As Autárquicas 2013 não trouxeram grande novidade a Valpaços, pelo menos no que toca à divisão dos votos. Os resultados parecem decalcados de 2009, com uma ligeira subida para o PS.
O presidente vai ser Amílcar Rodrigues Alves Castro de Almeida (PSD). Espero que faça um bom mandato e continue a apostar no desenvolvimento do concelho, que já deve conhecer bem.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Valpaços a 10/01/2013 04:08:00 PM
Concelho:
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
[À Descoberta de Vila Flor] No Jardim da Saudade (02)
"No Outono, nem toda a Natureza dorme. Enquanto campos se acalentam em sonhos de mistério, nos canteiros dos jardins velam crisântemos em plena exuberância, garbosos e emproados na sua inclinação sobre a haste! São manchas multicolores que nos maravilham o olhar e os lábios se os beijarmos. Mas ai da ilusão! Até os crisântemos são tristes, porque vão bem a acompanhar finados!
A florista da esquina tem-nos aos braçados. Os seus ramos são poemas melodiosos, em cada corola urna estância, em cada petalazinha um verso cândido. Poema... elegíaco! Elegias de saudade, que vão levar gemidos dos seres que ainda rastejam, aos restos desconjuntados dos seres que estão mais altos. Só uma flor podia ser veículo da saudade humana! Só uma flor podia traduzir no sepulcro, a mágoa dos que choram o passamento dum ente estremecido!
A florista faz negócio. É dia de fiéis defuntos. Um jovem bem parecido, correcto e enluvado, compra-lhe a provisão. E com os braços ajoujados de crisântemos, transpõe o portão do cemitério, verdadeiro prado do repouso ou jardim da saudade.
Ali, no limiar daquela porta, as crenças dividem-se. Uns têm-no como meta da vida, para lá da qual só há a escuridão do nada. Outros consideram-no como o local da última metamorfose humana, no qual as larvas, que todos nós somos, se libertam do casulo para, transformados em insectos perfeitos, lindas borboletas de asas brancas, voar ao Céu, onde as esperam as delícias da vida eterna. Larvas, sim, aquilo que nós somos, envoltas em casulos que cada um tece de sua maneira: com fios de honestidade, ou de valentia, ou de perfídia, ou de maldição, ou de santidade."
Excerto do livro Paisagens do Norte, escrito pelo Dr. Cabral Adão e publicado em 1954. Este livro teve uma segunda edição pela Câmara Municipal de Vila Flor em 1998 (Minerva Trasmontana, Vila Real). Pode ser encontrado no Museu Berta Cabral, na sala dedicada a Vila Flor.
Outro excerto do mesmo livro: No Jardim da Saudade
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 10/01/2013 10:47:00 PM
A florista da esquina tem-nos aos braçados. Os seus ramos são poemas melodiosos, em cada corola urna estância, em cada petalazinha um verso cândido. Poema... elegíaco! Elegias de saudade, que vão levar gemidos dos seres que ainda rastejam, aos restos desconjuntados dos seres que estão mais altos. Só uma flor podia ser veículo da saudade humana! Só uma flor podia traduzir no sepulcro, a mágoa dos que choram o passamento dum ente estremecido!
A florista faz negócio. É dia de fiéis defuntos. Um jovem bem parecido, correcto e enluvado, compra-lhe a provisão. E com os braços ajoujados de crisântemos, transpõe o portão do cemitério, verdadeiro prado do repouso ou jardim da saudade.
Ali, no limiar daquela porta, as crenças dividem-se. Uns têm-no como meta da vida, para lá da qual só há a escuridão do nada. Outros consideram-no como o local da última metamorfose humana, no qual as larvas, que todos nós somos, se libertam do casulo para, transformados em insectos perfeitos, lindas borboletas de asas brancas, voar ao Céu, onde as esperam as delícias da vida eterna. Larvas, sim, aquilo que nós somos, envoltas em casulos que cada um tece de sua maneira: com fios de honestidade, ou de valentia, ou de perfídia, ou de maldição, ou de santidade."
Excerto do livro Paisagens do Norte, escrito pelo Dr. Cabral Adão e publicado em 1954. Este livro teve uma segunda edição pela Câmara Municipal de Vila Flor em 1998 (Minerva Trasmontana, Vila Real). Pode ser encontrado no Museu Berta Cabral, na sala dedicada a Vila Flor.
Outro excerto do mesmo livro: No Jardim da Saudade
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 10/01/2013 10:47:00 PM
domingo, 29 de setembro de 2013
[À Descoberta de Vila Flor] e de repente é noite (XXXIII)
XXXIII
Os teus passos são ímpetos entardecidos
lutando contra todas as noites,
reescrevendo as árvores,
reinventando o mármore como quem sabe
que pode, a cada instante, recolher
um desgosto abandonado.
Fonte seca que regressa à fraga original
e persegue ainda, na aragem,
a primitiva forma do seu corpo vibrátil.
Poema de João de Sá, do livro "E de repente é noite", 2008.
Fotografia: Castinceiras, Benlhevai.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 9/29/2013 01:33:00 AM
[À Descoberta de Miranda do Douro] Festas de Miranda - Fotografias I
Conjunto de fotografias da procissão das festas em honra de Santa Bárbara, dia 18 de Agosto, em Miranda do Douro.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 9/29/2013 01:20:00 AM
[A Linha é Tua] Linha do Tua, 31.º Quilómetro
Linha do Tua entre a estação de Abreiro e o apeadeiro da Ribeirinha. Do lado direito é termo do concelho de Vila Flor e do lado esquerdo fica o rio e o concelho de Mirandela.
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Publicada por Blogger às A Linha é Tua a 9/29/2013 01:10:00 AM
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Publicada por Blogger às A Linha é Tua a 9/29/2013 01:10:00 AM
[À Descoberta de Alfândega da Fé] Alfândega da Fé
Por do sol na Av. Dr. Francisco Pereira de Lemos, em Alfândega da Fé.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 9/29/2013 12:52:00 AM
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Alfândega da Fé a 9/29/2013 12:52:00 AM
sábado, 28 de setembro de 2013
[À Descoberta de Montalegre] Terras de Barroso
Barroso, ou Terras de Barroso, é o nome dado, atualmente, à região formada pelos concelhos de Montalegre e Boticas.
Segundo as fontes, em 9 Junho de 1273, D. Afonso III, em carta de foral, funda a vila de Montalegre e o respetivo alcácer tornando-se cabeça das Terras de Barroso. Este foral foi depois confirmado por D. Dinis em 1289, D. Afonso IV em 1340, e D. João II em 1491. Em 1515, D. Manuel em converteu-o em foral novo. No reinado de D. João I, e na sequência da Guerra da Independência, as Terras de Barroso foram oferecidas a D. Nuno Álvares Pereira. Em 6 de Novembro de 1836, o concelho de Montalegre foi dividido, criando-se o novo município de Boticas e perdendo-se no processo, para o município de Vieira do Minho, o município de Vilar de Vacas (sediado em Ruivães) e, também, o Couto Misto de Santiago de Rubiás – Tourém.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Montalegre a 9/28/2013 05:23:00 PM
Segundo as fontes, em 9 Junho de 1273, D. Afonso III, em carta de foral, funda a vila de Montalegre e o respetivo alcácer tornando-se cabeça das Terras de Barroso. Este foral foi depois confirmado por D. Dinis em 1289, D. Afonso IV em 1340, e D. João II em 1491. Em 1515, D. Manuel em converteu-o em foral novo. No reinado de D. João I, e na sequência da Guerra da Independência, as Terras de Barroso foram oferecidas a D. Nuno Álvares Pereira. Em 6 de Novembro de 1836, o concelho de Montalegre foi dividido, criando-se o novo município de Boticas e perdendo-se no processo, para o município de Vieira do Minho, o município de Vilar de Vacas (sediado em Ruivães) e, também, o Couto Misto de Santiago de Rubiás – Tourém.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Montalegre a 9/28/2013 05:23:00 PM
[À Descoberta de Torre de Moncorvo] Outono
Outono vai-se embora
Ficam, as folhas caídas
Sempre que chega a hora
Ficam as árvores despidas.
Vêm os dias escuros,
Chuvosos,de nevoeiro.
Vem o Inverno a seguir
Até acabar o Fevereiro.
Mas é também no Outono
O dia de São Martinho.
Bom é o convite de dono
Para provar o seu vinho.
E de fizer a marmelada.
Outono tem suas manhas
Para não ficar sem nada.
Tem dia de todos os Santos
Tem o dia dos Finados.
Recordam-se todos os prantos
Do ente querido lembrado.
É o tempo das sementeiras
Começam a cair orvalhos
Acendem-se já as lareiras,
Agradecem-se os agasalhos.
No Outono fazem-se as vindimas
Levam as uvas para o lagar.
Já não se ouvem concertinas
Nem os homens a pisar.
Outono é melindroso,
Não faz frio nem calor.
E. por vezes é chuvoso
E bom tempo para o pastor.
Secam os meloais,
Secas ficam as fontes.
Caçadores já são demais
A caminhar pelos montes.
Nozes, castanhas e avelãs
São frutos secos de Outono;
Diospiros, marmelos e romãs
Dão rendimento ao dono.
Poema do livro "Versos da Minha Terra", da autoria de José Manuel Remondes, editado em 2004 pela Câmara Municipal de Torre de Moncorvo.
Fotografias: 1- vinhas em Cabanas de Cima;
2 - Folhas de árvore junto à antiga estação do caminho de ferro de Torre de Moncorvo.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Torre de Moncorvo a 9/28/2013 03:29:00 PM
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
[À Descoberta de Vila Flor] Correia, Raúl Alexandre de Sá
Nasceu em Vila Flor, em 22.5.1900. Faleceu em 8.12.1993.
Foi Chefe da Secretaria da Câmara de Vila Flor, durante cerca de 40 anos.
Foi um dos fundadores, em 1946, nessa vila da Biblioteca Belmiro de Matos e do Museu Dra. Berta Cabral (em 1957). Foi quem dirigiu essas instituições culturais, enquanto foi vivo. Era um homem excepcional, um amigo do saber, um bairrista saudável, um cidadão inconfundível. Viveu apaixonadamente essas duas causas, a ponto de ser um modelo para todas as Câmaras da Província.
A Câmara de Vila Flor, em reunião de 24.5.1986 prestou lhe significativa homenagem, concedendo-lhe o diploma de cidadão honorário e a medalha de prata do Concelho. O Presidente da República, Dr. Mário Soares, concedeu lhe em 22.2.1987 a Comenda de Oficial da Ordem do Infante D. Henrique pelos serviços prestados à Cultura do concelho. Em 1995 a Câmara patrocinou In Memoriam Raúl Alexandre de Sá Correia (1900-1930), livro com 112 páginas, onde cerca de vinte personalidades da cultura Portuguesa contemporânea, cada uma à sua maneira, procuram elogiar as virtudes desse Homem simples e bom que foi e continua a ser um bom exemplo cultural. Aí se conta o curriculum vitae de Raul de Sá Correia, tarefa que coube ao Dr. Hirondino da Paixão Fernandes. Felizmente, durante 17 anos, trabalhou com ele Alfredo de Jesus Almendra que viria a substituí-lo. O testemunho deste seu colega de serviço que é o seu continuador e que consta na pág. 27 de In Memoriam é o melhor retrato que se pode deixar de Raúl Sá Correia.
In i volume do Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses,
coordenado por Barroso da Fonte, 656 páginas, Capa dura.
Editora Cidade Berço
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 9/27/2013 01:04:00 AM
Foi Chefe da Secretaria da Câmara de Vila Flor, durante cerca de 40 anos.
Foi um dos fundadores, em 1946, nessa vila da Biblioteca Belmiro de Matos e do Museu Dra. Berta Cabral (em 1957). Foi quem dirigiu essas instituições culturais, enquanto foi vivo. Era um homem excepcional, um amigo do saber, um bairrista saudável, um cidadão inconfundível. Viveu apaixonadamente essas duas causas, a ponto de ser um modelo para todas as Câmaras da Província.
A Câmara de Vila Flor, em reunião de 24.5.1986 prestou lhe significativa homenagem, concedendo-lhe o diploma de cidadão honorário e a medalha de prata do Concelho. O Presidente da República, Dr. Mário Soares, concedeu lhe em 22.2.1987 a Comenda de Oficial da Ordem do Infante D. Henrique pelos serviços prestados à Cultura do concelho. Em 1995 a Câmara patrocinou In Memoriam Raúl Alexandre de Sá Correia (1900-1930), livro com 112 páginas, onde cerca de vinte personalidades da cultura Portuguesa contemporânea, cada uma à sua maneira, procuram elogiar as virtudes desse Homem simples e bom que foi e continua a ser um bom exemplo cultural. Aí se conta o curriculum vitae de Raul de Sá Correia, tarefa que coube ao Dr. Hirondino da Paixão Fernandes. Felizmente, durante 17 anos, trabalhou com ele Alfredo de Jesus Almendra que viria a substituí-lo. O testemunho deste seu colega de serviço que é o seu continuador e que consta na pág. 27 de In Memoriam é o melhor retrato que se pode deixar de Raúl Sá Correia.
In i volume do Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses,
coordenado por Barroso da Fonte, 656 páginas, Capa dura.
Editora Cidade Berço
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 9/27/2013 01:04:00 AM
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
[À Descoberta de Vila Flor] e de repente é noite (XLI)
XLI
Passei por ti
como luz branda
sobre rebanhos
para não incendiar
a lã.
Não sabia que eras
a última fonte
antes do deserto.
Poema de João de Sá, do livro "E de repente é noite", 2008.
Fotografia: Por do sol no Facho, Vila Flor.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Vila Flor a 9/26/2013 01:26:00 AM
[À Descoberta de Carrazeda de Ansiães] Jardim da Praça
Jardim da Praça D. Lopo Vaz de Sampaio - Desde que foi ajardinada a Praça D. Lopo Vaz de Sampaio, no centro da vila de Carrazeda de Ansiães, tornou-se num dos seus pontos mais atrativos e bonitos. Foi outrora recinto da feira, ainda da minha lembrança.
Agora é um bonito jardim enriquecido com várias esculturas em granito que integram o Parque Internacional de Escultura em Granito ao Ar Livre. As esculturas têm por título "As Nossas Mesas" e são da autoria do holandês Mark Brusse.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 9/26/2013 01:17:00 AM
Agora é um bonito jardim enriquecido com várias esculturas em granito que integram o Parque Internacional de Escultura em Granito ao Ar Livre. As esculturas têm por título "As Nossas Mesas" e são da autoria do holandês Mark Brusse.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Carrazeda de Ansiães a 9/26/2013 01:17:00 AM
[À Descoberta de Miranda do Douro] Festas de Miranda
Já há algum tempo que não passava vários dias seguidos em Miranda, mas este verão, por altura das festas de de S. Bárbara, gozei do prazer de passar alguns dias na cidade. Pensei os dias ao pormenor, porque atividades não faltavam, em Miranda, em Sendim e noutras localidades em redor, mas os planos são isso mesmo, planos, e acabaram por não ser cumpridos. Tanta atividade acaba por saturar e faz falta alguma tranquilidade e isso é coisa que não falta no Planalto Mirandês.
Apanhei os últimos dias da feira FamiDouro. O que eu gostava de ver era a atuação dos grupos, mas ela acontecia tão cedo que até isso tive dificuldade em acompanhar.
No que toca à feira, pareceu-me muito bem organizada e com muita variedade de coisas para comprar. Como sempre dei especial importância aos feirantes do concelho de Miranda, mas as novidades são cada vez menos.
Estava nos meus planos comparecer no concerto do Rui Veloso, mas senti-me tão cansado que até isso acabei por falhar. E gosto mesmo da música do Rui.
No dia 18 tiveram lugar as cerimónias religiosas e a festa terminou com um espetáculo pirotécnico como há muito não se via.
A procissão com variados andores pelas principais ruas intramuros é o acontecimento mais marcante. Este ano o Menino Jesus da Cartolinha vestido com farda de bombeiro arrancou aos crentes uma grande salva de palmas. O sofrimento de ver ir a enterrar um filho da terra bombeiro, ainda há pouco tempo tornou a população mais sensível. Daí para cá já se realizou o funeral de mais um bombeiro.
à noite o recinto do castelo animou-se para a festa. Novos e velhos ensaiaram passos de dança ao ritmo quente da banda presente.
Depois da meia noite teve lugar o fogo de artifício. A multidão acomodou-se nas imediações do castelo com os olhos voltados para o Parque Urbano do Fresno. Soltaram-se os foguetes, os assobios e as as palmas. O salva final de um barulho ensurdecedor ecoou pelas arribas tempo sem fim, para jusante e para montante.
Mal se fez silêncio os carros começaram a abandonar a cidade a um ritmo alucinante até que tudo voltou à paz habitual de Miranda mal o transito se escoou.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 9/26/2013 12:59:00 AM
Apanhei os últimos dias da feira FamiDouro. O que eu gostava de ver era a atuação dos grupos, mas ela acontecia tão cedo que até isso tive dificuldade em acompanhar.
No que toca à feira, pareceu-me muito bem organizada e com muita variedade de coisas para comprar. Como sempre dei especial importância aos feirantes do concelho de Miranda, mas as novidades são cada vez menos.
Estava nos meus planos comparecer no concerto do Rui Veloso, mas senti-me tão cansado que até isso acabei por falhar. E gosto mesmo da música do Rui.
No dia 18 tiveram lugar as cerimónias religiosas e a festa terminou com um espetáculo pirotécnico como há muito não se via.
A procissão com variados andores pelas principais ruas intramuros é o acontecimento mais marcante. Este ano o Menino Jesus da Cartolinha vestido com farda de bombeiro arrancou aos crentes uma grande salva de palmas. O sofrimento de ver ir a enterrar um filho da terra bombeiro, ainda há pouco tempo tornou a população mais sensível. Daí para cá já se realizou o funeral de mais um bombeiro.
à noite o recinto do castelo animou-se para a festa. Novos e velhos ensaiaram passos de dança ao ritmo quente da banda presente.
Depois da meia noite teve lugar o fogo de artifício. A multidão acomodou-se nas imediações do castelo com os olhos voltados para o Parque Urbano do Fresno. Soltaram-se os foguetes, os assobios e as as palmas. O salva final de um barulho ensurdecedor ecoou pelas arribas tempo sem fim, para jusante e para montante.
Mal se fez silêncio os carros começaram a abandonar a cidade a um ritmo alucinante até que tudo voltou à paz habitual de Miranda mal o transito se escoou.
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Publicada por Blogger às À Descoberta de Miranda do Douro a 9/26/2013 12:59:00 AM
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