2013
[A Linha é Tua] Vale do Tua visto do ar (2/5)
Este é o segundo conjunto de imagens cedidas por Alberto Areso que retratam o vale do tua feitas a partir de um helicóptero em 2005.
Tentei identificar a localização de cada fotografia através de alguns elementos retratados. Nalgumas não há dúvidas, noutras as certezas não são absolutas.
Este conjunto mostra o rio Tua e a Linha do Tua entre Castanheiro e Santa Luzia, ou seja entre o 8.º e 13.º quilómetro.
A primeira fotografia (a contar de cima) foi tirada junto ao apeadeiro de Castanheiro. A segunda fotografia foi tirada muito próxima da primeira.
A terceira fotografia mostra a ponte de Paradela aos 11,3 kms. A Ribeira do Barrabaz desagua no Tua, depois de recolher água numa bacia não muito grande mas que começa junto a Pinhal do Norte e passa junto a Pombal e Paradela.
A quarta fotografia permite uma identificação sem qualquer dúvida uma vez que é visível ao longe a Quinta do Barrabaz, pertencente à freguesia de Pombal. A aldeia de Amieiro, situada na outra margem do rio mesmo em frente à quinta não é visível porque está por detrás do monte do lado esquerdo da fotografia.
Na quinta e última fotografia são visíveis no canto superior direito algumas casas da Quinta do Barrabaz e, na outra margem, algumas casas pertencentes a Amieiro, no concelho de Alijó.
A fotografia foi tirada de cima, não permitindo ter uma ideia da espetacularidade deste troço do rio. Quando tem um certo caudal, as águas neste troço são muito agitadas proporcionando um espetáculo digno de ser admirado.
Outras fotografias deste conjunto:
Vale do Tua visto do ar (1/5)
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Publicada por Blogger às A Linha é Tua a 9/22/2013 08:30:00 AM
Tentei identificar a localização de cada fotografia através de alguns elementos retratados. Nalgumas não há dúvidas, noutras as certezas não são absolutas.
Este conjunto mostra o rio Tua e a Linha do Tua entre Castanheiro e Santa Luzia, ou seja entre o 8.º e 13.º quilómetro.
A primeira fotografia (a contar de cima) foi tirada junto ao apeadeiro de Castanheiro. A segunda fotografia foi tirada muito próxima da primeira.
A terceira fotografia mostra a ponte de Paradela aos 11,3 kms. A Ribeira do Barrabaz desagua no Tua, depois de recolher água numa bacia não muito grande mas que começa junto a Pinhal do Norte e passa junto a Pombal e Paradela.
A quarta fotografia permite uma identificação sem qualquer dúvida uma vez que é visível ao longe a Quinta do Barrabaz, pertencente à freguesia de Pombal. A aldeia de Amieiro, situada na outra margem do rio mesmo em frente à quinta não é visível porque está por detrás do monte do lado esquerdo da fotografia.
Na quinta e última fotografia são visíveis no canto superior direito algumas casas da Quinta do Barrabaz e, na outra margem, algumas casas pertencentes a Amieiro, no concelho de Alijó.
A fotografia foi tirada de cima, não permitindo ter uma ideia da espetacularidade deste troço do rio. Quando tem um certo caudal, as águas neste troço são muito agitadas proporcionando um espetáculo digno de ser admirado.
Outras fotografias deste conjunto:
Vale do Tua visto do ar (1/5)
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Publicada por Blogger às A Linha é Tua a 9/22/2013 08:30:00 AM
sábado, 21 de setembro de 2013
[A Linha é Tua] Rio Tua
Já não sei precisar o lugar exato da fotografia, mas creio ser entre Castanheiro e a ponte de Paradela. A fotografia foi tirada de montante para jusante do rio talvez pelo 10º quilómetro da linha.
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Publicada por Blogger às A Linha é Tua a 9/21/2013 01:42:00 AM
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Publicada por Blogger às A Linha é Tua a 9/21/2013 01:42:00 AM
[À Descoberta de Vila Flor] e de repente é noite (XIV)
XIV
Deixai a criança sentada no granizo
de um sono iluminado de distância.
Já se soube dela seu horto de escombros
em que disfarça contornos de um centro vegetal
e uma chuva primeira de obscuro saber.
Nem sua mãe a acordou para mais justas medidas:
geométricos movimentos resumidos
a voos de vidro nas janelas
reproduzidas pelas nortadas
até à saturação dos cerros.
Talvez só ela suspeite
que amar é suspender a marcha e ficar a ver
as lentas oscilações dos teixos
concentrando todo o ardor da criança
na euforia de um gesto que descobre
vértebras de tristeza no corpo da alegria.
Poema de João de Sá, do livro "E de repente é noite", 2008.
Fotografia: souto em Benlhevai
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 9/21/2013 01:22:00 AM
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
[À Descoberta de Vila Flor] TerraFlor e festa de S. Bartolomeu - Fotografias 01
No dia 22 de agosto teve lugar uma noite cultural com atuação de dois ranchos folclóricos e a da Grupo de Musica Tradicional da Associação, integrados no programa da X TerraFlor.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 9/20/2013 12:02:00 AM
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 9/20/2013 12:02:00 AM
terça-feira, 10 de setembro de 2013
[À Descoberta de Alfândega da Fé] Vilarelhos - Nossa Senhora dos Anúncios
Nos dias 23, 24 e 25 de agosto realizaram-se em Vilarelhos as festas em honra de Nossa Senhora dos Anúncios. O dia "maior" foi a 24, tendo como ponto alto a eucaristia seguida de procissão até à capelinha situada no cimo de um monte que se eleva no meio do vale da Vilariça. Gostaria de ter estado presente noutros momentos das festas, mas encontrava-me a acompanhar a feira TerraFlor e as festas em honra de S. Bartolomeu em Vila Flor, pelo que apenas me desloquei a Vilarelhos para acompanhar a procissão.
Estas procissões mais longas, fora dos povoados, requerem uma coragem acima da média a quem transporta os andores, mas, em contrapartida, provoca nas pessoas sentimentos e emoções especiais.
Não fazia ideia como as pessoas da aldeia se organizavam para irem na procissão até ao santuário e para depois voltarem para a aldeia. Pensei que fizessem os dois percursos a pé, mas vi mais tarde que não.
Como tinha tempo disponível optei por ir até ao santuário, deixar lá o carro, voltar a Vilarelhos a pé para puder acompanhar a procissão. Foi uma boa opção porque à medida que fiz o percurso para a aldeia fui tirando algumas fotografias e fui "estudando" o terreno para procurar enquadramentos mais interessantes à passagem da procissão.
Comecei a ver passar muitos carros em direção ao santuário, apenas com uma pessoa. Percebi que um dos membros da família se deslocava para o santuário de carro, para depois trazer a família de regresso à aldeia, no final da procissão. Mesmo assim, a procissão era muito extensa, integrava numerosos andores e era acompanhada por muitas pessoas. Identifiquei os andores do Sagrado Coração de Jesus, de São José, São Sebastião, Nossa Senhora de Fátima , de santa Bárbara e Nossa Senhora dos Anúncios, mas havia mais dois.
Acompanharam a procissão a Banda 25 de Março, de Lamas e a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Sendim.
O percurso foi demorado, feito em passos cadenciados, com numerosas paragens. Na parte final, na chegada ao cabeço, o declive obrigou a um passo ainda mais lento. A luz do dia foi decaindo, abafada também por imenso fumo que chegava ao vale vindo dos lados de Murça, onde lavrava um violento incêndio.
Depois da procissão chegar ao cabeço, o andor foi colocado num suporte, virado para a capelinha e o pregador fez um emocionado sermão. As lágrimas rolaram por muitos rostos quando saiu do altifalante um fado sobre a Mãe. Terminado o sermão, o andor de Nossa Senhora dos Anúncios entrou na capelinha e terminou a cerimónia.
A maior parte das pessoas abandonou o local nos automóveis que para ali já tinham sido deslocados. Reparei que algumas famílias, poucas, tinham um farnel, à moda antiga e se preparavam para o saborear em grupo. Havia frango no churrasco à venda. A banda Rumo Nordeste procedia às últimas afinações para proporcionar um arraial à altura da festa.
Dos anúncios Virgem Santa
Da Vilariça Senhora,
Este povo que vos canta,
Vossa proteção implora.
Salvé rainha do céu,
Vosso amor é quem nos guia.
Somos todos filhos teus,
Avé Maria, avé Maria.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 9/10/2013 11:31:00 PM
Estas procissões mais longas, fora dos povoados, requerem uma coragem acima da média a quem transporta os andores, mas, em contrapartida, provoca nas pessoas sentimentos e emoções especiais.
Não fazia ideia como as pessoas da aldeia se organizavam para irem na procissão até ao santuário e para depois voltarem para a aldeia. Pensei que fizessem os dois percursos a pé, mas vi mais tarde que não.
Como tinha tempo disponível optei por ir até ao santuário, deixar lá o carro, voltar a Vilarelhos a pé para puder acompanhar a procissão. Foi uma boa opção porque à medida que fiz o percurso para a aldeia fui tirando algumas fotografias e fui "estudando" o terreno para procurar enquadramentos mais interessantes à passagem da procissão.
Comecei a ver passar muitos carros em direção ao santuário, apenas com uma pessoa. Percebi que um dos membros da família se deslocava para o santuário de carro, para depois trazer a família de regresso à aldeia, no final da procissão. Mesmo assim, a procissão era muito extensa, integrava numerosos andores e era acompanhada por muitas pessoas. Identifiquei os andores do Sagrado Coração de Jesus, de São José, São Sebastião, Nossa Senhora de Fátima , de santa Bárbara e Nossa Senhora dos Anúncios, mas havia mais dois.
Acompanharam a procissão a Banda 25 de Março, de Lamas e a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Sendim.
O percurso foi demorado, feito em passos cadenciados, com numerosas paragens. Na parte final, na chegada ao cabeço, o declive obrigou a um passo ainda mais lento. A luz do dia foi decaindo, abafada também por imenso fumo que chegava ao vale vindo dos lados de Murça, onde lavrava um violento incêndio.
A maior parte das pessoas abandonou o local nos automóveis que para ali já tinham sido deslocados. Reparei que algumas famílias, poucas, tinham um farnel, à moda antiga e se preparavam para o saborear em grupo. Havia frango no churrasco à venda. A banda Rumo Nordeste procedia às últimas afinações para proporcionar um arraial à altura da festa.
Dos anúncios Virgem Santa
Da Vilariça Senhora,
Este povo que vos canta,
Vossa proteção implora.
Salvé rainha do céu,
Vosso amor é quem nos guia.
Somos todos filhos teus,
Avé Maria, avé Maria.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 9/10/2013 11:31:00 PM
[À Descoberta de Alfândega da Fé] Grupo de Cantares de Alfândega da Fé
O Grupo de Cantares de Alfândega da Fé integra cerca de 40 elementos, desde os mais jovens aos mais idosos. Completou em abril passado um ano de existência e com o apoio da Câmara Municipal tem contribuído para o convívio entre gerações, para a ocupação dos tempos livres de jovens e menos jovens e também para levar o nome de Alfândega da Fé a outras paragens.
Estas fotografias foram tiradas em Benlhevai, concelho de Vila Flor, na atuação do grupo aquando da inauguração da capela de Nossa Senhora da Esperança.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 9/10/2013 07:41:00 PM
Estas fotografias foram tiradas em Benlhevai, concelho de Vila Flor, na atuação do grupo aquando da inauguração da capela de Nossa Senhora da Esperança.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 9/10/2013 07:41:00 PM
[À Descoberta de Torre de Moncorvo] Segada e malhada tradicionais 2013 - Fotografias 01
Fotografias da segada e malhada tradicionais realizados no dia 14 de julho na aldeia de Cardanha, concelho de Torre de Moncorvo.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Torre de Moncorvo a 9/10/2013 10:00:00 AM
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Torre de Moncorvo a 9/10/2013 10:00:00 AM
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